Relato (inicio bisexual 2)

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Na última vez, tinha experimentado com Sandra algo que já tinha fantasiado e que se concretou da melhor maneira. Dessa vez, íamos um pouco mais longe, mas eu ainda não sabia como. Ela, porém, já tinha tudo planejado. Naquela sexta, estávamos sentados no sofá do apartamento dela, conversando sobre fantasias e eu, com tesão como sempre, me deixei levar e falei tudo. Sim, tudo. Contei que tinha fantasiado com homens e travestis, antes de fazermos tudo o que fizemos da outra vez, e diante dessa revelação, os olhos dela brilharam.

— Ah! Você tem fantasias homossexuais? Adoro que você me conte isso e me dá muito tesão também — ela disse.

— Sim, tenho. Um dia desses talvez eu realize — respondi. E ela completou: — Eu vou te ajudar a realizá-las, e o que mais quero é que você faça na minha frente. Quero ser a espectadora. Adoraria te ver com outro homem.

Começamos a nos beijar e a nos tocar ali mesmo no sofá. Tirei os peitos lindos dela para fora da blusa e os beijei e chupei, enquanto ela desabotoava minha calça. — Lembra que te disse que dessa vez sua bunda seria o centro da festa? Quero ela toda para mim e quero que você me deixe fazer tudo o que eu quiser — ela falou. Eu disse que sim, que ela podia fazer tudo o que quisesse, que ela mandava dessa vez.

Fomos para a cama e chegamos lá quase nus. Nos reviramos, nos beijamos e nos chupamos até ficarmos completamente pelados. Ela se levantou, se virou e colocou a buceta na minha cara, e eu a chupei com prazer, como sempre. Depois, fizemos 69 até que ela desceu mais, afastando a buceta da minha boca, dobrou minhas pernas para frente, deixando minha bunda aberta, e começou a me chupar com vontade. Ela chupava e fazia força com a língua para dentro, e eu adorei. Depois, meteu um dedo e depois mais outro, e minha bunda foi se dilatando. Ela pegou na gaveta do criado-mudo um consolo que era tipo de bolinhas, do menor ao maior, e começou a me enfiar. Ela estava entre minhas pernas e ia metendo, cada vez com um diâmetro maior. Pedi para ela deitar. e eu com o consolo enfiado no meu cu, me pus de quatro e comecei a chupar a buceta dela. Ela estava toda molhada e excitada, gemendo de prazer. Subi em cima dela com a intenção de enfiar, mas ela não quis.

— Ainda tenho mais coisas pra fazer — ela explicou. — Se você me comer agora, vai perder a graça.

Ela se posicionou atrás de mim e começou a tirar o consolo bolinha por bolinha. Me disse pra esperar e foi ao banheiro. Não demorou nem cinco minutos, e quando saiu estava incrível. Trazia em cima uma transparência preta que deixava ver os peitos. Meias com ligas também pretas. E o mais excitante: trazia um cinturão com um consolo cor de pele que parecia um pau de verdade.

Ela estava linda e perversa. Ficou parada ao lado da cama e me disse pra chupar, e foi o que fiz. Chupeteei como se fosse um pau de verdade e como se ela sentisse o prazer. Deitei de barriga pra cima, abri as pernas e pedi pra ela me comer. Ela só passou gel lubrificante no pau de fantasia, se posicionou entre minhas pernas e começou a meter no meu cu já dilatado por tudo que veio antes.

Dessa vez senti muito mais prazer que na outra ocasião. Sentia o pau dela dentro de mim, e as investidas sacudiam meu corpo inteiro. Enquanto ela me comia, desabotoei a transparência preta, deixando os peitos dela ao ar, que balançavam e pulavam, e me dava um prazer enorme. Eu estava louco, não sabia onde me agarrar, e me agarrava nos lençóis.

Ela me mandou ficar de quatro, e assim me comeu de novo. Ela dava por trás, me agarrando pela cintura, e eu morria de prazer, mas já não aguentava mais. Doía um pouco, mas também me dava muito tesão. Então me retirei e deitei de bruços, exausto e alterado.

Ela deitou sobre mim, abriu minhas pernas, se encaixou travando meus pés com os dela e enfiou de novo dentro de mim. Recostou nas minhas costas, metendo os braços por baixo do meu peito, e me comia mais devagar. Eu sentia não só o prazer anal, mas também o corpo ofegante dela sobre mim. E não sei como aconteceu — se foi aquele pau dentro do meu cu, os peitos dela nas minhas costas ou o atrito do meu pau com as lençóis, que acabei e tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida. Ela me apertou forte e parou de se mexer enquanto gozava, e lentamente saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado. Precisei de um tempo para me recuperar, ela ainda estava muito excitada, então assim que pôde, subiu em cima de mim e cavalgou por um tempo enquanto nos beijávamos ou eu chupava e beijava seus peitos. Ela tirou meu pau da sua buceta e começou a enfiá-lo no seu cu, para isso ela inclinou o corpo para trás para entrar mais fácil. Sandra sentava no meu pau e ele entrava todo no seu ânus, eu a segurava pela cintura. Depois ela se virou, dando as costas para mim e assim deitada sobre mim, continuei enfiando por trás, eu a abraçava e apertava seus peitos. Então quando vi que ela estava cansada, a coloquei de quatro, comecei a comê-la até que ela gozou e eu gozei também de novo dentro dela e ficamos assim deitados, exaustos os dois por uma noite muito boa de sexo.

Já mais tarde e mais tranquilos, ela me disse que tem um amigo gay e que eu o conheço. Nós havíamos nos conhecido uma noite que saí com ela para tomar algo e por acaso nos cruzamos com ele e ela nos apresentou. Era um cara com certa aparência, de uns 28 anos, não parecia gay ou melhor, eu não imaginava. Ela me disse que se eu gostasse, poderíamos fazer algo.

— Para! Não sei se gosto! Nunca gostei de um homem! Você quer me fazer virar gay? — eu disse.

— Não é que quero te fazer virar gay, você me disse que já fantasiou. E eu gostaria que fizéssemos um trio. Já sei — continuou — nos encontramos um dia e se rolar algo, fazemos, e se não... não, tudo bem mesmo.

Aceitei um encontro em breve. O rapaz não era nada feio, não é que eu gostasse, mas não sentia rejeição e era uma boa oportunidade. Assim foi que uma semana depois tivemos um encontro os três. Mas isso já vou contar na próxima vez.

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5 comentários - Relato (inicio bisexual 2)

THoMB
Excelente. Me sumás con tu amiga? Soy bi versátil y sumiso para los dos...