cogiendo en Laboulaye

Tava em Laboulaye, Córdoba, a trabalho. Era quinta-feira e fui dar uns pegas no cassino, que na época ficava num hotel na rodovia 7. Comecei minhas apostas jogando da 13 à 24 (segunda dúzia total) e acertei vários números seguidos. Aí, lá pelas duas e meia da manhã, já tinha ganho uns 6 mil pesos — suficiente pra mim — e decidi parar.

Tinha tomado uns três whiskies ao longo da noite, então tava com tesão e queria um pouco de ação. Perguntei e me mandaram pra uma boate que, segundo eles, ainda tava aberta.

Cheguei e realmente tava lotado. Entrei sem hesitar e as novinhas que tinham lá eram alucinantes — mas eram *novinhas* mesmo. Me senti meio deslocado naquele lugar.

Tomei outro whisky e observei o ambiente. Percebi que não ia conseguir nada ali, muita gente muito nova. Mas do nada vejo um cara mais velho, uns 15 anos mais velho que eu, dando em cima de uma mina e em meia hora ele já tava levando ela embora.

"Se ele consegue, por que eu não?" Tô com grana, tô bem vestido, roupas boas… Não vou desesperar, alguma coisa vai aparecer.

Num momento, olho pro outro lado do bar e vejo uma bunda linda, enfiada numa calça branca, com uma camiseta preta justa. E era um travecão de morrer!

Fiquei louco! Queria comer ele a qualquer custo! Mas como eu chegaria? Ele tava com uns amigos e umas gatinhas, então nem pensar em me aproximar. O que faço? O puto tava gostoso demais, queria ele pra mim. Já tava imaginando chupando aquela bunda, penetrando… Mmmm, alguma ideia tinha que surgir!

Chamei o bartender, pedi outro drink e perguntei na lata: falei que queria transar com um gay e que, especificamente, gostava daquele loiro de calça branca ali. "Ahhh", ele disse, "sem problema, já chamo e te apresento. Mas ele vai cobrar, hein!" Sem drama, traz ele e tem gorjeta pra você também.

O cara falou com um amigo, vi que ele foi até onde meu amorzinho tava e trouxe ele pro bar, a um metro de mim. Aí o bartender conversou com ele… Ela vira a cabeça, me olha por um segundo e sorri, e pra mim o sol nasceu!!! Ela vem até onde eu estava e, sorrindo, me diz com uma voz incrivelmente fofa: "Me disseram que você queria me conhecer!!" Siiim, eu digo, você é a coisa mais linda que tem nessa balada e queria te convidar pra tomar alguma coisa, o que você quer beber? "Aaayyy, olha que eu sou cara" (aí eu soube que era minha, uma porque justamente essa noite eu não tava com problemas de grana e outra porque ela se referiu a si mesma no feminino, assumindo o papel de putinha pra mim) "quero um champagne, pode ser?" Siiiiii, linda, eu digo, pede o que quiser. E ela pediu um Chandón que pra ela seria tipo um Dom Pérignon, duas taças e vamos brindar, conversa, cigarros, e cada vez mais perto de mim, até que de tão cheio que tava o antro, a gente tava quase colado. Num momento abracei ela pela cintura e ela colocou as mãos no meu peito. Aí pude ver bem: loira, pele corada quase sardenta, lábios meio grossos e olhos mel, uma cintura de mulher, uma bunda de travesti, pernas boas e lisinha até onde dava pra ver. Olhei nos olhos dela e dei um beijo na boca. Ela me abraçou pelo pescoço e já enfiou a língua, e senti na minha perna o pau dela duro, e era respeitável na aparência.

Depois de um tempo eu digo: "Que tal a gente tomar outro Chandón, mas em outro lugar?" "Vamos", ela diz, e aí sim eu tive uma ereção formidável, diante da iminência da ação sempre me acontece. "Espera que eu aviso meus amigos", e ela se aproximou de um grupinho de caras e todos me olharam como dizendo "por que vai foder ele e não a mim???" E a promíscua (Pedro era o nome) veio até mim como uma namorada feliz.

Saímos de lá (todo mundo olhando, principalmente porque o Pedro me levava pela mão) e fomos pro meu carro. Ao sentar, minha promíscua já me devorou a boca, e eu respondi, apalpei um pouco e perguntei pra onde a gente podia ir. Ela me guiou até um hotel nos arredores da cidade.

Entramos, e eu sentei na cama pra olhar e despir ela aos poucos, pra curtir. Talvez eu não tivesse outra chance de comer um cara assim no que me... queda de vida (que engano foi o meu, mas isso só fez eu curtir ainda mais), quando o deixei completamente pelado, deitei ele na cama e beijei, chupei ele inteiro de ponta a ponta, saboreei, devorei, parecia um vampiro consumindo ele, não deixei um centímetro de pele sem babar, chupei as bolas, o pau, os mamilos e virei ele pra beijar as costas, as pernas, a bunda, e ali fiquei um bom tempo, dando o que acho que foi a melhor chupada de cu que já dei, e a mais lasciva que esse puto já deve ter recebido.
Ele se ajoelhou no chão e chupou meu pau de um jeito que doía, sem morder, que técnica o Pedro tinha pra mamar! Finalmente coloquei ele de quatro e enfiei meu pau todo no cu dele, ele comeu sem reclamar, o puto, era de bunda grande, quantos paus já deve ter engolido! Filho da puta começou a rebolar de um jeito que tive que pedir por favor pra parar porque eu ia gozar, virei ele de costas e enfiei de novo, e enquanto fodia beijava ele na boca, enfiei até as bolas, virei ele de bruços e dei até não aguentar mais nessa posição, e quando eu estava quase gozando ele pediu pra dar na boca, então tirei do cu e enfiei na boca dele e jorrei uma catarata de porra, ele não conseguiu engolir tudo, um pouco escapou pelos lábios e escorreu pra todo lado, tremendo. Ficamos os dois largados na cama, ele banhado de porra e eu exausto, até que ele se levantou, sem se limpar começou a beijar meu corpo, o pau, o cu e quando percebi ele já estava dentro, e meu promíscuo me comeu divinamente, e gozou na minha boca também.
Deixei ele em casa, e ele implorou pra eu ligar todos os dias que ficasse naquele lugar, pra sair, o que eu fiz, e ele nunca me cobrou.
Pedro lindo, espero que a vida tenha te tratado bem, você é uma pessoa muito doce e tomara que tenha encontrado alguém que te faça feliz.

9 comentários - cogiendo en Laboulaye

Barish3 +1
que caliente el relato. Excelente. Van puntos
que lindo relato en tu despedida suena como si lo extraniaras y como q lo qeres, hermoso!!!