Tava na minha casa, de férias, sem um puto, era terça-feira, e meu único plano praquela noite era ver algum filme na TV e tomar umas cervejas, tarefa que eu encarei, mas já eram duas da manhã e eu tinha bebido pra caralho, tava meio excitado, por isso coloquei um moletom da Adidas, tênis e uma camiseta e saí pra ver qual era.
A cinco quadras de onde eu morava tinha uma favela bem grande, e eu sabia que por ali costumavam andar umas travestis, então comecei a procurar alguma pra ver se pelo menos dava pra conversar e apalpar um pouco, pra depois ter motivo pra bater uma punheta gostosa.
Dei umas voltas por aquela área super perigosa, e não tinha ninguém, já tava desiludido e ia voltar quando de um dos becos da favela sai uma travesti voluptuosa, bem corpulenta, de cabelo preto comprido e cacheado que ia até o meio das costas, morena, com uns lábios de chupar pau incríveis, tava com uma regata branca, uma minissaia jeans e chinelos, e na mão dela um copo de metal com cerveja e um cigarro na outra.
Quando vi ela, falei de tudo, que finalmente tinha encontrado, que essa beleza tava fazendo o quê sozinha, etc., qualquer besteira pra cair nas graças, o que consegui porque ela caiu na gargalhada, e a gente começou a conversar.
Ela perguntou o que eu tava fazendo por ali naquela hora, de onde eu era, como me chamava e essas coisas.
Expliquei minha situação real sem rodeios, que só tinha grana pra umas cervejas, e que tava atrás de ação mas sabia que sem dinheiro não ia rolar, mas que pelo menos se ela deixasse eu pagar uma cerveja pra ela.
Parece que essa mina tava mais entediada que eu, porque aceitou sem hesitar, então fomos no mercadinho da favela onde um velho nos atendeu nos olhando de cima a baixo por uma janelinha gradeada, compramos vinho e refrigerante e fomos pro barraco dela que ficava perto de um riacho fedorento, mas de noite todos os gatos são pardos, entramos na casa dela... Casa humilde, de chapa e um cômodo só, onde tinha um fogão a gás, uma mesa com três cadeiras, uma TV, um som, um móvel cheio de enfeites e besteiras, mas o que mais se destacava em meio a tanta miséria era a cama de casal de altíssima qualidade, com cortinas de tule em volta feito mosquiteiro, e um abajur azul aceso em cima dela. O calor no barraco era insuportável, então fomos pra um quintalzinho nos fundos cheio de plantas, onde tinha um tronco servindo de banco e, em cima de um tijolo vazado, colocamos os copos e começamos a beber vinho e conversar. Dava pra ouvir que na casa ao lado também estavam do lado de fora, mas a vegetação fechada nos escondia. A conversa, claro, foi parar em coisas quentes, e eu beijei ela de leve nos lábios grossos, apertei os peitos duros e mandei ela ficar de pé na minha frente, de costas pra mim. Levantei a minissaia dela e ela tava com uma tanguinha minúscula que sumia no meio da bunda. Comecei a beijar as nádegas daquele rabão enorme, dando uma mordidinha de vez em quando, puxei a tanguinha de lado e dei uma chupada violenta no cu dela. A putinha começou a se excitar e a gemer, e eu implorando pra ela calar a boca porque os vizinhos podiam ouvir! De repente, vi que ela começou a se masturbar e virou de frente, e eu me deparei com o pau dela ali na minha cara. Peguei e comecei a chupar, e ela se movia como se tivesse comendo minha boca, e soltou uns gritinhos que me assustaram, e eu ouvia risadas vindo do barraco ao lado. Ela tirou o pau da minha boca, pegou os copos e me levou pra dentro de casa, me jogou na cama, me despiu, e a gente mandou um 69 glorioso, mas ela por cima e eu por baixo, com ela enfiando o pau até o fundo da minha garganta, o que eu não aguento porque me dá ânsia. Ela tirou e chupou minha buceta por um bom tempo, subiu em cima de mim e literalmente me esmagou — lembrem que ela era robusta — e meteu sem cerimônia nem rodeios, enterrou até o talo. Ovos, sentia os pelos dele roçando as bochechas da minha bunda, ele me comeu por um bom tempo, deitou de barriga pra cima e fez eu sentar no pau dele, e eu montei nele por mais um tempo, enfiou na minha boca várias vezes pra eu chupar, colocou a calcinha fio dental dele e me comeu com a calcinha vestida, me tratou como uma puta!! Depois de um longo tempo me comendo sem gozar, ele perguntou se podia chamar uma amiga que tinha um pau desse tamanho e esticou as duas mãos, o que achei exagerado, mas eu tava tão excitado que comia qualquer coisa, sim sim sim eu falei, chama ela agora!!! E pelado como tava, com o pau balançando, ele foi até o pátio onde a gente tava bebendo antes e chamou alguém do barraco ao lado, em dois segundos apareceu outra trans mais feia que o cão, de legging branca, salto alto e uma regata laranja, me olhou enquanto eu tava largado pelado na cama, exclamou algo tipo aiii que beleeeza!!! Tirou a roupa e se jogou em cima de mim, me beijou, me mordeu, e puxou uma matraca enorme, enfiou na minha boca, depois de chupar por um tempo me colocou de quatro e cravou até o fundo, sentia o pau dele no meu estômago, a morena não tava exagerando, esse puto tava me matando, a ponto de eu começar a me sentir mal, tipo enjoado, pedi pra ele parar um pouco e ele tirou, mas aí o outro me enfiou, e assim foram me comendo os dois travestis, até que o último que veio, o de pauzão, me enfiou tudo que pôde quase com violência e gozou dentro de mim.
Minha morena, ao me ver largado na cama meio morto, entre a bebedeira e o desmaio pela puta surra de pica que eu tinha levado, me virou de barriga pra baixo e me comeu até gozar,
Descansamos um pouco, bebemos mais alguma coisa e começamos de novo, conto pra vocês que entre uma transa e outra a gente cochilava, mas quem acordava primeiro já começava a zoar e lá íamos nós de novo, ficamos transando sei lá quanto tempo, fomos acordados por uma gatinha que parecia ser parente da pica grossa, que nos encontrou dormindo e pelados os três na cama às 4 da tarde.
Eu Que vergonha sair de lá naquela hora!!! Minhas pernas tremiam, minha buceta ardia pra caralho, nem sei quantas vezes gozei, mas me diverti pra cacete!!!!
A cinco quadras de onde eu morava tinha uma favela bem grande, e eu sabia que por ali costumavam andar umas travestis, então comecei a procurar alguma pra ver se pelo menos dava pra conversar e apalpar um pouco, pra depois ter motivo pra bater uma punheta gostosa.
Dei umas voltas por aquela área super perigosa, e não tinha ninguém, já tava desiludido e ia voltar quando de um dos becos da favela sai uma travesti voluptuosa, bem corpulenta, de cabelo preto comprido e cacheado que ia até o meio das costas, morena, com uns lábios de chupar pau incríveis, tava com uma regata branca, uma minissaia jeans e chinelos, e na mão dela um copo de metal com cerveja e um cigarro na outra.
Quando vi ela, falei de tudo, que finalmente tinha encontrado, que essa beleza tava fazendo o quê sozinha, etc., qualquer besteira pra cair nas graças, o que consegui porque ela caiu na gargalhada, e a gente começou a conversar.
Ela perguntou o que eu tava fazendo por ali naquela hora, de onde eu era, como me chamava e essas coisas.
Expliquei minha situação real sem rodeios, que só tinha grana pra umas cervejas, e que tava atrás de ação mas sabia que sem dinheiro não ia rolar, mas que pelo menos se ela deixasse eu pagar uma cerveja pra ela.
Parece que essa mina tava mais entediada que eu, porque aceitou sem hesitar, então fomos no mercadinho da favela onde um velho nos atendeu nos olhando de cima a baixo por uma janelinha gradeada, compramos vinho e refrigerante e fomos pro barraco dela que ficava perto de um riacho fedorento, mas de noite todos os gatos são pardos, entramos na casa dela... Casa humilde, de chapa e um cômodo só, onde tinha um fogão a gás, uma mesa com três cadeiras, uma TV, um som, um móvel cheio de enfeites e besteiras, mas o que mais se destacava em meio a tanta miséria era a cama de casal de altíssima qualidade, com cortinas de tule em volta feito mosquiteiro, e um abajur azul aceso em cima dela. O calor no barraco era insuportável, então fomos pra um quintalzinho nos fundos cheio de plantas, onde tinha um tronco servindo de banco e, em cima de um tijolo vazado, colocamos os copos e começamos a beber vinho e conversar. Dava pra ouvir que na casa ao lado também estavam do lado de fora, mas a vegetação fechada nos escondia. A conversa, claro, foi parar em coisas quentes, e eu beijei ela de leve nos lábios grossos, apertei os peitos duros e mandei ela ficar de pé na minha frente, de costas pra mim. Levantei a minissaia dela e ela tava com uma tanguinha minúscula que sumia no meio da bunda. Comecei a beijar as nádegas daquele rabão enorme, dando uma mordidinha de vez em quando, puxei a tanguinha de lado e dei uma chupada violenta no cu dela. A putinha começou a se excitar e a gemer, e eu implorando pra ela calar a boca porque os vizinhos podiam ouvir! De repente, vi que ela começou a se masturbar e virou de frente, e eu me deparei com o pau dela ali na minha cara. Peguei e comecei a chupar, e ela se movia como se tivesse comendo minha boca, e soltou uns gritinhos que me assustaram, e eu ouvia risadas vindo do barraco ao lado. Ela tirou o pau da minha boca, pegou os copos e me levou pra dentro de casa, me jogou na cama, me despiu, e a gente mandou um 69 glorioso, mas ela por cima e eu por baixo, com ela enfiando o pau até o fundo da minha garganta, o que eu não aguento porque me dá ânsia. Ela tirou e chupou minha buceta por um bom tempo, subiu em cima de mim e literalmente me esmagou — lembrem que ela era robusta — e meteu sem cerimônia nem rodeios, enterrou até o talo. Ovos, sentia os pelos dele roçando as bochechas da minha bunda, ele me comeu por um bom tempo, deitou de barriga pra cima e fez eu sentar no pau dele, e eu montei nele por mais um tempo, enfiou na minha boca várias vezes pra eu chupar, colocou a calcinha fio dental dele e me comeu com a calcinha vestida, me tratou como uma puta!! Depois de um longo tempo me comendo sem gozar, ele perguntou se podia chamar uma amiga que tinha um pau desse tamanho e esticou as duas mãos, o que achei exagerado, mas eu tava tão excitado que comia qualquer coisa, sim sim sim eu falei, chama ela agora!!! E pelado como tava, com o pau balançando, ele foi até o pátio onde a gente tava bebendo antes e chamou alguém do barraco ao lado, em dois segundos apareceu outra trans mais feia que o cão, de legging branca, salto alto e uma regata laranja, me olhou enquanto eu tava largado pelado na cama, exclamou algo tipo aiii que beleeeza!!! Tirou a roupa e se jogou em cima de mim, me beijou, me mordeu, e puxou uma matraca enorme, enfiou na minha boca, depois de chupar por um tempo me colocou de quatro e cravou até o fundo, sentia o pau dele no meu estômago, a morena não tava exagerando, esse puto tava me matando, a ponto de eu começar a me sentir mal, tipo enjoado, pedi pra ele parar um pouco e ele tirou, mas aí o outro me enfiou, e assim foram me comendo os dois travestis, até que o último que veio, o de pauzão, me enfiou tudo que pôde quase com violência e gozou dentro de mim.
Minha morena, ao me ver largado na cama meio morto, entre a bebedeira e o desmaio pela puta surra de pica que eu tinha levado, me virou de barriga pra baixo e me comeu até gozar,
Descansamos um pouco, bebemos mais alguma coisa e começamos de novo, conto pra vocês que entre uma transa e outra a gente cochilava, mas quem acordava primeiro já começava a zoar e lá íamos nós de novo, ficamos transando sei lá quanto tempo, fomos acordados por uma gatinha que parecia ser parente da pica grossa, que nos encontrou dormindo e pelados os três na cama às 4 da tarde.
Eu Que vergonha sair de lá naquela hora!!! Minhas pernas tremiam, minha buceta ardia pra caralho, nem sei quantas vezes gozei, mas me diverti pra cacete!!!!
19 comentários - Comendo na favela
Te sigo, me seguis?
Pasate;): http://www.poringa.net/posts/gay/2313480/Jovenes-gay-2013.html
Buenisimo