Olá, todo mundo! Quero contar pra vocês um relato da minha primeira vez. Sou uma pessoa que hoje pode-se dizer bissexual, embora mais passivo que ativo. Bom, sou enrustido, porque gostava, no meu quarto, de me vestir de mulher e usar roupas íntimas femininas. Eu colocava pantymedias e, depois de bem emperiquitado de mulher, me deitava na cama e imaginava que estavam me comendo. Terminava me masturbando, enfiando um dedo no meu cu e, às vezes, dois, e assim acabava.
Eu trabalho numa construtora, cuido de comprar os materiais de construção que o contratante pede. Ou seja, ele me dá uma lista e eu abasteço as diferentes obras que a empresa tem. Como eu disse antes, gosto de usar calcinhas, uso elas todo dia por baixo da roupa. E um dia, meu chefe, o engenheiro responsável, me pediu pra recolher um certo material que estava espalhado num pátio, porque os pedreiros estavam ocupados. Então fui fazer o que ele mandou. Mas, ao me abaixar pra pegar algumas coisas, esqueci que tava usando uma calcinha preta e, quando me curvei, com certeza a beirada apareceu. Mas me certifiquei de que não tinha ninguém por perto pra me ver, porque senão teria virado a fofoca de todo mundo.
Quando chega sexta-feira, a gente recebe o pagamento da semana de trabalho. Aí o engenheiro me chama e fala: "Roberto, me acompanha até o banco pra fazer os depósitos dos rapazes." Então subi na caminhonete dele e fomos pro banco resolver isso. O engenheiro é um cara de 40 anos, 1,70m de altura, um pouco gordinho. Eu tinha ouvido falar que ele era gay, mas não podia ser, porque ele tem uma esposa muito gostosa e três filhos. Então não podia ser verdade o que se comentava. Bom, o caso é que saímos do banco e ele me entregou meu depósito do salário da quinzena. Subi no veículo e fomos pra obra, mas ele pegou outro caminho. Achei que ia fazer outro serviço, então não prestei atenção. Mas de repente ele parou na frente de... um motel bem discreto e tirando um envelope da maleta dele, me disse: "olha, Beto, aqui tem Q.500,00 que te dou se fizer um favor pra mim." Fiquei na dúvida sobre que favor era, mas a grana tava fazendo falta, então me cairia bem. Aí perguntei qual era o favor, e ele, apontando pra entrada do motel, disse: "é só entrar comigo ali e a gente se divertir. Você decide", ele falou. Fiquei pasmo, porque por um lado precisava do dinheiro, e por outro, o que ele tava pedindo era humilhante pra mim, mas ia realizar minha fantasia. Então ele disse: "bom, se não quiser, sem problema. Você esquece o que eu falei aqui, e eu não conto pros seus colegas que você usa calcinha de mulher, e assunto resolvido. Acabou. Você decide." Fiquei hesitando um pouco, porque com certeza, quando me abaixei pra pegar o que ele pediu no pátio, ele percebeu que eu tava de calcinha. E se meus colegas descobrissem isso, já era, iam tornar minha vida um inferno. Então não pensei duas vezes e falei: "tá bom, aceito." Assim, ele dirigiu o carro pra uma das vagas, o portão se fechou, e já lá dentro, subi pro quarto enquanto ele pagava o tempo. Confesso que tava nervoso. Sempre desejei, quando me vestia de mulher, que alguém me pegasse, mas era só sonho, e ali ia viver a realidade. Não sabia se o pau dele era grande, se ia doer, essas coisas. Bom, subi pro quarto e vi uma cama bem arrumada, toalhas, papel higiênico, sabonete e xampu. Atrás de mim, o engenheiro entrou e disse: "vai pro chuveiro e se lava, quero você limpo." E foi o que fiz. Me despi e fui tomar banho. Tava no chuveiro quando, depois de um tempo, ele entrou pra ver como eu tava. Também tava pelado e entrou no chuveiro comigo. Ele era completamente depilado e tinha um pau não muito grande, mas ainda nem tava ereto de verdade. Aí começou a me ensaboar as costas, e quando chegou nas minhas... Nalga, ela enfiou um dedo no meu cu, o que foi bem gostoso, e depois, por trás de mim, me abraçou e com os dedos médios esfregou meus mamilos. Uau, que sensação deliciosa. Aí senti o pau dela nas minhas nádegas, e na hora o meu pau ficou duro também, ao sentir aquele volume duro atrás de mim. Depois ela me virou e falou: "Lava meu pau". Aí peguei o sabonete e, me ajoelhando, ensaboei ele pela primeira vez. Senti um pau nas minhas mãos, passei a mão nele todo e ensaboei, deixando a água do chuveiro escorrer. Mas, com ele tão perto da minha boca, instintivamente comecei a chupar. Ela metia fundo, quase chegando na minha garganta. Eu via de canto de olho como ela estava morrendo de prazer, assim como eu, devorando aquele pau enorme. Depois ela me deu uma gilete e começou a depilar minhas pernas, deixando elas lisas, sem um pelo. Depois disso, ela falou: "Sai e veste o que deixei na cama". Saí do banheiro e vi que na cama tinha um vestido de lycra vermelho, umas calcinhas fio dental, um sutiã, uma peruca, maquiagem, sapatos de salto agulha — ela sabia meu tamanho porque nas fichas de emprego tinha essa informação, pelo uniforme que nos dão pra trabalhar — e um pacote de meia-calça. Ao ver tudo aquilo, me apressei pra me secar e comecei a vestir o que ela tinha deixado, exatamente como fazia em casa, trancado no meu quarto. Coloquei tudo. O vestido ficava justo, colado no meu corpo, era curto e parava acima dos joelhos. A meia-calça preta brilhante ficou estupenda — nunca tinha usado e agora descobri o que estava perdendo. O fato é que comecei a me maquiar, porque isso eu já fazia em casa; o estilista que cortava meu cabelo me ensinou, então não foi difícil. Coloquei a peruca castanho-claro. Quando terminei de me arrumar, me olhei nos espelhos que tinha e não conseguia acreditar no que via. Eu tava vendo uma mulher completa na minha frente, a única coisa que me entregava era o volume do meu pau, que tava marcando um pouco. Quando dom Mário saiu do banho, ele ficou pasmo ao me ver. Pegou uma câmera e começou a tirar fotos de vários ângulos, levantava o vestido pra fotografar minhas pernas que, com as meias e minhas pernas depiladas, estavam uma delícia. Me sentei num sofá, ele mandou eu abrir as pernas e continuou tirando fotos. Quando cansou disso, me pegou no colo — eu sou magro e não muito alto, então foi fácil pra ele — e me jogou na cama. Começou a me beijar na boca. Eu não queria beijar ele porque me sentia desconfortável, mas ele insistia. Pedi pra ele parar, mas ele continuou e disse: "Se você se deixar fazer o que eu pedir, foda-se, mais quinhentos". Então ele me convenceu. Deixei ele me beijar. Eu já tinha beijado mulheres, mas beijos como os que ele me dava eram incomparáveis com qualquer coisa que eu já tinha recebido. Ele beijava como nenhuma mulher jamais beijaria, tão sensual e ardente que me fazia tocar o céu. Eu já tava tão excitado que mal esperava o momento de ser penetrado, mas ele não tirava a boca da minha. Eu sentia o pau dele tão duro quanto o meu. Aí ele enfiou a mão por baixo do vestido e começou a acariciar minhas pernas. Dava pra ver como as meias de seda excitavam ele ainda mais. Ele me virou de bruços, levantou meu vestido, abriu minhas pernas e abriu um buraco na parte da calcinha da meia-calça, afastou o fio dental e começou a passar a língua no meu cu. Chamam isso de beijo negro. Quando ele fez isso, me senti em outra dimensão. Depois enfiou — não sei se um ou dois dedos — mas senti que entrou alguma coisa. Comecei a gemer de prazer. Com as mãos dele, aumentou o buraco na meia e depois me virou de novo de barriga pra cima. Ele subiu em cima de mim e colocou o pau dele na minha boca, dizendo: "Chupa, putinha, come tudo". Toda, e eu sem precisar ouvir duas vezes, comecei a chupar ele. Ele também gemia de prazer enquanto eu sugava. Falei pra ele deitar de barriga pra cima que ia ficar melhor assim. Ele obedeceu. Então, com uma mão, comecei a bater uma pra ele enquanto chupava, e ele começou a gravar com a câmera dele eu mamando ele. Pegava o pau com uma mão e passava a ponta da língua na glande e no furinho, como se fosse um sorvete delicioso. Ele se contorcia de prazer. Eu queria que ele gozasse, mas ele não gozava. Depois de um tempo, ele me colocou de quatro, levantou meu vestido até a cintura, pegou um pote de gel lubrificante, passou no pau dele e deixou cair um jorro no meu cu. Com os dedos, ele foi enfiando pra dentro. E aí chegou o que eu tanto queria: a penetração. Ele começou colocando só a pontinha e perguntou se tava doendo. Eu tava tão excitado que falei pra ele continuar. Então ele foi enfiando o pau. Comecei a sentir dor, mas ele continuou me penetrando. Tava doendo tanto que quase pedi pra ele tirar. Mas, de repente, aquela dor virou prazer, e comecei a sentir uma coisa gostosa, inexplicável. Eu gritava de prazer. Sentia que já tinha ele todo dentro, porque sentia os ovos dele batendo na minha bunda. Aí ele começou a se mexer, me dando estocadas. Cada vez que ele fazia isso, sentia um formigamento no corpo inteiro de tanto prazer. Eu tava em outra dimensão, não tinha mais dor, só prazer. Depois de um tempo, ele tirou e deitou na cama, falando pra eu subir em cima dele. Fiz isso. Coloquei o pau dele no meu cu, que já tava dilatado, deslizou fácil, e comecei a me mexer enquanto ele ficava parado. Agora eu controlava as estocadas. Cada vez que eu me movia, dava pra ouvir ele gemer. Comecei a me mexer rápido pra fazer ele gozar, mas ele não acabava. Aí ele se levantou, me deitou de barriga pra cima, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, e me penetrou nessa posição. Eu sentia... Em cada estocada, as bolas dele batiam na minha bunda. Ele tava de pé no chão e eu na beira da cama. Quase sentia um universo de outra dimensão. Ele se mexia mais rápido até que de repente ficou parado uns segundos. Foi quando senti algo quente correndo dentro de mim, um rio inteiro de porra sendo depositado. Don Mario via a cara de prazer dele quando descarregava aquele líquido dentro de mim. Quando terminou de meter tudo, tirou o pau e se deitou na cama um pouco. Eu ainda com as pernas pra cima, fiquei um tempão pra deixar a porra escorrer do meu cu. Queria sentir ela ainda lá dentro, o liso que tava minha bunda. De repente, don Mario levantou e foi pro banheiro. Aí toca o telefone do motel avisando que a gente tinha passado das quatro horas. Pô, não senti o tempo, parecia que tinha sido só um instante, mas a gente tava trepando há mais de quatro horas. Me sentei de cócoras e começou a sair toda a porra. Nossa, don Mario tava bem cheio porque formou uma poça no chão e ainda continuava saindo. Don Mario saiu do banheiro e aí entrei eu pra tomar banho. Quando terminei, ele já tava trocado e falou: "Já vou. Aqui tá seu dinheiro. A gente se vê na segunda." E saiu do motel. Eu fiquei ainda me trocando e guardando a roupa que vesti, que ainda guardo até hoje. Essa foi minha primeira vez. Espero que tenha excitado vocês. A gente teve mais saídas com don Mario. Assim vou contar pra vocês outra hora. Comentem se gostaram pra eu poder contar outras aventuras que tive com don Mario e com outro amigo dele. Até logo.
Eu trabalho numa construtora, cuido de comprar os materiais de construção que o contratante pede. Ou seja, ele me dá uma lista e eu abasteço as diferentes obras que a empresa tem. Como eu disse antes, gosto de usar calcinhas, uso elas todo dia por baixo da roupa. E um dia, meu chefe, o engenheiro responsável, me pediu pra recolher um certo material que estava espalhado num pátio, porque os pedreiros estavam ocupados. Então fui fazer o que ele mandou. Mas, ao me abaixar pra pegar algumas coisas, esqueci que tava usando uma calcinha preta e, quando me curvei, com certeza a beirada apareceu. Mas me certifiquei de que não tinha ninguém por perto pra me ver, porque senão teria virado a fofoca de todo mundo.
Quando chega sexta-feira, a gente recebe o pagamento da semana de trabalho. Aí o engenheiro me chama e fala: "Roberto, me acompanha até o banco pra fazer os depósitos dos rapazes." Então subi na caminhonete dele e fomos pro banco resolver isso. O engenheiro é um cara de 40 anos, 1,70m de altura, um pouco gordinho. Eu tinha ouvido falar que ele era gay, mas não podia ser, porque ele tem uma esposa muito gostosa e três filhos. Então não podia ser verdade o que se comentava. Bom, o caso é que saímos do banco e ele me entregou meu depósito do salário da quinzena. Subi no veículo e fomos pra obra, mas ele pegou outro caminho. Achei que ia fazer outro serviço, então não prestei atenção. Mas de repente ele parou na frente de... um motel bem discreto e tirando um envelope da maleta dele, me disse: "olha, Beto, aqui tem Q.500,00 que te dou se fizer um favor pra mim." Fiquei na dúvida sobre que favor era, mas a grana tava fazendo falta, então me cairia bem. Aí perguntei qual era o favor, e ele, apontando pra entrada do motel, disse: "é só entrar comigo ali e a gente se divertir. Você decide", ele falou. Fiquei pasmo, porque por um lado precisava do dinheiro, e por outro, o que ele tava pedindo era humilhante pra mim, mas ia realizar minha fantasia. Então ele disse: "bom, se não quiser, sem problema. Você esquece o que eu falei aqui, e eu não conto pros seus colegas que você usa calcinha de mulher, e assunto resolvido. Acabou. Você decide." Fiquei hesitando um pouco, porque com certeza, quando me abaixei pra pegar o que ele pediu no pátio, ele percebeu que eu tava de calcinha. E se meus colegas descobrissem isso, já era, iam tornar minha vida um inferno. Então não pensei duas vezes e falei: "tá bom, aceito." Assim, ele dirigiu o carro pra uma das vagas, o portão se fechou, e já lá dentro, subi pro quarto enquanto ele pagava o tempo. Confesso que tava nervoso. Sempre desejei, quando me vestia de mulher, que alguém me pegasse, mas era só sonho, e ali ia viver a realidade. Não sabia se o pau dele era grande, se ia doer, essas coisas. Bom, subi pro quarto e vi uma cama bem arrumada, toalhas, papel higiênico, sabonete e xampu. Atrás de mim, o engenheiro entrou e disse: "vai pro chuveiro e se lava, quero você limpo." E foi o que fiz. Me despi e fui tomar banho. Tava no chuveiro quando, depois de um tempo, ele entrou pra ver como eu tava. Também tava pelado e entrou no chuveiro comigo. Ele era completamente depilado e tinha um pau não muito grande, mas ainda nem tava ereto de verdade. Aí começou a me ensaboar as costas, e quando chegou nas minhas... Nalga, ela enfiou um dedo no meu cu, o que foi bem gostoso, e depois, por trás de mim, me abraçou e com os dedos médios esfregou meus mamilos. Uau, que sensação deliciosa. Aí senti o pau dela nas minhas nádegas, e na hora o meu pau ficou duro também, ao sentir aquele volume duro atrás de mim. Depois ela me virou e falou: "Lava meu pau". Aí peguei o sabonete e, me ajoelhando, ensaboei ele pela primeira vez. Senti um pau nas minhas mãos, passei a mão nele todo e ensaboei, deixando a água do chuveiro escorrer. Mas, com ele tão perto da minha boca, instintivamente comecei a chupar. Ela metia fundo, quase chegando na minha garganta. Eu via de canto de olho como ela estava morrendo de prazer, assim como eu, devorando aquele pau enorme. Depois ela me deu uma gilete e começou a depilar minhas pernas, deixando elas lisas, sem um pelo. Depois disso, ela falou: "Sai e veste o que deixei na cama". Saí do banheiro e vi que na cama tinha um vestido de lycra vermelho, umas calcinhas fio dental, um sutiã, uma peruca, maquiagem, sapatos de salto agulha — ela sabia meu tamanho porque nas fichas de emprego tinha essa informação, pelo uniforme que nos dão pra trabalhar — e um pacote de meia-calça. Ao ver tudo aquilo, me apressei pra me secar e comecei a vestir o que ela tinha deixado, exatamente como fazia em casa, trancado no meu quarto. Coloquei tudo. O vestido ficava justo, colado no meu corpo, era curto e parava acima dos joelhos. A meia-calça preta brilhante ficou estupenda — nunca tinha usado e agora descobri o que estava perdendo. O fato é que comecei a me maquiar, porque isso eu já fazia em casa; o estilista que cortava meu cabelo me ensinou, então não foi difícil. Coloquei a peruca castanho-claro. Quando terminei de me arrumar, me olhei nos espelhos que tinha e não conseguia acreditar no que via. Eu tava vendo uma mulher completa na minha frente, a única coisa que me entregava era o volume do meu pau, que tava marcando um pouco. Quando dom Mário saiu do banho, ele ficou pasmo ao me ver. Pegou uma câmera e começou a tirar fotos de vários ângulos, levantava o vestido pra fotografar minhas pernas que, com as meias e minhas pernas depiladas, estavam uma delícia. Me sentei num sofá, ele mandou eu abrir as pernas e continuou tirando fotos. Quando cansou disso, me pegou no colo — eu sou magro e não muito alto, então foi fácil pra ele — e me jogou na cama. Começou a me beijar na boca. Eu não queria beijar ele porque me sentia desconfortável, mas ele insistia. Pedi pra ele parar, mas ele continuou e disse: "Se você se deixar fazer o que eu pedir, foda-se, mais quinhentos". Então ele me convenceu. Deixei ele me beijar. Eu já tinha beijado mulheres, mas beijos como os que ele me dava eram incomparáveis com qualquer coisa que eu já tinha recebido. Ele beijava como nenhuma mulher jamais beijaria, tão sensual e ardente que me fazia tocar o céu. Eu já tava tão excitado que mal esperava o momento de ser penetrado, mas ele não tirava a boca da minha. Eu sentia o pau dele tão duro quanto o meu. Aí ele enfiou a mão por baixo do vestido e começou a acariciar minhas pernas. Dava pra ver como as meias de seda excitavam ele ainda mais. Ele me virou de bruços, levantou meu vestido, abriu minhas pernas e abriu um buraco na parte da calcinha da meia-calça, afastou o fio dental e começou a passar a língua no meu cu. Chamam isso de beijo negro. Quando ele fez isso, me senti em outra dimensão. Depois enfiou — não sei se um ou dois dedos — mas senti que entrou alguma coisa. Comecei a gemer de prazer. Com as mãos dele, aumentou o buraco na meia e depois me virou de novo de barriga pra cima. Ele subiu em cima de mim e colocou o pau dele na minha boca, dizendo: "Chupa, putinha, come tudo". Toda, e eu sem precisar ouvir duas vezes, comecei a chupar ele. Ele também gemia de prazer enquanto eu sugava. Falei pra ele deitar de barriga pra cima que ia ficar melhor assim. Ele obedeceu. Então, com uma mão, comecei a bater uma pra ele enquanto chupava, e ele começou a gravar com a câmera dele eu mamando ele. Pegava o pau com uma mão e passava a ponta da língua na glande e no furinho, como se fosse um sorvete delicioso. Ele se contorcia de prazer. Eu queria que ele gozasse, mas ele não gozava. Depois de um tempo, ele me colocou de quatro, levantou meu vestido até a cintura, pegou um pote de gel lubrificante, passou no pau dele e deixou cair um jorro no meu cu. Com os dedos, ele foi enfiando pra dentro. E aí chegou o que eu tanto queria: a penetração. Ele começou colocando só a pontinha e perguntou se tava doendo. Eu tava tão excitado que falei pra ele continuar. Então ele foi enfiando o pau. Comecei a sentir dor, mas ele continuou me penetrando. Tava doendo tanto que quase pedi pra ele tirar. Mas, de repente, aquela dor virou prazer, e comecei a sentir uma coisa gostosa, inexplicável. Eu gritava de prazer. Sentia que já tinha ele todo dentro, porque sentia os ovos dele batendo na minha bunda. Aí ele começou a se mexer, me dando estocadas. Cada vez que ele fazia isso, sentia um formigamento no corpo inteiro de tanto prazer. Eu tava em outra dimensão, não tinha mais dor, só prazer. Depois de um tempo, ele tirou e deitou na cama, falando pra eu subir em cima dele. Fiz isso. Coloquei o pau dele no meu cu, que já tava dilatado, deslizou fácil, e comecei a me mexer enquanto ele ficava parado. Agora eu controlava as estocadas. Cada vez que eu me movia, dava pra ouvir ele gemer. Comecei a me mexer rápido pra fazer ele gozar, mas ele não acabava. Aí ele se levantou, me deitou de barriga pra cima, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, e me penetrou nessa posição. Eu sentia... Em cada estocada, as bolas dele batiam na minha bunda. Ele tava de pé no chão e eu na beira da cama. Quase sentia um universo de outra dimensão. Ele se mexia mais rápido até que de repente ficou parado uns segundos. Foi quando senti algo quente correndo dentro de mim, um rio inteiro de porra sendo depositado. Don Mario via a cara de prazer dele quando descarregava aquele líquido dentro de mim. Quando terminou de meter tudo, tirou o pau e se deitou na cama um pouco. Eu ainda com as pernas pra cima, fiquei um tempão pra deixar a porra escorrer do meu cu. Queria sentir ela ainda lá dentro, o liso que tava minha bunda. De repente, don Mario levantou e foi pro banheiro. Aí toca o telefone do motel avisando que a gente tinha passado das quatro horas. Pô, não senti o tempo, parecia que tinha sido só um instante, mas a gente tava trepando há mais de quatro horas. Me sentei de cócoras e começou a sair toda a porra. Nossa, don Mario tava bem cheio porque formou uma poça no chão e ainda continuava saindo. Don Mario saiu do banheiro e aí entrei eu pra tomar banho. Quando terminei, ele já tava trocado e falou: "Já vou. Aqui tá seu dinheiro. A gente se vê na segunda." E saiu do motel. Eu fiquei ainda me trocando e guardando a roupa que vesti, que ainda guardo até hoje. Essa foi minha primeira vez. Espero que tenha excitado vocês. A gente teve mais saídas com don Mario. Assim vou contar pra vocês outra hora. Comentem se gostaram pra eu poder contar outras aventuras que tive com don Mario e com outro amigo dele. Até logo.
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