Algumas semanas depois da história que contei no relato Truque Adolescente, saí com meu amigo Fernando uma noite pra dançar. Bebemos pra caralho e pegamos duas minas gostosas, que convidamos pra ir na casa do Fer, que tava sozinho porque a família tava de férias. As vadias não quiseram ir, então acabamos voltando sozinhos pra dormir na casa dele, tarados que nem uns cachorros.
A gente se jogou pra dormir no quarto dele, ele na cama dele e eu na do irmão. As camas tavam arrumadas em L (os pés da minha cama encostavam na cabeceira da dele). De manhã, abri os olhos e vi uma coisa que me acordou de vez: o Fer tinha tirado o pau pra fora e tava se masturbando devagar. Meu pau subiu na hora.
— As minas te deixaram com tesão, né? — falei.
Na mesma hora ele guardou o pau, meio envergonhado, e respondeu que sim.
— Não seja otário. Te vi comendo uns caras há algumas semanas e agora você tem vergonha de bater uma?
— Cê tem razão — ele disse.
— Além disso, se as vadias tivessem te visto pelado, com certeza iam se animar e não largavam mais, haha!
— Haha! Parece que você gosta do meu pau, otário!
Eu fiquei em silêncio e tirei meu pau pra bater uma também.
— Que que houve, não vai responder? Cê gosta mesmo? — disse o Fer, virando pra me olhar. — Por que você não vem aqui e chupa ele um pouco? Vai, tô com muito tesão.
— Não seja otário, cê quer mesmo?
— Não sou otário. Vai, chupa ele um pouco e depois eu chupo o seu, quer?
Não acreditei muito, mas ver aquele pau grande e lindo tava me deixando com tesão. Levantei e fui até a cama dele. Sentei do lado e comecei a bater uma pra ele devagar. O Fer jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos, como se quisesse aproveitar mais o momento. Não demorei pra me animar, então comecei a lamber o pau dele, passando a língua por todo o comprimento. O Fer começou a gemer, o que me deixou mais excitado, então abri a boca e enfiei metade do pau dele, metendo e tirando devagar, mas sem parar. O Fer começou a gemer mais alto. Forte, então comecei a bater uma pra ele enquanto chupava.
- Ah, como você chupa bem! - ele disse. - Como eu te comeria!
Eu sorri como se concordasse...
- Vem cá! - ele disse - quero tocar sua bunda, vem!
Eu me aproximei, tirei a calcinha e fiquei de joelhos com as pernas abertas sobre a cabeça dele pra um 69. Coloquei o pau dele na boca de novo enquanto ele acariciava meu cu e começava a enfiar um dedo. Não consegui evitar um gemido de prazer quando ele entrou, o que deixou ele mais excitado, fazendo o pau dele dar espasmos dentro da minha boca. Depois ele enfiou mais um dedo no meu cu e disse:
- Quero meter o pau em você! Não aguento mais!
E me tirou de cima dele. Foi até a gaveta, pegou uma camisinha e um sachê de lubrificante que vinha junto. Colocou a camisinha e sentou na cama. Passou lubrificante no pau e pediu pra eu sentar em cima dele. Bem antes de sentar, ele pegou um pouco de lubrificante e passou no meu cu, que recebeu de boa vontade. Eu não aguentava mais de tesão e sentir os dedos dele entrando e saindo do meu cu com o lubrificante me deixava a mil. Tava com o pau duríssimo e muita vontade de sentir o pau dele dentro de mim.
Me ajeitei em cima do pau dele e comecei a sentar devagar, enquanto ele segurava e apertava pra ficar bem duro. No começo foi difícil entrar (era um pau realmente grande - tinha mais de 20cm com certeza), mas meu tesão falava mais alto, então tentei relaxar e deixar entrar. Peguei a rola dele eu mesma e encaixei no meu cu enquanto descia pra fazer entrar, até que a cabeça entrou e fez a gente gemer (eu de dor, ele de prazer). Fiquei parada uns segundos, mas Fer tava muito excitado e queria se mexer, então comecei a descer devagar pra entrar toda.
Fer começou a soltar uns gemidos de prazer e me segurou pela cintura, pra acompanhar minhas subidas e descidas (principalmente as descidas, onde ele me ajudava empurrando com força pra baixo, fazendo entrar até o fundo). Eu não conseguia parar de Gemir como uma putinha. Apesar da dor, eu adorava sentir aquela rola entrando e saindo do meu cu. Sentia que ele me perfurava a cada metida, mas eu gostava. Sentia que tinha o controle do orgasmo dele e podia dominá-lo à vontade.
Numa das enfiadas, ele disse que queria mudar de posição, que queria ser ele quem me comeria. Eu me levantei e perguntei o que ele queria que eu fizesse.
— Fica de quatro em cima da cama — ele disse.
Eu obedeci e ele se posicionou em pé atrás de mim. Colocou a rola no meu cu e entrou sem piedade, me fazendo gemer e morder o lábio inferior mais uma vez. Dava pra ver que ele estava agitado e começou a bombar meu cu com força, até o fundo.
— Agora você vai sentir de verdade! — ele disse. — Vai ver o que é uma rola de respeito, hein! Olha o que as vadias perderam e foram dormir em casa...
As palavras dele me deixavam com mais tesão ainda e deixavam minha rola mais dura! Ele entrava e saía com vontade do meu cu e, cada vez que entrava, fazia com força, descarregando a calentura dele no meu rabo. A agitação dele aumentou e ele começou a gemer mais alto.
— Ah, vou gozar no seu cu, cara! — ele me disse.
— Arrebenta tudo!! — eu respondi.
Mas ele tirou a rola de repente e disse:
— Vem cá, quero gozar na sua boca!
Eu, com o tesão que tava, não pensei duas vezes. Me virei e comecei a passar a língua na ponta da rola dele, enquanto ele se masturbava, até que ele não aguentou mais e soltou a porra quente na minha cara toda e na minha boca. Ele pediu pra eu abrir mais a boca e enfiou a rola, como se fosse limpar, e eu aceitei sem problema nenhum. Sentir o gosto do sêmen dele me deixou a mil, então comecei a me masturbar enquanto continuava limpando a rola dele com a língua. Me deitei na cama e continuei batendo uma até gozar na hora, em cima do meu próprio peito.
O Fer se deitou do meu lado e terminou de me masturbar até não sobrar nem uma gota de porra dentro de mim. Ficamos assim por um tempo, até ele me mandar tomar um banho enquanto preparava o café da manhã. Passamos juntos quase o domingo inteiro, não sem antes fazer uma segunda sessão igual à da manhã (dessa vez na soneca).
Foi um domingo inesquecível...Se gostou, comentem e recomendem, que é de graça e melhora o sexo!
A gente se jogou pra dormir no quarto dele, ele na cama dele e eu na do irmão. As camas tavam arrumadas em L (os pés da minha cama encostavam na cabeceira da dele). De manhã, abri os olhos e vi uma coisa que me acordou de vez: o Fer tinha tirado o pau pra fora e tava se masturbando devagar. Meu pau subiu na hora.
— As minas te deixaram com tesão, né? — falei.
Na mesma hora ele guardou o pau, meio envergonhado, e respondeu que sim.
— Não seja otário. Te vi comendo uns caras há algumas semanas e agora você tem vergonha de bater uma?
— Cê tem razão — ele disse.
— Além disso, se as vadias tivessem te visto pelado, com certeza iam se animar e não largavam mais, haha!
— Haha! Parece que você gosta do meu pau, otário!
Eu fiquei em silêncio e tirei meu pau pra bater uma também.
— Que que houve, não vai responder? Cê gosta mesmo? — disse o Fer, virando pra me olhar. — Por que você não vem aqui e chupa ele um pouco? Vai, tô com muito tesão.
— Não seja otário, cê quer mesmo?
— Não sou otário. Vai, chupa ele um pouco e depois eu chupo o seu, quer?
Não acreditei muito, mas ver aquele pau grande e lindo tava me deixando com tesão. Levantei e fui até a cama dele. Sentei do lado e comecei a bater uma pra ele devagar. O Fer jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos, como se quisesse aproveitar mais o momento. Não demorei pra me animar, então comecei a lamber o pau dele, passando a língua por todo o comprimento. O Fer começou a gemer, o que me deixou mais excitado, então abri a boca e enfiei metade do pau dele, metendo e tirando devagar, mas sem parar. O Fer começou a gemer mais alto. Forte, então comecei a bater uma pra ele enquanto chupava.
- Ah, como você chupa bem! - ele disse. - Como eu te comeria!
Eu sorri como se concordasse...
- Vem cá! - ele disse - quero tocar sua bunda, vem!
Eu me aproximei, tirei a calcinha e fiquei de joelhos com as pernas abertas sobre a cabeça dele pra um 69. Coloquei o pau dele na boca de novo enquanto ele acariciava meu cu e começava a enfiar um dedo. Não consegui evitar um gemido de prazer quando ele entrou, o que deixou ele mais excitado, fazendo o pau dele dar espasmos dentro da minha boca. Depois ele enfiou mais um dedo no meu cu e disse:
- Quero meter o pau em você! Não aguento mais!
E me tirou de cima dele. Foi até a gaveta, pegou uma camisinha e um sachê de lubrificante que vinha junto. Colocou a camisinha e sentou na cama. Passou lubrificante no pau e pediu pra eu sentar em cima dele. Bem antes de sentar, ele pegou um pouco de lubrificante e passou no meu cu, que recebeu de boa vontade. Eu não aguentava mais de tesão e sentir os dedos dele entrando e saindo do meu cu com o lubrificante me deixava a mil. Tava com o pau duríssimo e muita vontade de sentir o pau dele dentro de mim.
Me ajeitei em cima do pau dele e comecei a sentar devagar, enquanto ele segurava e apertava pra ficar bem duro. No começo foi difícil entrar (era um pau realmente grande - tinha mais de 20cm com certeza), mas meu tesão falava mais alto, então tentei relaxar e deixar entrar. Peguei a rola dele eu mesma e encaixei no meu cu enquanto descia pra fazer entrar, até que a cabeça entrou e fez a gente gemer (eu de dor, ele de prazer). Fiquei parada uns segundos, mas Fer tava muito excitado e queria se mexer, então comecei a descer devagar pra entrar toda.
Fer começou a soltar uns gemidos de prazer e me segurou pela cintura, pra acompanhar minhas subidas e descidas (principalmente as descidas, onde ele me ajudava empurrando com força pra baixo, fazendo entrar até o fundo). Eu não conseguia parar de Gemir como uma putinha. Apesar da dor, eu adorava sentir aquela rola entrando e saindo do meu cu. Sentia que ele me perfurava a cada metida, mas eu gostava. Sentia que tinha o controle do orgasmo dele e podia dominá-lo à vontade.
Numa das enfiadas, ele disse que queria mudar de posição, que queria ser ele quem me comeria. Eu me levantei e perguntei o que ele queria que eu fizesse.
— Fica de quatro em cima da cama — ele disse.
Eu obedeci e ele se posicionou em pé atrás de mim. Colocou a rola no meu cu e entrou sem piedade, me fazendo gemer e morder o lábio inferior mais uma vez. Dava pra ver que ele estava agitado e começou a bombar meu cu com força, até o fundo.
— Agora você vai sentir de verdade! — ele disse. — Vai ver o que é uma rola de respeito, hein! Olha o que as vadias perderam e foram dormir em casa...
As palavras dele me deixavam com mais tesão ainda e deixavam minha rola mais dura! Ele entrava e saía com vontade do meu cu e, cada vez que entrava, fazia com força, descarregando a calentura dele no meu rabo. A agitação dele aumentou e ele começou a gemer mais alto.
— Ah, vou gozar no seu cu, cara! — ele me disse.
— Arrebenta tudo!! — eu respondi.
Mas ele tirou a rola de repente e disse:
— Vem cá, quero gozar na sua boca!
Eu, com o tesão que tava, não pensei duas vezes. Me virei e comecei a passar a língua na ponta da rola dele, enquanto ele se masturbava, até que ele não aguentou mais e soltou a porra quente na minha cara toda e na minha boca. Ele pediu pra eu abrir mais a boca e enfiou a rola, como se fosse limpar, e eu aceitei sem problema nenhum. Sentir o gosto do sêmen dele me deixou a mil, então comecei a me masturbar enquanto continuava limpando a rola dele com a língua. Me deitei na cama e continuei batendo uma até gozar na hora, em cima do meu próprio peito.
O Fer se deitou do meu lado e terminou de me masturbar até não sobrar nem uma gota de porra dentro de mim. Ficamos assim por um tempo, até ele me mandar tomar um banho enquanto preparava o café da manhã. Passamos juntos quase o domingo inteiro, não sem antes fazer uma segunda sessão igual à da manhã (dessa vez na soneca).
Foi um domingo inesquecível...Se gostou, comentem e recomendem, que é de graça e melhora o sexo!
Comentarios Destacados
24 comentários - Un domingo memorable (Relato)
Excelente relato, me encantó 👏
Volveré con puntos!
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.