Minhas fantasias (P2)

E aí, como vocês estão? Essa é a continuação da minha primeira história (se não leu: http://www.poringa.net/posts/gay/2285629/Mis-fantasias-P1.html#last). Espero que gostem, e se tiverem algum tema que queiram que eu escreva, ou algum comentário ou sugestão, são bem-vindos.

Naquela manhã, acordei com o pau duro. Achei que era a tesão que tinha ficado da noite anterior, então fui no banheiro "aliviar as tensões". Comecei a me masturbar enquanto pensava no que tinha rolado, o que me deixava a mil. Na minha mente, passavam imagens do meu primo com o pau dele na minha boca, meu corpo não aguentava a calentura, minhas pernas tremiam. Parei de me tocar. Decidi explorar meu cu, já que sentir os dedos molhados do meu primo tinha sido uma delícia. Primeiro, me toquei com os dedos, depois comecei a abrir e, por último, enfiei devagar um dedo. A sensação foi totalmente gostosa e, como resultado, gozei uma porrada de porra quente. Lavei as mãos, desci pra tomar café.

Eram umas duas da tarde quando meu tio chegou. Almoçamos todos juntos.
Tia: — Hoje tenho que levar o Mati no médico pra um check-up. Nico, você vem com a gente?
Eu: — Sim, tanto faz pra mim.
Tio: — Pra que levar ele? Vai ficar entediado. Melhor deixar comigo. Além disso, hoje umas cinco horas vem um amigo do Franco, então a gente vai cair na piscina ou algo assim.
Tia: — Quer ficar? Pra mim não tem problema, é a mesma coisa.
Eu: — Sim, sim, vou ficar, tanto faz pra mim.

Decidi ficar. Continuamos comendo, minha tia e o Mati foram embora. Meu tio me disse: — Nico, vou tomar banho. Se os meninos chegarem, abre pra eles. Aqui te deixo as chaves.

Ainda eram quatro horas e, do primeiro andar, já se ouvia a campainha. Então, decidi ir pro quarto usar o computador. Entrei no Facebook e depois joguei um Counter. Ouvi meu tio sair do banho, então fui no quarto dele pedir uma toalha, porque ia entrar na piscina. Tava me aproximando do quarto, que estava com a porta entreaberta, e ouvi a voz de um... Mulher, eu me aproximei tentando não fazer barulho e consegui ver que meu tio estava numa videochamada pelo Skype com uma mulher que estava pelada e deitada numa cama. Fiquei observando aquela cena: meu tio pelado, de costas pra porta, conversando com uma coroa de peitão pelo Skype, não podia acreditar… A CAMPAINHA TOCOU, desci tentando não fazer barulho pra ele não perceber que eu estava na porta do quarto.

Franco: - E aí, eu, tudo bem?
Eu: - Sim, sim, tudo bem, com um calorão…
Franco: - Esse aqui é meu amigo Agustín
Eu: - Oi
Agustín: - Oi
Franco: - Vamos pro quintal pra eu cair na piscina
Agustín: - Você não falou que a gente vinha pra piscina
Franco: - Ah, sim, me distraí total kkk, bom, vou pegar uma toalha, além do mais tá calor. E a minha mãe e o meu pai?
Eu: - Sua mãe foi com o Mati no médico e seu pai tinha ido tomar banho
Franco: - Ah, ok… Vai pedir umas toalhas pro meu pai
Eu: - Beleza, beleza
Subi pro quarto, meu tio já estava vestido. Pedi as toalhas. Coloquei o short de banho. Fomos pro quintal
Agustín: - Me irrita se eu pular de cueca. Rindo
Eu: - Não, bunda mole, se quiser pula pelado… vai lá, quero te ver inteirinho. Pensava nas minhas intenções perversas
Tio: - Não, se somos todos homens
Pulamos na piscina e, como eu esperava, o volume do Agustín marcou. Agustín era um cara não muito alto, ombros largos, meio cheinho (não gordo, mas corpulento), cabelo castanho, uns olhos verdes lindos, uma barba por fazer e o que mais me agradava: uma bundinha empinada linda.
Então lá estava eu, rodeado de volumes marcados pela água. Por sorte não subiu nada, mas não conseguia parar de olhar pros paus. Saímos da piscina, ficamos de bobeira um tempo, minha tia chegou com o Mati, pulou na piscina mas logo saiu. Os caras subiram comigo pro quarto e nos trocamos, ficamos todos completamente pelados, mas como tínhamos acabado de sair da piscina, não estavam muito apetitosos kkkkkk
Naquela noite, fomos dormir. Cedo, mas eu não conseguia dormir por causa do calor, então decidi dormir pelado. Depois de tirar toda a roupa, percebi que meu primo Franco estava me olhando do quarto dele, que fica de frente para o do Mati, onde eu estava dormindo. Franco me olhou e falou pro Agus: "Ô Agus, olha esse aqui também não consegue dormir por causa do calor kkkk tá pelado igual a gente." Franco fez um sinal pra eu ir até o quarto dele. Entrei e vi o Agus pelado em cima da cama com aquela bunda gostosa pra cima, e o Franco estava coberto, mas eu sabia que tava nu.
Eu: — O que vocês estavam fazendo?
Franco: — Nada, entediados.
Agus: — Vamos jogar alguma coisa?
Franco: — Bora jogar um verdade ou consequência.
Eu e Agus: — Bora, bora.
Franco: — Agus, verdade ou consequência?
Agus: — Verdade.
Franco: — É verdade que você já ficou na cama com um homem?
Agus: — Emm... — ele exclamou nervoso. — Bom, não foi bem assim. Ele começou a chorar, o que me surpreendeu, porque o Franco tinha feito a pergunta num tom de brincadeira, e a gente não tava pressionando ele. "Cara", ele disse, "o que vou contar é muito particular, por favor não contem nada." Eu e Franco só escutamos e balançamos a cabeça. "Sou bissexual", falou o Agus, "é algo que começou faz pouco tempo. Tentei esconder, mas não consigo, é mais forte que eu."
Fez-se um silêncio profundo.
Eu: — Franco, dá pra você ir um pouco pro outro quarto?
Me aproximei do Agus, abracei ele. Ele me olhou, e eu tava consolando ele. Ele me encarou, e eu senti uma espécie de conexão. Ele se aproximou, e aconteceu o previsível: a gente se beijou. Foi o beijo mais maravilhoso que já experimentei na vida. A gente se separou, ficamos sentados na cama, ambos pelados.
Eu: — Agus, eu também sou bissexual. Curti muito o que rolou agora. Você já transou com um homem?
O Agus tava tremendo, não sei por quê, e balançou a cabeça que não. Levantei, deitei ele na cama e sussurrei no ouvido dele: "Fica tranquilo, relaxa." Comecei a beijar ele no peito todo, e logo senti a pica dele endurecendo na altura do meu umbigo, o que fez a minha pica acordar também. Comecei a descer pelo abdômen dele até chegar na pica dele. grossa, peluda e bem viril, por sinal. Chupei bem devagar pra ele aproveitar bastante, passava minha língua na cabeça dele e só focava em dar prazer, o que, acho eu, fiz bem, porque os gemidos suaves dele não paravam. Continuei chupando aquela pica até ele falar pra parar porque ia gozar e não queria ainda, e disse que queria chupar minha pica, e eu aceitei. Sendo a primeira vez dele, foi muito bem; enquanto me chupava, eu acariciava aquela bunda linda e perguntei se ele deixava eu fazer o cuzinho, e ele respondeu pra ir devagar. Ele ficou de quatro, comecei a lamber aquele cuzinho lisinho e, aos poucos, enfiei um dedo. Me preparei pra penetrar, comecei devagar e, assim que coloquei a cabeça, um gemido de prazer misturado com dor saiu do Agustín. Me aproximei do pescoço dele, dei uns beijos e falei: — Calma, vou devagar. Enfiei toda a minha pica; quando senti que o cuzinho dele estava todo dilatado, comecei a comer com mais força, e naquele momento ele começou a gritar de prazer. Virei ele. Levantei as pernas dele nos meus ombros e, com uma mão, masturbei a pica dele até ele gozar. O prazer que aquela bunda me dava era imenso, até que não aguentei, tirei do cuzinho dele e joguei uns jatos enormes de porra no peito dele. Agustín se deitou na cama, e eu fui pro banheiro. Quando saí do quarto, olhei pro Agustín, que tinha uma expressão de prazer no rosto tão masculino…

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