Olá, pessoal. Hoje resolvi contar um pouco do que vivi. Sou casado, tenho uma filha, mas no fundo curto umas pirocas.
Um mês atrás, vi um colega falando estranho no telefone. Quando ele saiu, anotei o número que ele tinha ligado e descobri que era uma linha gay. Cortei na hora, mas à tarde, sozinho no escritório vendo pornô, algo me dizia pra ligar. Liguei. Só disseram que estavam na zona sul vendo o que rolava. Recebi várias mensagens loucas até que veio um convite de um senhor dizendo ter 50 anos, ser ativo e ter um lugar em Monte Grande. Aceitei e começamos a conversar. No começo, eu tava muito medroso, até que ele percebeu e falou:
"Faz o seguinte: vem aqui em casa. Se decidir e rolar um clima, a gente faz algo. Se não, tudo bem."
Ele me passou o endereço e eu fui.
Quando cheguei, era uma pessoa comum, meio grisalho, um pouco gordinho, mas dentro do que a gente chama de normal. Ele me convidou pra entrar, sentamos na sala e começamos a conversar:
"Quer tomar algo?"
"Não, obrigado. Tô com pouco tempo e bem nervoso."
"Então me diz: qual é sua fantasia?"
"Sei lá... me dá vontade de tocar num pau."
Sem dizer mais nada, ele baixou a calça. Tava sem cueca e tinha um pau maior que o meu. Pegou minha mão e levou até ele. Eu, imóvel, quase sem reação, deixei ele mover minha mão do jeito que queria. Depois de alguns segundos, ele disse: "Ajoelha." E eu, como quem só obedece, ajoelhei. Na hora, ele começou a encostar o pau na minha cara, devagar, brincou nos meus lábios e, quando percebi, já tava com metade dentro da minha boca.
"Devagar, assim. Começa a chupar", ele falou. E eu fiz. Sentia ele crescendo na minha boca, e cada vez ele enfiava mais o pau até o momento em que comecei a engasgar. Foi aí que ele pegou minha mão, colocou nas bolas dele e disse: "Acaricia elas e continua chupando. Você me encanta, putinha."
Ficamos um tempo assim e, de repente, ele pediu pra eu tirar a roupa. Nessa hora, meu corpo tremeu, mas continuei obedecendo. Ele pegou um creme de mão. e untei minha buceta e senti um ardor e um prazer indescritível. "Que linda, né?" ele disse.
Sem trocar uma palavra, me deitou de barriga pra cima, levantou minhas pernas e apoiou o pau na minha buceta.
"Agora você vai sentir o melhor dos seus prazeres", ele disse.
Pedi que, se eu falasse "chega", por favor parasse, porque eu nunca tinha feito aquilo.
Ele começou a entrar com uma suavidade que me fez relaxar, até que num momento ele empurrou com força. Eu gritei de dor, mas ele só parou a investida sem tirar o pau e começou a se mover devagar de novo. Aí ele disse: "Uma puta como você tem que me deixar gozar."
Ele me virou de um puxão, se deitou e pediu que eu sentasse no pau dele. Foi então que senti o verdadeiro prazer e não consegui parar de me mexer até sentir todo o leite dele escorrendo dentro de mim.
Depois disso, ele disse: "Você é uma puta linda. Vai se lavar."
Eu, sem saber o que esperar, fui ao banheiro, me lavei, me vesti, e ele só disse: "Quando quiser chupar meu pau, te passo meu número."
Me acompanhou até a porta e completou: "Não hesita se tiver mais fantasias.
Um mês atrás, vi um colega falando estranho no telefone. Quando ele saiu, anotei o número que ele tinha ligado e descobri que era uma linha gay. Cortei na hora, mas à tarde, sozinho no escritório vendo pornô, algo me dizia pra ligar. Liguei. Só disseram que estavam na zona sul vendo o que rolava. Recebi várias mensagens loucas até que veio um convite de um senhor dizendo ter 50 anos, ser ativo e ter um lugar em Monte Grande. Aceitei e começamos a conversar. No começo, eu tava muito medroso, até que ele percebeu e falou:
"Faz o seguinte: vem aqui em casa. Se decidir e rolar um clima, a gente faz algo. Se não, tudo bem."
Ele me passou o endereço e eu fui.
Quando cheguei, era uma pessoa comum, meio grisalho, um pouco gordinho, mas dentro do que a gente chama de normal. Ele me convidou pra entrar, sentamos na sala e começamos a conversar:
"Quer tomar algo?"
"Não, obrigado. Tô com pouco tempo e bem nervoso."
"Então me diz: qual é sua fantasia?"
"Sei lá... me dá vontade de tocar num pau."
Sem dizer mais nada, ele baixou a calça. Tava sem cueca e tinha um pau maior que o meu. Pegou minha mão e levou até ele. Eu, imóvel, quase sem reação, deixei ele mover minha mão do jeito que queria. Depois de alguns segundos, ele disse: "Ajoelha." E eu, como quem só obedece, ajoelhei. Na hora, ele começou a encostar o pau na minha cara, devagar, brincou nos meus lábios e, quando percebi, já tava com metade dentro da minha boca.
"Devagar, assim. Começa a chupar", ele falou. E eu fiz. Sentia ele crescendo na minha boca, e cada vez ele enfiava mais o pau até o momento em que comecei a engasgar. Foi aí que ele pegou minha mão, colocou nas bolas dele e disse: "Acaricia elas e continua chupando. Você me encanta, putinha."
Ficamos um tempo assim e, de repente, ele pediu pra eu tirar a roupa. Nessa hora, meu corpo tremeu, mas continuei obedecendo. Ele pegou um creme de mão. e untei minha buceta e senti um ardor e um prazer indescritível. "Que linda, né?" ele disse.
Sem trocar uma palavra, me deitou de barriga pra cima, levantou minhas pernas e apoiou o pau na minha buceta.
"Agora você vai sentir o melhor dos seus prazeres", ele disse.
Pedi que, se eu falasse "chega", por favor parasse, porque eu nunca tinha feito aquilo.
Ele começou a entrar com uma suavidade que me fez relaxar, até que num momento ele empurrou com força. Eu gritei de dor, mas ele só parou a investida sem tirar o pau e começou a se mover devagar de novo. Aí ele disse: "Uma puta como você tem que me deixar gozar."
Ele me virou de um puxão, se deitou e pediu que eu sentasse no pau dele. Foi então que senti o verdadeiro prazer e não consegui parar de me mexer até sentir todo o leite dele escorrendo dentro de mim.
Depois disso, ele disse: "Você é uma puta linda. Vai se lavar."
Eu, sem saber o que esperar, fui ao banheiro, me lavei, me vesti, e ele só disse: "Quando quiser chupar meu pau, te passo meu número."
Me acompanhou até a porta e completou: "Não hesita se tiver mais fantasias.
10 comentários - Fantasia realizada