2h30 da manhã, Lucas estava sentado na frente do computador de mesa, entediado como na maioria das noites de insônia que começavam assim. Vestia uns shorts leves quadriculados vermelhos e uma camiseta cinza com a estampa do ''Hot Space'' do Queen. Todo mundo dormia em casa, ele tinha acabado de tomar um banho e a única luz vinha do computador iluminando o rosto dele e parte da sala, as imagens projetadas nos olhos dele o estimulavam corporalmente, de vez em quando, passava a mão esquerda na virilha acariciando de leve por cima da roupa. Enquanto batia um papo no Facebook com um amigo sobre banalidades do sábado anterior, decidiu acessar ''aquela'' página pra buscar algo que matasse a vontade que tava sentindo.
Usuário: LeonK. (cê sabe, o de Resident Evil)
Senha: ***********
Assim que entrou, começou a ver os perfis, sempre a mesma coisa, caras que ele não encontraria nem bêbado...
Depois de um tempo, quase resignado, voltou pro Facebook enquanto ouvia música, percebeu que o amigo já tinha saído e, enquanto fechava a sessão, chegou uma mensagem de ''a outra'' página:
-Dav76: sou de Córdoba, tô de carro, bora se conhecer?
Clicou no nick dele pra ver o perfil, poucas fotos, muita putaria. Peito peludo mais ou menos definido, pele branca, ele riu, foi o suficiente pra sentir aquele formigamento lá embaixo.
-LeonK: bora, tem webcam?
-Dav76: não, tô devendo essa. Tô numa lan house de merda que nem som tem
-LeonK: ok, idade?
-Dav76: 31, te serve? Passa teu número e a gente segue por lá porque meu tempo tá acabando
-LeonK: ok 154096748 mas não tenho crédito kkk
-(Dav76 se desconectou)
Na real, ele tinha saldo sim, mas não tava tão afim assim de gastar com alguém que acabou de conhecer no chat.
Ok, não tava rolando e a vontade tava passando, ele procurou o ícone de Silent Hill e deu um duplo clique pra começar a jogar, mas na hora o celular dele começou a tocar, no começo ele não queria fazer barulho. Tento abafar o som, mas ele atendeu rápido:
– Sim?
– Como cê tá, mano? Sou do chat. Bora um encontro agora?
– Claro, onde a gente se vê?
– Fala aí, tô de caminhonete, posso ir onde cê mandar...
Passei o endereço e combinaram de se encontrar em 15 minutos. Óbvio que ele pensou num lugar longe de casa, mas não tanto, umas sete quadras, algo assim... desligou a ligação.
Jogou mais um pouco, depois desligou o computador e foi direto pro banheiro. Se olhou no espelho, escovou os dentes e arrumou o cabelo. Aí, enquanto mijava, levou o segundo susto ao ouvir o celular. Atendeu:
– Cadê cê? Já tô aqui...
– Ok, foi mal, não achei que cê ia chegar tão rápido. Espera aí que já vou.
– Fala sério, tô esperando. Não vacila, hein...
– Relaxa, tô a umas quadras daí.
Do banheiro foi direto pro quarto, calçou um All Star vermelho, pegou uma jaqueta listrada leve com capuz e saiu de casa na surdina.
Meio nervoso, chegou no lugar combinado e viu uma Chevrolet preta 4x4. Sentiu medo. Vidro fumê, janela quase fechada, com certeza era o cara do chat – parecia suspeito pra caralho. Tava do outro lado da rua e alguém se inclinou pra fazer um sinal com a cabeça. Ele deu a volta pela traseira da caminhonete e se aproximou da porta do motorista, que se abriu por conta do próprio cara.
– Entra...
– Beleza?
– Tranquilo, e tu? Bora?
– Fechou... pra onde?
– Mais pra frente tem um lugar. Sou de Córdoba, mas conheço por aqui. Venho visitar parente direto...
No som, tocava uma música num volume baixo, algo que parecia eletrônica.
– Qual teu nome?
– David, e o teu?
– Lucas
– Ok, quantos anos cê tem?
– Quantos cê acha?
– 19, 20...
– É, tenho 19. E tu?
– 30. Já pegou caras?
– Um pouco
– E minas? Cê é gay?...
– Acho que sou bi. E tu?
– Sou gay. Mas olha, vou te falar uma parada, e cê só tem uma opção pra responder, hein. Entre uma mina e um cara, qual cê escolheria?
– Hmm... sei lá, depende de como são, qual for melhor... lindo ou que me atraia...
- por isso mesmo...
- sei lá, talvez o cara.
- ok.
Já estavam se afastando da área urbana e entrando na estrada, poucas casas...
- te diria pra não se afastar muito...
- relaxa, eu conheço por aqui, tem uma escola, ou tinha...
- a de agricultura?
- sim, por ali tem um lugar tranquilo, conhece?
- já vim pra cá, mas não pra procurar um "lugar tranquilo", tipo, conheço a escola, tá ali. - apontou -
- haha claro, estudava aqui?
- sim, depois mudei de colégio.
- beleza, é por esse caminho.
A caminhonete virou numa rua de terra, tudo parecia escuro e naquela zona as estrelas brilhavam com mais intensidade.
- é por aqui...
Virou à direita e estacionou a 4x4 numa trilha, apagou as luzes e a música.
- vamos pra trás?
- ok.
Desceram e foram pra cabine de trás da caminhonete. Lucas já se sentia excitado, todo aquele trajeto e a conversa tinham estimulado ele pra caralho, sem falar no motorista que tinha passado o tempo todo olhando pras pernas brancas, definidas e peludas do cara.
Mal sentaram, o cara começou a apalpar ele. Lucas se aproximou mais, tentou beijar os lábios dele...
- tira a jaqueta. - interrompeu David, e ele obedeceu. Enquanto tirava, viu o homem tirar uma regata preta e se livrar da calça jeans apertada, deixando à mostra a ereção dentro de uma cueca branca. Lucas se apressou e tirou a camiseta do Queen, enquanto via o parceiro enfiar a mão esquerda na própria virilha por baixo da cueca e reaparecer com o pau longo e duro, ao mesmo tempo que o pegava pela nuca e o inclinava na frente dele...
- PARA! não tem camisinha?
- relaxa, tô completamente saudável, na verdade umas semanas atrás fiz uns exames e não deu nada...
- beleza, mas eu sempre me cuido...
- vamos, é só sexo oral, não tem como pegar nada...
- como não? haha, não acredito que você falou isso...
- eu sei porque sou médico.
- É, claro, o cara não engoliu essa. Engoliria assim, na lata, metaforicamente nem literalmente...
– hahaha, com mais razão ainda, como você pode dizer isso, não acredito que você seja médico.
– ok, me deixa... – David se moveu pra frente pra pegar o jeans que tinha jogado naquele lugar e tirou do bolso um envelope pequeno, abriu usando mãos e dentes, tirou o preservativo, colocou suavemente e logo em seguida inclinou o garoto de novo na direção da cintura dele.
Ele podia sentir o calor na mão através da camisinha enquanto aproximava os lábios e o pau se contraía excitado entre a língua e o céu da boca, os dedos passavam entre os pelos das pernas duras e trabalhadas de David...
– cuidado com os dentes
– desculpa
Fez mais suave, usou a língua umedecendo e cobrindo o falo com a saliva morna, enquanto o homem acariciava o cabelo e as costas dele.
– quer sentar no meu colo? – disse David.
– bora – Lucas tentou sentar de costas e a cabeça raspou no teto do veículo.
– não, não, de frente...
– ok – virou e se ajoelhou na frente dele, cara a cara, colado no rosto barbudo, foi até o lóbulo da orelha esquerda do cordobês e saboreou com a boca entreaberta, língua e dentes. Tinha o cu na posição perfeita pra ser penetrado. David segurou ele pela cintura e com um pouco de força deslizou as mãos até a raba, passou a ponta dos dedos médio e anular entre as nádegas, sentiu o calor e veio o impulso de cuspir na própria mão e molhar o cu do garoto.
Quando fez isso, começou a brincar com a ponta molhada, o garoto não aguentava mais e pegou a rola com a mão direita e colocou no meio, foi sentando devagar, sentindo a pressão e o calor indo cada vez mais pra dentro, devagar, abriu um pouco a boca aguentando a dor, só suspirou e olhou pela janela de trás da caminhonete o céu estrelado. O homem beijava o pescoço dele e acariciava a cintura, as costas, as pernas... Lucas continuou até sentir a base, estava completamente dentro e sentia, além disso, os pelos da entreperna de David, que parecia estar no paraíso, de olhos fechados. O cara tava muito tesudo, se mexia, levantava um pouco e sentava sem deixar o pau sair de dentro dele, a cintura pra frente e jogando a bunda pra trás, frente e trás, cima e baixo, trás, frente, cada vez com mais força. David apertava as pernas do garoto, enquanto ele se esfregava e sentia o assento aveludado que parecia excitá-lo ainda mais, subiu as mãos pelas costas de Lucas e com um suspiro disse:
- como você se mexe bem, cara!... - apertou as nádegas e deu um tapa enquanto apertava de novo.
Lucas se sentiu violado, um menino, um promíscuo.
Amou aquele momento, abraçou o pescoço de David com o braço direito e com a mão esquerda acariciou sua nuca e seu cabelo, apertou os dedos sobre os ombros duros do macho, se moveu com mais força e paixão. David fez força, querendo que o pau entrasse todo e, pra aumentar a excitação, quando ouviu a voz suave e abafada de Lucas "aah!".
- não goza - disse David, ofereceu outro preservativo, obviamente não queria que sujasse o veículo. Lucas colocou, e continuaram...
Ele pegou ele pela cintura e deitou no banco, acariciou as pernas e colocou sobre os ombros. Lucas não gostou daquilo, mas queria continuar sentindo a pica de David, então abaixou as pernas e as acomodou sobre as dele, que estavam ajoelhadas na frente, movendo a ponta do pau no buraco do cu. Com um movimento, Lucas enfiou de novo pra dentro, e David passou os braços por baixo das pernas outra vez e levantou só um pouco. Lucas acariciou o peito e os pelos e pegou ele pela nuca de novo.
- mais forte... - gemeu Lucas, os intestinos se mexiam a cada estocada, doía e ele amava. Pensou "se Deus existe, ele tá me condenando ao Inferno... Só espero que as chamas sejam iguais a isso".
David, dentro do corpo do cara, tocava tudo que podia e sua respiração acelerava, suor nas costas. Acariciado por essas mãos metade força, metade carícia, os vidros da caminhonete embaçados, ele se contraiu várias vezes gozando, empurrando, arrepios... Nirvana.
Lucas se masturbava de olhos fechados, de repente tirou a camisinha e chegou ao orgasmo junto com o esperma que espirrava do seu pau ereto, quente e macio sobre a barriga, o peito. David passou a mão nele, limpando...
— Por isso te falei pra colocar a camisinha... toma cuidado pra não sujar nada.
— Haha, beleza.
Eles se separaram, David saiu pra fora e jogou as camisinhas fora enquanto Lucas vestia a cueca e o short ao mesmo tempo. Voltaram pra cabine principal, com as luzes acesas enquanto terminavam de se vestir, se olharam com mais clareza.
Lucas viu o anel no dedo anelar do cara...
— Mora sozinho?
— Sou casado, olha — mostrou o símbolo —
— E sua mulher não sabe de nada...
— É um homem, sou casado com um homem...
— Ah, beleza.
— A gente se comprometeu há muito tempo e quando saiu a lei, casamos no papel...
— Como é isso? Ela sabe que você anda por aí comendo outros? — a caminhonete voltava pelo mesmo caminho.
— Não, mas também não vai ficar sabendo, com certeza ele também faz, quem sabe tá com alguém agora, mas eu não quero saber.
— Olhos que não veem, coração que não sente? Haha
— Algo assim...
A conversa se estendeu... Quando chegaram no lugar do encontro, o cordobês lembrou:
— É... acho que você é um cara grande e responsável, não vai pensar em fazer merda pra se divertir, tipo, você tem meu número de celular e sabe que sou casado...
A paranoia era visível e ele queria garantir que não teria problemas, ao que Lucas respondeu:
— Fica tranquilo, não tenho interesse em fazer nenhuma besteira, também sou discreto, olha — mostrou o celular — nem tenho crédito, haha...
Se despediram com um "a gente se vê", embora aquilo não fosse acontecer de novo.
Enquanto o cara voltava andando, olhou pra tela do seu sony ericsson, Menu — Registro de chamadas — Chamadas. entrantes- Agendar número. P u t o d e C o r d o b a.
Um sorriso se desenhou no rosto dela enquanto caminhava pelas ruas escuras, iluminadas só pela luz laranja dos postes.Comentem!!
Usuário: LeonK. (cê sabe, o de Resident Evil)
Senha: ***********
Assim que entrou, começou a ver os perfis, sempre a mesma coisa, caras que ele não encontraria nem bêbado...
Depois de um tempo, quase resignado, voltou pro Facebook enquanto ouvia música, percebeu que o amigo já tinha saído e, enquanto fechava a sessão, chegou uma mensagem de ''a outra'' página:
-Dav76: sou de Córdoba, tô de carro, bora se conhecer?
Clicou no nick dele pra ver o perfil, poucas fotos, muita putaria. Peito peludo mais ou menos definido, pele branca, ele riu, foi o suficiente pra sentir aquele formigamento lá embaixo.
-LeonK: bora, tem webcam?
-Dav76: não, tô devendo essa. Tô numa lan house de merda que nem som tem
-LeonK: ok, idade?
-Dav76: 31, te serve? Passa teu número e a gente segue por lá porque meu tempo tá acabando
-LeonK: ok 154096748 mas não tenho crédito kkk
-(Dav76 se desconectou)
Na real, ele tinha saldo sim, mas não tava tão afim assim de gastar com alguém que acabou de conhecer no chat.
Ok, não tava rolando e a vontade tava passando, ele procurou o ícone de Silent Hill e deu um duplo clique pra começar a jogar, mas na hora o celular dele começou a tocar, no começo ele não queria fazer barulho. Tento abafar o som, mas ele atendeu rápido:
– Sim?
– Como cê tá, mano? Sou do chat. Bora um encontro agora?
– Claro, onde a gente se vê?
– Fala aí, tô de caminhonete, posso ir onde cê mandar...
Passei o endereço e combinaram de se encontrar em 15 minutos. Óbvio que ele pensou num lugar longe de casa, mas não tanto, umas sete quadras, algo assim... desligou a ligação.
Jogou mais um pouco, depois desligou o computador e foi direto pro banheiro. Se olhou no espelho, escovou os dentes e arrumou o cabelo. Aí, enquanto mijava, levou o segundo susto ao ouvir o celular. Atendeu:
– Cadê cê? Já tô aqui...
– Ok, foi mal, não achei que cê ia chegar tão rápido. Espera aí que já vou.
– Fala sério, tô esperando. Não vacila, hein...
– Relaxa, tô a umas quadras daí.
Do banheiro foi direto pro quarto, calçou um All Star vermelho, pegou uma jaqueta listrada leve com capuz e saiu de casa na surdina.
Meio nervoso, chegou no lugar combinado e viu uma Chevrolet preta 4x4. Sentiu medo. Vidro fumê, janela quase fechada, com certeza era o cara do chat – parecia suspeito pra caralho. Tava do outro lado da rua e alguém se inclinou pra fazer um sinal com a cabeça. Ele deu a volta pela traseira da caminhonete e se aproximou da porta do motorista, que se abriu por conta do próprio cara.
– Entra...
– Beleza?
– Tranquilo, e tu? Bora?
– Fechou... pra onde?
– Mais pra frente tem um lugar. Sou de Córdoba, mas conheço por aqui. Venho visitar parente direto...
No som, tocava uma música num volume baixo, algo que parecia eletrônica.
– Qual teu nome?
– David, e o teu?
– Lucas
– Ok, quantos anos cê tem?
– Quantos cê acha?
– 19, 20...
– É, tenho 19. E tu?
– 30. Já pegou caras?
– Um pouco
– E minas? Cê é gay?...
– Acho que sou bi. E tu?
– Sou gay. Mas olha, vou te falar uma parada, e cê só tem uma opção pra responder, hein. Entre uma mina e um cara, qual cê escolheria?
– Hmm... sei lá, depende de como são, qual for melhor... lindo ou que me atraia...
- por isso mesmo...
- sei lá, talvez o cara.
- ok.
Já estavam se afastando da área urbana e entrando na estrada, poucas casas...
- te diria pra não se afastar muito...
- relaxa, eu conheço por aqui, tem uma escola, ou tinha...
- a de agricultura?
- sim, por ali tem um lugar tranquilo, conhece?
- já vim pra cá, mas não pra procurar um "lugar tranquilo", tipo, conheço a escola, tá ali. - apontou -
- haha claro, estudava aqui?
- sim, depois mudei de colégio.
- beleza, é por esse caminho.
A caminhonete virou numa rua de terra, tudo parecia escuro e naquela zona as estrelas brilhavam com mais intensidade.
- é por aqui...
Virou à direita e estacionou a 4x4 numa trilha, apagou as luzes e a música.
- vamos pra trás?
- ok.
Desceram e foram pra cabine de trás da caminhonete. Lucas já se sentia excitado, todo aquele trajeto e a conversa tinham estimulado ele pra caralho, sem falar no motorista que tinha passado o tempo todo olhando pras pernas brancas, definidas e peludas do cara.
Mal sentaram, o cara começou a apalpar ele. Lucas se aproximou mais, tentou beijar os lábios dele...
- tira a jaqueta. - interrompeu David, e ele obedeceu. Enquanto tirava, viu o homem tirar uma regata preta e se livrar da calça jeans apertada, deixando à mostra a ereção dentro de uma cueca branca. Lucas se apressou e tirou a camiseta do Queen, enquanto via o parceiro enfiar a mão esquerda na própria virilha por baixo da cueca e reaparecer com o pau longo e duro, ao mesmo tempo que o pegava pela nuca e o inclinava na frente dele...
- PARA! não tem camisinha?
- relaxa, tô completamente saudável, na verdade umas semanas atrás fiz uns exames e não deu nada...
- beleza, mas eu sempre me cuido...
- vamos, é só sexo oral, não tem como pegar nada...
- como não? haha, não acredito que você falou isso...
- eu sei porque sou médico.
- É, claro, o cara não engoliu essa. Engoliria assim, na lata, metaforicamente nem literalmente...
– hahaha, com mais razão ainda, como você pode dizer isso, não acredito que você seja médico.
– ok, me deixa... – David se moveu pra frente pra pegar o jeans que tinha jogado naquele lugar e tirou do bolso um envelope pequeno, abriu usando mãos e dentes, tirou o preservativo, colocou suavemente e logo em seguida inclinou o garoto de novo na direção da cintura dele.
Ele podia sentir o calor na mão através da camisinha enquanto aproximava os lábios e o pau se contraía excitado entre a língua e o céu da boca, os dedos passavam entre os pelos das pernas duras e trabalhadas de David...
– cuidado com os dentes
– desculpa
Fez mais suave, usou a língua umedecendo e cobrindo o falo com a saliva morna, enquanto o homem acariciava o cabelo e as costas dele.
– quer sentar no meu colo? – disse David.
– bora – Lucas tentou sentar de costas e a cabeça raspou no teto do veículo.
– não, não, de frente...
– ok – virou e se ajoelhou na frente dele, cara a cara, colado no rosto barbudo, foi até o lóbulo da orelha esquerda do cordobês e saboreou com a boca entreaberta, língua e dentes. Tinha o cu na posição perfeita pra ser penetrado. David segurou ele pela cintura e com um pouco de força deslizou as mãos até a raba, passou a ponta dos dedos médio e anular entre as nádegas, sentiu o calor e veio o impulso de cuspir na própria mão e molhar o cu do garoto.
Quando fez isso, começou a brincar com a ponta molhada, o garoto não aguentava mais e pegou a rola com a mão direita e colocou no meio, foi sentando devagar, sentindo a pressão e o calor indo cada vez mais pra dentro, devagar, abriu um pouco a boca aguentando a dor, só suspirou e olhou pela janela de trás da caminhonete o céu estrelado. O homem beijava o pescoço dele e acariciava a cintura, as costas, as pernas... Lucas continuou até sentir a base, estava completamente dentro e sentia, além disso, os pelos da entreperna de David, que parecia estar no paraíso, de olhos fechados. O cara tava muito tesudo, se mexia, levantava um pouco e sentava sem deixar o pau sair de dentro dele, a cintura pra frente e jogando a bunda pra trás, frente e trás, cima e baixo, trás, frente, cada vez com mais força. David apertava as pernas do garoto, enquanto ele se esfregava e sentia o assento aveludado que parecia excitá-lo ainda mais, subiu as mãos pelas costas de Lucas e com um suspiro disse:
- como você se mexe bem, cara!... - apertou as nádegas e deu um tapa enquanto apertava de novo.
Lucas se sentiu violado, um menino, um promíscuo.
Amou aquele momento, abraçou o pescoço de David com o braço direito e com a mão esquerda acariciou sua nuca e seu cabelo, apertou os dedos sobre os ombros duros do macho, se moveu com mais força e paixão. David fez força, querendo que o pau entrasse todo e, pra aumentar a excitação, quando ouviu a voz suave e abafada de Lucas "aah!".
- não goza - disse David, ofereceu outro preservativo, obviamente não queria que sujasse o veículo. Lucas colocou, e continuaram...
Ele pegou ele pela cintura e deitou no banco, acariciou as pernas e colocou sobre os ombros. Lucas não gostou daquilo, mas queria continuar sentindo a pica de David, então abaixou as pernas e as acomodou sobre as dele, que estavam ajoelhadas na frente, movendo a ponta do pau no buraco do cu. Com um movimento, Lucas enfiou de novo pra dentro, e David passou os braços por baixo das pernas outra vez e levantou só um pouco. Lucas acariciou o peito e os pelos e pegou ele pela nuca de novo.
- mais forte... - gemeu Lucas, os intestinos se mexiam a cada estocada, doía e ele amava. Pensou "se Deus existe, ele tá me condenando ao Inferno... Só espero que as chamas sejam iguais a isso".
David, dentro do corpo do cara, tocava tudo que podia e sua respiração acelerava, suor nas costas. Acariciado por essas mãos metade força, metade carícia, os vidros da caminhonete embaçados, ele se contraiu várias vezes gozando, empurrando, arrepios... Nirvana.
Lucas se masturbava de olhos fechados, de repente tirou a camisinha e chegou ao orgasmo junto com o esperma que espirrava do seu pau ereto, quente e macio sobre a barriga, o peito. David passou a mão nele, limpando...
— Por isso te falei pra colocar a camisinha... toma cuidado pra não sujar nada.
— Haha, beleza.
Eles se separaram, David saiu pra fora e jogou as camisinhas fora enquanto Lucas vestia a cueca e o short ao mesmo tempo. Voltaram pra cabine principal, com as luzes acesas enquanto terminavam de se vestir, se olharam com mais clareza.
Lucas viu o anel no dedo anelar do cara...
— Mora sozinho?
— Sou casado, olha — mostrou o símbolo —
— E sua mulher não sabe de nada...
— É um homem, sou casado com um homem...
— Ah, beleza.
— A gente se comprometeu há muito tempo e quando saiu a lei, casamos no papel...
— Como é isso? Ela sabe que você anda por aí comendo outros? — a caminhonete voltava pelo mesmo caminho.
— Não, mas também não vai ficar sabendo, com certeza ele também faz, quem sabe tá com alguém agora, mas eu não quero saber.
— Olhos que não veem, coração que não sente? Haha
— Algo assim...
A conversa se estendeu... Quando chegaram no lugar do encontro, o cordobês lembrou:
— É... acho que você é um cara grande e responsável, não vai pensar em fazer merda pra se divertir, tipo, você tem meu número de celular e sabe que sou casado...
A paranoia era visível e ele queria garantir que não teria problemas, ao que Lucas respondeu:
— Fica tranquilo, não tenho interesse em fazer nenhuma besteira, também sou discreto, olha — mostrou o celular — nem tenho crédito, haha...
Se despediram com um "a gente se vê", embora aquilo não fosse acontecer de novo.
Enquanto o cara voltava andando, olhou pra tela do seu sony ericsson, Menu — Registro de chamadas — Chamadas. entrantes- Agendar número. P u t o d e C o r d o b a.
Um sorriso se desenhou no rosto dela enquanto caminhava pelas ruas escuras, iluminadas só pela luz laranja dos postes.Comentem!!
5 comentários - Sexo Real Agora
Vendran otros? 😉
Pgunta es una experiencia tuya? 🙄
van puntooossss