Como eu disse, o Eduardo não tinha dado nenhum sinal de nada durante o treinamento, mas perto do meio-dia ele me disse que queria que eu fosse com ele pra casa dele na sexta à tarde, e eu aceitei.
No começo, pensei que era só por aquele dia, que ele tava me convidando pra conhecer a casa dele, mas à tarde ele veio me buscar e falou pra eu levar roupa e o resto pra passar o fim de semana, que não era perto. Ele morava em outra cidade, a 40 km de onde a gente tava, numa área meio rural.
Fomos de ônibus, eu meio nervoso com a situação, mas ele falava pra eu me acalmar, que era só um cara convidando outro que morava longe pra ir na casa dele.
Chegamos, era tipo uma chácara, um monte de cachorro na entrada, uma casa bem humilde mas parecia ser bem grande.
Quem nos recebeu foi o pai dele. Eduardo era o filho mais novo (a mãe dele tinha falecido) e os irmãos mais velhos já tinham ido embora, então a gente ia ficar só nós três em casa.
O pai era muito gente boa, a gente conversou um pouco, e já tava escurecendo. Jantamos e fomos pra parte de trás da casa. Uma varanda bem comprida separava o quarto do Eduardo da parte onde o pai dele ficava, então tinha bastante privacidade.
Pedi pra ele me deixar tomar banho. Tinha um banheiro do lado do quarto, então peguei minhas coisas e fui. Tava muito calor, então tomei banho frio. No regimento não tinha muito conforto pra tomar banho, então, apesar de ser humilde, curti pra caramba estar numa casa tão boa.
Lavei o cabelo (pouco xampu porque era quase careca) e me ensaboei... nisso, sinto a porta abrir, era o Eduardo...
A cena era essa: o cara pelado, de pau duro, eu todo ensaboado, e podendo olhar pela primeira vez sem nenhum medo aquele corpo lindo, magro, fibroso, impecável...
Ele entrou no chuveiro comigo, a gente se abraçou e se beijou... a gente já tinha feito isso antes, mas o beijo dessa vez foi diferente, porque foi menos tesão e mais paixão, foi lindo...
Ficamos um tempão assim, até que ele pediu pra eu ensaboar ele bem direitinho. por todos os lados... foi isso que eu fiz, passei o sabão nas costas dele, no peito até chegar no meio, fui direto pras pernas dele (fininhas mas muito gostosas, diferente das minhas que eram mais grossas). Depois subi e fui até o pau dele, passei sabão no pau inteiro, que tava duríssimo, enxaguei com firmeza, enquanto via que ele tava adorando porque tava de olhos fechados. Aí ele se virou sozinho pra eu cuidar da bunda dele, que pude ver bem com detalhes, me ajoelhei e limpei direitinho, ensaboava os dedos e enfiava, primeiro um dedo e depois outro até conseguir enfiar três juntos, mas não dava pra mais.
Terminado isso, ele se virou e começou a me beijar de novo, subiu na minha cintura com as pernas e ficou assim por um tempo... a cena era inacreditável, nós dois molhados, limpos, brilhando, úmidos por todos os lados...
Ele disse que agora era a vez dele, e começou a limpar meu pau... não durou muito porque na hora ele começou a me chupar com desespero, com fúria, parecia descontrolado. Eu meio que tava com um pouco de medo do pai aparecer, mas de olho vi que tava tudo bem fechado e se ele chegasse perto a gente ia perceber fácil, então relaxei.
Nesse ritmo, ele me deixou tão louco que eu falei que ia gozar, aí ele parou, me virou e começou a lamber meu cu. Eu não fazia ideia dessa sensação, nem tinha pensado nisso, ele me segurou pelo ombro e me fez inclinar pra ficar mais fácil. Começou lambendo devagar, até que começou a enfiar a língua o mais fundo que podia, me fez ver estrelas e eu não acreditava que isso tava acontecendo, me sentia nas nuvens, parecia que tavam me drogando, não aguentava mais de tesão. Tão excitado que só fiquei de quatro pra facilitar o trabalho, ele continuou com aquilo e começou a misturar com o dedo, enfiando os dedos fininhos bem devagar, o que me deixava ainda mais louco de tesão. Quando fazia isso, soltava um barulhinho especial que me enlouquecia. Quando eu já estava fervendo de tesão, e quase tremendo de prazer, me viro e a gente fica num 69, chupando as rolas e o cu um do outro num ritmo que parecia que a gente ia explodir. Nisso, ele me avisa que vai gozar, pra eu tirar a boca, mas lembrando do que ele tinha feito, deixei explodir. Senti o gozo dele que foi a melhor coisa do mundo, e bem naquele momento eu também gozei nos lábios dele. Cuspi tudo e, feito isso, fui direto pra boca dele, beijando ele selvagemente. Como naquele dia a gente tinha tido muita atividade no quartel, estávamos muito cansados, então fomos pra cama, que por acaso era de casal. Eu dormi na hora, do jeito que tava, pelado, não aguentava mais... No meio da madrugada, deviam ser umas 4 da manhã, acordo e sinto uma coisa estranha, acontece que o Eduardo tava me chupando bem de leve, na esperança de que eu não acordasse. Fingi que tava dormindo pra ver como ia ser, e deixei ele continuar. Claro (considerando a idade e a repressão de tantos anos), fiquei duro na hora, com um tesão que parecia que não tinha feito nada em meses. Só dava pra ver um pouco a silhueta dele, fazendo o trabalho muito bem. De repente, vejo ele se levantar, ficar me olhando, e sentar na minha rola quente... nessa altura já não dava mais pra fingir que tava dormindo, segurei ele pela cintura e ajudei a se acomodar. Minha rola entrou com muita dificuldade, então ele lubrificou com saliva um pouco e começou a meter devagar... quando já tava dentro, começou a cavalgar primeiro devagar e depois um pouco mais forte... se inclinou um pouco e me beijou enquanto metia e tirava a rola com força, gemendo de vez em quando também, coisa que me deixava louco... A gente ficou assim, claro que em silêncio, só gemidos abafados, pra não acordar o pai que tava longe mas a gente não sabia o quanto ele podia ouvir... até tivemos que descer pro chão por causa do barulho que a cama fazia, meio velha. Lá, ele ficou de quatro, me posicionei bem na Posição de quatro e meti a rola, continuei com força até que obriguei ele a deitar, isso sem tirar a pica do cu dele, e quando ficou deitado, aí eu explodi com uma gozada como não lembro de ter tido na vida, era tanta putaria que a gente teve que eu tive que tomar outro banho pra me acalmar... parecia que aquela paixão nunca ia embora!
Aquele fim de semana foi assim nas sonecas e nas noites, interminável, onde trocamos os papéis, onde experimentamos de tudo... continuamos nos vendo durante todo o serviço militar, mas quando acabou, perdemos contato... mas a gente se fala de vez em quando, estamos longe, mas prometemos nos ver um dia desses, não acho que vai ser igual a antes, mas a lembrança ficou intacta...
No começo, pensei que era só por aquele dia, que ele tava me convidando pra conhecer a casa dele, mas à tarde ele veio me buscar e falou pra eu levar roupa e o resto pra passar o fim de semana, que não era perto. Ele morava em outra cidade, a 40 km de onde a gente tava, numa área meio rural.
Fomos de ônibus, eu meio nervoso com a situação, mas ele falava pra eu me acalmar, que era só um cara convidando outro que morava longe pra ir na casa dele.
Chegamos, era tipo uma chácara, um monte de cachorro na entrada, uma casa bem humilde mas parecia ser bem grande.
Quem nos recebeu foi o pai dele. Eduardo era o filho mais novo (a mãe dele tinha falecido) e os irmãos mais velhos já tinham ido embora, então a gente ia ficar só nós três em casa.
O pai era muito gente boa, a gente conversou um pouco, e já tava escurecendo. Jantamos e fomos pra parte de trás da casa. Uma varanda bem comprida separava o quarto do Eduardo da parte onde o pai dele ficava, então tinha bastante privacidade.
Pedi pra ele me deixar tomar banho. Tinha um banheiro do lado do quarto, então peguei minhas coisas e fui. Tava muito calor, então tomei banho frio. No regimento não tinha muito conforto pra tomar banho, então, apesar de ser humilde, curti pra caramba estar numa casa tão boa.
Lavei o cabelo (pouco xampu porque era quase careca) e me ensaboei... nisso, sinto a porta abrir, era o Eduardo...
A cena era essa: o cara pelado, de pau duro, eu todo ensaboado, e podendo olhar pela primeira vez sem nenhum medo aquele corpo lindo, magro, fibroso, impecável...
Ele entrou no chuveiro comigo, a gente se abraçou e se beijou... a gente já tinha feito isso antes, mas o beijo dessa vez foi diferente, porque foi menos tesão e mais paixão, foi lindo...
Ficamos um tempão assim, até que ele pediu pra eu ensaboar ele bem direitinho. por todos os lados... foi isso que eu fiz, passei o sabão nas costas dele, no peito até chegar no meio, fui direto pras pernas dele (fininhas mas muito gostosas, diferente das minhas que eram mais grossas). Depois subi e fui até o pau dele, passei sabão no pau inteiro, que tava duríssimo, enxaguei com firmeza, enquanto via que ele tava adorando porque tava de olhos fechados. Aí ele se virou sozinho pra eu cuidar da bunda dele, que pude ver bem com detalhes, me ajoelhei e limpei direitinho, ensaboava os dedos e enfiava, primeiro um dedo e depois outro até conseguir enfiar três juntos, mas não dava pra mais.
Terminado isso, ele se virou e começou a me beijar de novo, subiu na minha cintura com as pernas e ficou assim por um tempo... a cena era inacreditável, nós dois molhados, limpos, brilhando, úmidos por todos os lados...
Ele disse que agora era a vez dele, e começou a limpar meu pau... não durou muito porque na hora ele começou a me chupar com desespero, com fúria, parecia descontrolado. Eu meio que tava com um pouco de medo do pai aparecer, mas de olho vi que tava tudo bem fechado e se ele chegasse perto a gente ia perceber fácil, então relaxei.
Nesse ritmo, ele me deixou tão louco que eu falei que ia gozar, aí ele parou, me virou e começou a lamber meu cu. Eu não fazia ideia dessa sensação, nem tinha pensado nisso, ele me segurou pelo ombro e me fez inclinar pra ficar mais fácil. Começou lambendo devagar, até que começou a enfiar a língua o mais fundo que podia, me fez ver estrelas e eu não acreditava que isso tava acontecendo, me sentia nas nuvens, parecia que tavam me drogando, não aguentava mais de tesão. Tão excitado que só fiquei de quatro pra facilitar o trabalho, ele continuou com aquilo e começou a misturar com o dedo, enfiando os dedos fininhos bem devagar, o que me deixava ainda mais louco de tesão. Quando fazia isso, soltava um barulhinho especial que me enlouquecia. Quando eu já estava fervendo de tesão, e quase tremendo de prazer, me viro e a gente fica num 69, chupando as rolas e o cu um do outro num ritmo que parecia que a gente ia explodir. Nisso, ele me avisa que vai gozar, pra eu tirar a boca, mas lembrando do que ele tinha feito, deixei explodir. Senti o gozo dele que foi a melhor coisa do mundo, e bem naquele momento eu também gozei nos lábios dele. Cuspi tudo e, feito isso, fui direto pra boca dele, beijando ele selvagemente. Como naquele dia a gente tinha tido muita atividade no quartel, estávamos muito cansados, então fomos pra cama, que por acaso era de casal. Eu dormi na hora, do jeito que tava, pelado, não aguentava mais... No meio da madrugada, deviam ser umas 4 da manhã, acordo e sinto uma coisa estranha, acontece que o Eduardo tava me chupando bem de leve, na esperança de que eu não acordasse. Fingi que tava dormindo pra ver como ia ser, e deixei ele continuar. Claro (considerando a idade e a repressão de tantos anos), fiquei duro na hora, com um tesão que parecia que não tinha feito nada em meses. Só dava pra ver um pouco a silhueta dele, fazendo o trabalho muito bem. De repente, vejo ele se levantar, ficar me olhando, e sentar na minha rola quente... nessa altura já não dava mais pra fingir que tava dormindo, segurei ele pela cintura e ajudei a se acomodar. Minha rola entrou com muita dificuldade, então ele lubrificou com saliva um pouco e começou a meter devagar... quando já tava dentro, começou a cavalgar primeiro devagar e depois um pouco mais forte... se inclinou um pouco e me beijou enquanto metia e tirava a rola com força, gemendo de vez em quando também, coisa que me deixava louco... A gente ficou assim, claro que em silêncio, só gemidos abafados, pra não acordar o pai que tava longe mas a gente não sabia o quanto ele podia ouvir... até tivemos que descer pro chão por causa do barulho que a cama fazia, meio velha. Lá, ele ficou de quatro, me posicionei bem na Posição de quatro e meti a rola, continuei com força até que obriguei ele a deitar, isso sem tirar a pica do cu dele, e quando ficou deitado, aí eu explodi com uma gozada como não lembro de ter tido na vida, era tanta putaria que a gente teve que eu tive que tomar outro banho pra me acalmar... parecia que aquela paixão nunca ia embora!
Aquele fim de semana foi assim nas sonecas e nas noites, interminável, onde trocamos os papéis, onde experimentamos de tudo... continuamos nos vendo durante todo o serviço militar, mas quando acabou, perdemos contato... mas a gente se fala de vez em quando, estamos longe, mas prometemos nos ver um dia desses, não acho que vai ser igual a antes, mas a lembrança ficou intacta...
10 comentários - Mi primera vez en la colimba (ultima parte)
muy bueno amigo, caliente y tierno a la vez, ese primer amor que jamás se olvida.
me quedan nada más que 3 puntos, te los dejo pero merecés muchos más.