Mi primera vez en la colimba (3ª parte)

Apesar de a gente ter combinado que eu ia pra casa que o Eduardo tava cuidando, eu não tinha certeza se era verdade ou não, se era uma piada, ou se ele tava usando isso pra me queimar na frente de todo mundo. Mas às 11 da noite não aguentei. Tomei banho e fui pra aquela casa (chamada de visitas). Fui naquela hora porque, teoricamente, o chefe do dia, um oficial que ia fazer inspeção, já teria passado — e foi o que aconteceu.

Toquei a campainha com muito medo, me sentia muito vulnerável porque não sabia o que ia rolar, e a verdade é que eu tinha zero expectativas. Parecia tudo zoeira, mas queria tirar essa dúvida. Ele abriu a porta, me olhou entre surpreso e feliz, e me fez entrar. Fomos pra cozinha porque ninguém mais podia estar ali — era um risco enorme pros dois.

Ele me ofereceu mate, a gente começou a conversar sobre um monte de coisas, e depois de uma hora, parecia que ia ficar só nisso. Me senti meio frustrado e idiota, e decidi ir dormir (sem vontade). Levantei, me despedi, e ele falou: "Pera, já vai? Aqui você pode ficar a noite toda e ir embora umas cinco da manhã." Perguntei onde a gente ia dormir, e ele disse que tinha dois colchões. Trouxe eles e jogou... juntos.

Eu tomei a dianteira e me despi. A gente usava uniformes diferentes, e pra ele ia ser mais difícil por causa da roupa desconfortável, mas ficamos só de cueca. Mas de repente... ele tirou a cueca também e me mostrou o pau duro dele! Meu coração tava batendo a mil! Não conseguia acreditar, e, mesmo tendo sentido que podia rolar, não pensei que fosse ser tão rápido!

Eu não sabia o que fazer, e ele também não. Ele deitou de barriga pra cima, e eu fiquei paralisado. Ele começou a se masturbar e perguntou: "Quer fazer alguma coisa?" Eu falei que nunca tinha feito nada, menti que já tinha ficado com minas antes. Ele disse que era virgem. "Melhor", ele falou, "tudo novo pra nós dois."

Mesmo assim, a gente ficou uns minutos sem graça, e eu percebi que, se eu não tomasse a iniciativa, não ia pra lugar nenhum. Tirei toda a roupa, e ficamos pelados. Ele com o pau dele. Corpo lindo, eu também muito magro, bem fibroso, ambos com paus normais. A gente tinha a mesma altura, mas ele era mais puxado pro loiro, enquanto eu sou bem moreno, mais cara de moleque de quebrada.
Como falei, tomei a iniciativa e comecei a abraçar ele, massageei o corpo inteiro, ele começou a tremer, parecia que ia ter um troço... Eu achei que ele ia só fazer o papel de ativo (não fazia ideia de papéis na época, nem ele), mas entre os toques que eu dava, fui no cu dele e ele se desmontou de prazer quando meu dedo entrou um pouco...

Continuei então com esse jogo, fui enfiando o dedo (tava super apertado) até que ele se virou e começou a me chupar desesperadamente. Foi a primeira vez que alguém fez isso em mim, ele abria a boca, gemia, até deu uns gritinhos e voltava a chupar como se fosse a última vez.
Como era algo novo, e a gente tava muito tarado (ao extremo), não aguentei e gozei na boca dele. Pra minha surpresa, ele engoliu até a última gota...

Olho pra baixo e percebo que ele também tinha gozado, não vi quando, mas tinha deixado um bagaço no colchão...
Sem parar um segundo, ele senta e começa a me beijar desesperadamente, até com violência, a gente se abraça, e fazendo um joguinho de movimento com a bunda dele, começa a esfregar a pica nas nádegas dele, num vai e vem que me deixava louco (minha pica não baixou em nenhum momento, continuava dura igual uma tábua). Ele seguiu até que, num momento, levou a mão no bolso, tirou uma camisinha e colocou em mim, e na hora enfiou minha pica naquele cu apertadíssimo dele.

Começou a me montar, parecia um doido, subia e descia desesperadamente, a pica dele balançava e batia no meu peito, tava durona e molhada, eu tentava chupar mas o movimento era tanto que era impossível. Ele parecia até drogado do jeito que se comportava, começou a gemer igual um louco, até que de repente, sem se tocar, gozou litros de porra no meu peito.
Vendo isso, eu não aguentei mais e gozei dentro da camisinha... ele já tava acabado. Quieto, mas não tirei meu pau da bunda dele...
Ele virou de lado no colchão, me deu um beijo e dormiu... Eu decidi ir embora porque achei muito arriscado ficar ali, então acordei ele, foi um saco porque ele dormia que nem uma pedra, e pedi pra ele fechar a porta porque eu ia sair.

Quando ele se despediu, vi ele pelado de novo, naquele esplendor todo, e deu vontade de continuar, mas sabia que não era a hora.

Fui pros dormitórios, tinha pouca gente dormindo, entrei no banheiro e bati uma punheta, não conseguia acreditar no que tinha vivido... não queria que nenhuma daquelas lembranças sumisse da minha cabeça... por dentro, sentia que tinha ficado com tesão pra caralho, meio apaixonado também, mas com vontade de fazer tudo de novo.

No dia seguinte, vi ele, agiu como se nada tivesse acontecido, mas ao meio-dia veio até meu lugar e me chamou pra ir na casa dele no fim de semana... e aí, sim, rolou o melhor de tudo.

6 comentários - Mi primera vez en la colimba (3ª parte)

buenisimo marcharon +10
pero mas vale... si yo hice la colimba asi que se de lo que hablas y lo total de los hechos si y oestuve a punto de concretar algo pero el baño cuando fuimos al baño estaba lleno en patricios.... y en el destino final no me anime...
@mendodododo que lastima entonces... yo en realidad adentro hice poco, lo mejor pasó cuando Eduardo me invitó a su casa... adentro era muchísimo histeriqueo (muuuuuucho) (muchisima loca tapada, entre soldados y milicos)
@mendodododo incluso los milicos siempre creyeron que ser gay activo no es ser gay... es ser macho, jaja