Esta é a história da primeira vez que fiquei com um homem. Foi durante o serviço militar obrigatório na época, eu tinha 19 anos e nunca tinha transado, tinha muito medo de fazer qualquer coisa e, pra ser sincero, não fazia ideia de como lidar com isso.
Acontece que fui servir no sul da Argentina, numa cidadezinha que eu não conhecia, com uns 40 colegas que moravam lá, exceto eu e mais cinco que éramos de longe.
Essa situação de sermos os de fora fazia com que a gente tivesse que "morar" no quartel enquanto o resto ia pra casa toda noite, só ficavam os que estavam de guarda.
Foi assim que, numa noite de verão, fui jantar sozinho e, quando voltei, só tinha um soldado nos dormitórios. O nome dele era Eduardo e eu ficava doido por ele (uns 1,75, magro, bem definido, rosto bonito). Ele não era um cara brilhante, era meio devagar pra algumas coisas, e a característica principal dele era que dormia como uma pedra e era muito difícil acordá-lo, e quando levantava, tava sempre de pau duro.
Eram umas duas da manhã, estávamos sozinhos no alojamento, tudo fechado e escuro. Eu tava muito excitado e não conseguia dormir pensando na oportunidade que tinha, então fui até a cama dele, vi que tava completamente dormindo e comecei a tocá-lo.
Eu tava desesperado e morrendo de medo, nunca tinha tocado em ninguém e, de repente, tava me animando e arriscando algo...
Ele tava só de cueca do exército, impecável, e como fazia calor, dormia descoberto.
Comecei tocando o peito dele, tinha um medo danado de que ele acordasse (se me descobrisse e falasse algo, era a minha perdição!).
Levei a mão até o volume dele e comecei a massagear, meu coração tava a mil, não acreditava no que tava acontecendo, Eduardo não tinha acordado em nenhum momento, e roncava como sempre.
O pau dele tava pra fora da cueca, comecei a bater uma pra ele, cada vez mais forte, tava duro igual. que eu.
De repente, ele se mexe e se ajeita. Eu pulei de susto, mas ele não acordou.
Voltei na hora e continuei com o que tava fazendo, e comecei a chupar ele — era a primeira vez que eu fazia aquilo, não fazia ideia de como fazer. Passei a língua na cabeça, gostei do gosto que ele tinha (ele era muito cuidadoso com a higiene pessoal), e continuei com cada vez mais energia.
Eu não podia acreditar que até aquele ponto ele não acordasse... continuei chupando e me animei a passar um dedo na bunda dele... isso me deixou louco e eu gozei na hora.
Continuei chupando, o pau dele tava cada vez mais duro, e num momento (sem acordar) ele começou a se mexer e gozou...
Aí caiu a ficha do perigo: eu tinha que limpar ele e não tinha nada à mão além do lençol. Usei ele e rezei pra ele não perceber, e me deitei na minha cama. Uma hora depois, outro colega chegou pra dormir.
No dia seguinte, tava com medo de cumprimentar ele, mas não teve nenhuma mudança na atitude dele.
Depois disso, eu tava muito afim dele, e um dia fui direto pra cima... mas isso eu conto depois...
Acontece que fui servir no sul da Argentina, numa cidadezinha que eu não conhecia, com uns 40 colegas que moravam lá, exceto eu e mais cinco que éramos de longe.
Essa situação de sermos os de fora fazia com que a gente tivesse que "morar" no quartel enquanto o resto ia pra casa toda noite, só ficavam os que estavam de guarda.
Foi assim que, numa noite de verão, fui jantar sozinho e, quando voltei, só tinha um soldado nos dormitórios. O nome dele era Eduardo e eu ficava doido por ele (uns 1,75, magro, bem definido, rosto bonito). Ele não era um cara brilhante, era meio devagar pra algumas coisas, e a característica principal dele era que dormia como uma pedra e era muito difícil acordá-lo, e quando levantava, tava sempre de pau duro.
Eram umas duas da manhã, estávamos sozinhos no alojamento, tudo fechado e escuro. Eu tava muito excitado e não conseguia dormir pensando na oportunidade que tinha, então fui até a cama dele, vi que tava completamente dormindo e comecei a tocá-lo.
Eu tava desesperado e morrendo de medo, nunca tinha tocado em ninguém e, de repente, tava me animando e arriscando algo...
Ele tava só de cueca do exército, impecável, e como fazia calor, dormia descoberto.
Comecei tocando o peito dele, tinha um medo danado de que ele acordasse (se me descobrisse e falasse algo, era a minha perdição!).
Levei a mão até o volume dele e comecei a massagear, meu coração tava a mil, não acreditava no que tava acontecendo, Eduardo não tinha acordado em nenhum momento, e roncava como sempre.
O pau dele tava pra fora da cueca, comecei a bater uma pra ele, cada vez mais forte, tava duro igual. que eu.
De repente, ele se mexe e se ajeita. Eu pulei de susto, mas ele não acordou.
Voltei na hora e continuei com o que tava fazendo, e comecei a chupar ele — era a primeira vez que eu fazia aquilo, não fazia ideia de como fazer. Passei a língua na cabeça, gostei do gosto que ele tinha (ele era muito cuidadoso com a higiene pessoal), e continuei com cada vez mais energia.
Eu não podia acreditar que até aquele ponto ele não acordasse... continuei chupando e me animei a passar um dedo na bunda dele... isso me deixou louco e eu gozei na hora.
Continuei chupando, o pau dele tava cada vez mais duro, e num momento (sem acordar) ele começou a se mexer e gozou...
Aí caiu a ficha do perigo: eu tinha que limpar ele e não tinha nada à mão além do lençol. Usei ele e rezei pra ele não perceber, e me deitei na minha cama. Uma hora depois, outro colega chegou pra dormir.
No dia seguinte, tava com medo de cumprimentar ele, mas não teve nenhuma mudança na atitude dele.
Depois disso, eu tava muito afim dele, e um dia fui direto pra cima... mas isso eu conto depois...
14 comentários - Minha primeira vez gay no quartel
http://www.poringa.net/posts/gay/2265348/Mi-primera-vez-en-la-colimba-continuacion.html
http://www.poringa.net/posts/gay/2265427/Mi-primera-vez-en-la-colimba-3-parte.html
http://www.poringa.net/posts/gay/2265652/Mi-primera-vez-en-la-colimba-ultima-parte.html