Olá, sou novo nisso aqui, mas como já tive várias aventuras, quero contar pra vocês.
Essa se chama "A viagem com o taxista"
Uma noite, eu precisava ir na casa de um amigo buscar uma fantasia pra uma festa.
Exausto de correr atrás do ônibus e não ter conseguido pegar, chamei um táxi.
Subi, um taxista de uns 40 anos. Moreno, olhos cor de mel, vestido de roupa esportiva.
Indiquei pra onde ia e ele ficava me olhando pelo retrovisor.
Ele me perguntou: por que você estava tão cansado? – Falei que de tanto correr, não conseguia buscar uma fantasia na casa de um amigo (sim, eu contava tudo pro taxista).
Muito safado, ele me pergunta: e de que você vai? – De médico, clássico – falei.
Ele responde: Olha só, que doido.
Ficou por ali, conversando sobre outras coisas, e eu, bem sutil, pergunto: é verdade essa onda dos taxistas com os travestis?
Ele me responde: Sim, de vez em quando um ou outro come. E você, qual é a sua? – ele diz.
Eu sou gay, curto caras.
O taxista começa a me perguntar umas coisas, bem pesadas. Eu de boa, contando como era o prazer de foder com um cara.
Num momento, ele para num semáforo e me diz: não sei por que, mas o que você me contou deixou minha rola dura.
Eu, surpreso, olho de canto, e dava pra ver na calça de ginástica dele um volume bem grande, e pensava por dentro: que vontade de chupar a rola dele.
Falei: cara, você tá afim, né?
E ele diz: Queria que você tocasse nela um pouco.
Eu fiquei paralisado, sem saber o que fazer. Do banco de trás e com a rola bem dura, falei que seria muito bom. E ele diz: deixa eu ver você – e o taxista toca no meu volume, amassando minha pica, segurando ela bem forte.
Peguei o caminho dos bosques de Palermo e ele disse: aqui eu paro o relógio. Sem pensar, passei pra frente e coloquei a rola dele pra fora.
Era normal, com pele e bem molhada. Sem pensar, comecei a chupar ela e encher de saliva. Ele tava louco, aproveitando.
Aparece uma luz e ele morria de medo.
Broxou, e eu comecei a bater uma pra ele voltar a ficar duro, mas ele tava morrendo de vergonha.
Saímos de lá. Aí, ele me deixou na porta do meu prédio.
Passei meu telefone pra ele, foi mal porque o nervosismo me dominou e eu desci.
Ele falou pra mim: "a corrida você pagou sozinho, agora sobe e bate uma bronha".
Nunca mais vi ele.
Às vezes procuro aquele taxista que me leva de graça e deixa eu chupar a rola dele. Abraço, Lucas 😛
Essa se chama "A viagem com o taxista"
Uma noite, eu precisava ir na casa de um amigo buscar uma fantasia pra uma festa.
Exausto de correr atrás do ônibus e não ter conseguido pegar, chamei um táxi.
Subi, um taxista de uns 40 anos. Moreno, olhos cor de mel, vestido de roupa esportiva.
Indiquei pra onde ia e ele ficava me olhando pelo retrovisor.
Ele me perguntou: por que você estava tão cansado? – Falei que de tanto correr, não conseguia buscar uma fantasia na casa de um amigo (sim, eu contava tudo pro taxista).
Muito safado, ele me pergunta: e de que você vai? – De médico, clássico – falei.
Ele responde: Olha só, que doido.
Ficou por ali, conversando sobre outras coisas, e eu, bem sutil, pergunto: é verdade essa onda dos taxistas com os travestis?
Ele me responde: Sim, de vez em quando um ou outro come. E você, qual é a sua? – ele diz.
Eu sou gay, curto caras.
O taxista começa a me perguntar umas coisas, bem pesadas. Eu de boa, contando como era o prazer de foder com um cara.
Num momento, ele para num semáforo e me diz: não sei por que, mas o que você me contou deixou minha rola dura.
Eu, surpreso, olho de canto, e dava pra ver na calça de ginástica dele um volume bem grande, e pensava por dentro: que vontade de chupar a rola dele.
Falei: cara, você tá afim, né?
E ele diz: Queria que você tocasse nela um pouco.
Eu fiquei paralisado, sem saber o que fazer. Do banco de trás e com a rola bem dura, falei que seria muito bom. E ele diz: deixa eu ver você – e o taxista toca no meu volume, amassando minha pica, segurando ela bem forte.
Peguei o caminho dos bosques de Palermo e ele disse: aqui eu paro o relógio. Sem pensar, passei pra frente e coloquei a rola dele pra fora.
Era normal, com pele e bem molhada. Sem pensar, comecei a chupar ela e encher de saliva. Ele tava louco, aproveitando.
Aparece uma luz e ele morria de medo.
Broxou, e eu comecei a bater uma pra ele voltar a ficar duro, mas ele tava morrendo de vergonha.
Saímos de lá. Aí, ele me deixou na porta do meu prédio.
Passei meu telefone pra ele, foi mal porque o nervosismo me dominou e eu desci.
Ele falou pra mim: "a corrida você pagou sozinho, agora sobe e bate uma bronha".
Nunca mais vi ele.
Às vezes procuro aquele taxista que me leva de graça e deixa eu chupar a rola dele. Abraço, Lucas 😛
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