Bom, depois de muito tempo sem escrever nada novo aqui, hoje resolvi contar uma história que aconteceu há alguns anos e que ninguém ficou sabendo, porque foi na época em que eu morava sozinho na minha cidade natal, Tuxpan, Veracruz.
Sempre gostei de pessoas mais velhas que eu (especialmente os ursos), claro que para meus 22 anos naquela época não era nada incomum. Um dia, saí pra caminhar porque, sinceramente, tava entediado de ficar trabalhando o dia todo. Andava pela beira do rio e aproveitava pra olhar os senhores que saíam pra correr de short curto, ver as pernas e até os volumes que marcavam bem gostosos.
Naquele dia específico, tava meio tarado porque, no ônibus voltando do trabalho, veio um senhor de aparência bem máscula, peludo e de corpo grande (bem do jeito que eu gosto), e a imaginação foi longe. Então, pra tirar essas ideias da cabeça, saí pra caminhar. Tava pensando nisso quando, de repente, um carro para na minha frente e o motorista pede informações de como chegar a um hotel que fica na praia. Expliquei mais ou menos como chegar, mas, sinceramente, sem prestar muita atenção.
Mas quando olhei pra ele, percebi que era um senhor de uns 40 anos, altura média, branco, com barba e bigode. Me chamou a atenção – mas minha surpresa foi quando olhei ele por completo, porque ele tava de sunga preta bem pequena e justa, deixando ver um volume bem bonito e umas nádegas muito lindas e apetitosas.
Acho que foi bem óbvio que eu olhei daquele jeito, porque na hora ele me perguntou se eu podia acompanhá-lo até o hotel e depois ele me traria de volta ao rio. Pensei uma ou duas vezes e aceitei, mas só pra continuar olhando ele. No caminho, não conversamos sobre nada em especial e já estávamos quase chegando no hotel, que ficava na praia, quando de repente ele parou e disse que queria ir ao banheiro (na praia, no meio do nada, "muito lógico") e perguntou se eu queria ir com ele.
Já estando lá... Pois é, eu já tava bem excitado e com o pau duro, ela se virou e me perguntou: "Você gosta de pau, né?" E aí nem precisei falar nada, na hora comecei a passar a mão no corpo todo dela e quase que automático puxei o pau dela pra fora da sunga e levei à boca, enquanto ela só gemia de sentir minha língua percorrendo o membro dela.
Quando eu tava mais concentrado nisso, ela se vira e me diz: "Me dá uma massagem na bunda" – e eu, sem perder tempo, beijei a bunda dela e fiquei tocando nos ovos, via como o pau pulsava de tão excitado que ela tava. De repente, não aguentei mais, comecei a lamber o cu dela, deixando rastros de saliva pra lubrificar, e aí, sem dizer nada, meti de uma vez, fazendo ela soltar um gemido entre dor e prazer que me deixou quase louco. Comecei a tirar e meter, primeiro devagar, depois mais rápido, e quanto mais eu fazia, mais ela curtia e até pedia mais. Eu não acreditava, tava comendo aquele senhor tão gostoso na praia, ao ar livre, os dois pelados, com os ovos de fora, e era tão excitante que não aguentei mais. Enquanto eu masturbava e penetrava ela, explodi num orgasmo tão gostoso que até gritei, enquanto sentia na minha mão um líquido quente saindo do pau dela. Não quis tirar tão rápido porque queria que aquilo durasse o máximo possível, mas a gente tinha que ir embora e tivemos que parar.
Depois de terminar, a gente se limpou e voltou pro carro. Ela me levou até onde me encontrou e depois pediu meu número de telefone, já que vinha uma ou duas vezes por mês a trabalho e queria continuar me vendo. Depois de um tempo, ela foi embora e eu fui dormir bem tranquilo na minha casa.
É uma pena, mas desde que me mudei pra morar em Monterrey, nunca mais a vi.
Sempre gostei de pessoas mais velhas que eu (especialmente os ursos), claro que para meus 22 anos naquela época não era nada incomum. Um dia, saí pra caminhar porque, sinceramente, tava entediado de ficar trabalhando o dia todo. Andava pela beira do rio e aproveitava pra olhar os senhores que saíam pra correr de short curto, ver as pernas e até os volumes que marcavam bem gostosos.
Naquele dia específico, tava meio tarado porque, no ônibus voltando do trabalho, veio um senhor de aparência bem máscula, peludo e de corpo grande (bem do jeito que eu gosto), e a imaginação foi longe. Então, pra tirar essas ideias da cabeça, saí pra caminhar. Tava pensando nisso quando, de repente, um carro para na minha frente e o motorista pede informações de como chegar a um hotel que fica na praia. Expliquei mais ou menos como chegar, mas, sinceramente, sem prestar muita atenção.
Mas quando olhei pra ele, percebi que era um senhor de uns 40 anos, altura média, branco, com barba e bigode. Me chamou a atenção – mas minha surpresa foi quando olhei ele por completo, porque ele tava de sunga preta bem pequena e justa, deixando ver um volume bem bonito e umas nádegas muito lindas e apetitosas.
Acho que foi bem óbvio que eu olhei daquele jeito, porque na hora ele me perguntou se eu podia acompanhá-lo até o hotel e depois ele me traria de volta ao rio. Pensei uma ou duas vezes e aceitei, mas só pra continuar olhando ele. No caminho, não conversamos sobre nada em especial e já estávamos quase chegando no hotel, que ficava na praia, quando de repente ele parou e disse que queria ir ao banheiro (na praia, no meio do nada, "muito lógico") e perguntou se eu queria ir com ele.
Já estando lá... Pois é, eu já tava bem excitado e com o pau duro, ela se virou e me perguntou: "Você gosta de pau, né?" E aí nem precisei falar nada, na hora comecei a passar a mão no corpo todo dela e quase que automático puxei o pau dela pra fora da sunga e levei à boca, enquanto ela só gemia de sentir minha língua percorrendo o membro dela.
Quando eu tava mais concentrado nisso, ela se vira e me diz: "Me dá uma massagem na bunda" – e eu, sem perder tempo, beijei a bunda dela e fiquei tocando nos ovos, via como o pau pulsava de tão excitado que ela tava. De repente, não aguentei mais, comecei a lamber o cu dela, deixando rastros de saliva pra lubrificar, e aí, sem dizer nada, meti de uma vez, fazendo ela soltar um gemido entre dor e prazer que me deixou quase louco. Comecei a tirar e meter, primeiro devagar, depois mais rápido, e quanto mais eu fazia, mais ela curtia e até pedia mais. Eu não acreditava, tava comendo aquele senhor tão gostoso na praia, ao ar livre, os dois pelados, com os ovos de fora, e era tão excitante que não aguentei mais. Enquanto eu masturbava e penetrava ela, explodi num orgasmo tão gostoso que até gritei, enquanto sentia na minha mão um líquido quente saindo do pau dela. Não quis tirar tão rápido porque queria que aquilo durasse o máximo possível, mas a gente tinha que ir embora e tivemos que parar.
Depois de terminar, a gente se limpou e voltou pro carro. Ela me levou até onde me encontrou e depois pediu meu número de telefone, já que vinha uma ou duas vezes por mês a trabalho e queria continuar me vendo. Depois de um tempo, ela foi embora e eu fui dormir bem tranquilo na minha casa.
É uma pena, mas desde que me mudei pra morar em Monterrey, nunca mais a vi.
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