Há uns dias, me escreveu @elgabyzarate, de 22 anos, me dizendo que era hétero e que tinha namorada, e mesmo já tendo dado o cu pra uns caras, tava morrendo de vontade de provar meu pau, que nunca tinha sido comido e que morria pra um macho como eu fazer dele minha putinha.
A partir daí, começamos a conversar e a nos esquentar, fantasiando com a ideia de ele ser minha nena. Gaby mora em Rosário e a gente podia marcar um encontro lá ou em Capital.
Dois dias depois, apareceu um putinho chamado @fedebi_19 que, como o nick indica, tem 19. Me explicou que era virgem e que queria ser minha nena, também de Rosário.
Não tive ideia melhor do que viajar pra essa cidade de Santa Fé e planejar um encontro a três. Propus pros dois bebês e, mesmo com um pouco de ciúme no começo, eles acabaram cedendo.
Aluguei um apartamento mobiliado por dois dias no centro, cuidando pra ter entrada direta da rua, sem porteiro, com total privacidade. Com ar condicionado, todo mobiliado e de luxo. Não saiu barato, mas isso, felizmente, não é problema.
Combinamos de nos ver de manhã, porque me excita muito brincar nesse horário.
Eles chegaram juntos e pontuais. Mandei subirem e vi que eram duas criaturas muito gostosas, cada um no seu estilo.
Gaby era alto, atlético, mas com pele macia de menina, e Fede era feminino, com um corpo de putinha apetitoso.
Recebi eles na porta com uma toalha na cintura, porque tinha acabado de tomar banho. Mandei entrar na sala enquanto acendia um cigarro e tirei a toalha, deixando eles verem meu pau duro. Tavam excitadíssimos olhando pra minha rola e sem saber como reagir.
— Como é que tão, meus bebês? — falei com a voz trêmula de tesão — Tão prontos pro seu Papai?
Os dois putinhos balançaram a cabeça, sem dizer uma palavra.
— Tirem essa roupinha, pra ficar mais à vontade — ordenei.
Era lindo ver aqueles corpos famintos por sexo, nus, esperando, ansiosos pra agir.
— Por que vocês não se beijam um pouco? —Um instante, enquanto fumo? — sugeri, sentando numa poltrona de couro num canto da sala.
Tímida, Gaby começou a beijar a boca de Fede, que, como uma boazinha, se deixava seduzir. Gaby, mais experiente, sabia como tratar um promíscuo daquela laia. Aos poucos, foi ficando louca, lambendo a boca inteira dele, chupando a língua, com uma babinha escorrendo devagar, enquanto Fede não parava de me encarar. As duas pirocas depiladas estavam inchadas e saltitantes, junto com a minha, que claro, acompanhava a cena desde o começo.
Ficaram um tempão se chupando as bocas até eu dar um sinal pra elas se ajoelharem e virem engatinhando até o seu Papu. Quando chegaram aos meus pés, mandei lamberem devagar.
Eram duas cachorrinhas à minha mercê, chupando suave da ponta dos meus dedos, passando pelo peito do pé e voltando. De cima, eu via aquelas bundas duras e lisas, abertas como quem convida pra uma enfiada.
— Vem, promíscuo — sussurrei pro Fede. — Senta em cima do seu Papu.
A putinha sentou em cima de mim de costas, apoiando a bunda macia na ponta da minha pica, esfregando devagar. Ao mesmo tempo, enfiei os dedos do meu pé direito na boca da Gaby, que chupava como uma profissional.
Eu adorava ver a pica do Fede, inchada e depilada, apertar bem forte os ovos dele enquanto sussurrava coisinhas no ouvido...
— Vai ser minha menina boazinha? A putinha do Papu?
— Sim, sim, Papu, sua neném linda e obediente...
— Assim que eu gosto, promíscuo — afirmei, deixando cair cuspe na orelhinha dele...
A Gaby já tinha começado a subir com a língua, chegando nas minhas panturrilhas, perto das minhas bolas cheias de porra grossa.
— Chupa minhas bolas, filho da puta — falei entre os dentes, enfiando a cabeça dele nas minhas bolas...
(Continua...)
A partir daí, começamos a conversar e a nos esquentar, fantasiando com a ideia de ele ser minha nena. Gaby mora em Rosário e a gente podia marcar um encontro lá ou em Capital.
Dois dias depois, apareceu um putinho chamado @fedebi_19 que, como o nick indica, tem 19. Me explicou que era virgem e que queria ser minha nena, também de Rosário.
Não tive ideia melhor do que viajar pra essa cidade de Santa Fé e planejar um encontro a três. Propus pros dois bebês e, mesmo com um pouco de ciúme no começo, eles acabaram cedendo.
Aluguei um apartamento mobiliado por dois dias no centro, cuidando pra ter entrada direta da rua, sem porteiro, com total privacidade. Com ar condicionado, todo mobiliado e de luxo. Não saiu barato, mas isso, felizmente, não é problema.
Combinamos de nos ver de manhã, porque me excita muito brincar nesse horário.
Eles chegaram juntos e pontuais. Mandei subirem e vi que eram duas criaturas muito gostosas, cada um no seu estilo.
Gaby era alto, atlético, mas com pele macia de menina, e Fede era feminino, com um corpo de putinha apetitoso.
Recebi eles na porta com uma toalha na cintura, porque tinha acabado de tomar banho. Mandei entrar na sala enquanto acendia um cigarro e tirei a toalha, deixando eles verem meu pau duro. Tavam excitadíssimos olhando pra minha rola e sem saber como reagir.
— Como é que tão, meus bebês? — falei com a voz trêmula de tesão — Tão prontos pro seu Papai?
Os dois putinhos balançaram a cabeça, sem dizer uma palavra.
— Tirem essa roupinha, pra ficar mais à vontade — ordenei.
Era lindo ver aqueles corpos famintos por sexo, nus, esperando, ansiosos pra agir.
— Por que vocês não se beijam um pouco? —Um instante, enquanto fumo? — sugeri, sentando numa poltrona de couro num canto da sala.
Tímida, Gaby começou a beijar a boca de Fede, que, como uma boazinha, se deixava seduzir. Gaby, mais experiente, sabia como tratar um promíscuo daquela laia. Aos poucos, foi ficando louca, lambendo a boca inteira dele, chupando a língua, com uma babinha escorrendo devagar, enquanto Fede não parava de me encarar. As duas pirocas depiladas estavam inchadas e saltitantes, junto com a minha, que claro, acompanhava a cena desde o começo.
Ficaram um tempão se chupando as bocas até eu dar um sinal pra elas se ajoelharem e virem engatinhando até o seu Papu. Quando chegaram aos meus pés, mandei lamberem devagar.
Eram duas cachorrinhas à minha mercê, chupando suave da ponta dos meus dedos, passando pelo peito do pé e voltando. De cima, eu via aquelas bundas duras e lisas, abertas como quem convida pra uma enfiada.
— Vem, promíscuo — sussurrei pro Fede. — Senta em cima do seu Papu.
A putinha sentou em cima de mim de costas, apoiando a bunda macia na ponta da minha pica, esfregando devagar. Ao mesmo tempo, enfiei os dedos do meu pé direito na boca da Gaby, que chupava como uma profissional.
Eu adorava ver a pica do Fede, inchada e depilada, apertar bem forte os ovos dele enquanto sussurrava coisinhas no ouvido...
— Vai ser minha menina boazinha? A putinha do Papu?
— Sim, sim, Papu, sua neném linda e obediente...
— Assim que eu gosto, promíscuo — afirmei, deixando cair cuspe na orelhinha dele...
A Gaby já tinha começado a subir com a língua, chegando nas minhas panturrilhas, perto das minhas bolas cheias de porra grossa.
— Chupa minhas bolas, filho da puta — falei entre os dentes, enfiando a cabeça dele nas minhas bolas...
(Continua...)
5 comentários - Los putitos quieren pija (Dedicado) EP.3