Olá, putinhas, este é um post dedicado a todos que me seguem e me escrevem todo dia, me elogiando e pedindo pra conhecer meu pau.
Vou fazer uma série dedicada a cada um, porque vocês merecem e porque estão sempre aí, se esquentando, batendo punheta e fantasiando que um macho gostoso, como eu, vai enfiar em vocês.
Naquele dia, acordei como qualquer dia normal, liguei a cafeteira e fui tomar um banho. Depois de me secar, sentei no computador pra escrever meu conto "Acho que Meu Filho é Viado" e saborear o café. Sempre faço isso pelado porque gosto de sentir se o que estou escrevendo me excita, e percebo porque meu pau vai inchando devagar e começando a ficar melado. É uma sensação do caralho, que acompanho com o café e depois com um bom cigarro.
Enquanto escrevia como todo dia, recebo uma mensagem no Poringa (mais uma entre tantas) que me chama a atenção: é um promíscuo que se chama @MauriKis e que, desesperado, implora pra conhecer o Papu dele naquela mesma manhã antes de ir pra escola. A ideia me intrigou e, além disso, ver o corpinho de putinha adolescente dele me deixou ainda mais excitado. Ele tem uma bunda de menina virgem, linda, sem pelos, e só de pensar em tê-lo em casa à minha mercê, eu explodi de tesão.
Depois de meia hora, tocaram a campainha de casa, atendi e ouvi uma vozinha de menina dizendo: — Oi, Papu, sou eu...!
Abri a porta de cima e a putinha subiu. Recebi ele de roupão e convidei pra entrar; ele estava com um short que marcava a bunda mais do que podia e uma regatinha branca justa, sem mangas.
A primeira coisa que ele fez foi me olhar de cima a baixo com olhos de gata safada e, ao entrar, esticou a cabeça pra me dar um beijo curto e molhado nos lábios.
Já de pé na cozinha, perguntei se ele queria tomar algo enquanto eu acariciava a bunda dele. Ele disse que só queria tomar leite do papu... Tirei o roupão e deixei à mostra a barra de carne, que estava dura igual a uma estaca.
A putinha se ajoelhou e, de uma só vez, enfiou tudo até o fundo, desesperada. Chupando pau sem parar. poder.
- Você é linda, MauriKis, me lembra uma namorada que tive quando tinha 18 anos... - falei enquanto enfiava a pica até o talo e a puta babava minhas bolas. Acendi um cigarro e ordenei que, do jeito que estava, ela abaixasse o short sem largar minha pica.
Ela abaixou num movimento só, deixando ver a bundinha redonda e virgem. A vagabunda não usava calcinha nem nada por baixo do short minúsculo.
Me entreguei ao prazer de ver sua mandíbula se abrindo, buscando que a carne suculenta entrasse até a garganta enquanto me olhava nos olhos, sem dizer uma palavra, só o barulho da língua saboreando pica de macho.
Ficou assim por um bom tempo até eu falar pra irmos pra cama; na verdade, peguei ela pelos cabelos e levei como uma escrava enquanto enfiava o dedo do meio no cu dela.
- Fica de quatro, bebê - falei enquanto começava a cuspir no cu dela com força. A puta abria as pernas e mexia a rabeta em círculos.
- Me come como fez com o Gus e a Marian, Papu! - gemeu o viado.
- Não se preocupa, vou fazer e você vai lembrar desse momento pro resto da vida - sussurrei no ouvido dela enquanto enfiava a vara até o fundo. Ela gritou como uma cadela no cio, entre a dor intensa e o prazer enlouquecedor.
Bombeei pica sem parar, fazendo questão que minhas bolas marcassem um ritmo frenético ao bater nas nádegas dela, que tinham deixado de ser virgens naquele exato momento.
Fiquei montando aquela rabeta enquanto enfiava os dedos na boca babona dela por um bom tempo, sem parar, até sentir que a porra subia com força das minhas bolas até a ponta da pica. Nessa hora, parei seco, tentando prolongar o prazer...
- Vem aqui na frente da minha pica, abre a boca, filho da puta... Cospe nela, vai - ordenei.
MauriKis começou a cuspir direto na cabeça da minha pica, até sentir que não aguentava mais. A baba quente provocava uma sensação de loucura e prazer incrível.
- Continua assim, bebê... - falei sem tocar meu pau.
A putinha continuava molhando meu pau com uma baba quente e abundante, que fez o leite jorrar com força na cara dela, bem devagar. A imagem da cara e da língua de MauriKis lambuzadas de porra era uma obra de arte. Me ajoelhei na frente dele e, com a língua, percorri cada pedaço daquela cara de puta... O leite ia da minha língua para a dele. Ficamos assim um tempão, lambuzados de prazer, nos bebendo um ao outro, até cairmos exaustos e abraçados.
Exaustos, dormimos enroscados, o bebezão e seu Papu.
(Continua...)
Vou fazer uma série dedicada a cada um, porque vocês merecem e porque estão sempre aí, se esquentando, batendo punheta e fantasiando que um macho gostoso, como eu, vai enfiar em vocês.
Naquele dia, acordei como qualquer dia normal, liguei a cafeteira e fui tomar um banho. Depois de me secar, sentei no computador pra escrever meu conto "Acho que Meu Filho é Viado" e saborear o café. Sempre faço isso pelado porque gosto de sentir se o que estou escrevendo me excita, e percebo porque meu pau vai inchando devagar e começando a ficar melado. É uma sensação do caralho, que acompanho com o café e depois com um bom cigarro.
Enquanto escrevia como todo dia, recebo uma mensagem no Poringa (mais uma entre tantas) que me chama a atenção: é um promíscuo que se chama @MauriKis e que, desesperado, implora pra conhecer o Papu dele naquela mesma manhã antes de ir pra escola. A ideia me intrigou e, além disso, ver o corpinho de putinha adolescente dele me deixou ainda mais excitado. Ele tem uma bunda de menina virgem, linda, sem pelos, e só de pensar em tê-lo em casa à minha mercê, eu explodi de tesão.
Depois de meia hora, tocaram a campainha de casa, atendi e ouvi uma vozinha de menina dizendo: — Oi, Papu, sou eu...!
Abri a porta de cima e a putinha subiu. Recebi ele de roupão e convidei pra entrar; ele estava com um short que marcava a bunda mais do que podia e uma regatinha branca justa, sem mangas.
A primeira coisa que ele fez foi me olhar de cima a baixo com olhos de gata safada e, ao entrar, esticou a cabeça pra me dar um beijo curto e molhado nos lábios.
Já de pé na cozinha, perguntei se ele queria tomar algo enquanto eu acariciava a bunda dele. Ele disse que só queria tomar leite do papu... Tirei o roupão e deixei à mostra a barra de carne, que estava dura igual a uma estaca.
A putinha se ajoelhou e, de uma só vez, enfiou tudo até o fundo, desesperada. Chupando pau sem parar. poder.
- Você é linda, MauriKis, me lembra uma namorada que tive quando tinha 18 anos... - falei enquanto enfiava a pica até o talo e a puta babava minhas bolas. Acendi um cigarro e ordenei que, do jeito que estava, ela abaixasse o short sem largar minha pica.
Ela abaixou num movimento só, deixando ver a bundinha redonda e virgem. A vagabunda não usava calcinha nem nada por baixo do short minúsculo.
Me entreguei ao prazer de ver sua mandíbula se abrindo, buscando que a carne suculenta entrasse até a garganta enquanto me olhava nos olhos, sem dizer uma palavra, só o barulho da língua saboreando pica de macho.
Ficou assim por um bom tempo até eu falar pra irmos pra cama; na verdade, peguei ela pelos cabelos e levei como uma escrava enquanto enfiava o dedo do meio no cu dela.
- Fica de quatro, bebê - falei enquanto começava a cuspir no cu dela com força. A puta abria as pernas e mexia a rabeta em círculos.
- Me come como fez com o Gus e a Marian, Papu! - gemeu o viado.
- Não se preocupa, vou fazer e você vai lembrar desse momento pro resto da vida - sussurrei no ouvido dela enquanto enfiava a vara até o fundo. Ela gritou como uma cadela no cio, entre a dor intensa e o prazer enlouquecedor.
Bombeei pica sem parar, fazendo questão que minhas bolas marcassem um ritmo frenético ao bater nas nádegas dela, que tinham deixado de ser virgens naquele exato momento.
Fiquei montando aquela rabeta enquanto enfiava os dedos na boca babona dela por um bom tempo, sem parar, até sentir que a porra subia com força das minhas bolas até a ponta da pica. Nessa hora, parei seco, tentando prolongar o prazer...
- Vem aqui na frente da minha pica, abre a boca, filho da puta... Cospe nela, vai - ordenei.
MauriKis começou a cuspir direto na cabeça da minha pica, até sentir que não aguentava mais. A baba quente provocava uma sensação de loucura e prazer incrível.
- Continua assim, bebê... - falei sem tocar meu pau.
A putinha continuava molhando meu pau com uma baba quente e abundante, que fez o leite jorrar com força na cara dela, bem devagar. A imagem da cara e da língua de MauriKis lambuzadas de porra era uma obra de arte. Me ajoelhei na frente dele e, com a língua, percorri cada pedaço daquela cara de puta... O leite ia da minha língua para a dele. Ficamos assim um tempão, lambuzados de prazer, nos bebendo um ao outro, até cairmos exaustos e abraçados.
Exaustos, dormimos enroscados, o bebezão e seu Papu.
(Continua...)
Comentários em Destaque
gracias papu por esta dedicada... y me re calentó 🔥 la parte en la que te detuviste en seco para dar mas placer, sos todo un macho y un buen semental ..
después te dejos puntos papu!!
10 comentários - Os putinhos querem pica (Dedicado) EP.1
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤