Vacaciones en casa de mi tío (relato)

Finalmente chegaram as férias, eu iria para a cidade com meu tio. Meu nome é Javier, sou um garoto do interior, tenho 19 anos, meu cabelo é castanho claro quase loiro com franja, tenho 1,70m e peso uns 61 kg, claro que bem magro mas atlético. Este ano eu tinha planejado passar as férias com meu tio Carlos, ele tem 39 anos, tem cavanhaque, uns 75kg e 1,75m de altura, tem um corpo bom porque toda manhã sai pra correr e faz muito esporte, trabalha como confeiteiro na própria confeitaria. Ele mora sozinho, nunca soube de ele ter namorada nem nenhuma confusão, desde pequeno sempre fui muito apegado a ele. Sempre soube que era gay, e sempre me senti sexualmente atraído por ele. Na semana que ficarei com ele vou tentar satisfazer minha curiosidade e descobrir tudo que poderia fazer com ele.

Ao chegar lá, cumprimento ele com um beijo tímido na bochecha. Ele diz que ainda não fechou a confeitaria e que tem que ir pra resolver umas coisas.

Foi ótimo, passaria a maior parte do dia sozinho, assim poderia investigar meu tio e descobrir se ele é ou não gay, assim saberia como deveria seduzi-lo.

Encontrei no computador pessoal dele alguns sites pornô gays, já sabia que pelo menos ele tinha fantasiado com a ideia de transar com um cara, então aproveitaria a oportunidade assim que ele voltasse pra casa.

• Javier! Você está aí? – Ele perguntou assim que chegou.
• Oi tio, finalmente chegou, estava ansioso pra te ver.
• E isso? Por quê?
• Preparei o jantar, e depois poderíamos tomar um drink, já que amanhã você não precisa trabalhar, e assim conversamos um pouco.
• Ah, tá, perfeito.

Passou o jantar, sem nada interessante pra contar, ficamos conversando sobre como tinha sido o ano, como estava minha vida.

• Bom, vamos sentar no sofá, vou pegar uns copos e gelo, você vai pegar algo pra beber – comentei.
• Tá bom, acho que vou pegar uma garrafa de rum e tomamos uns drinks.

Nos sentamos os dois juntos no sofá, sabia que esse era o momento de atacar, agora o álcool faria algum efeito, e finalmente eu poderia ver meu tio em plena ação.

•E então, tio, como é que eu nunca conheci uma namorada sua?
•Ah! Sobrinho, se você soubesse... As mulheres só sabem dar dor de cabeça, é melhor estar sozinho do que mal acompanhado... E você? Também nunca soube de você com ninguém, e na sua idade... isso é estranho.
•Que nada de estranho! Mais estranho é o seu caso, sendo tão gato e com esse corpo fantástico... Só de te ver, qualquer um ficaria com água na boca... Até os caras! – Acrescentei.
•Ah, para!
•Claro que sim – Cortei ele, e aproveitei para me aproximar e tocar seu torso – Olha só... com esse corpo que você tem...
•Você realmente sente um amorzinho pelo seu tio, hein!
•É difícil acreditar que você não saiba o quanto eu te quero – E coloquei minha mão na perna dele, comecei a acariciar – Além disso, você depilou, igual a mim – Peguei a mão dele, coloquei nas minhas pernas, e ele começou a me acariciar, roçando suavemente.
•Você também está muito bem – Peguei a mão dele e a levei pelo meu abdômen – Essa parte você também tem bem.
•Quem dera um dia eu estar como você.
•Você vai estar – Então tirei a camiseta, pedi para ele fazer o mesmo, ficamos só de shorts curtos.
•Assim você pode me acariciar melhor, tio – Ele me acariciou pelos peitorais, admirando, e eu nas pernas dele, cada vez acariciando mais para cima. Notei que um volumezinho apareceu na virilha dele, alguém estava acordando e eu estava pronto para arrasar.
•Bom, hem, acho que devíamos ir dormir, está ficando tarde, e o álcool está começando a bater na minha cabeça.
•E que diferença faz? Se amanhã não temos nada para fazer!! Além disso, para um dia que estamos aqui, vamos aproveitar.

Me aproximei suavemente dele, dei um beijo bem carinhoso na bochecha. Ficamos nos olhando sem saber o que dizer, em seus olhos eu via desejo e medo. Acariciei seu rosto e beijei seus lábios.

•Não, isso é errado, você é meu sobrinho, não devíamos... • Algo que nós dois estávamos desejando há tanto tempo não pode ser ruim.
Continuei beijando-o e acariciando seu corpo todo, nos tornamos vítimas do desejo, ali estávamos no sofá, sem camiseta como dois animais no cio.

Suas mãos enormes percorriam cada parte das minhas costas, ele mordia meu pescoço como se sua vida dependesse disso. Pude sentir a firmeza da sua bunda, era redonda, perfeita e, naquela noite, também era minha.

• Acho que vamos ficar mais confortáveis na minha cama – disse meu tio, agora não tão inocente assim.
Tiramos as calças no caminho até o quarto dele. Pela primeira vez, ele me olhou como nunca antes tinha feito, me pegou nos braços, me levantou e nos fundimos em um só. Em seguida, ele me jogou na cama, começou a acariciar meu pau e a me beijar por todo o corpo, começando pelo pescoço, passando pelas axilas, mamilos, brincando com o umbigo, até chegar na base do meu pau, que ele começou a saborear de forma selvagem, enquanto me beliscava por todos os lados. Eu gemia e gemia de prazer, ele continuava me dando o que tanto desejava.

Como queria que nós dois aproveitássemos ao máximo, me virei e fizemos um 69 dos mais brutais. Eu chupava o pau dele, lambia, admirava, comecei a chupetar suas bolas e sentia o quanto ele estava gostando. Ele gemia muito mais que eu, adorava quando eu passava a língua nas suas bolas. Peguei suas pernas, levantei-as e comecei a fazer o melhor beijo negro que ele provaria na vida. Lamber seu cu e, em seguida, enfiar meu pau.

• Me dá mais forte, quero sentir você dentro de mim, sentir seu calor e você gozar lá dentro.
Foi o que fiz, enfiei com toda a força que podia, em vez de gemer, ele gritava, era um êxtase total, nós dois, unidos, corpo a corpo, suando e fodendo.

Ele gritava por mais, e eu dava mais forte, até que ele começou a jorrar porra. Foi tanta excitação que gozei no mesmo instante.

Nós dois, tio e sobrinho, caímos na cama, cansados, ofegantes… a partir daquele momento, nossas vidas teriam mudado, mas estávamos muito cansados para pensar nisso e acabamos dormindo.

No dia seguinte, acordei, mas ele não estava, o quarto estava vazio, chamei por ele.

•Javier, Javier… Cadê você??
Aí ele apareceu na porta, com o café da manhã numa bandeja.

•Esta manhã, acordei abraçado por você, fiquei assustado com o que tinha acontecido, mas ao ver que você dormia com um sorriso no rosto, e como eu me sentia bem com você ao meu lado, percebi que não tínhamos feito nada de errado.
•Nunca me arrependeria do que aconteceu ontem à noite – eu disse, confirmando que concordava com ele.
Tomamos café com torradas, e fomos foder de novo. Dessa vez ele sentou na cama, e eu no chão, de quatro comecei a chupar ele. Enquanto ele se deliciava com minha bunda, passando o dedo molhado de saliva. Abracei ele com minhas pernas e enfiei seu pau num vai e vem frenético. Gozamos de novo juntos, ao mesmo tempo. Ele dentro de mim, eu em cima dele.

Ainda tínhamos alguns dias para aproveitar assim. Mas o que eu não sabia é que o que começou como uma simples transa, poderia virar isso… agora tenho 30 anos, faz 10 anos dessa história, e ainda nos vemos como no primeiro dia, sendo um casal em segredo. Um segredo que ninguém nunca pode descobrir.

3 comentários - Vacaciones en casa de mi tío (relato)

que buen relato hermosoo me encantaria tenr un Sobrinito como vos 😉 😉 😉 😉 🤤 🤤 🤤