Papai, o que cê tá fazendo com meu namorado?

Este relato não é escrito por mim, foi tirado do site www.temagay.com
Espero que vocês gostem.

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– PAI!… O que você tá fazendo com meu namorado? – gritou minha filha adolescente num estado de histeria total.

E a pergunta não era fácil de responder, porque eu tava comendo o namorado dela, que eu tinha de quatro na beirada da cama. Na real, quando a porta do quarto se abriu, eu tava prestes a gozar, e ao ouvir o grito, tirei a pica instintivamente pra ver o que tava rolando, mas o cérebro já tinha mandado a ordem de descarregar a porra, e lá estava eu, gozando na direção da minha filha, que olhava atônita enquanto os jatos de esperma saíam do meu pau com os olhos arregalados.

– O que foi, filha? – gritou a mãe dela da sala.

– Porra, porra, que merda, saí pulando em direção à porta do quarto, com a cueca e a calça nos tornozelos, quase abri a cabeça na quina da porta de tanto trambolhão, ainda pingando os restos da gozada agonizante. Fechei a porta e encostei as costas nela. A última coisa que eu precisava era meter minha esposa nessa enrascada.

Pensa, pensa, pensa.

– Não é nada, querida – gritei pra minha esposa –, a gente tá preparando uma surpresa.

– Que surpresa? – ela disse, se aproximando da porta fechada.

– Se a gente contar, não vai ser mais surpresa. A gente já vai descer. Enquanto isso, põe um filme ou um documental. – Vai embora, vai embora, pensei desesperado.

– O que vocês tão tramando? Que medo vocês me dão – ela disse enquanto se afastava.

Ufa, soltei um suspiro. Se ela soubesse o que tava rolando… Meu coração tava pulando acelerado e minhas costas pressionavam forte a porta. Os olhos da minha filha pareciam acompanhar um jogo de tênis, iam do namorado dela pelado, com a bunda empinada em cima da cama, pro meu pau que já pendia mole e assustado. O namorado da minha Filha, não moveu nem um cílio, ficou petrificado, congelado, acho que desejando que a terra o engolisse pra sumir e evitar a humilhação que estávamos passando. Só me veio à cabeça ajoelhar e, colocando as mãos em posição de rezar, implorar como um penitente.

— Por favor, por favor, posso explicar tudo, não conta nada pra sua mãe, não conta.

— O que estou vendo não tem explicação — disse minha filha, indignada — vocês são uns nojentos degenerados e não vou passar nem mais um segundo debaixo do mesmo teto que você. Se a mamãe não te expulsar de casa agora, quem vai embora sou eu. — O tom de voz foi subindo consideravelmente.

— Não grita, por favor, não grita, deixa eu explicar — falei, fazendo cara de cordeiro prestes a ser degolado, e não era figura de linguagem, porque minha mulher era capaz de cortar meu pescoço.

— Ele é meu namorado, pai! E este é meu quarto. Vocês estavam transando! Vi como... como você gozou na minha frente. Uma filha não deveria ver essas coisas, não é certo.

— Por favor... — já tinha perdido a conta de quantas vezes repeti isso — não se precipita, sua mãe vai amanhã pra Madrid, ajudar a irmã na última semana de gravidez. Espera ela voltar pra contar alguma coisa, e aí a gente pode conversar sobre isso com calma, eu te imploro.

Passaram-se alguns segundos que pareceram eternos, enquanto minha filha pensava na resposta.

— Vou fazer isso, vou esperar ela voltar, mas não por você, e sim pela mamãe. E você, Javier, não quero te ver nunca mais na minha vida, esquece que eu existo — disse ela, se virando pro namorado, que continuava sem reação.

A menina tinha personalidade, conseguiu amedrontar dois homens feitos. Quando ela saiu, olhei pro Javier e soube que não ia deixar ele sair da minha vida. Com seus vinte anos e um corpo equilibrado, aqueles olhinhos azuis num rostinho de menino, aqueles músculos duros, aquele bundão, uff, tava dura de novo. Se não estivesse tão cagado de medo, enfiava nele ali mesmo de novo. Fiz ele sair discretamente quando minha mulher foi ao banheiro e depois tomei um banho pra tirar os restos do cheiro dele. Quando terminei, a janta já estava na mesa, e minha filha parecia ausente.

— Filha, o que que tem? Você não falou nada desde que chegamos. — disse a mãe dela, preocupada.

— É que não tô me sentindo muito bem, acho que vou ficar menstruada. Vou deitar um pouco pra ver se passa.

O olhar que ela cruzou comigo quando foi saindo me fez encolher na cadeira igual um verme, me fez sentir um inseto.

No dia seguinte, deixamos a mãe dela no aeroporto, nos despedimos com beijos e abraços, e voltamos no meu carro pra casa. Minha filha e eu sozinhos, sem falar, sem nos olhar. Eu não encontrava as palavras, não sabia por onde começar. Como tudo era difícil.

— Desde quando, pai? — rompeu o silêncio minha filha, sem me olhar.

— Faz um ano. Foi quando vocês começaram a transar, e eu quis ter uma conversa de homem pra homem com ele.

— E como você sabe quando a gente começou? — não me diga que...

— Sim, filha. No dia em que Javier te desvirginou, eu voltei em casa pra pegar o cartão de crédito que tinha esquecido. Sua mãe continuou fazendo compras no shopping e eu não consegui evitar ver tudo. Não foi algo planejado, foi o destino.

— Você não tá melhorando muito as coisas. Agora também é um voyeur.

— Mas foi sem querer — falei baixinho.

— E você gostou? Curtiu ver desflorarem sua filha? Você é um depravado, pai.

— Eu sou o que sou. A imagem da bunda brilhante do Javier entrando e saindo de você por baixo gravou a fogo no meu cérebro. Me obcecou de um jeito que eu não conseguia pensar em mais nada. Só via aquele corpo atlético e suado. Tava como que enfeitiçado.

— Vê como tão fodendo sua filha pela primeira vez, e você só se preocupava com a bunda do namorado dela?

— Não, filha. Eu percebia que algo tava errado, que ele devia ter usado camisinha. Vi ele gozar dentro de você no pelo, e isso é muito... Perigoso, podia ter te deixado grávida, por isso fui atrás dele uns dias depois pra ter uma conversa séria. Não tive coragem de contar pra sua mãe, pra ela você ainda é uma menina, não ia entender, e não queria enfrentar você, na hora achei a coisa mais natural do mundo.

— Ah, então ainda tenho que te agradecer, é? — Você é doente.

— Não, filha, fiz com a melhor intenção do mundo. Fui buscá-lo na saída da faculdade, e fomos pra um bar musical discreto, pra falar sobre a importância do sexo, da segurança, que você era muito importante pra mim e eu não queria que te machucassem. Toda vez que a palavra sexo aparecia, ele ficava vermelho, e piscava de um jeito encantador que me fazia perder o fio da meada. Percebi que a pica dele tava prestes a estourar, e não sei por quê, mas coloquei a mão no volume da calça, ele não disse nada, desabotoei a calça dele e abaixei o zíper, vi aquele pau lindo, brilhante, com as veias saltando, com aquela curvatura, não consegui evitar dar uns chupões, tinha um gosto divino, lembrava ele te comendo, e isso me excitava ainda mais. Ele não reclamava, só gemia e empurrava minha cabeça, queria mais, tava gostando, eu não conseguia parar, era a primeira vez que chupava uma pica, filha, e naquele momento eu soube que não seria a última.

— Você já provou o gozo dele? — falei, lembrando das minhas papilas gustativas.

— Já, pai, e tem um gosto muito bom, mas...

— Pois eu provei ali pela primeira vez, ele teve uma descarga enorme, saborear aquilo foi uma das coisas que mais prazer me deu na vida, o calor, a textura, apertei os ovos dele pra não sobrar nada, deixei ele seco.

— Pai, você é um degenerado e um doente, e eu devo ser também, porque tô deixando o banco do carro ensopado só de te ouvir. Que merda de genes você me passou. Passa na casa do Javier, vai.

Eu não acreditava no que tava ouvindo, mas não falei nada, fui pra casa do Javier, enquanto Minha filha mandou um SMS pra ele pedindo pra descer.

Quando chegamos, ele tava na porta esperando a gente, todo confuso.

— Sobe, filho da puta — minha filha soltou de cara pra ele.

Ele me olhou, tentando entender o que tava rolando, eu só balancei a cabeça, mas não deixei ele tranquilo não. Ele entrou no carro com medo, como se achasse que tinha uma bomba, procurando alguma armadilha mortal.

O caminho até minha casa foi em silêncio, Javier tava angustiado, devia achar que a gente ia esquartejá-lo ou algo assim.

Quando chegamos, minha filha nos levou sem falar nada pro quarto principal, o que eu divido com a mãe dela.

— Quero ver como você come ele, pai.

— Tanto eu quanto Javier nos olhamos sem saber o que fazer, era uma situação absurda e irreal.

— Ou você come ele agora mesmo, ou conto pra mamãe o marido que ela tem. — disse minha filha enquanto tirava a calça e a calcinha e se sentava numa poltrona.

— Filha, é que…

— Faz isso, pai, preciso ver, e você, Javier, é melhor não reclamar. Façam de conta que eu não tô aqui, fodam como os degenerados que vocês são. — falou com voz autoritária.

A gente se despiu sem conseguir parar de olhar pra minha filha, que tava de pernas abertas se masturbando devagar e sem vergonha, mostrando aquela buceta linda com uma tirinha de pelos, enquanto beliscava os próprios mamilos.

Javier e eu tiramos a roupa, eu não conseguia parar de admirar o corpo dele, trabalhado e cuidado, cada músculo perfeitamente definido. Nossos paus tavam moles, a visão da minha filha se masturbando não era suficiente pra superar o puta cagaço mental que a gente tava passando. Javier tomou a iniciativa pela primeira vez, e ajoelhando, me deu duas lambidas na glande, depois uns beijinhos, e foi colocando meu pau devagar na boca dele, chupando e mordiscando, enquanto com a mão acariciava minhas bolas. Meu pau respondeu e já tava durasso. Abracei ele pelo pescoço e curti aquela porra. sensação única, tava prestes a explodir, a boca do Javier era o paraíso. Tirei ele de mim pra não gozar, não queria que acabasse tão cedo. Levei ele até a cama e virei ele de barriga pra cima, comecei a dar lambidas no pau dele, enquanto com um dedo começava a estimular o cu dele, dei um beijo grego profundo que deixou ele todo babado, os gemidos dele me diziam que tava gostando, minha filha também tava gemendo, mas eu tava focada naquela piroca linda que tinha na minha frente, que eu mimava e beijava, enquanto meus dedos brincavam com o buraquinho dele já molhado e preparado, voltei a beijar fundo aquele buraco do prazer, me esforçando pra minha língua entrar o mais fundo possível, o Javier gemia aproveitando meus cuidados, mas começou a puxar eu, eu sabia o que ele queria, precisava sentir minha piroca grossa no cu dele, mas me fiz de difícil, e continuei dando beijos e lambidas, excitando ele, acariciando a barriga dele, o Javier já não aguentava mais, e puxou minhas mãos com força,

- Me fode, me fode – falou entrecortado.

Eu sabia que era a hora, encostei minha cabeça na entrada e fiquei passeando pelos arredores, com uma mão brincava com minha piroca, e com a outra masturbava devagar a dele. O Javier implorava, suplicava pra eu meter de uma vez, enfiei a cabeçona grossa, e ele soltou um gemido de prazer, o corpo dele se mexia querendo que entrasse mais, mas eu não deixava, era eu quem mandava no ritmo, fiquei ali de sacanagem, deixando ele louco, sabendo que ele precisava de mais, quando ouvi minha filha gozar escandalosamente, o Javier tentava se agarrar nos meus ombros pra eu penetrar ele por completo, mas eu desviava, levei um tapa na bunda que não esperava, e minha piroca entrou até o fundo, a reação do Javier não demorou.

- SIIIIIIM SIIIIIIM

- AHHHHHH

Comecei a foder ele devagar, minha piroca grossa e nervuda entrava e saía, arrancando gritos de prazer dele. Minha filha me batia na bunda, enquanto gritava.

- Vai, vai, até o fundo, arrebenta o cu dele. Assim, assim. As palmadas já estavam me deixando a mil, aumentei o ritmo e enfiei com toda a força, com toda a velocidade que consegui imprimir, sem parar de masturbá-lo. Um gemido enorme de prazer acompanhou a descarga do Javier, sentia na minha mão o esperma fluindo, querendo sair desesperadamente. Foi uma gozada espetacular, o esperma dele subiu como um gêiser, caindo sobre a barriga dele e formando ilhas cremosas de prazer, enquanto com a minha mão espalhava os fluidos sobre as bolas dele, curtindo aquela sensação mágica. Percebi que eu também estava gozando, e gozei dentro, como não poderia ser diferente, inundando as entranhas dele com meu cum quente. Foi um dos orgasmos mais intensos que já tive.

Minha filha nos olhou enquanto a gente desabava na cama, exaustos.

— Vocês são uns degenerados, mas eu nunca me diverti tanto. — ela disse, com um sorriso safado.

Espero que vocês tenham chegado até o "final" e tenham gostado.

6 comentários - Papai, o que cê tá fazendo com meu namorado?

Verdaderamente excelente, me hubiera gustado leer un poco mas, como por ejemplo leer que tiene sexo con su hija tambien. muy bueno, te dejo 5 puntos.
Muchas gracias!
😉 😉 😉 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤

buen hallazgo, gracias por compartirlo, busca la continuación porque ese trio promete 🙂

Papa, ¿Que haces con mi novio?
muy bueno.....me calento mucho....!!! van puntos, obvio.