Esse relato não foi escrito por mim, foi extraído do site www.temagay.com
Espero que gostem.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- PAI!... O que você está fazendo com meu namorado? – gritou minha filha adolescente em estado de histeria total.
E a pergunta não era fácil de responder, porque eu estava comendo o namorado dela, que estava de quatro na beirada da cama. Na verdade, quando a porta do quarto se abriu, eu estava prestes a gozar. Ao ouvir o grito, tirei o pau instintivamente para ver o que estava acontecendo, mas o cérebro já tinha dado a ordem de descarregar a porra. E lá estava eu, ejaculando na direção da minha filha, que olhava atônita enquanto jatos de esperma saíam do meu pau, com os olhos esbugalhados.
- O que foi, filha? – gritou sua mãe da sala.
- Porra, porra, que confusão. Corri dando pulinhos até a porta do quarto, com a cueca e a calça nos tornozelos, quase bati a cabeça na quina da porta. Ainda pingavam os restos da gozada agonizante. Fechei a porta e encostei as costas nela. A última coisa que eu precisava era envolver minha esposa nessa confusão.
Pensa, pensa, pensa.
- Não foi nada, querida – gritei para minha esposa – estamos preparando uma surpresa.
- Que surpresa? – ela disse, se aproximando da porta fechada.
- Se a gente contar, deixa de ser surpresa. Já vamos, coloca um filme ou um documental enquanto isso. – Vai embora, vai embora, pensei angustiado.
- O que vocês estão tramando? Vocês me assustam – ela disse, enquanto se afastava.
Ufa, soltei um suspiro. Se ela soubesse o que estava acontecendo... Meu coração batia acelerado e minhas costas pressionavam a porta com força. Os olhos da minha filha pareciam seguir uma partida de tênis, indo do namorado dela, pelado com a bunda empinada em cima da cama, até meu pau, que agora pendia inerte e assustado. O namorado da minha... A filha não tinha mexido nem uma pestana, estava petrificada, congelada, suponho que desejando que a terra a engolisse para desaparecer e se poupar da humilhação que estávamos passando. Sólo me ocorreu ficar de joelhos e colocando as mãos em posição de rezar, suplicar como um penitente.
- Por favor, por favor, posso explicar tudo, não diga nada à sua mãe, não conte para ela.
- O que estou vendo não tem como explicar, - disse indignada minha filha - vocês são uns nojentos degenerados e não vou passar nem um segundo a mais sob o mesmo teto que você. Se a mamãe não te botar para fora de casa agora mesmo, serei eu que vou embora. – o tom de voz tinha subido consideravelmente.
- Não grite por favor, não grite, me deixe explicar. - disse fazendo olhinhos de cordeiro que vão para o abate, e não figurativamente, pois minha mulher era capaz de cortar meu pescoço.
- É meu namorado, pai! E este é meu quarto. Vocês estavam transando!, eu vi como… como você gozou na minha frente. Uma filha não deveria ver essas coisas, não está certo.
- Por favor… - já tinha perdido a conta de quantas vezes tinha dito isso. - não se precipite, sua mãe vai amanhã para Madrid, ajudar a irmã dela na última semana de gravidez, espere ela voltar para dizer algo, e poderemos conversar sobre isso com calma, te suplico.
Passaram-se alguns segundos que pareceram eternos, nos quais minha filha refletia sobre a resposta.
- Vou fazer isso, vou esperar ela voltar, mas não por você, e sim pela mamãe, e você Javier, não quero te ver nunca mais na minha vida, esqueça que eu existo. - disse se dirigindo ao namorado que continuava sem reagir.
Tinha personalidade a garota, tinha conseguido amedrontar dois homens feitos e direitos, quando ela foi embora, olhei para Javier e soube que não ia deixar que ele saísse da minha vida, com seus vinte anos e um corpo equilibrado, seus olhinhos azuis num rosto de menino, aqueles músculos duros, aquele bum, uff, já a tinha empinada de novo, se não estivesse tão assustado, o fodia ali mesmo outra vez. Fiz ela sair discretamente quando minha mulher foi ao banheiro e depois tomei um banho para me livrar dos vestígios do cheiro dela. Quando terminei, o jantar estava na mesa e minha filha parecia ausente.
- Filha, o que foi? Você não disse nada desde que chegamos – disse sua mãe preocupada.
- É que não estou me sentindo muito bem, acho que minha menstruação está para descer. Vou deitar um pouco para ver se passa.
O olhar que ela cruzou comigo ao sair me fez encolher na cadeira como uma minhoca, me fez sentir como um inseto.
No dia seguinte, deixamos sua mãe no aeroporto. Nos despedimos com beijos e abraços e voltamos no meu carro para casa, minha filha e eu sozinhos, sem falar, sem nos olhar. Eu não encontrava as palavras, não sabia por onde começar, como tudo estava difícil.
- Desde quando, pai? – minha filha quebrou o silêncio, sem me olhar.
- Faz um ano. Foi quando vocês começaram a ter relações sexuais, e eu quis ter uma conversa de homem para homem com ele.
- E como você sabe quando a gente começou? Não me diga que...
- Sim, filha. No dia que o Javier tirou sua virgindade, voltei em casa para pegar o cartão de crédito que tinha esquecido. Sua mãe continuou comprando no shopping e eu não pude evitar ver tudo. Não foi planejado, foi o destino.
- Você não está ajudando muito, agora ainda por cima é voyeur.
- Mas foi sem querer – falei baixinho.
- E você gostou? Curtiu ver sua filha sendo desflorada? Você é um depravado, pai.
- Sou como sou. A imagem da bunda brilhante do Javier entrando e saindo de você por baixo se gravou a ferro no meu cérebro, me obcecou de um jeito que não conseguia pensar em mais nada. Só via aquele corpo atlético e suado, estava como que enfeitiçado.
- Vê sua filha sendo comida pela primeira vez e só se importava com a bunda do namorado dela?
- Não, filha. Eu percebi que tinha algo errado, que ele devia ter colocado uma camisinha. Vi ele gozar dentro de você no pelo, e isso é muito... perigoso, podia ter te deixado grávida, por isso fui atrás dele dias depois para ter uma conversa séria. Não tive coragem de contar pra sua mãe, pra ela você ainda é uma menina, ela não entenderia, e eu não queria confrontar você, na hora aquilo me pareceu a coisa mais natural do mundo.
- Ah, então ainda vou ter que te agradecer e tudo mais. – você tá doente.
- Não, filha, fiz com a melhor intenção do mundo. Fui buscá-lo na saída da faculdade, e fomos pra um daqueles bares musicais discretos, pra falar da importância do sexo, da segurança, de que você era muito importante pra mim e eu não queria que te machucassem, toda vez que a palavra sexo saía ele corava, e piscava de um jeito encantador que me fazia perder o fio da meada. Notei que ele tava com o pau a ponto de estourar, e não sei porquê, mas coloquei a mão sobre o volume da calça, ele não disse nada, desabotoei a calça dele e abaixei o zíper, vi aquele pau lindo, brilhante, com as veias marcadas, com aquela curvatura, não pude evitar dar umas chupadas, tinha um gosto divino, me lembrei dele te comendo, e isso me excitou ainda mais, ele não reclamava, só ofegava e empurrava minha cabeça, queria mais, ele gostava, não conseguia parar, era a primeira vez que chupava um pau, filha, e naquela hora soube que não ia ser a última.
- Já experimentou a porra dele? – perguntei, evocando a memória das minhas papilas gustativas
- Sim, pai, e é muito gostosa mas...
- Pois eu experimentei ali pela primeira vez, ele teve uma descarga enorme, saborear aquilo foi uma das coisas que mais me deu prazer na vida, a morna, a textura, apertei os ovos dele pra não sobrar nada, deixei ele seco.
- Pai, você é um degenerado e um doente, e eu devo ser também, porque tô deixando o banco do carro encharcado só de te ouvir, que merda de genes você me passou. Passa na casa do Javier, anda.
Eu não acreditava no que tava ouvindo, mas não disse piu, dirigi até a casa do Javier, enquanto minha filha mandou uma mensagem pedindo pra ele descer.
Quando chegamos, ele estava na porta nos esperando, todo confuso.
— Sobe, babaca — minha filha soltou de forma brusca.
Ele me olhou, tentando entender o que estava acontecendo, eu apenas balancei a cabeça, mas não o acalmei por completo. Ele entrou no carro com medo, como se achasse que tinha uma bomba, procurando alguma armadilha mortal.
O trajeto até minha casa foi feito em silêncio, Javier estava angustiado, devia estar pensando que íamos esquartejar ele ou algo do tipo.
Quando chegamos, minha filha nos direcionou sem palavras para o quarto principal, aquele que divido com a mãe dela.
— Quero ver você comendo ele, pai.
Tanto Javier quanto eu nos olhamos sem saber o que fazer, era uma situação absurda e irreal.
— Ou você come ele agora mesmo, ou eu conto pra mãe o marido que ela tem — disse minha filha enquanto tirava a calça e a calcinha e se sentava numa poltrona.
— Filha, mas é que…
— Faz isso, pai, eu preciso ver. E você, Javier, é melhor não reclamar. Finjam que eu não estou aqui, transem como os degenerados que são — ela nos disse com voz autoritária.
Nós nos despimos sem conseguir parar de olhar pra minha filha, que estava de pernas abertas e se masturbando lenta e descaradamente, deixando sua bucetinha linda com uma faixinha estreita de pelos à vista, enquanto beliscava os mamilos.
Javier e eu nos despimos, eu não conseguia parar de admirar o corpo dele, trabalhado e cuidado, com cada músculo perfeitamente definido. Nossos paus estavam durões, a visão da minha filha se masturbando não era suficiente pra superar a confusão mental que a gente estava passando. Javier tomou a iniciativa pela primeira vez e, ajoelhando-se, deu duas lambidinhas na minha cabeça, depois foram uns beijinhos, ele introduziu lentamente meu pau na boca, chupando e mordiscando, enquanto com a mão acariciava minhas bolas. Meu pênis reagiu e já estava no seu auge. Eu o abracei pelo pescoço e aproveitei essa sensação única, eu estava quase explodindo, a boca do Javier era o paraíso. Tirei ele de mim para não gozar, não queria que acabasse tão cedo. Levei ele até a cama e coloquei ele de barriga para cima, começando a dar lambidas no pênis dele, enquanto com um dedo começava a estimular o ânus dele, dei um beijo grego profundo que deixou ele cheio de saliva, os gemidos dele me diziam que estava gostando, minha filha também gemía, mas eu estava focado na rola linda que tinha na minha frente, que eu mimava e beijava, enquanto meus dedos brincavam com o buraquinho dele já molhado e preparado, voltei a beijar profundamente aquele buraco de prazer, me esforçando para que minha língua chegasse o mais fundo possível, Javier gemia aproveitando minhas atenções. Mas ele começou a puxar mim, eu sabia o que ele queria, precisava sentir minha rola grossa na bunda dele, mas eu fiz ele implorar, e continuei dando beijos e lambidas, excitando ele, acariciando o abdômen dele, Javier já não aguentava mais, e puxou minhas mãos bruscamente,
– Me fode, me fode – disse entrecortadamente.
Eu sabia que era o momento, aproximei a cabeça do meu pau da entrada e me diverti passando em volta, com uma mão brincava com meu pau, e com a outra masturbava lentamente o dele. Javier implorava, suplicava para eu enfiar de uma vez, introduzi a cabeça grossa, e ele soltou um gemido de prazer, o corpo dele se movia procurando para entrar mais, mas eu não permitia, era eu quem marcava os tempos, me diverti ali, enlouquecendo ele, sabendo que ele precisava mais, quando ouvi minha filha gozando escandalosamente, Javier tentava se agarrar nos meus ombros para que eu o penetrasse completamente, mas eu desviava, levei um tapa na bunda que não esperava, e meu pau entrou até o fundo, a reação do Javier não demorou.
– ISSOOOOO, ISSOOOOO
– AHHHHHH
Comecei a foder ele lentamente, minha rola grossa e nervosa entrava e saía, arrancando gritos de prazer dele. Minha filha dava tapas na minha bunda, enquanto gritava para mim.
– Vai, vai, até o fundo, arrebenta o cu dele. Assim, assim.
Os As surras estavam me deixando a mil, aumentei meu ritmo e o perfurei com toda minha força, com toda a velocidade que consegui imprimir, sem parar de masturbá-lo. Um enorme grito de prazer acompanhou a descarga de Javier, sentia na minha mão como o esperma fluía atropeladamente buscando sair. Foi uma gozada espetacular, seu esperma jorrou como um gêiser, caindo sobre seu ventre formando ilhas cremosas de prazer, enquanto com minha mão espalhava seus fluidos sobre seus chocolates, aproveitando aquela sensação mágica. Percebi que eu também estava gozando, e fiz isso dentro, como não poderia ser diferente, inundando suas entranhas com minha porra quente. Foi um dos orgasmos mais intensos que já tive.
Minha filha nos olhou, enquanto desabávamos na cama exaustos.
— Vocês são uns degenerados, mas eu nunca tinha curtido tanto — ela disse, sorrindo de modo safado.
Espero que tenham chegado até o "final" e tenham gostado.
Espero que gostem.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- PAI!... O que você está fazendo com meu namorado? – gritou minha filha adolescente em estado de histeria total.
E a pergunta não era fácil de responder, porque eu estava comendo o namorado dela, que estava de quatro na beirada da cama. Na verdade, quando a porta do quarto se abriu, eu estava prestes a gozar. Ao ouvir o grito, tirei o pau instintivamente para ver o que estava acontecendo, mas o cérebro já tinha dado a ordem de descarregar a porra. E lá estava eu, ejaculando na direção da minha filha, que olhava atônita enquanto jatos de esperma saíam do meu pau, com os olhos esbugalhados.
- O que foi, filha? – gritou sua mãe da sala.
- Porra, porra, que confusão. Corri dando pulinhos até a porta do quarto, com a cueca e a calça nos tornozelos, quase bati a cabeça na quina da porta. Ainda pingavam os restos da gozada agonizante. Fechei a porta e encostei as costas nela. A última coisa que eu precisava era envolver minha esposa nessa confusão.
Pensa, pensa, pensa.
- Não foi nada, querida – gritei para minha esposa – estamos preparando uma surpresa.
- Que surpresa? – ela disse, se aproximando da porta fechada.
- Se a gente contar, deixa de ser surpresa. Já vamos, coloca um filme ou um documental enquanto isso. – Vai embora, vai embora, pensei angustiado.
- O que vocês estão tramando? Vocês me assustam – ela disse, enquanto se afastava.
Ufa, soltei um suspiro. Se ela soubesse o que estava acontecendo... Meu coração batia acelerado e minhas costas pressionavam a porta com força. Os olhos da minha filha pareciam seguir uma partida de tênis, indo do namorado dela, pelado com a bunda empinada em cima da cama, até meu pau, que agora pendia inerte e assustado. O namorado da minha... A filha não tinha mexido nem uma pestana, estava petrificada, congelada, suponho que desejando que a terra a engolisse para desaparecer e se poupar da humilhação que estávamos passando. Sólo me ocorreu ficar de joelhos e colocando as mãos em posição de rezar, suplicar como um penitente.
- Por favor, por favor, posso explicar tudo, não diga nada à sua mãe, não conte para ela.
- O que estou vendo não tem como explicar, - disse indignada minha filha - vocês são uns nojentos degenerados e não vou passar nem um segundo a mais sob o mesmo teto que você. Se a mamãe não te botar para fora de casa agora mesmo, serei eu que vou embora. – o tom de voz tinha subido consideravelmente.
- Não grite por favor, não grite, me deixe explicar. - disse fazendo olhinhos de cordeiro que vão para o abate, e não figurativamente, pois minha mulher era capaz de cortar meu pescoço.
- É meu namorado, pai! E este é meu quarto. Vocês estavam transando!, eu vi como… como você gozou na minha frente. Uma filha não deveria ver essas coisas, não está certo.
- Por favor… - já tinha perdido a conta de quantas vezes tinha dito isso. - não se precipite, sua mãe vai amanhã para Madrid, ajudar a irmã dela na última semana de gravidez, espere ela voltar para dizer algo, e poderemos conversar sobre isso com calma, te suplico.
Passaram-se alguns segundos que pareceram eternos, nos quais minha filha refletia sobre a resposta.
- Vou fazer isso, vou esperar ela voltar, mas não por você, e sim pela mamãe, e você Javier, não quero te ver nunca mais na minha vida, esqueça que eu existo. - disse se dirigindo ao namorado que continuava sem reagir.
Tinha personalidade a garota, tinha conseguido amedrontar dois homens feitos e direitos, quando ela foi embora, olhei para Javier e soube que não ia deixar que ele saísse da minha vida, com seus vinte anos e um corpo equilibrado, seus olhinhos azuis num rosto de menino, aqueles músculos duros, aquele bum, uff, já a tinha empinada de novo, se não estivesse tão assustado, o fodia ali mesmo outra vez. Fiz ela sair discretamente quando minha mulher foi ao banheiro e depois tomei um banho para me livrar dos vestígios do cheiro dela. Quando terminei, o jantar estava na mesa e minha filha parecia ausente.
- Filha, o que foi? Você não disse nada desde que chegamos – disse sua mãe preocupada.
- É que não estou me sentindo muito bem, acho que minha menstruação está para descer. Vou deitar um pouco para ver se passa.
O olhar que ela cruzou comigo ao sair me fez encolher na cadeira como uma minhoca, me fez sentir como um inseto.
No dia seguinte, deixamos sua mãe no aeroporto. Nos despedimos com beijos e abraços e voltamos no meu carro para casa, minha filha e eu sozinhos, sem falar, sem nos olhar. Eu não encontrava as palavras, não sabia por onde começar, como tudo estava difícil.
- Desde quando, pai? – minha filha quebrou o silêncio, sem me olhar.
- Faz um ano. Foi quando vocês começaram a ter relações sexuais, e eu quis ter uma conversa de homem para homem com ele.
- E como você sabe quando a gente começou? Não me diga que...
- Sim, filha. No dia que o Javier tirou sua virgindade, voltei em casa para pegar o cartão de crédito que tinha esquecido. Sua mãe continuou comprando no shopping e eu não pude evitar ver tudo. Não foi planejado, foi o destino.
- Você não está ajudando muito, agora ainda por cima é voyeur.
- Mas foi sem querer – falei baixinho.
- E você gostou? Curtiu ver sua filha sendo desflorada? Você é um depravado, pai.
- Sou como sou. A imagem da bunda brilhante do Javier entrando e saindo de você por baixo se gravou a ferro no meu cérebro, me obcecou de um jeito que não conseguia pensar em mais nada. Só via aquele corpo atlético e suado, estava como que enfeitiçado.
- Vê sua filha sendo comida pela primeira vez e só se importava com a bunda do namorado dela?
- Não, filha. Eu percebi que tinha algo errado, que ele devia ter colocado uma camisinha. Vi ele gozar dentro de você no pelo, e isso é muito... perigoso, podia ter te deixado grávida, por isso fui atrás dele dias depois para ter uma conversa séria. Não tive coragem de contar pra sua mãe, pra ela você ainda é uma menina, ela não entenderia, e eu não queria confrontar você, na hora aquilo me pareceu a coisa mais natural do mundo.
- Ah, então ainda vou ter que te agradecer e tudo mais. – você tá doente.
- Não, filha, fiz com a melhor intenção do mundo. Fui buscá-lo na saída da faculdade, e fomos pra um daqueles bares musicais discretos, pra falar da importância do sexo, da segurança, de que você era muito importante pra mim e eu não queria que te machucassem, toda vez que a palavra sexo saía ele corava, e piscava de um jeito encantador que me fazia perder o fio da meada. Notei que ele tava com o pau a ponto de estourar, e não sei porquê, mas coloquei a mão sobre o volume da calça, ele não disse nada, desabotoei a calça dele e abaixei o zíper, vi aquele pau lindo, brilhante, com as veias marcadas, com aquela curvatura, não pude evitar dar umas chupadas, tinha um gosto divino, me lembrei dele te comendo, e isso me excitou ainda mais, ele não reclamava, só ofegava e empurrava minha cabeça, queria mais, ele gostava, não conseguia parar, era a primeira vez que chupava um pau, filha, e naquela hora soube que não ia ser a última.
- Já experimentou a porra dele? – perguntei, evocando a memória das minhas papilas gustativas
- Sim, pai, e é muito gostosa mas...
- Pois eu experimentei ali pela primeira vez, ele teve uma descarga enorme, saborear aquilo foi uma das coisas que mais me deu prazer na vida, a morna, a textura, apertei os ovos dele pra não sobrar nada, deixei ele seco.
- Pai, você é um degenerado e um doente, e eu devo ser também, porque tô deixando o banco do carro encharcado só de te ouvir, que merda de genes você me passou. Passa na casa do Javier, anda.
Eu não acreditava no que tava ouvindo, mas não disse piu, dirigi até a casa do Javier, enquanto minha filha mandou uma mensagem pedindo pra ele descer.
Quando chegamos, ele estava na porta nos esperando, todo confuso.
— Sobe, babaca — minha filha soltou de forma brusca.
Ele me olhou, tentando entender o que estava acontecendo, eu apenas balancei a cabeça, mas não o acalmei por completo. Ele entrou no carro com medo, como se achasse que tinha uma bomba, procurando alguma armadilha mortal.
O trajeto até minha casa foi feito em silêncio, Javier estava angustiado, devia estar pensando que íamos esquartejar ele ou algo do tipo.
Quando chegamos, minha filha nos direcionou sem palavras para o quarto principal, aquele que divido com a mãe dela.
— Quero ver você comendo ele, pai.
Tanto Javier quanto eu nos olhamos sem saber o que fazer, era uma situação absurda e irreal.
— Ou você come ele agora mesmo, ou eu conto pra mãe o marido que ela tem — disse minha filha enquanto tirava a calça e a calcinha e se sentava numa poltrona.
— Filha, mas é que…
— Faz isso, pai, eu preciso ver. E você, Javier, é melhor não reclamar. Finjam que eu não estou aqui, transem como os degenerados que são — ela nos disse com voz autoritária.
Nós nos despimos sem conseguir parar de olhar pra minha filha, que estava de pernas abertas e se masturbando lenta e descaradamente, deixando sua bucetinha linda com uma faixinha estreita de pelos à vista, enquanto beliscava os mamilos.
Javier e eu nos despimos, eu não conseguia parar de admirar o corpo dele, trabalhado e cuidado, com cada músculo perfeitamente definido. Nossos paus estavam durões, a visão da minha filha se masturbando não era suficiente pra superar a confusão mental que a gente estava passando. Javier tomou a iniciativa pela primeira vez e, ajoelhando-se, deu duas lambidinhas na minha cabeça, depois foram uns beijinhos, ele introduziu lentamente meu pau na boca, chupando e mordiscando, enquanto com a mão acariciava minhas bolas. Meu pênis reagiu e já estava no seu auge. Eu o abracei pelo pescoço e aproveitei essa sensação única, eu estava quase explodindo, a boca do Javier era o paraíso. Tirei ele de mim para não gozar, não queria que acabasse tão cedo. Levei ele até a cama e coloquei ele de barriga para cima, começando a dar lambidas no pênis dele, enquanto com um dedo começava a estimular o ânus dele, dei um beijo grego profundo que deixou ele cheio de saliva, os gemidos dele me diziam que estava gostando, minha filha também gemía, mas eu estava focado na rola linda que tinha na minha frente, que eu mimava e beijava, enquanto meus dedos brincavam com o buraquinho dele já molhado e preparado, voltei a beijar profundamente aquele buraco de prazer, me esforçando para que minha língua chegasse o mais fundo possível, Javier gemia aproveitando minhas atenções. Mas ele começou a puxar mim, eu sabia o que ele queria, precisava sentir minha rola grossa na bunda dele, mas eu fiz ele implorar, e continuei dando beijos e lambidas, excitando ele, acariciando o abdômen dele, Javier já não aguentava mais, e puxou minhas mãos bruscamente,
– Me fode, me fode – disse entrecortadamente.
Eu sabia que era o momento, aproximei a cabeça do meu pau da entrada e me diverti passando em volta, com uma mão brincava com meu pau, e com a outra masturbava lentamente o dele. Javier implorava, suplicava para eu enfiar de uma vez, introduzi a cabeça grossa, e ele soltou um gemido de prazer, o corpo dele se movia procurando para entrar mais, mas eu não permitia, era eu quem marcava os tempos, me diverti ali, enlouquecendo ele, sabendo que ele precisava mais, quando ouvi minha filha gozando escandalosamente, Javier tentava se agarrar nos meus ombros para que eu o penetrasse completamente, mas eu desviava, levei um tapa na bunda que não esperava, e meu pau entrou até o fundo, a reação do Javier não demorou.
– ISSOOOOO, ISSOOOOO
– AHHHHHH
Comecei a foder ele lentamente, minha rola grossa e nervosa entrava e saía, arrancando gritos de prazer dele. Minha filha dava tapas na minha bunda, enquanto gritava para mim.
– Vai, vai, até o fundo, arrebenta o cu dele. Assim, assim.
Os As surras estavam me deixando a mil, aumentei meu ritmo e o perfurei com toda minha força, com toda a velocidade que consegui imprimir, sem parar de masturbá-lo. Um enorme grito de prazer acompanhou a descarga de Javier, sentia na minha mão como o esperma fluía atropeladamente buscando sair. Foi uma gozada espetacular, seu esperma jorrou como um gêiser, caindo sobre seu ventre formando ilhas cremosas de prazer, enquanto com minha mão espalhava seus fluidos sobre seus chocolates, aproveitando aquela sensação mágica. Percebi que eu também estava gozando, e fiz isso dentro, como não poderia ser diferente, inundando suas entranhas com minha porra quente. Foi um dos orgasmos mais intensos que já tive.
Minha filha nos olhou, enquanto desabávamos na cama exaustos.
— Vocês são uns degenerados, mas eu nunca tinha curtido tanto — ela disse, sorrindo de modo safado.
Espero que tenham chegado até o "final" e tenham gostado.
6 comentários - Papa, ¿Que haces con mi novio?
buen hallazgo, gracias por compartirlo, busca la continuación porque ese trio promete 🙂