Depois daquela tarde mítica de janeiro em que masturbei meu pai pela primeira vez, as coisas nunca mais foram as mesmas. O que inicialmente me foi pedido como um favor virou rotina, e com que frequência! Naquele mesmo dia, eu o masturbaria de novo. Mas a partir do dia seguinte, seriam três, quatro, e até cinco vezes por dia que minha mão pousaria no pau dele, meus pulsos se moveriam, e ele terminaria explodindo em jatos de porra que ficavam mais fracos e finos à medida que as punhetas se acumulavam. Não pude deixar de admirar a vitalidade daquele homem de 47 anos, que sempre parecia querer (e poder) mais. A coisa sempre começava com ele me pegando desprevenido, falando no meu ouvido e dizendo: "Você não quer me fazer feliz?". Ao que eu oferecia uma resistência que era só de começo, começávamos a nos beijar desesperadamente, tirávamos a roupa (se é que estávamos vestidos), e eu começava a bater uma punheta frenética nele, até ele gozar, cheio de prazer e luxúria. E eu?
Essa pergunta começaria a se tornar cada vez mais insistente à medida que as sessões de punheta se sucediam. No começo, depois de cada masturbação, a gente ia fazer outras coisas. Também tem que considerar que não nos víamos todos os dias; eu ainda morava com minha mãe. Embora tenha conseguido convencê-la a passar mais dias e mais tempo com meu pai. No início, ela resistiu; ela ficava bem incomodada com essa melhora na relação com meu pai, queria continuar sendo minha preferida... mesmo assim, aceitou. Ela nunca imaginou o que estava por trás dessa melhora repentina. Embora seja uma mulher muito inteligente, é bem ingênua para algumas coisas. E além disso, quem imaginaria isso?
Mas estávamos falando das punhetas. Depois de cada gozada do meu pai, eu ia para o banheiro, ou ficava no meu quarto, e me masturbava sozinho. Não me desagradava, mas comecei a querer algo mais. Se uma coisa era possível, por que a outra não?
Um dia, enfiei na cara dele:
- Você podia retribuir o favor, né?
- Hã? respondeu surpreso. Fazia dois minutos que tinha acabado.
—Já sabe. Me fazer uma punheta.
—Tá falando sério?
—Olha que cara de pau. Claro que tô falando.
—Ah, sei não... é... sei lá.
—É lógico. E justo. É o mínimo.
—Fico com vergonha...
—Podia te dar vontade, pra variar.
—Não gosto.
—Perdão? Já experimentou alguma vez? — sabia muito bem que não. Era um argumento ganho.
—Não, mas...
—E então como é que sabe? — me senti uma mãe convencendo o filho a comer verdura. Bem, pra falar a verdade, a situação não era tão diferente...
—Porque como é que vou fazer?
—Fácil. Você põe a mão no meu pau...
—Não tô falando disso...
—Do que você tá falando?
—Sou seu pai — ele disse com tanta seriedade que quase acreditei. Mesmo assim, depois de dois segundos, não consegui evitar uma gargalhada. Sim, era meu pai, e daí? Os litros de porra derramados nessas semanas zombavam dessa obviedade. O argumento era tão ruim que naquele momento eu soube que tinha vencido a batalha.
Meu pai também percebeu isso, e decidiu mudar de estratégia.
—Tá bom, eu faço pra você. Mas você me chupa. Faz um tempinho que tô com isso na cabeça.
—OK. Você me bate uma primeiro, e depois, eu te chupo. Você em mim também, claro.
—Isso a gente vê.
—Não vê porra nenhuma. É assim.
—Não fica difícil, senão não te bato uma porra nenhuma e você fica na vontade.
—E se eu parar de bater uma pra você, o que acontece?
A ameaça de uma "greve" minha assustou ele. Vi o medo nos olhos dele. Não podia se dar ao luxo de ficar sem mim.
—Tá bom, tá bom. Abre a boquinha, filho, que vou meter — De repente, ele se segurou na beirada da cama, e avançou o quadril até minha cara. Minha boca ficou fechada.
—Que feio humilhar a inteligência do seu filho. Primeiro, mãos à obra — falei rindo.
Meu pai suspirou. Nunca teve autoridade sobre mim. Ainda bem, de certa forma. Eu gostava que tudo isso fosse consentido (e com sentido).
—OK, moleque. Vai, deita que vou te bater uma.
Eu deitei. Ele sentou. Suspirando, pegou no meu pau com medo. como se fosse uma cobra. Acariciei um pouco, toquei a cabeça (isso me deu cócegas) e comecei a mover a mão com regularidade, nem rápido nem devagar.
-Oh oh ohhhh, oh, ah, ah ahhh, ahh. Vai, vai, continua assim, mais, mais, vai, velho filho da puta. Continua, vai, papai, me mostra que você me ama. Vai, me prova. Mais, mais, mais, você não ama seu filho? Vai, me prova fazendo uma punheta pra mim, ai sim, sim siiiiiiiiiiiii. Ah ah ahhhhh
Deve ter levado uns dez minutos, até que eu explodi igual um bicho. Ah! Que sensação gostosa. Não é à toa que ele era tão viciado nisso. Quando recuperei minha sanidade mental, bagunçada pelo orgasmo, vi meu pai. Ele sorria de leve, me olhando.
-Gostou?- perguntei bem provocante.
-Nada mal. Claro que comparado com o boquete que você vai me dar...
-É tão difícil assim admitir sua homossexualidade?
-Sou um homem da velha guarda- ele disse, se fazendo de formal. Eu revirei os olhos.
Fomos tomar banho. Depois de uma longa sessão de beijos, debaixo do chuveiro, e de nos secar dividindo a toalha, voltamos pro quarto dele. Ele fechou a porta. Precaução inútil, ninguém nunca entrava naquela casa. Mas é foda, a culpa não é tão fácil de lidar...
-Como a gente faz?- perguntei, ansioso. Isso era novo.
-É simples. Vou te dar a merenda - ele soltou uma gargalhada- Falando sério, é fácil. Senta na cama, assim você fica mais confortável.
Eu sentei. Ele ficou de pé, veio até a beira da cama. Colocou a pica dura a poucos centímetros do meu rosto. Me deu um sorriso cúmplice.
-Isso é que nem dentista, você tem que abrir a boca. Não tem outro jeito- Ele tinha razão. Eu tava muito nervoso.
Abri a boca. Ele se aproximou. Colocou a cabeça da pica entre meus lábios.
-Dá um beijinho. E chupa a cabeça com a língua, mexendo ela. Isso, assiiiiim- ele olhou pro teto, extasiado com meus primeiros movimentos.
Ficamos assim por uns momentos, até que ele decidiu enfiar tudo. Entrou quase toda, já que não era muito comprida. Eu tava surpreso, era a primeira vez que eu tinha ele tão perto. A barriga dele batia no meu nariz, e os pelos se enroscavam na minha barba por fazer. Instintivamente, coloquei minhas mãos na bunda dele. Uma bunda não muito bem formada, mas com um pouco de carne, mesmo assim. Me lembrava uns pãezinhos redondos. Ele colocou uma mão na minha cabeça, acariciando meu cabelo, e começou a mexer o quadril.
- Ah, ah, ah, mais, ah, sim, lembra quando papai te dava a gozada antes? Bom, agora é produção caseira. Sim, sim, como você chupa bem, ah, mais, mais, hmm, hmm, um, ah, um...
Ele gemia igual um possesso. Mais do que de costume. Mas sem preocupação: a janela e a persiana, como sempre, estavam rigorosamente fechadas. Segurança máxima. Eu invejei um pouco. Não conseguia gemir, simplesmente tinha a boca cheia. Isso me excitava ainda mais.
Por uns 20 minutos, ele continuou me comendo por cima. Eu adorava, não pedia mais nada. Tava no paraíso. Ele também. Éramos uns porcos, sem dúvida.
- Ah, ah, ah, ahhh, mais, mais, hm, hm, hmmmmm
Abri os olhos e vi que ele me olhava. Tava quase gozando. Isso não tinha sido combinado. Dentro ou fora? Engolir ou cuspir? A mesma dúvida tomou conta dos dois. Segurei ele mais forte pela bunda, pronto pro que viesse. Não era o que eu queria, mas já tava lá. Ele percebeu e se puxou pra trás, tirando o pau. Por um momento, me surpreendi por conseguir respirar pela boca, me senti estranhamente vazio. Ele começou a bater uma e, depois de cinco minutos, gozou no meu peito.
- Ah, ah, ahah, ah ohhh, ahhhhhhhh – dissemos os dois, exaustos e cheios de adrenalina. Que forte que tinha sido a situação.
- Na próxima vai dentro – ele me avisou.
- Vamos ver, vamos ver – falei, rindo. Adorava esse jogo de negociação permanente com ele. Talvez até mais do que o sexo em si.
Os meses passaram. Do furor das punhetas, fomos pro furor dos boquetes. Ambos seguíamos com nossas vidas normais. Só que, claramente, mais felizes. Eu tinha parado de me preocupar em procurar meu príncipe encantado em chats obscuros. Também Escolhi melhor meus amigos. Já tinha algo seguro dentro da minha própria casa, não precisava me arriscar por qualquer um. O caráter dele também tinha melhorado. Minha ajuda estava fazendo bem pra ele.
Naqueles meses, ganhei a batalha pra ele me chupar surpreendentemente rápido. Na primeira vez que pedi, ele disse que tava cansado. Na segunda, quando começou com a mesma desculpa, comecei a acariciar a cabeça dele de um jeito provocante. Em cinco minutos, já tava chupando. E nada mal. Com muito mais dedicação do que as punhetas que eu eventualmente conseguia arrancar dele. Me fez gozar igual um bicho. Na terceira mamada que ele me deu, até aceitou engolir meu leite. Parece que o negócio dele era mais pela boca. Claro que eu também já tava engolindo o esperma dele. Às vezes, até substituía o café da manhã ou o lanche por isso.
— Tô economizando um puta dinheiro em iogurte graças a você — eu dizia. Não deixava de ser verdade. Com uma colherada de açúcar, compensava o gosto amargo, e pronto.
O Dia dos Pais tava chegando. Um dia, enquanto batia uma pra ele, ele me pegou no colo, me deitou de bruços na cama e se deitou por cima de mim. Começou a gemer no meu ouvido, enquanto se esfregava na minha bunda.
— Quero meter em você — declarou, com a maior naturalidade que conseguiu. Isso significava outra batalha, e ele sabia.
— Não, não. Impossível. Não quero.
— Mas você sabia que isso ia acontecer. Não sou de pau mole, mesmo tendo um pau duro.
— Mas vai doer... — falei. Sabia desde o começo que ia perder essa.
— Um pouco, sim. Mas fazer o quê, tem que ser.
— Olha que aqui tudo é com meu consentimento.
— Sim, claro. Com o meu também, hein? Nunca te forcei a nada — ele disse, magoado, se afastando de mim. Era claro que aquela punheta não ia terminar.
— Não quis dizer isso. Mas tem que ser agora? Não me sinto preparado.
— Eu tô. Não se preocupa. Alguma vez te deixei na mão? Te amo, você é meu filho. Vou cuidar de você. Tem jeitos de diminuir a dor, de te preparar.
— E como você sabe que não dói?
— Nas mulheres não dói tanto — ele disse, com naturalidade. A referência heterossexual me deslocou.
—E por que não ao contrário, hein? Quer dizer, se não é tão terrível assim... — isso foi um tapa de afogado.
Ele me olhou sério. Me pareceu que começava a ficar bravo.
—Você sempre vai repetir a mesma coisa? Tô meio cansado de ter que propor e inovar sempre eu. Nunca uma iniciativa sua.
—Temos os mesmos direitos, te lembro. A homossexualidade é assim. E além disso, eu tenho iniciativas, mas você sempre as corta. Dois meses pra você me fazer uma punheta. Eu levei dois dias.
—Temos os mesmos direitos, mas experiências diferentes. Às vezes você é muito arrogante. Faz 30 anos que transo, tenho experiência e sei do que tô falando. Gosto de meter, e não quero parar de fazer isso.
—Você sempre tem outras pessoas...
—Você também, hein? Ninguém te obriga, deixa claro.
Ficamos nos encarando. Nenhum de nós acreditava de verdade nas outras pessoas. Isso tinha que ser resolvido entre nós.
Meu pai tomou a iniciativa de novo.
—Parece que o que mais te assusta é se machucar e sentir dor. É lógico. Mas eu, como médico que sou, posso te dizer que a chance de algo acontecer é muito rara. E posso pesquisar formas de doer menos e ser mais seguro.
—De novo, a ciência e a medicina a seu favor. Claro, como eu tô no ensino médio, o que é que eu sei.
—Se eu te trouxer um estudo científico que prove isso, você topa?
—Fechado. Pesquisa e me traz algo sólido. Não algo que você escreveu. Algo independente. Aí a gente vê.
—Beleza. É hora de ir pra casa da sua mãe — ele me lembrou. Tinha razão, já era noite.
Passaram-se duas ou três semanas. Nesse tempo, nossa vida sexual diminuiu muito. No máximo, devo ter batido uma pra ele uma vez só. A gente continuava se vendo, mas a química sexual de antes já não rolava. Também não falávamos muito sobre o assunto. A relação era cordial, até começamos a sair mais do que antes, mas não era a mesma coisa. Os dois sabíamos que não era grave. Era um impasse. Algo tinha que se resolver antes. A bola tava do lado dele.
Dois dias antes do Dia dos Pais, Eu ainda não tinha comprado presente pra ele. Era obrigação? Tava perdido. Meu corpo já não era presente suficiente? Eu era um pai, assim, com todas as letras? Ou algo mais? Menti pra minha mãe, falei que tinha comprado um suéter. Recusei a oferta dela de pagar. Não me sentia bem roubando da minha própria mãe. Decidi esperar, sempre dava pra comprar algo depois, afinal, Dia dos Pais é só uma convenção comercial.
No dia, fui na casa dele. Ele me recebeu bem mais animado que antes. Senti que algo ia rolar...
— Olha o que eu tenho — ele disse, apontando pra uma pilha de papéis na mesa. Vi de relance que era uma publicação numa revista. Olhei pra ele.
— Lê com calma — ele falou. Me olhou com uma ternura mal disfarçada. Era verdade. E dava pra ver a vontade que ele tava de fazer aquilo. Me senti meio culpado.
Li a publicação. Era chata pra caralho. Falava no geral sobre distúrbios anais, tipo câncer, fissuras, traumatismos, hemorroidas. Tinha uma parte sobre relações sexuais. Parece que não era tão terrível. Na verdade, nem fazia mal. Também tinha um folheto de uma organização de saúde, desmistificando os perigos do sexo anal. E um guia da internet, claramente pra iniciantes, que explicava de um jeito bem divertido como se cuidar. As folhas de papel me incentivavam a tentar. Olhei pra ele. Ele me beijou, me abraçou e disse:
— A gente faz por trás, né? — Concordei.
Chegou o Dia dos Pais. Decidi investir em convidar ele pra jantar. Num lugar bonito, de acordo com a ocasião. Era meu jeito de lavar a culpa por ter feito ele esperar também. Voltamos pra casa, já no elevador nos beijando. Devagar, fomos tirando a roupa até o quarto dele. Ele acendeu uma vela. Achei meio brega, mas tudo bem, era o dia dele. Comecei a masturbar ele bem devagar. Ele, querendo me agradar, começou a chupar minha pica. Depois de dez minutos, me fez virar e fiquei de bruços na cama. Ouvi o barulho de um pote, e pra minha surpresa, ele começou a passar creme chantilly na linha da bunda. Ele começou a chupar com vontade. Olhei pra ele surpreso.
—Não sabia se ia gostar, por isso... — disse, se desculpando. Morri de fofura.
Ele continuou chupando bem desenfreado, enfiando a língua cada vez mais fundo. Senti um espasmo estranho, sem saber se era prazer ou dor. Era algo novo. Num certo momento, ele vira o rosto e abre outro pote, menor. Eu continuava de costas. De repente, um dedo tenta entrar no meu cu. Por instinto, me fechei. Ele parou um segundo, e depois insistiu.
—Ai, tá doendo, pai, tá doendo — falei.
—Shhh, calma. Calma. É normal. Vamos devagar.
De repente, o dedo entrou no meu esfíncter.
—Ai, vou fazer xixi, vou fazer xixi! Espera que vou mijar! — falei assustado.
—Calma, hahaha. É normal. Sempre acontece. No começo, nas primeiras vezes. Depois você acostuma.
—Mas é sério!
—Não é sério. E no pior dos casos, se você mijar, a gente troca os lençóis e pronto. Não tem problema, não vou ficar bravo. Sei que isso pode rolar e tô aqui com você. Pra gente curtir junto.
As palavras do meu pai, junto com os beijos no pescoço, na orelha e nas costas, foram me relaxando. Logo a sensação foi passando. Meu pai começou a massagear minha próstata, e aquilo me deu prazer, mesmo ainda doendo. Ele começou a enfiar um segundo dedo.
—Ai, é demais — reclamei. Me sentia mal de reclamar tanto, mas preferia isso a me machucar.
—Meu pau tem dois dedos e meio de grossura, o cu tem que acostumar. Devagar — repetiu firme. Logo a dor diminuiu pra um nível aceitável.
Meu pai tirou os dois dedos. Me virei. Vi ele abrindo um preservativo. Como filho de médicos, sabia que camisinha era sagrada na hora do sexo. Achava certo meu pai respeitar isso dentro da família. E dentro de mim também. Ele passou mais lubrificante por cima da camisinha já colocada. Fez um sinal pra eu voltar a ficar de bruços. Obedeci. Meu coração tava a mil.
—Aí vamos nós — disse ele. Me surpreendia a calma dele.
A cabeça do pau dele O pau começou a empurrar contra as paredes do meu buraco. Ele endureceu um pouco com a mão e começou a meter. Logo começou a entrar. Senti uma dor que, embora não fosse terrível, não dava pra ignorar. Apertei os lábios e meus olhos se encheram de lágrimas. Olhei pra ele desesperado. Ele entendeu meu olhar.
— Grita à vontade, se quiser — disse, colocando a mão na minha boca como mordaça. Aproveitei o alívio e me descarreguei gritando contra a mão, que abafava o som e impedia que alguém ouvisse.
Meu pai finalmente foi penetrando em mim, até meter tudo.
— Ai, vou me cagar! — falei de novo, instintivamente. Já não doía (tanto), mas aquela sensação voltou...
— Calma. Não vai se cagar porque meu pau impede que saia nada. E se cagar, a gente troca os lençóis.
Me acalmei. Meu pai começou a se mexer, deitado sobre mim. Olhei pro espelho. Minha cara era uma mistura estranha de sentimentos. Ele, ao contrário, sorria sem controle. Tava gostando.
— Ah, ah, ah, sim, filho, sim, vai, mais, hmm, ah, que gostoso, sim, por favor, mais.
— Pai, ai, pai, sim, mais... mais devagar... mais rápido... para... continua, ahhhhhh, ahhhh, uhhh, ehhh, ohh, mggmg,, ah, shsh, ah ahah
— Fica de quatro — ele pediu. Obedeci. Começou a me comer de joelhos enquanto eu ficava de quatro. Olhei no espelho. Agora sorríamos os dois.
— Ah ah ah, oh, oh, sim, mais, unm, que gostoso, que bom, continua, isso sim, vai, pelo amor de Deus, sim, sim siiiii ahhh — os gemidos se misturavam. Ele me virou de lado, sempre olhando no espelho. Deitou de lado atrás de mim e continuou bombando bem rápido. Eu olhava alternadamente pra ele, pra pélvis dele batendo na minha, e pro espelho. Ele beijava meu pescoço, lambia minha cara e piscava pra mim no espelho. Nunca vou esquecer aquele sorriso lindo de felicidade completa.
Meia hora depois, me colocou de barriga pra baixo de novo.
— É minha posição favorita. Bem old school — disse, me dando um beijo estalado na boca.
— Ah, ah, ah, oh, oh oh, sim, sim siu sii, egh eh eh, siii, sim sim siiiiiiiiiiiii, ah ah aha hhhhhhhhhhhhh. Mais, mais maaaaaaaaaais, ah ahahahahh.
Senti ele duro, e de repente ele desabou em cima de mim. Senti o coração dele batendo desenfreado. Ele respirava muito pesado. Olhei no espelho. Ele tinha uma cara de êxtase total. Tinha gozado dentro de mim.
Ficamos uns dois minutos assim, recuperando o fôlego. Ele me dá um beijo na nuca, levanta meu quadril da cama, e pega meu pau na mão dele. Quase morri, já era demais. Ele começou a me masturbar muito rápido. Mesmo sem quase nenhuma estimulação antes, de repente senti um orgasmo fortíssimo chegando.
– Ah ah ah, continua, continua, vai, papai, ai ai ai... ahhh oh ahh ihhh – Em três minutos explodi descontrolado na mão dele. Ele ainda estava dentro de mim. A soma das duas forças era irresistível demais. Comecei a me contorcer o pouco que o corpo dele em cima do meu permitia. Foi o orgasmo mais longo e intenso da minha vida até então.
– Ahhh – falamos, respirando de novo. Ele começou a se retirar. Meu cu sentiu um vazio estranho e repentino. Olhei pra camisinha dele. Tava limpa.
– Viu que você não cagava? – ele disse, rindo.
– Vi.
– Quer ir no banheiro?
– Não. Só quero ficar aqui. Com você. Te beijando, papai. Obrigado por tudo.
– Obrigado a você, filho. O melhor presente do Dia dos Pais. De longe.
Ficamos abraçados na cama.
– Não vem com essa de que quer reciprocidade, porque aqui não vai ter – ele disse, de repente. Olhei pra ele. Um certo brilho de deboche nos olhos mostrava que era brincadeira.
– Como você quiser. Essa foi nossa única vez, então. Espero que tenha aproveitado – falei, entrando na brincadeira.
– Não vai ter mais?
– Entrega o ponto, véio. Suas demonstrações científicas mostram que não dá nada.
– Era pra isso que você queria elas, né? Olha que você é safado.
– Tenho um pai que há meses fica enchendo meu saco pra transar. Tenho que sobreviver.
– Acho certo. Se defenda na vida. Mas não com o meu cu. Não se mexe.
– Não?
– Adoro meter. Curto muito. Devia levar isso em conta.
– Você tá com um cara. Não com uma gostosa. Você devia levar isso em conta. Se meter é tão bom assim, quero também.
— OK. 4 a 1. Eu meto em você 4 vezes, você uma. Acordo justo, né?
— Vamos ver. Se não, tem greve, hein — ameacei.
Ele me olhou sorrindo e me deu um beijo longo.
— Adoro essas brincadeiras de negociação com você. Sabe por quê? Porque os dois ganham.
— Como tem que ser — falei, olhando pra ele e acariciando o pau dele. A vela apagou. A gente se beijou e dormimos abraçados.
Essa pergunta começaria a se tornar cada vez mais insistente à medida que as sessões de punheta se sucediam. No começo, depois de cada masturbação, a gente ia fazer outras coisas. Também tem que considerar que não nos víamos todos os dias; eu ainda morava com minha mãe. Embora tenha conseguido convencê-la a passar mais dias e mais tempo com meu pai. No início, ela resistiu; ela ficava bem incomodada com essa melhora na relação com meu pai, queria continuar sendo minha preferida... mesmo assim, aceitou. Ela nunca imaginou o que estava por trás dessa melhora repentina. Embora seja uma mulher muito inteligente, é bem ingênua para algumas coisas. E além disso, quem imaginaria isso?
Mas estávamos falando das punhetas. Depois de cada gozada do meu pai, eu ia para o banheiro, ou ficava no meu quarto, e me masturbava sozinho. Não me desagradava, mas comecei a querer algo mais. Se uma coisa era possível, por que a outra não?
Um dia, enfiei na cara dele:
- Você podia retribuir o favor, né?
- Hã? respondeu surpreso. Fazia dois minutos que tinha acabado.
—Já sabe. Me fazer uma punheta.
—Tá falando sério?
—Olha que cara de pau. Claro que tô falando.
—Ah, sei não... é... sei lá.
—É lógico. E justo. É o mínimo.
—Fico com vergonha...
—Podia te dar vontade, pra variar.
—Não gosto.
—Perdão? Já experimentou alguma vez? — sabia muito bem que não. Era um argumento ganho.
—Não, mas...
—E então como é que sabe? — me senti uma mãe convencendo o filho a comer verdura. Bem, pra falar a verdade, a situação não era tão diferente...
—Porque como é que vou fazer?
—Fácil. Você põe a mão no meu pau...
—Não tô falando disso...
—Do que você tá falando?
—Sou seu pai — ele disse com tanta seriedade que quase acreditei. Mesmo assim, depois de dois segundos, não consegui evitar uma gargalhada. Sim, era meu pai, e daí? Os litros de porra derramados nessas semanas zombavam dessa obviedade. O argumento era tão ruim que naquele momento eu soube que tinha vencido a batalha.
Meu pai também percebeu isso, e decidiu mudar de estratégia.
—Tá bom, eu faço pra você. Mas você me chupa. Faz um tempinho que tô com isso na cabeça.
—OK. Você me bate uma primeiro, e depois, eu te chupo. Você em mim também, claro.
—Isso a gente vê.
—Não vê porra nenhuma. É assim.
—Não fica difícil, senão não te bato uma porra nenhuma e você fica na vontade.
—E se eu parar de bater uma pra você, o que acontece?
A ameaça de uma "greve" minha assustou ele. Vi o medo nos olhos dele. Não podia se dar ao luxo de ficar sem mim.
—Tá bom, tá bom. Abre a boquinha, filho, que vou meter — De repente, ele se segurou na beirada da cama, e avançou o quadril até minha cara. Minha boca ficou fechada.
—Que feio humilhar a inteligência do seu filho. Primeiro, mãos à obra — falei rindo.
Meu pai suspirou. Nunca teve autoridade sobre mim. Ainda bem, de certa forma. Eu gostava que tudo isso fosse consentido (e com sentido).
—OK, moleque. Vai, deita que vou te bater uma.
Eu deitei. Ele sentou. Suspirando, pegou no meu pau com medo. como se fosse uma cobra. Acariciei um pouco, toquei a cabeça (isso me deu cócegas) e comecei a mover a mão com regularidade, nem rápido nem devagar.
-Oh oh ohhhh, oh, ah, ah ahhh, ahh. Vai, vai, continua assim, mais, mais, vai, velho filho da puta. Continua, vai, papai, me mostra que você me ama. Vai, me prova. Mais, mais, mais, você não ama seu filho? Vai, me prova fazendo uma punheta pra mim, ai sim, sim siiiiiiiiiiiii. Ah ah ahhhhh
Deve ter levado uns dez minutos, até que eu explodi igual um bicho. Ah! Que sensação gostosa. Não é à toa que ele era tão viciado nisso. Quando recuperei minha sanidade mental, bagunçada pelo orgasmo, vi meu pai. Ele sorria de leve, me olhando.
-Gostou?- perguntei bem provocante.
-Nada mal. Claro que comparado com o boquete que você vai me dar...
-É tão difícil assim admitir sua homossexualidade?
-Sou um homem da velha guarda- ele disse, se fazendo de formal. Eu revirei os olhos.
Fomos tomar banho. Depois de uma longa sessão de beijos, debaixo do chuveiro, e de nos secar dividindo a toalha, voltamos pro quarto dele. Ele fechou a porta. Precaução inútil, ninguém nunca entrava naquela casa. Mas é foda, a culpa não é tão fácil de lidar...
-Como a gente faz?- perguntei, ansioso. Isso era novo.
-É simples. Vou te dar a merenda - ele soltou uma gargalhada- Falando sério, é fácil. Senta na cama, assim você fica mais confortável.
Eu sentei. Ele ficou de pé, veio até a beira da cama. Colocou a pica dura a poucos centímetros do meu rosto. Me deu um sorriso cúmplice.
-Isso é que nem dentista, você tem que abrir a boca. Não tem outro jeito- Ele tinha razão. Eu tava muito nervoso.
Abri a boca. Ele se aproximou. Colocou a cabeça da pica entre meus lábios.
-Dá um beijinho. E chupa a cabeça com a língua, mexendo ela. Isso, assiiiiim- ele olhou pro teto, extasiado com meus primeiros movimentos.
Ficamos assim por uns momentos, até que ele decidiu enfiar tudo. Entrou quase toda, já que não era muito comprida. Eu tava surpreso, era a primeira vez que eu tinha ele tão perto. A barriga dele batia no meu nariz, e os pelos se enroscavam na minha barba por fazer. Instintivamente, coloquei minhas mãos na bunda dele. Uma bunda não muito bem formada, mas com um pouco de carne, mesmo assim. Me lembrava uns pãezinhos redondos. Ele colocou uma mão na minha cabeça, acariciando meu cabelo, e começou a mexer o quadril.
- Ah, ah, ah, mais, ah, sim, lembra quando papai te dava a gozada antes? Bom, agora é produção caseira. Sim, sim, como você chupa bem, ah, mais, mais, hmm, hmm, um, ah, um...
Ele gemia igual um possesso. Mais do que de costume. Mas sem preocupação: a janela e a persiana, como sempre, estavam rigorosamente fechadas. Segurança máxima. Eu invejei um pouco. Não conseguia gemir, simplesmente tinha a boca cheia. Isso me excitava ainda mais.
Por uns 20 minutos, ele continuou me comendo por cima. Eu adorava, não pedia mais nada. Tava no paraíso. Ele também. Éramos uns porcos, sem dúvida.
- Ah, ah, ah, ahhh, mais, mais, hm, hm, hmmmmm
Abri os olhos e vi que ele me olhava. Tava quase gozando. Isso não tinha sido combinado. Dentro ou fora? Engolir ou cuspir? A mesma dúvida tomou conta dos dois. Segurei ele mais forte pela bunda, pronto pro que viesse. Não era o que eu queria, mas já tava lá. Ele percebeu e se puxou pra trás, tirando o pau. Por um momento, me surpreendi por conseguir respirar pela boca, me senti estranhamente vazio. Ele começou a bater uma e, depois de cinco minutos, gozou no meu peito.
- Ah, ah, ahah, ah ohhh, ahhhhhhhh – dissemos os dois, exaustos e cheios de adrenalina. Que forte que tinha sido a situação.
- Na próxima vai dentro – ele me avisou.
- Vamos ver, vamos ver – falei, rindo. Adorava esse jogo de negociação permanente com ele. Talvez até mais do que o sexo em si.
Os meses passaram. Do furor das punhetas, fomos pro furor dos boquetes. Ambos seguíamos com nossas vidas normais. Só que, claramente, mais felizes. Eu tinha parado de me preocupar em procurar meu príncipe encantado em chats obscuros. Também Escolhi melhor meus amigos. Já tinha algo seguro dentro da minha própria casa, não precisava me arriscar por qualquer um. O caráter dele também tinha melhorado. Minha ajuda estava fazendo bem pra ele.
Naqueles meses, ganhei a batalha pra ele me chupar surpreendentemente rápido. Na primeira vez que pedi, ele disse que tava cansado. Na segunda, quando começou com a mesma desculpa, comecei a acariciar a cabeça dele de um jeito provocante. Em cinco minutos, já tava chupando. E nada mal. Com muito mais dedicação do que as punhetas que eu eventualmente conseguia arrancar dele. Me fez gozar igual um bicho. Na terceira mamada que ele me deu, até aceitou engolir meu leite. Parece que o negócio dele era mais pela boca. Claro que eu também já tava engolindo o esperma dele. Às vezes, até substituía o café da manhã ou o lanche por isso.
— Tô economizando um puta dinheiro em iogurte graças a você — eu dizia. Não deixava de ser verdade. Com uma colherada de açúcar, compensava o gosto amargo, e pronto.
O Dia dos Pais tava chegando. Um dia, enquanto batia uma pra ele, ele me pegou no colo, me deitou de bruços na cama e se deitou por cima de mim. Começou a gemer no meu ouvido, enquanto se esfregava na minha bunda.
— Quero meter em você — declarou, com a maior naturalidade que conseguiu. Isso significava outra batalha, e ele sabia.
— Não, não. Impossível. Não quero.
— Mas você sabia que isso ia acontecer. Não sou de pau mole, mesmo tendo um pau duro.
— Mas vai doer... — falei. Sabia desde o começo que ia perder essa.
— Um pouco, sim. Mas fazer o quê, tem que ser.
— Olha que aqui tudo é com meu consentimento.
— Sim, claro. Com o meu também, hein? Nunca te forcei a nada — ele disse, magoado, se afastando de mim. Era claro que aquela punheta não ia terminar.
— Não quis dizer isso. Mas tem que ser agora? Não me sinto preparado.
— Eu tô. Não se preocupa. Alguma vez te deixei na mão? Te amo, você é meu filho. Vou cuidar de você. Tem jeitos de diminuir a dor, de te preparar.
— E como você sabe que não dói?
— Nas mulheres não dói tanto — ele disse, com naturalidade. A referência heterossexual me deslocou.
—E por que não ao contrário, hein? Quer dizer, se não é tão terrível assim... — isso foi um tapa de afogado.
Ele me olhou sério. Me pareceu que começava a ficar bravo.
—Você sempre vai repetir a mesma coisa? Tô meio cansado de ter que propor e inovar sempre eu. Nunca uma iniciativa sua.
—Temos os mesmos direitos, te lembro. A homossexualidade é assim. E além disso, eu tenho iniciativas, mas você sempre as corta. Dois meses pra você me fazer uma punheta. Eu levei dois dias.
—Temos os mesmos direitos, mas experiências diferentes. Às vezes você é muito arrogante. Faz 30 anos que transo, tenho experiência e sei do que tô falando. Gosto de meter, e não quero parar de fazer isso.
—Você sempre tem outras pessoas...
—Você também, hein? Ninguém te obriga, deixa claro.
Ficamos nos encarando. Nenhum de nós acreditava de verdade nas outras pessoas. Isso tinha que ser resolvido entre nós.
Meu pai tomou a iniciativa de novo.
—Parece que o que mais te assusta é se machucar e sentir dor. É lógico. Mas eu, como médico que sou, posso te dizer que a chance de algo acontecer é muito rara. E posso pesquisar formas de doer menos e ser mais seguro.
—De novo, a ciência e a medicina a seu favor. Claro, como eu tô no ensino médio, o que é que eu sei.
—Se eu te trouxer um estudo científico que prove isso, você topa?
—Fechado. Pesquisa e me traz algo sólido. Não algo que você escreveu. Algo independente. Aí a gente vê.
—Beleza. É hora de ir pra casa da sua mãe — ele me lembrou. Tinha razão, já era noite.
Passaram-se duas ou três semanas. Nesse tempo, nossa vida sexual diminuiu muito. No máximo, devo ter batido uma pra ele uma vez só. A gente continuava se vendo, mas a química sexual de antes já não rolava. Também não falávamos muito sobre o assunto. A relação era cordial, até começamos a sair mais do que antes, mas não era a mesma coisa. Os dois sabíamos que não era grave. Era um impasse. Algo tinha que se resolver antes. A bola tava do lado dele.
Dois dias antes do Dia dos Pais, Eu ainda não tinha comprado presente pra ele. Era obrigação? Tava perdido. Meu corpo já não era presente suficiente? Eu era um pai, assim, com todas as letras? Ou algo mais? Menti pra minha mãe, falei que tinha comprado um suéter. Recusei a oferta dela de pagar. Não me sentia bem roubando da minha própria mãe. Decidi esperar, sempre dava pra comprar algo depois, afinal, Dia dos Pais é só uma convenção comercial.
No dia, fui na casa dele. Ele me recebeu bem mais animado que antes. Senti que algo ia rolar...
— Olha o que eu tenho — ele disse, apontando pra uma pilha de papéis na mesa. Vi de relance que era uma publicação numa revista. Olhei pra ele.
— Lê com calma — ele falou. Me olhou com uma ternura mal disfarçada. Era verdade. E dava pra ver a vontade que ele tava de fazer aquilo. Me senti meio culpado.
Li a publicação. Era chata pra caralho. Falava no geral sobre distúrbios anais, tipo câncer, fissuras, traumatismos, hemorroidas. Tinha uma parte sobre relações sexuais. Parece que não era tão terrível. Na verdade, nem fazia mal. Também tinha um folheto de uma organização de saúde, desmistificando os perigos do sexo anal. E um guia da internet, claramente pra iniciantes, que explicava de um jeito bem divertido como se cuidar. As folhas de papel me incentivavam a tentar. Olhei pra ele. Ele me beijou, me abraçou e disse:
— A gente faz por trás, né? — Concordei.
Chegou o Dia dos Pais. Decidi investir em convidar ele pra jantar. Num lugar bonito, de acordo com a ocasião. Era meu jeito de lavar a culpa por ter feito ele esperar também. Voltamos pra casa, já no elevador nos beijando. Devagar, fomos tirando a roupa até o quarto dele. Ele acendeu uma vela. Achei meio brega, mas tudo bem, era o dia dele. Comecei a masturbar ele bem devagar. Ele, querendo me agradar, começou a chupar minha pica. Depois de dez minutos, me fez virar e fiquei de bruços na cama. Ouvi o barulho de um pote, e pra minha surpresa, ele começou a passar creme chantilly na linha da bunda. Ele começou a chupar com vontade. Olhei pra ele surpreso.
—Não sabia se ia gostar, por isso... — disse, se desculpando. Morri de fofura.
Ele continuou chupando bem desenfreado, enfiando a língua cada vez mais fundo. Senti um espasmo estranho, sem saber se era prazer ou dor. Era algo novo. Num certo momento, ele vira o rosto e abre outro pote, menor. Eu continuava de costas. De repente, um dedo tenta entrar no meu cu. Por instinto, me fechei. Ele parou um segundo, e depois insistiu.
—Ai, tá doendo, pai, tá doendo — falei.
—Shhh, calma. Calma. É normal. Vamos devagar.
De repente, o dedo entrou no meu esfíncter.
—Ai, vou fazer xixi, vou fazer xixi! Espera que vou mijar! — falei assustado.
—Calma, hahaha. É normal. Sempre acontece. No começo, nas primeiras vezes. Depois você acostuma.
—Mas é sério!
—Não é sério. E no pior dos casos, se você mijar, a gente troca os lençóis e pronto. Não tem problema, não vou ficar bravo. Sei que isso pode rolar e tô aqui com você. Pra gente curtir junto.
As palavras do meu pai, junto com os beijos no pescoço, na orelha e nas costas, foram me relaxando. Logo a sensação foi passando. Meu pai começou a massagear minha próstata, e aquilo me deu prazer, mesmo ainda doendo. Ele começou a enfiar um segundo dedo.
—Ai, é demais — reclamei. Me sentia mal de reclamar tanto, mas preferia isso a me machucar.
—Meu pau tem dois dedos e meio de grossura, o cu tem que acostumar. Devagar — repetiu firme. Logo a dor diminuiu pra um nível aceitável.
Meu pai tirou os dois dedos. Me virei. Vi ele abrindo um preservativo. Como filho de médicos, sabia que camisinha era sagrada na hora do sexo. Achava certo meu pai respeitar isso dentro da família. E dentro de mim também. Ele passou mais lubrificante por cima da camisinha já colocada. Fez um sinal pra eu voltar a ficar de bruços. Obedeci. Meu coração tava a mil.
—Aí vamos nós — disse ele. Me surpreendia a calma dele.
A cabeça do pau dele O pau começou a empurrar contra as paredes do meu buraco. Ele endureceu um pouco com a mão e começou a meter. Logo começou a entrar. Senti uma dor que, embora não fosse terrível, não dava pra ignorar. Apertei os lábios e meus olhos se encheram de lágrimas. Olhei pra ele desesperado. Ele entendeu meu olhar.
— Grita à vontade, se quiser — disse, colocando a mão na minha boca como mordaça. Aproveitei o alívio e me descarreguei gritando contra a mão, que abafava o som e impedia que alguém ouvisse.
Meu pai finalmente foi penetrando em mim, até meter tudo.
— Ai, vou me cagar! — falei de novo, instintivamente. Já não doía (tanto), mas aquela sensação voltou...
— Calma. Não vai se cagar porque meu pau impede que saia nada. E se cagar, a gente troca os lençóis.
Me acalmei. Meu pai começou a se mexer, deitado sobre mim. Olhei pro espelho. Minha cara era uma mistura estranha de sentimentos. Ele, ao contrário, sorria sem controle. Tava gostando.
— Ah, ah, ah, sim, filho, sim, vai, mais, hmm, ah, que gostoso, sim, por favor, mais.
— Pai, ai, pai, sim, mais... mais devagar... mais rápido... para... continua, ahhhhhh, ahhhh, uhhh, ehhh, ohh, mggmg,, ah, shsh, ah ahah
— Fica de quatro — ele pediu. Obedeci. Começou a me comer de joelhos enquanto eu ficava de quatro. Olhei no espelho. Agora sorríamos os dois.
— Ah ah ah, oh, oh, sim, mais, unm, que gostoso, que bom, continua, isso sim, vai, pelo amor de Deus, sim, sim siiiii ahhh — os gemidos se misturavam. Ele me virou de lado, sempre olhando no espelho. Deitou de lado atrás de mim e continuou bombando bem rápido. Eu olhava alternadamente pra ele, pra pélvis dele batendo na minha, e pro espelho. Ele beijava meu pescoço, lambia minha cara e piscava pra mim no espelho. Nunca vou esquecer aquele sorriso lindo de felicidade completa.
Meia hora depois, me colocou de barriga pra baixo de novo.
— É minha posição favorita. Bem old school — disse, me dando um beijo estalado na boca.
— Ah, ah, ah, oh, oh oh, sim, sim siu sii, egh eh eh, siii, sim sim siiiiiiiiiiiii, ah ah aha hhhhhhhhhhhhh. Mais, mais maaaaaaaaaais, ah ahahahahh.
Senti ele duro, e de repente ele desabou em cima de mim. Senti o coração dele batendo desenfreado. Ele respirava muito pesado. Olhei no espelho. Ele tinha uma cara de êxtase total. Tinha gozado dentro de mim.
Ficamos uns dois minutos assim, recuperando o fôlego. Ele me dá um beijo na nuca, levanta meu quadril da cama, e pega meu pau na mão dele. Quase morri, já era demais. Ele começou a me masturbar muito rápido. Mesmo sem quase nenhuma estimulação antes, de repente senti um orgasmo fortíssimo chegando.
– Ah ah ah, continua, continua, vai, papai, ai ai ai... ahhh oh ahh ihhh – Em três minutos explodi descontrolado na mão dele. Ele ainda estava dentro de mim. A soma das duas forças era irresistível demais. Comecei a me contorcer o pouco que o corpo dele em cima do meu permitia. Foi o orgasmo mais longo e intenso da minha vida até então.
– Ahhh – falamos, respirando de novo. Ele começou a se retirar. Meu cu sentiu um vazio estranho e repentino. Olhei pra camisinha dele. Tava limpa.
– Viu que você não cagava? – ele disse, rindo.
– Vi.
– Quer ir no banheiro?
– Não. Só quero ficar aqui. Com você. Te beijando, papai. Obrigado por tudo.
– Obrigado a você, filho. O melhor presente do Dia dos Pais. De longe.
Ficamos abraçados na cama.
– Não vem com essa de que quer reciprocidade, porque aqui não vai ter – ele disse, de repente. Olhei pra ele. Um certo brilho de deboche nos olhos mostrava que era brincadeira.
– Como você quiser. Essa foi nossa única vez, então. Espero que tenha aproveitado – falei, entrando na brincadeira.
– Não vai ter mais?
– Entrega o ponto, véio. Suas demonstrações científicas mostram que não dá nada.
– Era pra isso que você queria elas, né? Olha que você é safado.
– Tenho um pai que há meses fica enchendo meu saco pra transar. Tenho que sobreviver.
– Acho certo. Se defenda na vida. Mas não com o meu cu. Não se mexe.
– Não?
– Adoro meter. Curto muito. Devia levar isso em conta.
– Você tá com um cara. Não com uma gostosa. Você devia levar isso em conta. Se meter é tão bom assim, quero também.
— OK. 4 a 1. Eu meto em você 4 vezes, você uma. Acordo justo, né?
— Vamos ver. Se não, tem greve, hein — ameacei.
Ele me olhou sorrindo e me deu um beijo longo.
— Adoro essas brincadeiras de negociação com você. Sabe por quê? Porque os dois ganham.
— Como tem que ser — falei, olhando pra ele e acariciando o pau dele. A vela apagou. A gente se beijou e dormimos abraçados.
1 comentários - Meu dia de janeiro: Negociações parte #2
Siempre tuve fantasias con mi viejo, pero él era tan diferente a este papito del relato.
Muy bueno !
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.