Foi uns 6 anos atrás, eu tinha 18, tava de férias no verão num povoado, então ia mais ou menos sempre no cyber pra me conectar e conversar com meus amigos, e era sempre o mesmo cara que atendia. Eu tentava ir sempre no mesmo horário, tipo 22 ou 23, porque era quando não tinha ninguém, aí conseguia computador garantido e porque nessa hora todo mundo se conectava. Lá pela terceira noite que fui no cyber, não tinha ninguém, mas ninguém mesmo, e uns 10 minutos depois que cheguei, o cara que trabalhava lá, uns 17 anos mais ou menos, me chama e fala:
- Desculpa, tua internet tá funcionando?
- Tá sim, por enquanto tá tudo certo.
- Ahhh, beleza, porque eu não sei o que aconteceu, meu MSN não tá abrindo.
E no segundo seguinte ele fala:
- Você não podia me passar teu MSN pra ver se eu consigo fazer funcionar?
Aí eu passei, e na hora ele escreveu "oi kkk", então a gente conversou um pouco e ele perguntou se tava chegando tudo certo, e eu falei que sim. E quando o "problema" dele foi resolvido, ele começou a puxar papo, falando que tava super entediado porque não tinha ninguém, e perguntou de onde eu era (tava num povoado minúsculo onde todo mundo se conhece), e a gente foi conversando, e não sei como, ele me pergunta se eu tava namorando, e eu falo que não. Aí ele fala:
- Não leva a mal nem nada, tô perguntando por curiosidade só, porque tô entediado... alguma vez você já ficou com um homem ou foi em alguma balada gay? Porque aí é tudo mais liberal, né?
E eu respondi:
- Não, nunca fiquei com homem nenhum, e não é tão assim, onde eu moro é maior mas todo mundo se conhece.
- Não te dá curiosidade saber como é ficar com um homem? - ele pergunta.
- Não, sei lá, nunca imaginei isso - respondi. Na verdade, mentira, uma vez com um amigo, quando era criança, quando a gente é mais curioso e não mede as consequências, a gente tava vendo pornô e se excitou, e "brincando" ele ficou por cima de mim e começou a se esfregar, e eu deixava porque adorava, ele baixou minha roupa e meteu no seco... ahhh!!! como doeu! Nem sei se entrou, mas na hora eu gozei e me afastei. Fui no banheiro porque tava doendo pra caralho e nunca mais aconteceu nada. Aí perguntei pra ele se já tinha ficado com um homem e ele responde:
— Na real, uma vez com um amigo a gente bateu uma, mas só isso.
— Ahhh, olha só... — falei.
E depois de um tempo ele me manda:
— Cê não ia querer que a gente fizesse algo? Você em mim ou eu em você?
— Que? Não entendi, você em mim ou eu em você o quê? — perguntei, já nessa altura dava pra ver onde ia dar.
— Claro — ele diz —, se quiser eu bato uma pra você ou você pra mim, como preferir.
— Ahh — falei —, pensei que cê tava falando de chupar.
— Ahh, bom, sim, melhor ainda se você gosta, não quis falar porque achei que você não ia querer — ele diz.
Aí comecei a duvidar porque não conhecia ele e achei que era uma zoeira, que tava com os amigos se acabando de rir, e comecei a perguntar se ele tava falando sério, que não acreditava, que certeza que tava com gente. Ele falou que não, que tava sozinho, pra eu olhar (os computadores não davam direto pro balcão) que não tinha ninguém. Aí olhei e sim... tava completamente sozinho e quando me viu fez um sinal, tipo um sorriso.
— Bom, sim, seria legal — falei —, mas onde?
— Aqui atrás, tem um quartinho e nesse horário nunca vem ninguém, a gente pode ir pra trás e se ouvir um barulho a gente se veste e pronto.
A parada é que eu tava morrendo de vergonha, ele parecia super sem vergonha, ou tava muito tesudo ou já tinha experiência. Eu não queria ir com medo de aparecer gente, aí ele me zuava e falava que eu era medroso, pra me animar, que não ia dar nada.
Depois de um tempão ele me convenceu a ir no quartinho porque ia me mostrar. Fomos e tinha um colchão, sentamos e ele fala "e aí? quer fazer algo?" e eu respondo "naaa, aqui não rola, vai vir gente, mas na real tô morrendo de vontade de ver sua pica".
E na hora ele pega, abaixa a calça e tira pra fora, ELA ERA ENORME!!! Nunca tinha visto a pica de nenhum homem, então pra mim aquilo era gigante! Tava morrendo de vontade de pegar nela, mas não tive coragem e só consegui falar: que grande que tu tens, vamos voltar que vai vir gente"
Voltamos pra lan house e nos conectamos de novo cada um no seu PC, e batemos papo mais um pouco, ele me zuava porque dizia que era muito tímido e combinamos que no dia seguinte íamos pra oficina do pai dele à noite, quando não tivesse ninguém, e aí a gente podia se aliviar sossegado.
O dia seguinte inteiro não consegui parar de pensar na pica dele, na vontade de pegar, de chupar, de sentir, o dia foi interminável! Até que chegou a noite e voltei pra lan house, me conectei, conversamos um pouco e ele me perguntou até onde eu topava, e eu falei que não tinha limites, que ia experimentar de tudo que tivesse coragem, a gente tava se esquentando pra caralho, aí eu disse pra ele que queria ficar com ele, mas direito, que não era só chupar pica, que também queria beijar, acariciar, tudo, e isso animou ele pra cacete, então na hora fechamos a lan house e fomos embora.
Chegamos na oficina e como eu tava com vergonha, ele deixou as luzes apagadas, só entrava um feixe de luz da rua pela janela, a gente ficou um tempão parado se olhando e falamos "bom... tamo aqui... e agora?" ninguém dava o primeiro passo, até que criei coragem, agarrei ele contra mim e comecei a beijar como nunca tinha beijado. Era áspero, mesmo ele tendo acabado de fazer a barba, eu nunca tinha beijado um homem, era estranho pra caralho, dava pra sentir a pele áspera e os traços diferentes, a gente se beijou um tempão, as línguas se cruzando sem parar, era lindo! Até que não aguentei mais e comecei a acariciar a pica dele, não tava dura ainda mas já tava crescendo, então fui acariciando por cima da calça e ele fez o mesmo com a minha, eu tava morrendo de vontade, então na hora me fiz de puta pornô... me abaixei, fiquei de cócoras e desabotoei a calça dele, tirei pra fora e chupei como nunca! A sensação foi maravilhosa, muito melhor do que eu imaginava, era borrachuda mas dura, gigante na minha boca, cheia de veias e O melhor de tudo era o calor, sentia muito tesão, dava até água na boca literalmente, babava pra todo lado, mas mesmo assim eu queria chupar ele igual nos filmes, fazer ele se sentir nas nuvens, mas não era tão fácil quanto eu pensei. Queria comer ele inteiro, mas engasgava, não conseguia colocar mais pra dentro porque dava ânsia, mas chupei o máximo que pude, de verdade, ele tinha uma buceta enorme! Chupei por um bom tempo, eu de cócoras e ele em pé, e sentia ele gemer enquanto com as mãos puxava meu cabelo. Depois de um tempo, ele gozou no chão comigo e a gente se beijou de novo, nessa altura minha boca já tava bem molinha de tanto chupar ele, então esses beijos foram muito mais quentes, muito mais molhados e mais macios.
Nós dois estávamos largados no chão nos beijando feito dois apaixonados quando ele começou a descer e chupar minha buceta, me fez sentir incrível! Só tinha chupado minha buceta duas vezes na vida e essa foi a melhor! Me acabou. Depois de chupar um pouco, enquanto acariciava meus peitos e mexia nos meus bicos, ele me virou e a gente fez 69, eu por cima e ele por baixo. Foi a melhor parte da noite! Ele chupou minha buceta só um tempinho e depois começou a passar a língua e enfiar os dedos no meu cuzinho, comecei a gemer igual uma puta enquanto tinha o pau dele na minha boca. Ele enfiava a língua no meu cuzinho e me provocava coisas que eu nunca tinha sentido. Ficamos assim um tempão até ele falar "quero te foder" e eu disse que tudo bem, mas se doesse a gente parava, então tentamos e não, doía demais, por mais que o pau dele tivesse cheio de saliva e meu cuzinho todo molhado e dilatado com os dedos, doía pra caralho e eu não tive coragem, então a gente voltou a se tocar, comecei a bater uma pra ele com toda força, me sentia mal porque eu queria que ele me comesse, mas era mais forte que eu, não tinha coragem de dar o próximo passo, então masturbei ele mais e mais rápido até que todo o gozo espirrou na minha mão, morria de vontade de provar, de verdade, eu adorava a ideia de tomar tudo. Tava toda molhadinha, mas não tive coragem por vergonha. No fim, ele me bateu uma punheta até eu gozar e sujei a mão dele toda e o chão. Gozei como nunca!
A gente se olhou, sorriu e foi embora. Nos despedimos com um beijo e combinamos de conversar e marcar outro encontro.
Depois daquela vez, passou um tempão, mas a gente se encontrou de novo. Nunca paramos de conversar, então a espera foi ainda mais longa, porque sempre que eu viajava, não o encontrava — ele tinha ido estudar em outra cidade. Só no verão passado a gente se viu de novo, e foi algo único! Conto no próximo post.
Espero que tenham gostado, é a primeira vez que conto isso. Abraços!
- Desculpa, tua internet tá funcionando?
- Tá sim, por enquanto tá tudo certo.
- Ahhh, beleza, porque eu não sei o que aconteceu, meu MSN não tá abrindo.
E no segundo seguinte ele fala:
- Você não podia me passar teu MSN pra ver se eu consigo fazer funcionar?
Aí eu passei, e na hora ele escreveu "oi kkk", então a gente conversou um pouco e ele perguntou se tava chegando tudo certo, e eu falei que sim. E quando o "problema" dele foi resolvido, ele começou a puxar papo, falando que tava super entediado porque não tinha ninguém, e perguntou de onde eu era (tava num povoado minúsculo onde todo mundo se conhece), e a gente foi conversando, e não sei como, ele me pergunta se eu tava namorando, e eu falo que não. Aí ele fala:
- Não leva a mal nem nada, tô perguntando por curiosidade só, porque tô entediado... alguma vez você já ficou com um homem ou foi em alguma balada gay? Porque aí é tudo mais liberal, né?
E eu respondi:
- Não, nunca fiquei com homem nenhum, e não é tão assim, onde eu moro é maior mas todo mundo se conhece.
- Não te dá curiosidade saber como é ficar com um homem? - ele pergunta.
- Não, sei lá, nunca imaginei isso - respondi. Na verdade, mentira, uma vez com um amigo, quando era criança, quando a gente é mais curioso e não mede as consequências, a gente tava vendo pornô e se excitou, e "brincando" ele ficou por cima de mim e começou a se esfregar, e eu deixava porque adorava, ele baixou minha roupa e meteu no seco... ahhh!!! como doeu! Nem sei se entrou, mas na hora eu gozei e me afastei. Fui no banheiro porque tava doendo pra caralho e nunca mais aconteceu nada. Aí perguntei pra ele se já tinha ficado com um homem e ele responde:
— Na real, uma vez com um amigo a gente bateu uma, mas só isso.
— Ahhh, olha só... — falei.
E depois de um tempo ele me manda:
— Cê não ia querer que a gente fizesse algo? Você em mim ou eu em você?
— Que? Não entendi, você em mim ou eu em você o quê? — perguntei, já nessa altura dava pra ver onde ia dar.
— Claro — ele diz —, se quiser eu bato uma pra você ou você pra mim, como preferir.
— Ahh — falei —, pensei que cê tava falando de chupar.
— Ahh, bom, sim, melhor ainda se você gosta, não quis falar porque achei que você não ia querer — ele diz.
Aí comecei a duvidar porque não conhecia ele e achei que era uma zoeira, que tava com os amigos se acabando de rir, e comecei a perguntar se ele tava falando sério, que não acreditava, que certeza que tava com gente. Ele falou que não, que tava sozinho, pra eu olhar (os computadores não davam direto pro balcão) que não tinha ninguém. Aí olhei e sim... tava completamente sozinho e quando me viu fez um sinal, tipo um sorriso.
— Bom, sim, seria legal — falei —, mas onde?
— Aqui atrás, tem um quartinho e nesse horário nunca vem ninguém, a gente pode ir pra trás e se ouvir um barulho a gente se veste e pronto.
A parada é que eu tava morrendo de vergonha, ele parecia super sem vergonha, ou tava muito tesudo ou já tinha experiência. Eu não queria ir com medo de aparecer gente, aí ele me zuava e falava que eu era medroso, pra me animar, que não ia dar nada.
Depois de um tempão ele me convenceu a ir no quartinho porque ia me mostrar. Fomos e tinha um colchão, sentamos e ele fala "e aí? quer fazer algo?" e eu respondo "naaa, aqui não rola, vai vir gente, mas na real tô morrendo de vontade de ver sua pica".
E na hora ele pega, abaixa a calça e tira pra fora, ELA ERA ENORME!!! Nunca tinha visto a pica de nenhum homem, então pra mim aquilo era gigante! Tava morrendo de vontade de pegar nela, mas não tive coragem e só consegui falar: que grande que tu tens, vamos voltar que vai vir gente"
Voltamos pra lan house e nos conectamos de novo cada um no seu PC, e batemos papo mais um pouco, ele me zuava porque dizia que era muito tímido e combinamos que no dia seguinte íamos pra oficina do pai dele à noite, quando não tivesse ninguém, e aí a gente podia se aliviar sossegado.
O dia seguinte inteiro não consegui parar de pensar na pica dele, na vontade de pegar, de chupar, de sentir, o dia foi interminável! Até que chegou a noite e voltei pra lan house, me conectei, conversamos um pouco e ele me perguntou até onde eu topava, e eu falei que não tinha limites, que ia experimentar de tudo que tivesse coragem, a gente tava se esquentando pra caralho, aí eu disse pra ele que queria ficar com ele, mas direito, que não era só chupar pica, que também queria beijar, acariciar, tudo, e isso animou ele pra cacete, então na hora fechamos a lan house e fomos embora.
Chegamos na oficina e como eu tava com vergonha, ele deixou as luzes apagadas, só entrava um feixe de luz da rua pela janela, a gente ficou um tempão parado se olhando e falamos "bom... tamo aqui... e agora?" ninguém dava o primeiro passo, até que criei coragem, agarrei ele contra mim e comecei a beijar como nunca tinha beijado. Era áspero, mesmo ele tendo acabado de fazer a barba, eu nunca tinha beijado um homem, era estranho pra caralho, dava pra sentir a pele áspera e os traços diferentes, a gente se beijou um tempão, as línguas se cruzando sem parar, era lindo! Até que não aguentei mais e comecei a acariciar a pica dele, não tava dura ainda mas já tava crescendo, então fui acariciando por cima da calça e ele fez o mesmo com a minha, eu tava morrendo de vontade, então na hora me fiz de puta pornô... me abaixei, fiquei de cócoras e desabotoei a calça dele, tirei pra fora e chupei como nunca! A sensação foi maravilhosa, muito melhor do que eu imaginava, era borrachuda mas dura, gigante na minha boca, cheia de veias e O melhor de tudo era o calor, sentia muito tesão, dava até água na boca literalmente, babava pra todo lado, mas mesmo assim eu queria chupar ele igual nos filmes, fazer ele se sentir nas nuvens, mas não era tão fácil quanto eu pensei. Queria comer ele inteiro, mas engasgava, não conseguia colocar mais pra dentro porque dava ânsia, mas chupei o máximo que pude, de verdade, ele tinha uma buceta enorme! Chupei por um bom tempo, eu de cócoras e ele em pé, e sentia ele gemer enquanto com as mãos puxava meu cabelo. Depois de um tempo, ele gozou no chão comigo e a gente se beijou de novo, nessa altura minha boca já tava bem molinha de tanto chupar ele, então esses beijos foram muito mais quentes, muito mais molhados e mais macios.
Nós dois estávamos largados no chão nos beijando feito dois apaixonados quando ele começou a descer e chupar minha buceta, me fez sentir incrível! Só tinha chupado minha buceta duas vezes na vida e essa foi a melhor! Me acabou. Depois de chupar um pouco, enquanto acariciava meus peitos e mexia nos meus bicos, ele me virou e a gente fez 69, eu por cima e ele por baixo. Foi a melhor parte da noite! Ele chupou minha buceta só um tempinho e depois começou a passar a língua e enfiar os dedos no meu cuzinho, comecei a gemer igual uma puta enquanto tinha o pau dele na minha boca. Ele enfiava a língua no meu cuzinho e me provocava coisas que eu nunca tinha sentido. Ficamos assim um tempão até ele falar "quero te foder" e eu disse que tudo bem, mas se doesse a gente parava, então tentamos e não, doía demais, por mais que o pau dele tivesse cheio de saliva e meu cuzinho todo molhado e dilatado com os dedos, doía pra caralho e eu não tive coragem, então a gente voltou a se tocar, comecei a bater uma pra ele com toda força, me sentia mal porque eu queria que ele me comesse, mas era mais forte que eu, não tinha coragem de dar o próximo passo, então masturbei ele mais e mais rápido até que todo o gozo espirrou na minha mão, morria de vontade de provar, de verdade, eu adorava a ideia de tomar tudo. Tava toda molhadinha, mas não tive coragem por vergonha. No fim, ele me bateu uma punheta até eu gozar e sujei a mão dele toda e o chão. Gozei como nunca!
A gente se olhou, sorriu e foi embora. Nos despedimos com um beijo e combinamos de conversar e marcar outro encontro.
Depois daquela vez, passou um tempão, mas a gente se encontrou de novo. Nunca paramos de conversar, então a espera foi ainda mais longa, porque sempre que eu viajava, não o encontrava — ele tinha ido estudar em outra cidade. Só no verão passado a gente se viu de novo, e foi algo único! Conto no próximo post.
Espero que tenham gostado, é a primeira vez que conto isso. Abraços!
6 comentários - Minha primeira vez (100% real)
buenisimo relato
espero la otra parte