Fala, queria contar uma história que rolou comigo não faz muito tempo. Acontece que eu tava procurando um carro usado pra minha mulher poder ir trabalhar num trampo novo que fica bem longe pra caralho. Pesquisando na internet, achei um bem conservado e que tava realmente barato pelo que mostrava na foto. Anotei o telefone e peguei as chaves do meu carro pra ir ver ele. Enquanto tava dirigindo, liguei e atendeu uma mulher com uma voz bem sensual; perguntei sobre o carro e se dava pra passar pra ver, já que ficava relativamente perto. Ela respondeu que não tinha problema e o mais chamativo foi quando ela se despediu antes de desligar, dizendo: "te espero, papai".
Cheguei na casa, bem velha mas cuidada, e com o portão cego que não deixava ver se o carro tava lá. Saiu a Mirna (vamos dizer que era esse o nome) e falou: "Faby, tava te esperando, hein?" — ela tava com umas leggings brancas que marcavam a bunda, dava pra ver que era trabalhada, e uma camiseta de algodão com as mangas tão esticadas que de lado dava pra ver um pedaço da teta. Beleza, entrei e fui ver o carro: primeiro a lataria, o interior e depois o motor. Quando pedi pra Mirna se dava pra ligar pra ouvir como funcionava, ela chamou o Ricky (também inventei pra não comprometer) e da casa apareceu o marido dela, torso nu e também bem trabalhado... "Fala", ele disse, "sou o Ricky, quer ouvir como ronca?" e piscou o olho pra mim. Lá no fundo, comecei a perceber que algo ia rolar.
Liguei o carro e a Mirna se abaixou, ficando entre a porta e eu, e passou a mão no meu antebraço esquerdo, perguntando: "Tá gostando?" Sem saber se respondia sobre o motor ou sobre as carícias, soltei: "Tá, tá muito bom..." me deixando levar pela situação e vendo no que dava. Na hora, ela respondeu: "Então, o que a gente faz?" "O que você quiser, Mirna..." O Ricky, que tinha aparecido na janela do passageiro, falou: "Não, você é o interessado, decide você." Sem saber o que responder, já que era uma situação... Muito ambígua, respondi que estava muito bem e que sim, compraria o carro... nisso, quando terminei de falar, a Mirna já estava passando a mão na minha entreperna e me diz: "Não, bobinho, não estamos falando do carro. Que tal a gente se divertir nós três aqui na garagem?" Sem pensar, e com a resposta já ensaiada, abaixo o zíper e digo: "Tiro eu ou tira você?"
Ela enfia a mão no meu zíper, puxa meu pau e começa com movimentos leves, me tira do carro pra eu ficar de pé... nessa hora, o Ricky se aproxima, já sem calças, e pra ser sincero, ele tinha um físico que abalava minha heterossexualidade. A Mirna pega o pau do Ricky e começa a chupar um e outro... depois abre bem a boca e engolia até ter ânsia e soltar saliva pra caralho. O Ricky pede pra ela levantar e começa a descer a leggings branca enorme dela, deixando ela completamente nua. Meu deus, que corpo incrível. Depois, o Ricky pega uma espreguiçadeira que eles tinham no puta gramado e pede pra eu me deitar. A Mirna sobe em cima de mim e pede pra eu chupar a buceta suculenta dela, totalmente depilada. Com minha língua, começo a aproveitar o clitóris delicioso enquanto vejo que o Ricky tinha o pau dele na boca dela.
Eu estava com uma ereção como nunca tinha sentido antes, chupando um clitóris extremamente gostoso, quando começo a sentir alguém chupando meu pau como nunca tinha sido chupado. Abro os olhos e a Mirna estava em cima de mim... ela responde: "Se o Ricky gosta de meninos também, te incomoda?" E eu já estava na dança, e como nunca tinha experimentado, relaxei e comecei a curtir aquele boquete que realmente tava me agradando pra caralho (me falaram que pra um homem não tem nada como um boquete de outro homem).
O Ricky para de chupar meu pau e pede pra Mirna lamber o cu dele pra dilatar um pouco. Então eu levanto e, enquanto ela lambe a bunda dele, começo a comer aquela buceta molhada com minha saliva.
A Mirna pede pra eu deixar ela deitar pra que o Ricky possa comer ela um pouco. Levanto e fico de lado com a pica na mão, vendo o Ricky meter na frente de mim. Pensei que a fantasia tinha acabado, mas nessa hora o Ricky me olha e pede pra eu comer o cu dele, que já tava bem dilatadinho. Enquanto ele comia a Mirna, eu abro o cu dele e devagar começo a enfiar minha pica. Uns gemidos misturados de dor e prazer saem da boca do cara, que começa a rebolar pra aproveitar minha pica e a buceta da Mirna.
Já tava me deixando levar completamente, todos gemendo e curtindo. A Mirna, que comandava a cena toda, pede pro marido deitar de barriga pra cima pra eu comer ele enquanto ele chupava a buceta dela. Começamos nessa posição e eu tava tão focado que com a mão esquerda comecei a masturbar o Ricky, primeiro devagar e depois com mais força. Depois de uns minutos, o Ricky fala: "Não aguento mais...". "Solta", disse a Mirna, que se abaixou pra fazer um 69 enquanto eu masturbava o marido, que na hora despeja todo o leite na boca dela. Não deixou uma gota e, no final, ela me olha e pede pra eu gozar. Quando tô quase gozando, pedem pra eu tirar e descarregar tudo na boca dos dois. Brigavam pra me esvaziar, a pica pulsava a cada orgasmo e eu nunca tinha sentido um gozo igual, e como era de esperar, o Ricky engoliu a maior parte do meu prêmio.
A verdade é que foi uma surpresa incrível, saí pra comprar um carro e acabei levando a melhor transa da minha vida numa festa com um casal de bissexuais. Nunca comprei o carro porque o anúncio era pra atrair gente e comer na garagem.
Cheguei na casa, bem velha mas cuidada, e com o portão cego que não deixava ver se o carro tava lá. Saiu a Mirna (vamos dizer que era esse o nome) e falou: "Faby, tava te esperando, hein?" — ela tava com umas leggings brancas que marcavam a bunda, dava pra ver que era trabalhada, e uma camiseta de algodão com as mangas tão esticadas que de lado dava pra ver um pedaço da teta. Beleza, entrei e fui ver o carro: primeiro a lataria, o interior e depois o motor. Quando pedi pra Mirna se dava pra ligar pra ouvir como funcionava, ela chamou o Ricky (também inventei pra não comprometer) e da casa apareceu o marido dela, torso nu e também bem trabalhado... "Fala", ele disse, "sou o Ricky, quer ouvir como ronca?" e piscou o olho pra mim. Lá no fundo, comecei a perceber que algo ia rolar.
Liguei o carro e a Mirna se abaixou, ficando entre a porta e eu, e passou a mão no meu antebraço esquerdo, perguntando: "Tá gostando?" Sem saber se respondia sobre o motor ou sobre as carícias, soltei: "Tá, tá muito bom..." me deixando levar pela situação e vendo no que dava. Na hora, ela respondeu: "Então, o que a gente faz?" "O que você quiser, Mirna..." O Ricky, que tinha aparecido na janela do passageiro, falou: "Não, você é o interessado, decide você." Sem saber o que responder, já que era uma situação... Muito ambígua, respondi que estava muito bem e que sim, compraria o carro... nisso, quando terminei de falar, a Mirna já estava passando a mão na minha entreperna e me diz: "Não, bobinho, não estamos falando do carro. Que tal a gente se divertir nós três aqui na garagem?" Sem pensar, e com a resposta já ensaiada, abaixo o zíper e digo: "Tiro eu ou tira você?"
Ela enfia a mão no meu zíper, puxa meu pau e começa com movimentos leves, me tira do carro pra eu ficar de pé... nessa hora, o Ricky se aproxima, já sem calças, e pra ser sincero, ele tinha um físico que abalava minha heterossexualidade. A Mirna pega o pau do Ricky e começa a chupar um e outro... depois abre bem a boca e engolia até ter ânsia e soltar saliva pra caralho. O Ricky pede pra ela levantar e começa a descer a leggings branca enorme dela, deixando ela completamente nua. Meu deus, que corpo incrível. Depois, o Ricky pega uma espreguiçadeira que eles tinham no puta gramado e pede pra eu me deitar. A Mirna sobe em cima de mim e pede pra eu chupar a buceta suculenta dela, totalmente depilada. Com minha língua, começo a aproveitar o clitóris delicioso enquanto vejo que o Ricky tinha o pau dele na boca dela.
Eu estava com uma ereção como nunca tinha sentido antes, chupando um clitóris extremamente gostoso, quando começo a sentir alguém chupando meu pau como nunca tinha sido chupado. Abro os olhos e a Mirna estava em cima de mim... ela responde: "Se o Ricky gosta de meninos também, te incomoda?" E eu já estava na dança, e como nunca tinha experimentado, relaxei e comecei a curtir aquele boquete que realmente tava me agradando pra caralho (me falaram que pra um homem não tem nada como um boquete de outro homem).
O Ricky para de chupar meu pau e pede pra Mirna lamber o cu dele pra dilatar um pouco. Então eu levanto e, enquanto ela lambe a bunda dele, começo a comer aquela buceta molhada com minha saliva.
A Mirna pede pra eu deixar ela deitar pra que o Ricky possa comer ela um pouco. Levanto e fico de lado com a pica na mão, vendo o Ricky meter na frente de mim. Pensei que a fantasia tinha acabado, mas nessa hora o Ricky me olha e pede pra eu comer o cu dele, que já tava bem dilatadinho. Enquanto ele comia a Mirna, eu abro o cu dele e devagar começo a enfiar minha pica. Uns gemidos misturados de dor e prazer saem da boca do cara, que começa a rebolar pra aproveitar minha pica e a buceta da Mirna.
Já tava me deixando levar completamente, todos gemendo e curtindo. A Mirna, que comandava a cena toda, pede pro marido deitar de barriga pra cima pra eu comer ele enquanto ele chupava a buceta dela. Começamos nessa posição e eu tava tão focado que com a mão esquerda comecei a masturbar o Ricky, primeiro devagar e depois com mais força. Depois de uns minutos, o Ricky fala: "Não aguento mais...". "Solta", disse a Mirna, que se abaixou pra fazer um 69 enquanto eu masturbava o marido, que na hora despeja todo o leite na boca dela. Não deixou uma gota e, no final, ela me olha e pede pra eu gozar. Quando tô quase gozando, pedem pra eu tirar e descarregar tudo na boca dos dois. Brigavam pra me esvaziar, a pica pulsava a cada orgasmo e eu nunca tinha sentido um gozo igual, e como era de esperar, o Ricky engoliu a maior parte do meu prêmio.
A verdade é que foi uma surpresa incrível, saí pra comprar um carro e acabei levando a melhor transa da minha vida numa festa com um casal de bissexuais. Nunca comprei o carro porque o anúncio era pra atrair gente e comer na garagem.
8 comentários - El auto Bi (relato)
pasate por mis posts, te van a gustar
saludos
abrazo
rafael