Ao chegar, entro e o Ernesto fala pra esperar que ele já voltava. Os minutos passaram e minha curiosidade me levou até o corredor que dá no quarto. Lá estava o Ernesto com a Elena, uma loira que dava catequese e era muito gostosa. Baixinha, peitões bons, as punhetas que a gente dedicava a ela com o Julian eram incontáveis. E ali estava ela, chupando a pica do Ernesto, de costas pra mim e mostrando aquela bunda bem redonda e aquela buceta. Aproveitando a posição, entrei e me acomodei num canto com cortina pra ver o show. Uns instantes depois, a puta montou naquela rola deliciosa enquanto ele chupava os peitos dela de um jeito foda, às vezes mordia e ela respondia apertando os ovos dele.
Eu me masturbava através da minha calcinha bem devagar, minha pica tava dura pra caralho. Os peitos da Elena balançavam batendo na cara e no peito do Ernesto, depois ela virou pra continuar sendo comida por trás. A buceta dela era coroada por um triângulo preto de pelos, o que me excitou ainda mais. Ela não me via.
O outro já tava perto de gozar, e ela, muito, mas muito puta, sai e começa a bater uma pra ele, e o coitado goza fora, largando o leite no chão. Eu gozei também, com um dos consolos que tinha achado atrás daquela cortina bem enfiado no meu rabo. A loira se vestiu e foi embora. Nem um beijo, nem nada.
Ele ficou largado na cama, pelado e com a pica mole. Quando tava quase dormindo, apareço na frente dele, já pelado (mas de liga) e coloco minha bunda na boca dele.
-Essa puta não faz direito
Ele não disse nada. Só senti a língua dele começar a se mexer pra depois dar lugar aos dedos.
—Quero provar o gosto dessa buceta —falei antes de começar a chupar a pica dele. Já estávamos num 69 devagar, já que a pica dele ia demorar pra ficar dura de novo. Mesmo assim, ainda tinha gozo do boquete anterior. Eu, porém, fazia uma masturbação intensa, com lambidas e mordiscadas na cabeça. E aí deixei ele louco. Aquela pica começou a subir, e ele também. Mas já tinha pegado o suficiente, então só me dediquei a dar uma chupada de porra com gozo na boca. Aí sim ele ficou como morto. Virei ele, coloquei uma camisinha e penetrei ele suavemente.
—Tá vendo que ela não te fode?
Quando já sentia que ia explodir, saí do corpo dele e me masturbei na frente dele, pra alegria dele. Depois ele falou em fazer outra orgia, mas com ela. Mas isso eu conto depois.
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