..el kiosquero deseaba mi verga (Relato) Final

Pra quem não leu a primeira parte da história ou quer reler.http://www.poringa.net/posts/gay/2208145/__el-kiosquero-deseaba-mi-verga-_Relato____.htmlAí vai a parte final do relato:

Esteban continuava agarrado na minha pika, chupava como se não houvesse amanhã, ia me fazer gozar tudo se eu não parasse.

- Dá uma segurada, falei, você vai me fazer gozar se continuar.
- Não, não, hoje você não me deixa na mão, quero que me coma, disse o jornaleiro.

Na hora larguei minha pika e me ajeitei na cama, ele ficou de quatro, a bunda dele já estava bem dilatada, ele tinha ficado se abrindo com os dedos enquanto me chupava.

Fui até o criado-mudo e peguei uma camisinha que o Esteban tinha deixado pronta quando entramos no quarto dele, coloquei, minha pika estava quente e muito dura, tava com vontade de foder, tanto fazia agora se era minha mulher ou a bunda do moleque do jornaleiro.

- Vai me meter logo? perguntou o Esteban.

Me ajeitei na cama atrás dele, segurei na cintura dele e encostei minha pika no buraquinho dele, tava pronto pra comer ele.

- Não me deixa esperando, por favor, pediu o jornaleiro, me come, vai.

Não precisei ser pedido duas vezes, empurrei um pouquinho minha pika e a cabeça entrou de uma vez, o cu dele ofereceu pouca resistência, nós dois távamos muito excitados.

- Devagar agora, pediu, você tem ela muito grande, vai rasgar minha bunda.

Ouvir aquilo me deixou mais tesudo ainda, minha pika cresceu mais de tamanho, comecei a penetrar ele, devagar, suave, minha pika entrava aos poucos e num ritmo tranquilo.

- Mm sim, vai, que pika gostosa você tem, ele me disse.
- É? você gosta? gosta de como eu rasgo sua bunda? perguntei.
- Sim, sim, faz tempo que quero que você me coma, nunca surgia a oportunidade, disse o Esteban.

Olhei pra pika dele, também tava dura, minha fodida tava excitando ele pra caralho. Acelerei um pouco o ritmo, minha pika já tava quase toda dentro.

O buraquinho dele agora tava bem dilatado, eu sentia como minha pika quente abria e penetrava ele, ele gemia de prazer.

- Segura minha pika enquanto me come, ele pediu.

Soltei uma mão da cintura dele e peguei na pika dele, tava muito dura, eu apertava, batia uma pra ele, ficava mais dura ainda.

- Mm sim, adoro, disse o Esteban.

Voltei a segurar ele com as duas mãos na cintura. Cintura, queria meter com mais força.
— Vamo ver se você aguenta uma boa trepada, falei.

Agora eu tava segurando ele firme pela cintura, acelerei o ritmo, meu pau entrava e saía com força, minhas bolas batiam nas dele e na bunda dele.
O jornaleiro agora gemia de prazer e dor, eu tava estuprando ele com força, meu pau entrava com violência.

— Tá gostando? perguntei.
— Sim, sim, não para, pediu, você tá rasgando meu cu, mas não para, por favor.

Acho que nem minha mulher eu já comi tão forte, era incrível como o jornaleiro aguentava uma trepada daquelas, eu tava louco de tesão, e ele nem se fala, gemia cada vez mais alto.

De repente, do pau dele começou a jorrar porra, ele tava gozando com meu pau no cu, isso me deixou ainda mais excitado, não sei quanto tempo ia aguentar sem encher o cu dele com minha porra.

— Que bunda boa você tem, falei, tá sentindo como me deixou de pau duro?
— Hum, sim, sim, não para, continua comendo minha bunda, pediu, me come de pé antes de gozar, que eu adoro.

Ele levantou da cama e se encostou na parede, apoiou as mãos e colocou a bunda pra trás, abriu as pernas pra facilitar minha penetração.
Com certeza era uma posição que eu amava, com minha mulher a gente sempre faz e fica louco. Fiquei atrás dele contra a parede e meti meu pau de uma vez.

Ele deu um gemidinho, assim que tava dentro dele, voltei com minha penetração selvagem.

— Não aguento mais, falei, vou gozar.
— É? Tira, joga sua porra em cima de mim, pediu o Esteban.

Na hora não aguentei mais, tirei meu pau do cu dele, arranquei a camisinha e joguei minha porra quente e grossa na bunda aberta dele.

— Hum, sim, como sinto sua porra quente, puta, ele disse.
— Como você me fez gozar, uma loucura, falei.

Ele se virou e se ajoelhou na minha frente, pegou meu pau ainda duro e começou a passar a língua, enfiou tudo na boca, tirou até a última gotinha de porra.

— Que gostoso seu pau, adoro, e sua porra também, ele disse.

Eu tinha ficado mais que satisfeito, meu pau agora tava mole, o dele tava duro de novo, ele tava batendo uma. Com força agora, queria gozar também
Fui no banheiro me lavar, tinha que voltar pra casa, tava na pia do banheiro quando senti que ele entrou atrás de mim, encostou o pau na minha bunda e derramou todo o gozo dele
Ali mesmo passei a língua no gozo dele escorrido no meu corpo, que tesão pelo amor de Deus, depois de chupar o próprio gozo ele me limpou bem com uma toalha
– Muito lindo tudo isso, falei, mas tenho que voltar, são quase seis horas, daqui a pouco chega minha mulher que saiu pra farra com as amigas
– Hum, foi genial, finalmente realizei a vontade de meter seu pau gostoso, espero que não seja a última vez, disse o dono da banca
– É, sei lá, vou indo, não quero arrumar confusão agora
Nos despedimos, desci até a garagem, peguei o carro e fui pra casa, assim que cheguei recebi uma mensagem da minha mulher, que chegava daqui a pouco
Esperei ela dormindo, tomara que não volte com vontade de transar, pensei, já tive o suficiente por hoje...

FIM

Espero que tenham gostado, aguardo os comentários de vocês

Abraços

12 comentários - ..el kiosquero deseaba mi verga (Relato) Final

csm primera vez q me exito con esto
jja bien ahi, siempre hay una primera vez...