Fala, queridos amigos, como é que vocês tão? Voltei depois de um tempão e é pra contar uma história gostosa que rolou comigo nesse 17 de agosto. Não vou enrolar mais e vou direto ao ponto.
Saí tarde do trampo e tava sozinho em casa, sem saco pra fazer janta, aí resolvi ir no supermercado chinês que vou sempre, comprar a coisa mais rápida que tem: um pouco de frios, pão e uma cerveja, claro. A noite tava horrível, chuva pra caralho. Cheguei bem na hora que tavam fechando. Como o segurança me conhece, me deixou entrar. Fui direto pro corredor dos frios, que fica lá no fundo do mercado, não tinha ninguém. Passei pela parte de utilidades e vi um repositor (que eu já tava de olho fazia um tempo) passando a mão na rola do encarregado por cima da calça. O encarregado é um chinesinho de uns 24 anos, uma delícia, diferente de todos: corpo bonito, forte, cara linda, se veste muito bem e é super simpático. Eles tentaram disfarçar, mas eu já tinha visto tudo. Pra quebrar o gelo, cumprimentei os dois, e eles responderam quase em coro. O chinesinho foi pra frente, e o Milciades, o repositor, ficou arrumando uns produtos por ali. Escolhi rápido o que ia levar e voltei pelo mesmo caminho. Perguntei sobre um produto pra ele, e ele me levou até onde tava. Claro que era só desculpa. Ele disse que já ia embora, que no dia seguinte não trabalhava, e perguntou se eu não tinha dois reais em moedas pra trocar. Fiquei de pau duro, tava saindo muito fácil, mas tentei não me empolgar.
Paguei e saí quase junto com ele. A gente parou debaixo da marquise do mercado porque agora a chuva tava forte. Me animei e perguntei pra onde ele ia. Ele falou o lugar, que ficava pro lado oposto ao meu, umas paradas de ônibus. Sem pensar, falei: "Quer que eu te leve?" Ele hesitou um segundo e depois aceitou. Sem perder tempo, a gente correu até o carro. Assim que saímos, falei: "Te incomoda se eu passar rapidinho em casa? Só pra deixar a comida e acender a luz da frente, pra quando eu voltar, sabe?" "Sim, sim, sem problemas", ele respondeu. A gente foi falando besteira até... Chegar. Não me animei naquele momento a perguntar nada do que tinha visto um tempo antes. Além disso, essa era a segunda etapa do plano: levar ele pra casa e lá convidar pra fazer algo.
Ao chegar, convidei ele a descer. Entramos e ele me perguntou: "Você mora sozinho?" "Sim, por quê?" "Por nada", respondeu. Levei a bolsa pra cozinha, voltei e fui no banheiro mijar. Tava quase de pau duro. Me animei e falei na lata: "Eu vi vocês se tocando com o chinesinho." Esperei a resposta, que pareceu uma eternidade. "É, a gente sempre brinca assim", ele disse. Já tava no caminho, então agora vou com tudo, pensei comigo. No fim, o "não" sempre tá lá.
Milcíades é meio tímido ou se faz. Perguntei o que ele gostava de fazer na cama. Ele contou que tudo que desse prazer. Perguntei se já tinha transado com o outro e ele disse que numa oportunidade tinha chupado ele. Minha pica já tava molhada e doía de tão dura. Falei que tava muito tarado e com vontade de fazer algo. "Algo como o quê?", ele perguntou. "Algo que dê prazer pra nós dois", respondi.
"Eu chupo o chinesinho, mas você também chupa ele, né?" "Sim, claro", ele disse. Não aguentei mais. Desabotoei a calça e tirei minha pica pra fora. Tava dura, cabeçuda e vermelha como um tomate maduro. Fiz um sinal pra ele se aproximar. Ele veio e pegou na minha pica. Senti a mão áspera dele no meu pau, que quase me fez gozar. "Me mostra como você chupou ele", falei. Ele se inclinou e meteu na boca de uma vez. Chupava suave e devagar, enfiando até a garganta, dando de vez em quando um beijinho na ponta.
Me despi completamente e comecei a despir ele. Ele tirou o tênis, a calça e a camisa que tava usando. Vi um corpo fibroso, magro, com umas pernas bonitas e uma bunda linda. Fomos pra um sofá e eu sentei. Tirei a cueca dele. Ele tava pelado na minha frente. Tem poucos pelos, pau normal, mas bem cabeçudo, e uma veia grossa que percorre a rola toda. Ovos pequenos. Ele pediu pra ir no banheiro. Quando foi saindo, pude ver a bunda redonda e linda que ele tem, dura e bem empinada. Joguei um colchonete no chão. e me deitei esperando ele, voltou rápido, se colocou por cima de mim na posição 69 e começou a chupar minha pica, brinquei um pouco com o buraco dele, tá sem um pelo, macio mas já não é virgem, me animei e chupei ele um pouco, tinha cheiro de limpeza, na hora ele chupava a minha com mais vontade, ficamos de frente e ele guiou a rola dele até minha boca, meti devagar, deslizei a pele com meus lábios, e chupei ele um pouco enquanto ele cuidava da minha, falei que queria penetrar ele, ele concordou, peguei camisinha e lubrificante, lubrifiquei ele, ele colocou o preservativo e finalmente meti tudo, sem reclamar ele engoliu inteira, de todas as posições possíveis, ele ficou de quatro e eu meti, enquanto ele se masturbava, gozamos quase ao mesmo tempo, acho que o jato dele acertou na cara, saiu com tanta força e quantidade que parecia que tava há meses sem dar. Saí e tomamos banho, convidei ele pra comer e se quisesse ficar, ficasse, já que eu não trabalhava no dia seguinte e ele também não. Perguntei sobre o chinesinho, ele disse que tinha a pica grossa, cabeçuda e bolas boas, que é bissexual e chupa pica e cu, que ele comia ele muito bem, me excitou pra caralho, perguntei quais as chances de comer ele, ele disse pra eu abordar quando ele tivesse sozinho, o que vou fazer, já que eu converso muito com ele e ele sempre me procura quando entro pra comprar, pra me cumprimentar ou bater papo, e eu queria muito foder com ele. Milcíades aceitou e ficou em casa pra dormir, ele também mora sozinho, vimos um filme pornô gay e fodemos de novo, mais e melhor, com calma. No dia seguinte acordamos, tomamos café, demos uma boa chupada de pica, e levei ele até a casa dele, ele me convidou pra ir quando quisesse, só avisar. Nos despedimos naquele dia, propus chamar o chinesinho pra um ménage, ele ficou de me responder. Voltei ao supermercado naquele domingo e lá estava ele repondo mercadorias, agachado dava pra ver o elástico da cueca e as costas dele, veio na minha cabeça a imagem daquele cu lindo que chupei e comi, minha pica tentava escapar. Do boxer, eu cumprimentei ele e segui em frente. Ele se virou e me disse: "E aí, se chover, você me leva de novo?". Olhei pra ele e me toquei na pica. Ele respondeu, passando a língua pelos lábios. Senti uma umidade na minha pica, era o líquido pré-seminal que estava saindo em boa quantidade. Fui ao banheiro e tive que bater uma punheta daquelas. No segundo ou terceiro movimento, soltei um jorro grosso e abundante. Me segurei pra não gritar. Esperei baixar, saí, comprei o que precisava e voltei por onde ele estava. Contei pra ele que tinha batido uma boa punheta pensando na bunda dele. Combinamos de nos ver hoje à noite. Já estou me preparando.
Saí tarde do trampo e tava sozinho em casa, sem saco pra fazer janta, aí resolvi ir no supermercado chinês que vou sempre, comprar a coisa mais rápida que tem: um pouco de frios, pão e uma cerveja, claro. A noite tava horrível, chuva pra caralho. Cheguei bem na hora que tavam fechando. Como o segurança me conhece, me deixou entrar. Fui direto pro corredor dos frios, que fica lá no fundo do mercado, não tinha ninguém. Passei pela parte de utilidades e vi um repositor (que eu já tava de olho fazia um tempo) passando a mão na rola do encarregado por cima da calça. O encarregado é um chinesinho de uns 24 anos, uma delícia, diferente de todos: corpo bonito, forte, cara linda, se veste muito bem e é super simpático. Eles tentaram disfarçar, mas eu já tinha visto tudo. Pra quebrar o gelo, cumprimentei os dois, e eles responderam quase em coro. O chinesinho foi pra frente, e o Milciades, o repositor, ficou arrumando uns produtos por ali. Escolhi rápido o que ia levar e voltei pelo mesmo caminho. Perguntei sobre um produto pra ele, e ele me levou até onde tava. Claro que era só desculpa. Ele disse que já ia embora, que no dia seguinte não trabalhava, e perguntou se eu não tinha dois reais em moedas pra trocar. Fiquei de pau duro, tava saindo muito fácil, mas tentei não me empolgar.
Paguei e saí quase junto com ele. A gente parou debaixo da marquise do mercado porque agora a chuva tava forte. Me animei e perguntei pra onde ele ia. Ele falou o lugar, que ficava pro lado oposto ao meu, umas paradas de ônibus. Sem pensar, falei: "Quer que eu te leve?" Ele hesitou um segundo e depois aceitou. Sem perder tempo, a gente correu até o carro. Assim que saímos, falei: "Te incomoda se eu passar rapidinho em casa? Só pra deixar a comida e acender a luz da frente, pra quando eu voltar, sabe?" "Sim, sim, sem problemas", ele respondeu. A gente foi falando besteira até... Chegar. Não me animei naquele momento a perguntar nada do que tinha visto um tempo antes. Além disso, essa era a segunda etapa do plano: levar ele pra casa e lá convidar pra fazer algo.
Ao chegar, convidei ele a descer. Entramos e ele me perguntou: "Você mora sozinho?" "Sim, por quê?" "Por nada", respondeu. Levei a bolsa pra cozinha, voltei e fui no banheiro mijar. Tava quase de pau duro. Me animei e falei na lata: "Eu vi vocês se tocando com o chinesinho." Esperei a resposta, que pareceu uma eternidade. "É, a gente sempre brinca assim", ele disse. Já tava no caminho, então agora vou com tudo, pensei comigo. No fim, o "não" sempre tá lá.
Milcíades é meio tímido ou se faz. Perguntei o que ele gostava de fazer na cama. Ele contou que tudo que desse prazer. Perguntei se já tinha transado com o outro e ele disse que numa oportunidade tinha chupado ele. Minha pica já tava molhada e doía de tão dura. Falei que tava muito tarado e com vontade de fazer algo. "Algo como o quê?", ele perguntou. "Algo que dê prazer pra nós dois", respondi.
"Eu chupo o chinesinho, mas você também chupa ele, né?" "Sim, claro", ele disse. Não aguentei mais. Desabotoei a calça e tirei minha pica pra fora. Tava dura, cabeçuda e vermelha como um tomate maduro. Fiz um sinal pra ele se aproximar. Ele veio e pegou na minha pica. Senti a mão áspera dele no meu pau, que quase me fez gozar. "Me mostra como você chupou ele", falei. Ele se inclinou e meteu na boca de uma vez. Chupava suave e devagar, enfiando até a garganta, dando de vez em quando um beijinho na ponta.
Me despi completamente e comecei a despir ele. Ele tirou o tênis, a calça e a camisa que tava usando. Vi um corpo fibroso, magro, com umas pernas bonitas e uma bunda linda. Fomos pra um sofá e eu sentei. Tirei a cueca dele. Ele tava pelado na minha frente. Tem poucos pelos, pau normal, mas bem cabeçudo, e uma veia grossa que percorre a rola toda. Ovos pequenos. Ele pediu pra ir no banheiro. Quando foi saindo, pude ver a bunda redonda e linda que ele tem, dura e bem empinada. Joguei um colchonete no chão. e me deitei esperando ele, voltou rápido, se colocou por cima de mim na posição 69 e começou a chupar minha pica, brinquei um pouco com o buraco dele, tá sem um pelo, macio mas já não é virgem, me animei e chupei ele um pouco, tinha cheiro de limpeza, na hora ele chupava a minha com mais vontade, ficamos de frente e ele guiou a rola dele até minha boca, meti devagar, deslizei a pele com meus lábios, e chupei ele um pouco enquanto ele cuidava da minha, falei que queria penetrar ele, ele concordou, peguei camisinha e lubrificante, lubrifiquei ele, ele colocou o preservativo e finalmente meti tudo, sem reclamar ele engoliu inteira, de todas as posições possíveis, ele ficou de quatro e eu meti, enquanto ele se masturbava, gozamos quase ao mesmo tempo, acho que o jato dele acertou na cara, saiu com tanta força e quantidade que parecia que tava há meses sem dar. Saí e tomamos banho, convidei ele pra comer e se quisesse ficar, ficasse, já que eu não trabalhava no dia seguinte e ele também não. Perguntei sobre o chinesinho, ele disse que tinha a pica grossa, cabeçuda e bolas boas, que é bissexual e chupa pica e cu, que ele comia ele muito bem, me excitou pra caralho, perguntei quais as chances de comer ele, ele disse pra eu abordar quando ele tivesse sozinho, o que vou fazer, já que eu converso muito com ele e ele sempre me procura quando entro pra comprar, pra me cumprimentar ou bater papo, e eu queria muito foder com ele. Milcíades aceitou e ficou em casa pra dormir, ele também mora sozinho, vimos um filme pornô gay e fodemos de novo, mais e melhor, com calma. No dia seguinte acordamos, tomamos café, demos uma boa chupada de pica, e levei ele até a casa dele, ele me convidou pra ir quando quisesse, só avisar. Nos despedimos naquele dia, propus chamar o chinesinho pra um ménage, ele ficou de me responder. Voltei ao supermercado naquele domingo e lá estava ele repondo mercadorias, agachado dava pra ver o elástico da cueca e as costas dele, veio na minha cabeça a imagem daquele cu lindo que chupei e comi, minha pica tentava escapar. Do boxer, eu cumprimentei ele e segui em frente. Ele se virou e me disse: "E aí, se chover, você me leva de novo?". Olhei pra ele e me toquei na pica. Ele respondeu, passando a língua pelos lábios. Senti uma umidade na minha pica, era o líquido pré-seminal que estava saindo em boa quantidade. Fui ao banheiro e tive que bater uma punheta daquelas. No segundo ou terceiro movimento, soltei um jorro grosso e abundante. Me segurei pra não gritar. Esperei baixar, saí, comprei o que precisava e voltei por onde ele estava. Contei pra ele que tinha batido uma boa punheta pensando na bunda dele. Combinamos de nos ver hoje à noite. Já estou me preparando.
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