Parte 1: Com o preceptor mais gostoso (relato gay)

meu primeiro post... se vocês gostarem, posto mais. postei ele primeiro porque foi uma experiência incrível... espero que vocês tenham uma ou várias...
Com o preceptor mais gostoso
Era um dia normal de verão na escola, tivemos um tempo livre porque a velha do Marketing faltou, então resolvi animar o velório que era minha turma e comecei a convencer alguns a fazerem umas maldades. Ninguém topou, então decidi me aproximar do grupo de meninas que estavam sentadas na escada da escola…

Eu: _ Oi, meninas, como vocês estão? O que vocês tão fazendo que tão rindo tanto?
Emily: _ Nada, amor, a gente tá jogando um negócio. Quer jogar?
Eu: _ Bora… qual é o jogo?
Lorena: _ Verdade ou consequência. Topa?
Emily: _ Bom, já que você é novo, a gente vai fazer agora… mas olha, a gente tá jogando com umas paradas pesadas… não vai amarelar, vai?
Eu: _ Ok… quando que eu amarelei? (e assim, sem mais, pronto pra tudo).
Emily: _ Verdade ou consequência?
Eu: _ Consequência, porra! Eu aguento de boa (sempre me fazia de durão pra essas vadias, e como sabiam que essa ia ser minha resposta, demoraram um pouco e decidiram entre todas).
Cynthia: _ Beleza… beleza, vamos ver se você é tão macho quanto dizem. Vai até a secretaria e fala pro diretor vir pra cá. (só faziam isso pra ver ele andar, aquele homem só de caminhar já excitava qualquer mulher).

Então fui até a secretaria e chamei ele, vim conversando com ele pelo pátio inteiro, como qualquer outro dia, já que ele era muito gente boa, mas principalmente comigo, sempre me perdoava os atrasos, as broncas dos professores, e muito mais. Chegamos onde as meninas estavam sentadas, e elas babavam como sempre, falando qualquer besteira, e Cynthia disse: _ Diretor, pode me dizer quantas faltas eu tenho? Ele respondeu que sim e foi andando pelo pátio. Quando ele tava no meio do pátio grande…

Emily falou: _ Vai! Agora começa sua prenda: corre e dá um tapa na bunda do diretor e abraça ele.
Corri até alcançar ele e primeiro olhei — como de costume — pra bunda linda dele, depois bati com força e me pendurei nele. Ombros musculosos,
ele me disse: _mas Pablo, o que você tá fazendo?!
Eu:_ Nada, só uma brincadeirinha, queria te apalpar um pouco… não vai ficar bravo comigo?... tá durinha, seu infeliz! (falei num tom cômico)

Voltei pro grupo das vadias, que não paravam de rir, e me diziam entre risadas: _não, não dá, você é doido varrido! E calaram a boca quando o inspetor voltou… Ele deu falta pra todo mundo que tava ali, quando de repente a Andrea disse: _ô inspetor, como é que vai deixar a bunda ser apalpada pelo Chini! (com a voz de head master que ela mandava melhor), e o inspetor respondeu: _claro que isso não vai ficar assim, Chini, já vem comigo pra sala dos inspetores. No caminho, ele não trocou uma palavra comigo, eu sentia o calor dos meus nervos me inundando da ponta dos pés até o último fio de cabelo.

Entramos na sala dos inspetores e eu expliquei que tudo tinha sido uma brincadeira das meninas (eu suava como nunca, pensando que iam me expulsar de novo de outra escola). Aí ele me respondeu: _com que cara você vai explicar isso na diretoria?
Eu:_ não, não, não, não pode fazer isso comigo, Dani, eu faço qualquer coisa, mas não me entrega.
Daniel:_ é que não dá, Pablo, você sempre se metendo em encrenca… vai me esperar na sala de música, que os outros inspetores já vão chegar, e a gente vai conversar direito…

Eu, apressado, fui pra sala de música, que por sinal era a sala mais afastada do prédio, entrei e sentei no piano, enquanto me corroía com meus próprios pensamentos. Quando ele entrou, bem na hora do sinal do recreio, fechou a porta e disse: _assim ninguém incomoda. E começamos a conversar…

Daniel:_ Como é que você se mete em confusão, hein? Tem que parar de fazer merda, moleque, eu já não posso mais te proteger!
Eu:_ olha, Daniel, foi só uma brincadeira de mau gosto que aquelas filhas da puta me fizeram, juro que não vai acontecer de novo…
Daniel:_ Tá bom!... também não é pra tanto… se você me pedir primeiro, sempre vai poder me ter. tocar…
Naquele momento gostoso, minha excitação subiu ao mil… Não podia acreditar que a beleza com que eu tinha fantasiado desde o primeiro dia que vi ele tava me dando mole… Pra mim, ele era um homem fodidamente perfeito… Loiro, fortemente marcado (já que tinha uma academia e ainda era professor de educação física), olhos maravilhosamente cinzas, a pele perfeita sem uma marca… sem sardas nem mancha alguma, macia pra caralho e com o melhor bronzeado que eu já tinha visto até aquele momento da minha vida. Embora minha cara não mostrasse minha felicidade e tesão, eu disse:
Eu: _ Naa, me fode! Tipo… você… você é gay? (nunca teria imaginado um homem casado e com uma mulher gostosa pra caralho)
Daniel: _ Emm… sei lá se sou gay – respondeu bem hesitante – tipo, eu gosto de aproveitar todos os prazeres da vida… e esse momento me dá vontade de você… (Naquela hora, minha excitação foi ao limite, meu pau tava completamente duro)
Eu: _ Então você tá com vontade de mim… E me diz o que eu posso te oferecer…

E ele só me respondeu com um dos melhores beijos da minha vida, a boca dele me sugava por completo, a língua dele se movia rapidamente pela minha boca junto com a minha língua, ansiosa pra chupar o pau dele. Rapidamente ele começou a desabotoar minha camisa e tirar minha calça, sem me dar tempo de tirar a cueca, ele rasgou ela com as mãos fortes dele, e eu sentei no banquinho do piano e ele começou a me dar uns beijos gostosos por todo o peito enquanto se ajoelhava, abrindo caminho até meu pau que não aguentava mais… Ele chupou como ninguém até hoje, enfiou de uma bocada só na boca gostosa dele, com lábios macios e grossos, bem viris, só tirava da boca pra passar a língua imponente dele na minha glande, senti pela primeira vez o imenso prazer de ter as bolas e o pênis chupados ao mesmo tempo, ele chupou tão gostoso que me fez gozar na boca dele, lambuzei ele de porra na cara toda porque não parava de gozar, e ele disse: "Eu duvidei que você tava carregadinho!", e eu só respondi com um pequeno Sorriso de prazer, ele parou e, sem hesitar, enfiei meu pau imponente de uns 19 cm, era bem grosso, com uma cabeça linda, de cor uniforme e do mesmo tom do corpo bronzeado dele. Enquanto eu chupava, ele tirou da minha boca e me levantou, me beijou apaixonadamente de novo e disse: "quero que você me coma, cara". Isso foi o suficiente pra meu amigo ficar de novo em pé, firme como um soldado pronto pra guerra. Ele se ajoelhou de quatro, se apoiou no piano e disse: "chupa meu cu, cara".

E eu me joguei naquele cu perfeito, de tom cobre, que já estava meio dilatado. Enquanto batia uma pra ele e mordia sem dó as nádegas completamente depiladas — o que me deixou louco —, enfiei meus dedos, que entraram fácil, e depois meti três de uma vez. Ele gemeu como um verdadeiro macho e disse: "ai, cara... como você me deixa! Mas não vai meter, né? Não tem camisinha!". "É o que você pensa", falei. Procurei na mesa do professor de música, sabendo que tinha camisinha lá — porque também comi o velho do professor, mas isso é outra história. Peguei algumas e coloquei rápido, sem me importar se tava certo ou não. Me aproximei do cara, que tava enfiando os dedos selvagemente no próprio cu, cuspi no meu pau, bati uma rapidinha pra lubrificar bem a camisinha e meti de uma vez só!

Ele tremeu de prazer e gemeu, o que me deixou ainda mais excitado. Eu tava no limite quando ouvi ele dizer: "Vaaaaai, faz o mais forte que puder!" — quase gritando. Respondi com uma metida fortíssima. Ele se ajeitou melhor, e comecei a meter o mais forte que podia, o mais forte que já meti em alguém na vida. Ele tremia e gemia como um verdadeiro macho; os sons dele me deixavam a mil. As costas dele, todas suadas, brilhavam com a única luz que iluminava a gente, a de uma janelona. Era fodidamente lindo. E eu já tava quase gozando, dava pra sentir meu pau inchando dentro dele, o que ele com certeza também sentiu, e ele se entregou. virei rápido, fiquei de barriga pra cima, e tirei meu pau do cu dele. Ele sentou no piano e eu fiquei em pé no banquinho, deixando meu pau ao alcance da boca dele, que tava louca por leite. Ele chupou com a mesma força e dedicação da primeira vez, e em instantes meu pau inchou de novo, violentamente. Eu sentia que tava flutuando de prazer, e ele enfiou tudo pra dentro, enquanto eu gozava na garganta dele. Terminei de esguichar porra, tirei o pau da boca dele, ainda duro, e ele continuou chupando. Ele se deitou no piano e eu sentei em cima dele, e ele falou: "Ô, cara... agora vou te comer." Me colocou de quatro no piano e deslizou até descer do piano. Eu de quatro, ele em pé, me deu um beijo grego, chupou meu cu com tudo, sentia ele devorando meu cu, me segurando firme pela cintura e enfiando a cara toda entre minhas nádegas. Terminou de lubrificar meu cu e tirou a boca com um barulhão de sucção. "Passa uma camisinha", ele disse. Eu dei, ele colocou, e lubrificou o pau enquanto eu enfiava os dedos. Ele voltou, me pegou pela barriga e, como se nada fosse, me colocou em cima de uma carteira, com meus pés no chão e meu torso nu sobre a carteira. Enfiou um dos dedos grossos e viris dele no meu cu. Me estremeci de prazer e dor por causa do jeito bruto que ele fez. Depois enfiou dois dedos, e foi o máximo que aguentei. Não dava mais, meu esfíncter ia rasgar, e gritei: "Tira, tira, que tá doendo!" Ele tirou os dedos e começou a beijar minhas costas e meu pescoço pra me relaxar, o que funcionou. Ele voltou ao trabalho, dessa vez com mais cuidado: enfiou um dedo, depois dois, e tirou. Senti a glande enorme dele encostando no meu cu, sentia ele batendo de leve e girando em volta do meu cu. Enfiou a glande. Isso eu gostei, admito, mas doeu pra caralho, como uma grande super vadia, e gritei com um gemido abafado. Ele percebeu que naquele dia aquele pau não ia entrar no meu cu, então falou: "Bom, Chini, não entra... Deixamos pra outro dia e voltamos pro piano. Ela sentou no banquinho, tirou a calcinha, e eu, do lado dela, chupei a buceta dela uns 10 minutos, calculo. Usei minhas melhores técnicas, mas não tava dando resultado. Foi aí que senti ela me segurar pela cintura, me assustei um pouco porque ela me levantou, me virou de pernas pro ar, e a gente fez um 69! Sim, um 69! Ela sentada no banquinho me segurando de pernas pro ar, e depois de uns minutos senti a buceta dela começar a inchar de prazer, quase gozando. Ela me colocou de volta na posição que a gente tava, eu me ajoelhei e chupei ela selvagemente até fazer ela gozar. Ela disse: "Engole tudo, gostosa, deixa um pouco pra mim..." E aí, depois de fazê-la gozar, subi até a boca dela, abrindo minhas pernas e sentando nas coxas torneadas dela, enquanto a gente se beijava. Ela sugou todo o esperma da minha boca e engoliu. A gente continuou se beijando quando a campainha tocou, sinal de troca de horário, serviu de alarme pra saber que aquele encontro tinha acabado. Ela me ajudou a me vestir rápido, pegamos as camisinhas e jogamos num lixo perto. Saímos os dois rapidinho pra nos misturar com os alunos que iam pras suas salas. Aí um cara (Santiago) nos parou e disse: "Acabei de ver tudo o que vocês fizeram..."

CONTINUA 😉 🤤

Olha a parte 2!!http://www.poringa.net/posts/gay/2216032/Con-el-preceptor-mas-caliente-parte-2-_relato-gay_.html

22 comentários - Parte 1: Com o preceptor mais gostoso (relato gay)

Es el sueño del pibe! Del pibe degenerado como yo, ponele... Te ganaste un seguidor más. Mañana van puntos.
De nada, a vos! Ligué yo y ligaste vos de rebote! Al próximo post te tiro los cinco del día.
uffff me hiciste mis dias de secundario ..... espero lo q sigue.....
Me re calenteee !!!! Quiero alguien que me saqe la calentura 🤤

excelente relato, super caliente, lástima las faltas, pero me gustó muchísimo, quiero la continuación !!!

Parte 1: Com o preceptor mais gostoso (relato gay)
mmuuyy bueno! no sabes como tengo la pija y el culo!.. me eeencantoo!!
iw87
Muy bueno! 🤤 y la continuación? jee
Ahí está, ¡qué puntería!
http://www.poringa.net/posts/gay/2216032/Con-el-preceptor-mas-caliente-parte-2-_relato-gay_.html
Como me calentoooo ese relatoo ¿pasaste por los mios?
Buen relato!
Cualquiera se calienta. Eyaculél sin tocarme...van puntos