Olá, aqui vai um conto sobre crossdressing, feito com todo o respeito possível, espero que gostem.
VALÉRIA, MINHA DOCE FLOR
Naquela tarde, fui ao hipermercado fazer a compra da semana. Enchi meu carrinho com todo tipo de produtos e percebi que precisava de umas cuecas. Ao chegar no corredor de roupas íntimas, só tinha um cara que me seduziu desde o momento em que reparei nele. Era bem jovem e usava um short que mostrava uma bunda fantástica e uma camiseta sem mangas muito sexy. Dava pra ver que ele quase não tinha pelos e, com seu cabelo loiro médio e umas pernas longas e torneadas, tinha um visual quase feminino.
Enquanto olhava as cuecas, não parava de observá-lo de canto de olho. Ele parecia nervoso com minha presença, pegou um pacote de cuecas e colocou no carrinho, depois foi para a seção de lingerie e reparei que estava olhando umas calcinhas fio dental. Disfarçando, ele colocou duas no carrinho. Achei que fosse presente para a namorada, mas fiquei curioso e, quando ele pegou o carrinho, segui disfarçando. Ele chegou na seção de roupas femininas e ficou de olho nuns vestidos de algodão curtos, daqueles que as minas usam pra ficar confortáveis em casa. Pegou um rosa bem decotado e curto e jogou no carrinho.
Minha mente se encheu de fantasias e meu pau reagiu com uma ereção, e decidi segui-lo. Ele foi pro caixa pagar e eu fiquei no lado. Enquanto tirava minhas coisas do carrinho, não conseguia parar de olhar pra ele e notei um certo jeito feminino nos movimentos dele, o que me deixou ainda mais excitado. Num momento, nossos olhares se cruzaram pela primeira vez e nos lábios dele se desenhou uma espécie de sorriso, enquanto ele, nervoso, deixou cair a garrafa que segurava no chão.
Depois que pagou a compra, ele foi pro banheiro. Eu, encorajado pelo sorriso dele, decidi segui-lo a uma certa distância e, quando ele entrou no banheiro, vi que pegou uma sacola do carrinho e entrou num vaso privado. Me preparei pra mijar em silêncio pra poder ouvir e ouvi enquanto eles abaixavam as calças, depois o barulho de uma sacola plástica e, um minuto depois, saiu do reservado. Eu tava mijando quando ele chegou na pia e, se olhando no espelho, ajeitou as sobrancelhas com os dedos e passou a língua nos lábios como se tivesse passado batom. Naquela hora, quase me caguei de susto...
Quando saiu do banheiro, foi até a informação e começou a papear com a moça. Eu, já sem nenhum disfarce, me aproximei pra ver o que ele dizia e daqueles lábios doces saiu uma voz melodiosa e feminina pedindo pra chamarem um táxi.
Quando ele se afastou do balcão de informação, criei coragem e falei:
- Tá esperando um táxi?
- Sim! - ele respondeu.
- Se quiser, eu te levo, assim não precisa esperar...
Ele sorriu pra mim e recusou meu convite, porque eu era um estranho pra ele. Aí mostrei minha carteira de polícia e falei pra confiar em mim, que só ia dar uma carona.
- Bom, se você é policial, aceito. - ele disse com aquela voz de bichinha safada.
Fomos pro estacionamento conversando. Ele me disse que se chamava Ângelo e pra onde eu tinha que levar ele, que eu era muito gentil de dar carona e assim ele economizava o táxi. Eu falei que me chamava Mário e que era um prazer levar ele.
Já no carro, fomos pra casa dele, que era bem perto do shopping. Ficamos conversando sobre várias coisas até chegar no destino. Ele desceu do carro e falou:
- Bom, Mário, muito obrigado por tudo, tchau!
- Espera! - falei - deixa eu te ajudar a tirar as sacolas do porta-malas.
- Não precisa se incomodar, eu pego.
- Sério, não é incômodo. - falei enquanto saía do carro.
- Tá bom! Como quiser.
Ajudei ele a tirar todas as sacolas enquanto a gente ria quando confundia minhas coisas com as dele. O sorriso dele tava me deixando louco e eu queria comer ele ali na rua, mas não queria me precipitar.
- Bom, é isso aí. - ele falou.
- É... então, tchau.
- Sim, tchau Mário e... obrigado.
Umas oito sacolas ocupavam o chão aos nossos pés e o Ângelo Ele se abaixou pra pegar as sacolas, virando uma tarefa impossível.
Uff, não aguento esse peso todo – exclamei.
Quer que eu leve até o portão? – perguntei.
Você faria esse favor?
Claro, será um prazer.
Então cada um pegou algumas sacolas e fomos em direção ao portão dele. Ángel abriu a porta e entramos. Ele ia na minha frente uns dois metros e, ao entrar, não percebi um degrau, tropecei e fui parar contra as costas dele. Era nosso primeiro contato e senti a pele dele se arrepiar exatamente igual à minha.
Bom! Acho que tenho que te compensar pelo incômodo com uma bebida, né?
Não posso, Ángel, meu carro tá cheio de congelados.
Vamos, Mario, só uma bebida, vou ficar mais tranquilo.
Tá bom, só uma e rápida.
Meus desejos estavam se realizando sem esforço, mas, embora eu tivesse certeza de que Ángel era viado pela voz e pelos trejeitos e quisesse comer ele o quanto antes, não queria pisar na bola e não sabia como agir quando chegasse na casa dele, porque meu sonho estava na minha frente e eu não queria que sumisse.
Uma vez na casa dele, deixamos quase todas as sacolas na cozinha. Ele me acompanhou até a sala e me convidou a sentar enquanto guardava as compras e me servia uma taça de vinho. Enquanto ele estava fora, reparei que na sala tinha várias fotos de uma garota linda que, curiosamente, se parecia demais com o Ángel. Em cima de um aparador, estava a bolsa dele com a roupa, o que me deu uma luz pra partir pro ataque. Peguei uma das calcinhas que estavam lá e naquele momento Ángel entrou se mexendo como uma deusa.
O que você tá fazendo, Mario? Aqui está sua taça.
Desculpa – falei, envergonhado – mas que calcinhas sexy que você compra pra sua namorada, quem é, a garota das fotos?
No rosto de Ángel, notei uma mistura de nervosismo e vergonha enquanto as mãos dele tremiam ao me entregar a taça.
Sim! Essa é minha namorada... é gostosa, hein! Chama Valéria.
Sim! – falei. – Ela é muito gostosa, mas... se parece muito com você, né? Perguntei ao tempo enquanto deixava minha taça no aparador e minhas mãos seguravam seus ombros.
— Mario! O que você tá fazendo? Não... por favor.
— Fala sério, Anjo, não sou idiota — falei enquanto meus lábios pousavam na nuca dele, arrepiando a pele a cada beijo — se eu tiver errado, me diz e eu vazo agora mesmo.
Trêmulo, Anjo relaxou e jogou as mãos na minha bunda, me puxando pra mais perto. Minha pica, dura igual pedra, encostou na bunda dele quando ele virou o rosto e nossas línguas se misturaram numa luxúria sem freio, enquanto minhas mãos acariciavam os peitinhos dele por cima da camiseta.
— Você gosta de garotas como eu? — perguntou entre ofegos.
— Adoro... — sussurrei no ouvido dele — Você é meu sonho...
Ele se virou e me agarrou pelo pescoço enquanto a gente não parava de se beijar, eram beijos safados e nossas picas se chocaram, aumentando nossas ereções de um jeito espetacular. Pra mim, a excitação de ter o Anjo nos meus braços tornava quase impossível evitar gozar, tarefa que virava missão impossível quando a língua dele entrou na minha orelha e minhas mãos desceram por dentro do elástico da calça dele, com o objetivo de acariciar a pele da bunda dele e me deparei com a surpresa gostosa da renda e da frestinha de uma tanga.
Naquele momento, Anjo se afastou de mim, e eu pude reparar no volume que aparecia na calça dele.
— Espera um pouco, Mario! Já volto.
— Onde você vai agora, meu anjo? — falei enquanto acariciava as mãos dele.
— É uma surpresa, e além disso... vai valer a pena.
Ele se afastou de mim e saiu da sala em direção aos quartos. Peguei a taça e tomei de pequenos goles, enchi a taça de novo e o calor tomou conta de mim, desabotoando minha camisa. Liguei o som e deixei o CD que já estava lá, era Frank Sinatra e suas melhores baladas, resolvi deixar porque não dava pra ter música melhor naquele momento...
Uns cinco minutos depois, ouvi uma porta se abrir, seguida do som de saltos batendo no chão. Meus olhos pararam na porta. do salão quando o segundo se mostrou. Ángel tinha se transformado numa linda mulherzinha, vestia o vestido que comprara minutos antes, o cabelo penteado como uma garota e, no rosto, a maquiagem destacava, não melhorava, sua beleza feminina. Meia-calça com liga e uns sapatos pretos de salto eram a cereja do bolo que se exibia diante de mim.
A voz de Frank convidava pra dançar, então peguei minha princesa e nos abraçamos, ela sussurrou no meu ouvido enquanto mordiscava ele pra eu chamá-la de Valéria, percebendo que a voz dela tinha ficado mais feminina, como se a transformação tivesse reafirmado sua feminilidade. Nossos corpos fundidos eram um só, Valéria apoiava a cabeça no meu torso enquanto acariciava minhas costas e beijava meu ombro nu, enquanto meus dedos brincavam com a barra do vestido dela, acariciando a pele macia da bunda dela. As músicas passavam e o tempo parecia ter parado, no nosso mundinho particular só existia amor, como se tivéssemos feito uma trégua nos nossos desejos.
O CD do Sinatra acabou e Valéria me levou pela mão até o sofá, sentou nele e me colocou na frente dela, com as unhas de porcelana acariciava meu torso, enroscando de vez em quando nos meus pelos. A sinfonia se completava com beijos suaves no meu abdômen e minhas mãos deslizando pelo cabelo dela até chegar no zíper da minha calça, ela desabotoou enquanto os olhos dela olhavam pra cima procurando os meus. O sorriso iluminou o rosto dela quando a calça desceu pelas minhas pernas.
— Que lindo você tá, meu amor! — disse quando viu meu pau aparecendo por cima da cueca.
Ela me agarrou pela bunda enquanto cheirava a ponta do meu pau. Aleatoriamente me beijava entre as coxas, meu abdômen e voltava a cheirar meu pau enquanto as mãos dela não paravam de apertar minha bunda. Minhas mãos apertavam a cabeça dela pra ela me chupar, mas ela queria aproveitar o momento, me prometendo que a gente tinha o mundo inteiro pela frente. Pouco depois, ela esticou a língua e lambeu a ponta do meu pau, continuou deslizando a língua em linha reta por toda a minha barriga, meu peito, meu pescoço... até chegar na minha boca, nos derretendo em mil beijos. Caralho! Ela ainda não tinha tocado no meu pau e eu já era totalmente dela. A Valéria era a criatura mais safada que eu já conheci, e era só o começo.
Levantei os pés para tirar a calça e ela disse:
— Vem, vamos pra cama.
Peguei ela no colo e levei até o quarto dela, deitei ela e fiquei admirando, ela ainda estava totalmente vestida... Ela se sentou e tirou minha camisa, acariciando suavemente minhas costas e sentindo todo o cheiro da minha pele.
— Adoro o seu cheiro, meu macho...
Ela estava de joelhos na cama, e eu só estava de cueca, mas num instante a Valéria tratou de tirá-la, depois de brincar com os dentes nela e arrancá-la com uma mordida.
— Aaahhhmmm, é linda! — disse ela, cheia de tesão, ao ver meu pau duro, dezoito centímetros circuncidado.
— É toda sua, meu amor — falei enquanto beijava os lábios dela docemente.
Nós dois de joelhos na cama, nos abraçamos com as mãos acariciando cada canto da nossa pele. A Valéria resolveu morder meus mamilos delicadamente antes de descer, me beijando todo o peito até os lábios dela chegarem na ponta do meu pau, dando vários beijos e lambidas que me deixavam a mil. Quando ela achou que já era suficiente, continuou beijando todo o comprimento do meu pau até chegar nas minhas bolas, que ela chupava como se fossem balas.
— Valéria! Para, por favor — falei, segurando a cabeça dela.
— Que delícia, né? Slurrrrrrrrppppp! — Adoro suas bolas — Aaahhhmmmm! — ela dizia sem parar de chupá-las.
— Por favor, vou gozar se você continuar assim!
Falei isso e ela enfiou meu pau inteiro na boca de uma vez, me agarrou pela bunda e me puxou pra perto dela rapidamente, enquanto meu pau entrava nos lábios vermelho-fogo dela em busca do maior prazer que existe. Minha cintura bombava num ritmo... infernal até sentir a chegada da gozada. Meu corpo inteiro começou a tremer quando meu leite jorrou na boca da minha deusa.
Segurando firme na minha bunda, Valéria engolia com luxúria meu esperma. Jorrei tanta porra que ela não conseguiu engolir tudo, e um pouco escorreu pelo canto dos lábios dela. Quase desmaiado de prazer, me joguei na cama pra me recuperar, mas Valéria se deitou do meu lado e, enquanto acariciava minha pica com as mãos, aproximou os lábios dos meus pra gente se entregar num monte de beijos e dividir a porra que ela não tinha conseguido engolir.
Depois que limpei com minha língua todo o leite que escorria pelo rosto dela, Valéria se sentou, ficando de joelhos sobre minha pica. Pegou o vestido pela saia e tirou. Se vestida ela era uma gostosa, de lingerie ficava ainda mais desejável. Usava um sutiã vermelho sem alças que preenchia com uns peitinhos bem pequenos, mas naquele peito tão delicado e sem pelos, eles pareciam realmente divinos. Minha princesa queria continuar sua aula de sexo e começou a reboltar a bunda no meu pau... ela tinha uma raba enfeitada por uma calcinha combinando com o sutiã e uma cinta-liga do mesmo conjunto segurando umas meias pretas que minhas mãos não paravam de acariciar.
— Agora...! Quero que você me coma, meu amor... quero você dentro de mim e que nunca mais saia... Você quer foder essa putinha, Mário? — dizia enquanto as reboladas da bunda dela na minha pica iam conseguindo o efeito desejado.
— Sim, Valéria, quero que você seja minha... quero te amar como nunca fizeram! — falei enquanto olhava o volume que a pica dela fazia na calcinha.
Minha pica já estava pronta pra enfiar nela quando, de repente, os olhos de Valéria se turvaram e ela caiu no meu peito.
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! — gritou enquanto eu sentia minha barriga molhada, denunciando a gozada dela, e ela beijava meu peito.
— Assim, meu amor, minha vida... — falei enquanto enfiava minhas mãos entre nós dois e, por baixo da calcinha dela, molhava meu dedo na porra dela. e poder beber seu néctar.
A gulosa da Valéria também queria sua porção e, com ela em cima de mim, compartilhamos o gozo dela e nossa saliva enquanto com as unhas dela me arranhava dos quadris até minhas axilas. Eu, com minha mão livre, rasguei a calcinha dela.
Aaaaaaaiiiiiiiii! Que gostoso — gemeu Valéria.
A sensação de frescor aumentou na minha barriga quando liberei o pau dela e, ao entrar em contato com minha pele, não consegui evitar enfiar a mão entre nós dois de novo para acariciá-lo. Ao mesmo tempo, minha rolha bombeava na entrada do cu dela com o objetivo de possuí-la, e Valéria reagiu rápido, se mexendo pra facilitar a penetração.
Me faz sua, por favor... não aguento mais — sussurrou docemente no meu ouvido.
A língua da Valéria começou de novo a percorrer todos os cantos do meu rosto quando ela mesma enfiou a ponta da minha rolha no cu dela, um gemido leve chegou aos meus ouvidos e minha mão sentiu o pau dela ereto de novo.
Ela sentou em cima de mim e me olhava sorrindo quando, de uma vez, enfiou toda a minha rolha pra dentro. Os olhos dela se nublaram, e ela apoiou as mãos no meu peito pra não cair vencida pelo prazer. Depois de se recuperar da sensação da primeira penetrada, nos olhamos com amor enquanto ela prendia o cabelo e começava a pular na minha rolha. Minha mão não parava de acariciar o pau dela, e com a outra eu beliscava os peitos dela.
Isso, Mario, não paraaaaaaaaaaaaaaaaa! — gritava minha princesa, tomada pela lascívia e pelo prazer.
Você gosta, princesa, me diz, você gosta?
AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH — ela só conseguia falar isso.
Valéria não parava de cavalgar em mim cada vez mais rápido. Durante o tempo que durou a penetração, trocamos milhares de beijos, nossas mãos não paravam de nos acariciar, abraçar e beliscar. De repente, Valéria gritou.
MARIO, VOU GOZAAAAAAAAAAAAAAAA! CONTINUA, CONTINUA, SIM, SIM, NÃO PARA
VAMOS, QUERIDA, AHHHHHHHHHH, AH, AH, AH, AH, EU TAMBÉM
Minha rainha se deixou cair sobre mim e me mordeu o pescoço quando senti na minha mão que começava a gozar.
SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH, AAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHH – gritei Valéria
SIM amor, EU TAMBÉMMMMMMMMMMMMMMM
Do meu pau começou a jorrar a porra dentro dela, deixando o orgasmo dela ainda mais intenso, porque ela não parava de me morder e cravar as unhas na minha pele. Beijos e carícias na buceta dela foram meu jeito de agradecer pela melhor enfiada da minha vida.
Mil beijos depois, a gente caiu no sono com meu pau dentro da Valéria e ela deitada em cima de mim.
Agradeceria se vocês comentassem se gostaram e dessem nota, valeu e beijos.
VALÉRIA, MINHA DOCE FLOR
Naquela tarde, fui ao hipermercado fazer a compra da semana. Enchi meu carrinho com todo tipo de produtos e percebi que precisava de umas cuecas. Ao chegar no corredor de roupas íntimas, só tinha um cara que me seduziu desde o momento em que reparei nele. Era bem jovem e usava um short que mostrava uma bunda fantástica e uma camiseta sem mangas muito sexy. Dava pra ver que ele quase não tinha pelos e, com seu cabelo loiro médio e umas pernas longas e torneadas, tinha um visual quase feminino.
Enquanto olhava as cuecas, não parava de observá-lo de canto de olho. Ele parecia nervoso com minha presença, pegou um pacote de cuecas e colocou no carrinho, depois foi para a seção de lingerie e reparei que estava olhando umas calcinhas fio dental. Disfarçando, ele colocou duas no carrinho. Achei que fosse presente para a namorada, mas fiquei curioso e, quando ele pegou o carrinho, segui disfarçando. Ele chegou na seção de roupas femininas e ficou de olho nuns vestidos de algodão curtos, daqueles que as minas usam pra ficar confortáveis em casa. Pegou um rosa bem decotado e curto e jogou no carrinho.
Minha mente se encheu de fantasias e meu pau reagiu com uma ereção, e decidi segui-lo. Ele foi pro caixa pagar e eu fiquei no lado. Enquanto tirava minhas coisas do carrinho, não conseguia parar de olhar pra ele e notei um certo jeito feminino nos movimentos dele, o que me deixou ainda mais excitado. Num momento, nossos olhares se cruzaram pela primeira vez e nos lábios dele se desenhou uma espécie de sorriso, enquanto ele, nervoso, deixou cair a garrafa que segurava no chão.
Depois que pagou a compra, ele foi pro banheiro. Eu, encorajado pelo sorriso dele, decidi segui-lo a uma certa distância e, quando ele entrou no banheiro, vi que pegou uma sacola do carrinho e entrou num vaso privado. Me preparei pra mijar em silêncio pra poder ouvir e ouvi enquanto eles abaixavam as calças, depois o barulho de uma sacola plástica e, um minuto depois, saiu do reservado. Eu tava mijando quando ele chegou na pia e, se olhando no espelho, ajeitou as sobrancelhas com os dedos e passou a língua nos lábios como se tivesse passado batom. Naquela hora, quase me caguei de susto...
Quando saiu do banheiro, foi até a informação e começou a papear com a moça. Eu, já sem nenhum disfarce, me aproximei pra ver o que ele dizia e daqueles lábios doces saiu uma voz melodiosa e feminina pedindo pra chamarem um táxi.
Quando ele se afastou do balcão de informação, criei coragem e falei:
- Tá esperando um táxi?
- Sim! - ele respondeu.
- Se quiser, eu te levo, assim não precisa esperar...
Ele sorriu pra mim e recusou meu convite, porque eu era um estranho pra ele. Aí mostrei minha carteira de polícia e falei pra confiar em mim, que só ia dar uma carona.
- Bom, se você é policial, aceito. - ele disse com aquela voz de bichinha safada.
Fomos pro estacionamento conversando. Ele me disse que se chamava Ângelo e pra onde eu tinha que levar ele, que eu era muito gentil de dar carona e assim ele economizava o táxi. Eu falei que me chamava Mário e que era um prazer levar ele.
Já no carro, fomos pra casa dele, que era bem perto do shopping. Ficamos conversando sobre várias coisas até chegar no destino. Ele desceu do carro e falou:
- Bom, Mário, muito obrigado por tudo, tchau!
- Espera! - falei - deixa eu te ajudar a tirar as sacolas do porta-malas.
- Não precisa se incomodar, eu pego.
- Sério, não é incômodo. - falei enquanto saía do carro.
- Tá bom! Como quiser.
Ajudei ele a tirar todas as sacolas enquanto a gente ria quando confundia minhas coisas com as dele. O sorriso dele tava me deixando louco e eu queria comer ele ali na rua, mas não queria me precipitar.
- Bom, é isso aí. - ele falou.
- É... então, tchau.
- Sim, tchau Mário e... obrigado.
Umas oito sacolas ocupavam o chão aos nossos pés e o Ângelo Ele se abaixou pra pegar as sacolas, virando uma tarefa impossível.
Uff, não aguento esse peso todo – exclamei.
Quer que eu leve até o portão? – perguntei.
Você faria esse favor?
Claro, será um prazer.
Então cada um pegou algumas sacolas e fomos em direção ao portão dele. Ángel abriu a porta e entramos. Ele ia na minha frente uns dois metros e, ao entrar, não percebi um degrau, tropecei e fui parar contra as costas dele. Era nosso primeiro contato e senti a pele dele se arrepiar exatamente igual à minha.
Bom! Acho que tenho que te compensar pelo incômodo com uma bebida, né?
Não posso, Ángel, meu carro tá cheio de congelados.
Vamos, Mario, só uma bebida, vou ficar mais tranquilo.
Tá bom, só uma e rápida.
Meus desejos estavam se realizando sem esforço, mas, embora eu tivesse certeza de que Ángel era viado pela voz e pelos trejeitos e quisesse comer ele o quanto antes, não queria pisar na bola e não sabia como agir quando chegasse na casa dele, porque meu sonho estava na minha frente e eu não queria que sumisse.
Uma vez na casa dele, deixamos quase todas as sacolas na cozinha. Ele me acompanhou até a sala e me convidou a sentar enquanto guardava as compras e me servia uma taça de vinho. Enquanto ele estava fora, reparei que na sala tinha várias fotos de uma garota linda que, curiosamente, se parecia demais com o Ángel. Em cima de um aparador, estava a bolsa dele com a roupa, o que me deu uma luz pra partir pro ataque. Peguei uma das calcinhas que estavam lá e naquele momento Ángel entrou se mexendo como uma deusa.
O que você tá fazendo, Mario? Aqui está sua taça.
Desculpa – falei, envergonhado – mas que calcinhas sexy que você compra pra sua namorada, quem é, a garota das fotos?
No rosto de Ángel, notei uma mistura de nervosismo e vergonha enquanto as mãos dele tremiam ao me entregar a taça.
Sim! Essa é minha namorada... é gostosa, hein! Chama Valéria.
Sim! – falei. – Ela é muito gostosa, mas... se parece muito com você, né? Perguntei ao tempo enquanto deixava minha taça no aparador e minhas mãos seguravam seus ombros.
— Mario! O que você tá fazendo? Não... por favor.
— Fala sério, Anjo, não sou idiota — falei enquanto meus lábios pousavam na nuca dele, arrepiando a pele a cada beijo — se eu tiver errado, me diz e eu vazo agora mesmo.
Trêmulo, Anjo relaxou e jogou as mãos na minha bunda, me puxando pra mais perto. Minha pica, dura igual pedra, encostou na bunda dele quando ele virou o rosto e nossas línguas se misturaram numa luxúria sem freio, enquanto minhas mãos acariciavam os peitinhos dele por cima da camiseta.
— Você gosta de garotas como eu? — perguntou entre ofegos.
— Adoro... — sussurrei no ouvido dele — Você é meu sonho...
Ele se virou e me agarrou pelo pescoço enquanto a gente não parava de se beijar, eram beijos safados e nossas picas se chocaram, aumentando nossas ereções de um jeito espetacular. Pra mim, a excitação de ter o Anjo nos meus braços tornava quase impossível evitar gozar, tarefa que virava missão impossível quando a língua dele entrou na minha orelha e minhas mãos desceram por dentro do elástico da calça dele, com o objetivo de acariciar a pele da bunda dele e me deparei com a surpresa gostosa da renda e da frestinha de uma tanga.
Naquele momento, Anjo se afastou de mim, e eu pude reparar no volume que aparecia na calça dele.
— Espera um pouco, Mario! Já volto.
— Onde você vai agora, meu anjo? — falei enquanto acariciava as mãos dele.
— É uma surpresa, e além disso... vai valer a pena.
Ele se afastou de mim e saiu da sala em direção aos quartos. Peguei a taça e tomei de pequenos goles, enchi a taça de novo e o calor tomou conta de mim, desabotoando minha camisa. Liguei o som e deixei o CD que já estava lá, era Frank Sinatra e suas melhores baladas, resolvi deixar porque não dava pra ter música melhor naquele momento...
Uns cinco minutos depois, ouvi uma porta se abrir, seguida do som de saltos batendo no chão. Meus olhos pararam na porta. do salão quando o segundo se mostrou. Ángel tinha se transformado numa linda mulherzinha, vestia o vestido que comprara minutos antes, o cabelo penteado como uma garota e, no rosto, a maquiagem destacava, não melhorava, sua beleza feminina. Meia-calça com liga e uns sapatos pretos de salto eram a cereja do bolo que se exibia diante de mim.
A voz de Frank convidava pra dançar, então peguei minha princesa e nos abraçamos, ela sussurrou no meu ouvido enquanto mordiscava ele pra eu chamá-la de Valéria, percebendo que a voz dela tinha ficado mais feminina, como se a transformação tivesse reafirmado sua feminilidade. Nossos corpos fundidos eram um só, Valéria apoiava a cabeça no meu torso enquanto acariciava minhas costas e beijava meu ombro nu, enquanto meus dedos brincavam com a barra do vestido dela, acariciando a pele macia da bunda dela. As músicas passavam e o tempo parecia ter parado, no nosso mundinho particular só existia amor, como se tivéssemos feito uma trégua nos nossos desejos.
O CD do Sinatra acabou e Valéria me levou pela mão até o sofá, sentou nele e me colocou na frente dela, com as unhas de porcelana acariciava meu torso, enroscando de vez em quando nos meus pelos. A sinfonia se completava com beijos suaves no meu abdômen e minhas mãos deslizando pelo cabelo dela até chegar no zíper da minha calça, ela desabotoou enquanto os olhos dela olhavam pra cima procurando os meus. O sorriso iluminou o rosto dela quando a calça desceu pelas minhas pernas.
— Que lindo você tá, meu amor! — disse quando viu meu pau aparecendo por cima da cueca.
Ela me agarrou pela bunda enquanto cheirava a ponta do meu pau. Aleatoriamente me beijava entre as coxas, meu abdômen e voltava a cheirar meu pau enquanto as mãos dela não paravam de apertar minha bunda. Minhas mãos apertavam a cabeça dela pra ela me chupar, mas ela queria aproveitar o momento, me prometendo que a gente tinha o mundo inteiro pela frente. Pouco depois, ela esticou a língua e lambeu a ponta do meu pau, continuou deslizando a língua em linha reta por toda a minha barriga, meu peito, meu pescoço... até chegar na minha boca, nos derretendo em mil beijos. Caralho! Ela ainda não tinha tocado no meu pau e eu já era totalmente dela. A Valéria era a criatura mais safada que eu já conheci, e era só o começo.
Levantei os pés para tirar a calça e ela disse:
— Vem, vamos pra cama.
Peguei ela no colo e levei até o quarto dela, deitei ela e fiquei admirando, ela ainda estava totalmente vestida... Ela se sentou e tirou minha camisa, acariciando suavemente minhas costas e sentindo todo o cheiro da minha pele.
— Adoro o seu cheiro, meu macho...
Ela estava de joelhos na cama, e eu só estava de cueca, mas num instante a Valéria tratou de tirá-la, depois de brincar com os dentes nela e arrancá-la com uma mordida.
— Aaahhhmmm, é linda! — disse ela, cheia de tesão, ao ver meu pau duro, dezoito centímetros circuncidado.
— É toda sua, meu amor — falei enquanto beijava os lábios dela docemente.
Nós dois de joelhos na cama, nos abraçamos com as mãos acariciando cada canto da nossa pele. A Valéria resolveu morder meus mamilos delicadamente antes de descer, me beijando todo o peito até os lábios dela chegarem na ponta do meu pau, dando vários beijos e lambidas que me deixavam a mil. Quando ela achou que já era suficiente, continuou beijando todo o comprimento do meu pau até chegar nas minhas bolas, que ela chupava como se fossem balas.
— Valéria! Para, por favor — falei, segurando a cabeça dela.
— Que delícia, né? Slurrrrrrrrppppp! — Adoro suas bolas — Aaahhhmmmm! — ela dizia sem parar de chupá-las.
— Por favor, vou gozar se você continuar assim!
Falei isso e ela enfiou meu pau inteiro na boca de uma vez, me agarrou pela bunda e me puxou pra perto dela rapidamente, enquanto meu pau entrava nos lábios vermelho-fogo dela em busca do maior prazer que existe. Minha cintura bombava num ritmo... infernal até sentir a chegada da gozada. Meu corpo inteiro começou a tremer quando meu leite jorrou na boca da minha deusa.
Segurando firme na minha bunda, Valéria engolia com luxúria meu esperma. Jorrei tanta porra que ela não conseguiu engolir tudo, e um pouco escorreu pelo canto dos lábios dela. Quase desmaiado de prazer, me joguei na cama pra me recuperar, mas Valéria se deitou do meu lado e, enquanto acariciava minha pica com as mãos, aproximou os lábios dos meus pra gente se entregar num monte de beijos e dividir a porra que ela não tinha conseguido engolir.
Depois que limpei com minha língua todo o leite que escorria pelo rosto dela, Valéria se sentou, ficando de joelhos sobre minha pica. Pegou o vestido pela saia e tirou. Se vestida ela era uma gostosa, de lingerie ficava ainda mais desejável. Usava um sutiã vermelho sem alças que preenchia com uns peitinhos bem pequenos, mas naquele peito tão delicado e sem pelos, eles pareciam realmente divinos. Minha princesa queria continuar sua aula de sexo e começou a reboltar a bunda no meu pau... ela tinha uma raba enfeitada por uma calcinha combinando com o sutiã e uma cinta-liga do mesmo conjunto segurando umas meias pretas que minhas mãos não paravam de acariciar.
— Agora...! Quero que você me coma, meu amor... quero você dentro de mim e que nunca mais saia... Você quer foder essa putinha, Mário? — dizia enquanto as reboladas da bunda dela na minha pica iam conseguindo o efeito desejado.
— Sim, Valéria, quero que você seja minha... quero te amar como nunca fizeram! — falei enquanto olhava o volume que a pica dela fazia na calcinha.
Minha pica já estava pronta pra enfiar nela quando, de repente, os olhos de Valéria se turvaram e ela caiu no meu peito.
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! — gritou enquanto eu sentia minha barriga molhada, denunciando a gozada dela, e ela beijava meu peito.
— Assim, meu amor, minha vida... — falei enquanto enfiava minhas mãos entre nós dois e, por baixo da calcinha dela, molhava meu dedo na porra dela. e poder beber seu néctar.
A gulosa da Valéria também queria sua porção e, com ela em cima de mim, compartilhamos o gozo dela e nossa saliva enquanto com as unhas dela me arranhava dos quadris até minhas axilas. Eu, com minha mão livre, rasguei a calcinha dela.
Aaaaaaaiiiiiiiii! Que gostoso — gemeu Valéria.
A sensação de frescor aumentou na minha barriga quando liberei o pau dela e, ao entrar em contato com minha pele, não consegui evitar enfiar a mão entre nós dois de novo para acariciá-lo. Ao mesmo tempo, minha rolha bombeava na entrada do cu dela com o objetivo de possuí-la, e Valéria reagiu rápido, se mexendo pra facilitar a penetração.
Me faz sua, por favor... não aguento mais — sussurrou docemente no meu ouvido.
A língua da Valéria começou de novo a percorrer todos os cantos do meu rosto quando ela mesma enfiou a ponta da minha rolha no cu dela, um gemido leve chegou aos meus ouvidos e minha mão sentiu o pau dela ereto de novo.
Ela sentou em cima de mim e me olhava sorrindo quando, de uma vez, enfiou toda a minha rolha pra dentro. Os olhos dela se nublaram, e ela apoiou as mãos no meu peito pra não cair vencida pelo prazer. Depois de se recuperar da sensação da primeira penetrada, nos olhamos com amor enquanto ela prendia o cabelo e começava a pular na minha rolha. Minha mão não parava de acariciar o pau dela, e com a outra eu beliscava os peitos dela.
Isso, Mario, não paraaaaaaaaaaaaaaaaa! — gritava minha princesa, tomada pela lascívia e pelo prazer.
Você gosta, princesa, me diz, você gosta?
AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH, AH — ela só conseguia falar isso.
Valéria não parava de cavalgar em mim cada vez mais rápido. Durante o tempo que durou a penetração, trocamos milhares de beijos, nossas mãos não paravam de nos acariciar, abraçar e beliscar. De repente, Valéria gritou.
MARIO, VOU GOZAAAAAAAAAAAAAAAA! CONTINUA, CONTINUA, SIM, SIM, NÃO PARA
VAMOS, QUERIDA, AHHHHHHHHHH, AH, AH, AH, AH, EU TAMBÉM
Minha rainha se deixou cair sobre mim e me mordeu o pescoço quando senti na minha mão que começava a gozar.
SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH, AAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHH – gritei Valéria
SIM amor, EU TAMBÉMMMMMMMMMMMMMMM
Do meu pau começou a jorrar a porra dentro dela, deixando o orgasmo dela ainda mais intenso, porque ela não parava de me morder e cravar as unhas na minha pele. Beijos e carícias na buceta dela foram meu jeito de agradecer pela melhor enfiada da minha vida.
Mil beijos depois, a gente caiu no sono com meu pau dentro da Valéria e ela deitada em cima de mim.
Agradeceria se vocês comentassem se gostaram e dessem nota, valeu e beijos.
7 comentários - Conto de crossdresser
hermoso relato, muy bien escrito además, hmmmm, la parte del super me ha traido maravillosos recuerdos.
ojalá siguieras escribiendo, lo haces muy bien.
Uauuuuu !!! Lo que daría porque me pasara algo asi, que un hermoso macho me vea comprando lencería y me siga y me coja hasta morir 🤤
Me encantó ❤️
Yo comenté tu post... ¿comentaste alguno de los míos?
le doy ¡¡
muy buen relato 🤤 quede 🤤 🤤
Me dejo super exitada.
Felicitaciones!!