A História do Miguel - Conto Gay

Este relato é a contraparte do anterior, Jovem, Loiro e Bicurioso... É longo, mas espero que vocês curtam.Miguel era um jovem muito bonito, amigável, esportista, com um corpo atlético delicioso, que adorava mostrar e exibir. Tinha 19 anos e, desde os 16, percebeu que com sua beleza podia atrair os dois sexos, o que no começo lhe dava um certo medo. Depois de chupar a primeira rola, o medo virou desejo, e o desejo virou prática.

Aos 17 anos, teve um par de namoradas, que foram só passatempo, porque seus verdadeiros instintos desejavam corpos mais fortes, mãos maiores, menos peitos e mais peitorais. No entanto, Miguel se cercava de amigos héteros, seu mundo era um mundo viril, então seu desejo por homens era escondido. Quando terminou com a última namorada, decidiu buscar relações mais ousadas, resolveu ficar com homens sem ninguém saber, mantendo sua homossexualidade em segredo. Virou um sedutor habilidoso e astuto, sabia com quem, como e quando. Bastava um jogo de olhares, um pouco de conversa, e depois conseguia o que queria: sentir o abraço de um homem envolvendo seu corpo, sentir suas nádegas se abrindo para deixar entrar visitantes fálicos, sempre acompanhados de beijos molhados nos lábios, na buceta e no corpo todo. Ele adorava experimentar homens diferentes, amava saber que podia ter quase todo mundo que escolhesse, e era difícil resistir a uma criatura daquelas. Olhos cor de âmbar, pele branca, cabelo loiro escuro, o rosto parecia o de um anjo, o de uma escultura grega. Corpo magro, abdômen definido, cada músculo em perfeita saúde. Sabia andar, sabia se mexer, sabia seduzir de um jeito tão natural que ninguém percebia até estar na cama, no chuveiro, em algum canto escuro, entregando toda a paixão que aquela beleza exigia.

Depois de muitos encontros, de muitos homens, de ter visto corpos e provado rolas de diferentes tamanhos, consistências e sabores, sempre com absoluta discrição, porque escolhia bem seus amantes. Homens comprometidos, gays enrustidos, pessoas que jamais aceitariam uma vida abertamente gay, assim como ele. Miguel estava no parque se exercitando com seus amigos, quando seu olhar cruzou com o primeiro homem que mexeu não só com seu pau, mas com algo mais, algo que ele não conseguia explicar nem entender. Seus olhos se perderam naqueles olhos castanhos, seu coração batia no mesmo ritmo dos passos daquele jovem que passava por ali, que só lhe dedicou um olhar e seguiu seu caminho sem dar importância. Para Miguel, foi mais que um olhar; foi o primeiro homem que o atraía de verdade, que despertava seu interesse. Nunca tinha ficado tão nervoso. Observou discretamente enquanto aquele jovem continuava, indiferente, seu caminho e se afastava aos poucos de sua vista. Depois, percebeu que seus amigos ainda estavam ali, esperando ele continuar o treino. Miguel praticava parkour, um "esporte" que consiste em fazer acrobacias em espaços urbanos. Era um cara muito talentoso, tinha habilidades físicas para qualquer coisa que se propusesse, e além disso tinha descoberto que em ambientes de maior virilidade, como os esportes radicais, podia viver sua homossexualidade com mais tranquilidade, porque é ali que as hormonas traem os héteros e eles acabam cedendo aos encantos do corpo de Miguel, sempre com a condição de guardar segredo. Miguel tinha poucas semanas no grupo de parkour, então não tinha tido ação nesse tempo, e continuava mantendo sua imagem de hétero amigável e talentoso. Mas naquele dia sentiu que quase perdia a pose: se deixou levar pelos desejos e não tirou os olhos daquele jovem. Quando se deu conta, um dos seus colegas de parkour, chamado Jaime, o encarava fixamente, como se tivesse lido os pensamentos de Miguel. Ele corou e tentou agir naturalmente, continuando com seus exercícios. Na sua mente, só existiam duas coisas: o estranho andarilho e a ideia de que Jaime o tinha descoberto. A tarde de exercício terminou do jeito mais normal, e Miguel foi pra casa pensando só naquele jovem. No dia seguinte, por pura coincidência, foi o primeiro a chegar no parque e, sempre que podia, procurava entre os passantes o jovem de pele morena e cabelo castanho, lembrava dele perfeitamente, com seus olhos puxados, nariz reto, ombros fortes, corpo atlético e uma bunda gostosa.

- Quem você tá procurando? – perguntou Jaime. Miguel sentiu um balde de água fria, tinham pego ele sonhando acordado.
- Ninguém, só tô olhando.
- Ah, é que você tá meio distraído.
- Ué, não, não é nada. – Miguel se afastou de Jaime, fugindo das perguntas, e foi fazer exercício em outro lugar.

O dia continuou, Miguel e seus colegas seguiram fazendo suas acrobacias, Miguel não parava de pensar na possibilidade de vê-lo de novo, queria acreditar que aquele era o caminho diário dele e que, mais cedo ou mais tarde, teria que passar por ali, e foi o que aconteceu. Era a vez do Miguel tentar dar um salto mortal, ele precisava se concentrar pra não errar e ganhar o respeito e a aprovação dos colegas. - Quanto aposta que você se fode? – disse Jaime num tom de deboche. - Quanto aposta que você chupa minha pica? – respondeu Miguel num tom de brincadeira. Miguel se impulsionou e, mordendo o lábio inferior, correu em direção a uma árvore, apoiou o pé direito no tronco e saltou pra trás dando um giro mortal, caindo de novo sobre os dois pés. Naquele momento, sentiu uma satisfação enorme, primeiro por ter conseguido aquela acrobacia, segundo porque tinha superado o desafio que Jaime implicitamente tinha imposto, e isso o fez sorrir, e terceiro porque quando levantou o rosto sorridente, conseguiu ver o jovem, só por um instante, pois ele foi se afastando de novo sem nem ter virado pra olhar. Miguel observou ele se afastar enquanto seus amigos se aproximavam pra parabenizá-lo.

No fim dos exercícios, os amigos de Miguel foram se despedindo até que só restaram Jaime e ele.
- Bem, Jaime, a gente se vê depois. – Disse Miguel.
- Que é, tá com pressa ou o quê?
- Não, mas é que já vou pra minha casa.
- Então, se quiser, me acompanha até minha casa, peço o carro e te levo na sua, aí você não precisa andar tanto, que tal?

Miguel preferia andar, não queria ficar com Jaime, mas pensou que evitá-lo poderia parecer suspeito, então aceitou e foram caminhando até a casa de Jaime, que ficava a poucas quadras do parque. Chegando na casa, Jaime deu uma olhada na garagem, e Miguel percebeu que não tinha carro nenhum, o que o deixou desconfortável. Jaime não disse nada, abriu a porta e falou – Entra. Em seguida, subiu as escadas e gritou – Mãe, cê tá aí?... – Não houve resposta.
- Ó Mike, não tem ninguém, mas assim que minha mãe chegar, te levo, beleza? Enquanto isso, vamos pro meu quarto.

Os dois subiram as escadas e entraram no quarto. Jaime fechou a porta. Olhou pra Miguel com cumplicidade e disse:
- Eu te devo uma aposta.
- O quê? – Disse Miguel, corando. Sabia exatamente do que ele tava falando, mas preferia se fazer de desentendido pra tentar evitar qualquer contato. Era a primeira vez que Miguel não provocava o encontro e não se sentia totalmente seguro, tava nervoso, as mãos começaram a suar.
- Eu percebo, Mike, dá pra ver que você gosta. – Ao dizer isso, ele passou a mão na virilha, deixando aparecer um volume grosso e meio grande. – Juro que ninguém vai ficar sabendo, daqui não sai nada. – Tirou a camiseta, mostrando o corpo trabalhado.

Jaime era forte, de pele morena e meio peludo, o rosto não era feio, mas também não era atraente, tinha um corpo de academia. Tava vestindo uma calça de moletão que deixava bem visível a ereção dele.
- Jaime, não acho que seja certo a gente fazer uma parada dessas, sério, somos amigos e, tipo, eu não curto homens. – Tava mentindo, claro que curtia homens e claro que a situação o excitava.
- Então seu amigo diz o contrário – Jaime se aproximou e pegou Miguel pelo Entreperna, como ele também tava de moletom, o pau dele já tava duro e quando o Jaime começou a passar a mão, ele não conseguiu resistir e deixou rolar.
O Jaime acariciou com uma mão o pau do Miguel, enquanto com a outra levantou a camisa dele pra sentir a barriga perfeita do Miguel, aquela barriga que ele tinha desejado desde a primeira vez que viu. O Miguel não resistiu e deixou o Jaime agir à vontade no corpo dele.

- Mas daqui não sai nada, hein. – Falou o Miguel enquanto o Jaime se deliciava com o corpo dele.

Depois de acariciar o torso, o Jaime abaixou o moletom e a cueca dele até os tornozelos, deixando o pauzão dele livre. Tinha uns 17 ou 18 centímetros de comprimento, grosso e com veias grandes, não era lá uma coisa estética, mas parecia selvagem e másculo, não dava pra ver que o Jaime tinha qualquer cuidado estético com a genitália, porque os pelos pubianos cobriam tudo, do púbis até o umbigo.

- Cê gostou? Por acaso não é a maior rola que você já viu? Quer mamar? – Perguntou o Jaime todo excitado. O Miguel obviamente ficava excitado e obviamente queria mamar, mas a atitude do Jaime não era lá muito sensual.

- Depende.
- Depende do quê? – Falou o Jaime.
- De quão bem você chupar o meu. – Embora o Miguel não tivesse provocado, ele sabia como controlar a situação pra conseguir exatamente o que queria.

O Jaime abaixou o moletom e a cueca do Miguel e, diante dos olhos dele, estava a ferramenta linda dele, loira como ele, com uns pelinhos pubianos só difusos no púbis, uns ovos redondos e macios, era literalmente uma estátua grega, mas com uma ereção deliciosa que exibia uma gotinha de lubrificante na ponta. O Jaime não conseguiu resistir a tanta beleza, dobrou os joelhos e ficou com o rosto na altura do pau do Miguel, a rola enorme dele e os ovos balançando roçando na roupa que tava nos tornozelos. De uma bocada só, encheu a boca com o pau do Miguel e começou a massagear com a língua, o Miguel suspirava abafando os gemidos, o Jaime se divertia fazendo barulho de satisfação. Ao mesmo tempo, começou a bater uma pra sua pica que mal conseguia se levantar de tão grande que era.
Ficaram assim por um tempo, quando Jaime não estava se masturbando, acariciava Miguel, suas mãos percorriam suas pernas, sua barriga, sua lombar e suas nádegas. Jaime tinha ficado com poucos caras e nunca com um tão gostoso quanto Miguel, Miguel ficou surpreso que Jaime gostava de chupar pica, e que fazia bem pra caralho, se concentrou no que sua pele sentia e tentou esquecer que era Jaime a pessoa de quem vinha aquele prazer, e a primeira coisa que veio à mente foi o jovem de cabelo castanho, imaginou seu rosto lindo, seu corpo nu e um arrepio percorreu todo seu corpo, e sem perceber sentiu aquela cócega gostosa que avisa o orgasmo iminente.

Jaime estava em êxtase prestes a gozar, e Miguel sem perceber tinha chegado no mesmo ponto, então parou de abafar seus gemidos e começou a gemer tão alto quanto sua voz entrecortada e respiração ofegante permitiam. Seu corpo inteiro tremeu e de sua pica jorraram jatos de porra quente direto na boca de Jaime. Ele saboreou o sêmen sem deixar escapar uma gota, enquanto gozava na própria mão, com a língua lambeu a cabeça da pica de Miguel e depois que os espasmos acabaram se levantou decidido a beijar seu lindo amante. Miguel percebeu as intenções de Jaime e ficou paralisado, não queria beijá-lo, beijos envolvem sentimentos e Miguel não queria nada disso com Jaime.

O som de umas chaves, a porta da entrada principal se abriu. A mãe de Jaime tinha acabado de chegar e isso salvou Miguel de receber aquele beijo indesejado.
- Porra, minha mãe, corre, vamo embora. – disse Jaime nervoso.
Miguel vestiu o moletom e ajeitou o pinto pra não aparecer a ereção que ainda não tinha baixado, enquanto Jaime limpava a porra da mão. Vestiu a roupa e saíram do quarto, o mais rápido que podiam, Jaime pediu o carro pra sua Mãe e saíram de casa rapidamente. Na viagem, não conversaram muito. Jaime procurava o olhar de Miguel, mas ele se esquivava. Ao chegar em casa, agradeceu e desceu.

No dia seguinte, Miguel estava indeciso se ia ao parque, mas no fim decidiu ir, um pouco mais tarde do que de costume. Enquanto caminhava no parque, meio nervoso pelo que tinha acontecido, observou seus colegas ao longe e viu Jaime esperando por ele. Miguel se sentiu desconfortável, não sabia se continuava ou se era melhor se afastar antes que fosse tarde demais, pensava nisso enquanto seus passos seguiam como um autômato o caminho, quando de repente seu corpo colidiu com outro corpo, que caiu no chão. Ao virar o olhar, levou um baita susto: era o seu gato, o de cabelo castanho, com cara de surpresa e um pouco irritado com o acidente. Miguel não sabia o que fazer nem o que dizer, ficou com cara de bobo e falou: "Desculpa, nem vi". O gato simplesmente se levantou, disse "sem problemas" e seguiu seu caminho, indiferente.

Aquela indiferença matava Miguel. Nunca tinham feito isso com ele, ninguém conseguia resistir à sua beleza, só aquele gato, e isso fazia com que Miguel o desejasse cada vez mais.

11 comentários - A História do Miguel - Conto Gay

muy interesante, muy bueno saber ambos lodos de la historia es excitante y muy romántico 😃 jajajajajajaj esta muy bueno felicitaciones
man8404 +1
espectacular . Me encanto. Muy real y muy bien redactado! Te dejó puntos
Oye, está buenísimo ese relato pero ¡Escribe otro por favor! 🙂 continúa la historia.
Gracias.
boytoy2 +1
http://www.poringa.net/posts/gay/1982125/Joven-rubio-y-bicurioso-Relato-erotico-gay.html ese reto, no es como una continuación, pero es otra parte de la misma historia, gracias! que bueno que les gusten, cunado tenga tiempo escribiré uno nuevo
Muy Bueno!! 🤤 Continua la historia por favor, me ah encantado. 😉 Continuala si? 🙂 😃 😛 😉
muy interesante, muy bueno saber ambos lodos de la historia es excitante y muy romántico jajajajajajaj esta muy bueno felicitaciones. Espero la continuacion 😉
Sube la continuacion de este relato por favor 😉
La verdad me gustó y mucho... Yo me quedé re baboso jajaja. Te importa si uso el relato para una novela perver?? Obviamente te dejo el credito... La novela va a estar en FB, en una página la cual no puedo dejar el nombre acá...
Te mereces una ovación de pie ante tal obra literaria jaja me encanto leer este relato