Fala, galera. Dessa vez tive a chance de conhecer outra pessoa, que no fim das contas é o segundo cara que vejo num encontro, por isso o "segundo tipo".
Faz quase um mês que começamos a conversar, e só nos vimos uma vez por webcam. Eu já nem lembrava mais da cara dele. A gente sempre falava em se ver, mas nunca nada concreto. Na verdade, comecei a conversar com ele antes do cara da minha primeira experiência. Foi ele quem um dia me disse: "você é muito barulho e pouca noz, fala com todo mundo mas não concretiza com ninguém". Foi aí que, quando o outro me chamou pra gente se ver, eu topei na hora, pensando no que esse cara tinha me falado.
Depois de algumas semanas, quase um mês, acho. Falei que tava com vontade de vê-lo. Isso foi num sábado, e marcamos pra sexta-feira da semana seguinte. Não sou de marcar no mesmo dia, ainda tenho dificuldade pra começar. Mesmo que não pareça, hehe. Bom, chegou o dia, e ele parecia ainda não acreditar que eu iria, porque duas semanas antes eu tinha falado em ir na hora da sesta e nunca fui. Falei que depois do almoço eu ia. Não era muito longe de casa, só pegar o trem por umas estações. Quando tava viajando, avisei ele e só aí ele se preparou.
Chegando no bairro dele, mando uma mensagem e ele me liga. Nunca tinha ouvido a voz dele, nem ele a minha. Gostei muito daquela voz viril, um tom grave, parecido com a minha voz, mas com um pequeno brilho que marcava na voz a orientação sexual que o definia. No meu caso, ainda não tenho esses traços na voz e acho que não vai mudar mais. Como vocês sabem, me defino como homossexual ativo, e esse rapaz também, então já sabíamos de cara que não ia rolar sexo anal, o que não impede a gente de se divertir.
Entrando no apartamento dele, começamos a falar de tudo um pouco. Gosto de conversar e ainda tava cansado da viagem. Entre um assunto e outro, comecei a contar minhas experiências anteriores. A gente tava sentado na sala de jantar, em cadeiras de lados opostos da mesa, mas vi como ele se tocou, como se meu relato provocasse uma ereção nele. Então ele levanta, vai ao banheiro e quando volta, senta do meu lado. Eu continuei falando, mas ele me perguntou sobre o estado de meu pau, que tava bem tranquilo e relaxado, mas quando ela começou a tocar, logo endureceu. Eu toquei nele por cima da roupa e já tava duríssimo, dava pra ver que era bem grosso. Ela me tirou a calça e ficou me masturbando, mas era desconfortável ali, então fomos pro quarto.
No quarto dela, uma cama de casal bem confortável, onde a gente deitou sem calça, mas ainda de cueca. Logo ela puxou minha cueca pra baixo pra me masturbar enquanto me olhava com muito carinho, com aquela cara de prazer e vontade de saborear, e foi o que fez: começou a me chupar de um jeito que eu lembro e já fico duro de novo, muito boa nisso. Isso deixava meu pau bem durão e ela ficava falando como meu pau era lindo. Enquanto fazia isso, eu tentava pelo menos tocar ou masturbar ele, então pedi pra ela tirar a cueca. Pra ser sincero, o pau dela era bem avantajado, maior que o meu, de comprimento quase igual, mas muito mais grosso, isso me surpreendeu porque o meu já é bem grosso. E dava pra sentir o peso que tinha, porque quando eu pegava, pesava na mão, não ficava bem ereto por causa disso, mas era muito bonito. No fundo, eu pensava: deve ser o sonho de todo passivo, se eu fosse, teria me destruído, haha.
Eu não gosto que façam coisas no meu cu, mas ele quis chupar um pouco, parece que eu fiquei desconfortável porque ele perguntou e não fez mais. Continuou chupando meu pau muito, mas muito bem, depois deitou de barriga pra cima como se estivesse meio cansado e pra se masturbar um pouco, então eu me aproximei e chupei ele. Parece que o cara tem o pau sensível ou tava muito excitado, porque me fazia parar pra não gozar. Eu não tive problema com isso, porque na real prefiro que façam em mim. Depois de vários momentos assim, de masturbação e chupadas, a gente ficou de 69, algo que eu tinha falado pra fazer um tempo antes, mas não fizemos. Nessa posição, eu gosto mais de chupar, deve ser porque sinto a boca do outro no meu pau e me excita muito mais. Ele dizia que adorava e começou a se mexer, e quanto mais mexia, mais gostava, era uma trepada de 69. minha boca.
Não tinha passado muito tempo, mas ele já queria gozar, então me mandou acabar. Ele bateu uma pra mim, mas eu falei que demoro pra gozar e que era melhor eu bater sozinho. Como viu que eu tava demorando, de vez em quando voltava a chupar, mas se mexia bem mais rápido, era tipo foder a boca dele, mas o movimento quem fazia era ele. Isso me aproximava daquela sensação gostosa, mas meu esperma ainda não vinha. Aí, num novo 69, deixei ele com mais vontade e ele falou que não aguentava mais, virou de barriga pra cima e soltou uns jatos longos de porra. Isso me deixou com muito tesão e finalmente senti que era minha vez. Gozei, mas não tanto quanto esperava. Aí, num tom de risada, ele disse que tinha me vencido. Lá estávamos nós dois, pelados, cansados e leitosos, mas felizes pelo momento gostoso. Nos limpamos e nos vestimos. Ele disse: "a gente não pode ser tão puto", o que me deu muita graça e eu me caguei de rir. Nos despedimos e fui embora, mas em algum momento com certeza vai rolar de novo.
Espero que tenham gostado, tchau (nível hard 😵)
Faz quase um mês que começamos a conversar, e só nos vimos uma vez por webcam. Eu já nem lembrava mais da cara dele. A gente sempre falava em se ver, mas nunca nada concreto. Na verdade, comecei a conversar com ele antes do cara da minha primeira experiência. Foi ele quem um dia me disse: "você é muito barulho e pouca noz, fala com todo mundo mas não concretiza com ninguém". Foi aí que, quando o outro me chamou pra gente se ver, eu topei na hora, pensando no que esse cara tinha me falado.
Depois de algumas semanas, quase um mês, acho. Falei que tava com vontade de vê-lo. Isso foi num sábado, e marcamos pra sexta-feira da semana seguinte. Não sou de marcar no mesmo dia, ainda tenho dificuldade pra começar. Mesmo que não pareça, hehe. Bom, chegou o dia, e ele parecia ainda não acreditar que eu iria, porque duas semanas antes eu tinha falado em ir na hora da sesta e nunca fui. Falei que depois do almoço eu ia. Não era muito longe de casa, só pegar o trem por umas estações. Quando tava viajando, avisei ele e só aí ele se preparou.
Chegando no bairro dele, mando uma mensagem e ele me liga. Nunca tinha ouvido a voz dele, nem ele a minha. Gostei muito daquela voz viril, um tom grave, parecido com a minha voz, mas com um pequeno brilho que marcava na voz a orientação sexual que o definia. No meu caso, ainda não tenho esses traços na voz e acho que não vai mudar mais. Como vocês sabem, me defino como homossexual ativo, e esse rapaz também, então já sabíamos de cara que não ia rolar sexo anal, o que não impede a gente de se divertir.
Entrando no apartamento dele, começamos a falar de tudo um pouco. Gosto de conversar e ainda tava cansado da viagem. Entre um assunto e outro, comecei a contar minhas experiências anteriores. A gente tava sentado na sala de jantar, em cadeiras de lados opostos da mesa, mas vi como ele se tocou, como se meu relato provocasse uma ereção nele. Então ele levanta, vai ao banheiro e quando volta, senta do meu lado. Eu continuei falando, mas ele me perguntou sobre o estado de meu pau, que tava bem tranquilo e relaxado, mas quando ela começou a tocar, logo endureceu. Eu toquei nele por cima da roupa e já tava duríssimo, dava pra ver que era bem grosso. Ela me tirou a calça e ficou me masturbando, mas era desconfortável ali, então fomos pro quarto.
No quarto dela, uma cama de casal bem confortável, onde a gente deitou sem calça, mas ainda de cueca. Logo ela puxou minha cueca pra baixo pra me masturbar enquanto me olhava com muito carinho, com aquela cara de prazer e vontade de saborear, e foi o que fez: começou a me chupar de um jeito que eu lembro e já fico duro de novo, muito boa nisso. Isso deixava meu pau bem durão e ela ficava falando como meu pau era lindo. Enquanto fazia isso, eu tentava pelo menos tocar ou masturbar ele, então pedi pra ela tirar a cueca. Pra ser sincero, o pau dela era bem avantajado, maior que o meu, de comprimento quase igual, mas muito mais grosso, isso me surpreendeu porque o meu já é bem grosso. E dava pra sentir o peso que tinha, porque quando eu pegava, pesava na mão, não ficava bem ereto por causa disso, mas era muito bonito. No fundo, eu pensava: deve ser o sonho de todo passivo, se eu fosse, teria me destruído, haha.
Eu não gosto que façam coisas no meu cu, mas ele quis chupar um pouco, parece que eu fiquei desconfortável porque ele perguntou e não fez mais. Continuou chupando meu pau muito, mas muito bem, depois deitou de barriga pra cima como se estivesse meio cansado e pra se masturbar um pouco, então eu me aproximei e chupei ele. Parece que o cara tem o pau sensível ou tava muito excitado, porque me fazia parar pra não gozar. Eu não tive problema com isso, porque na real prefiro que façam em mim. Depois de vários momentos assim, de masturbação e chupadas, a gente ficou de 69, algo que eu tinha falado pra fazer um tempo antes, mas não fizemos. Nessa posição, eu gosto mais de chupar, deve ser porque sinto a boca do outro no meu pau e me excita muito mais. Ele dizia que adorava e começou a se mexer, e quanto mais mexia, mais gostava, era uma trepada de 69. minha boca.
Não tinha passado muito tempo, mas ele já queria gozar, então me mandou acabar. Ele bateu uma pra mim, mas eu falei que demoro pra gozar e que era melhor eu bater sozinho. Como viu que eu tava demorando, de vez em quando voltava a chupar, mas se mexia bem mais rápido, era tipo foder a boca dele, mas o movimento quem fazia era ele. Isso me aproximava daquela sensação gostosa, mas meu esperma ainda não vinha. Aí, num novo 69, deixei ele com mais vontade e ele falou que não aguentava mais, virou de barriga pra cima e soltou uns jatos longos de porra. Isso me deixou com muito tesão e finalmente senti que era minha vez. Gozei, mas não tanto quanto esperava. Aí, num tom de risada, ele disse que tinha me vencido. Lá estávamos nós dois, pelados, cansados e leitosos, mas felizes pelo momento gostoso. Nos limpamos e nos vestimos. Ele disse: "a gente não pode ser tão puto", o que me deu muita graça e eu me caguei de rir. Nos despedimos e fui embora, mas em algum momento com certeza vai rolar de novo.
Espero que tenham gostado, tchau (nível hard 😵)
2 comentários - Encuentro cercano del 2do tipo (relato)