Jogando videogame com meu priminho

Fala aí, poringas boys, tô de volta com mais um relato novo. Quem já leu meus posts anteriores já tem uma ideia de quem eu sou, mas hoje vou contar outra faceta minha. Na real, sempre fui um cara solitário, passava o tempo todo jogando videogame, adorava ficar na frente da TV com o controle na mão, mas sem companhia de ninguém.

Faz menos de um ano que troquei de televisão e comprei um PlayStation 3, e aí todos meus primos e amigos queriam vir na minha casa jogar comigo. Agora que sou adulto, mesmo continuando a jogar, não sou mais tão solitário, acho que é porque aprendi a implementar umas técnicas novas e melhores de socialização. O ponto é que todo dia aparecia alguém aqui em casa pra jogar, até que um dia veio meu priminho Brian, e foi aí que o barraco começou.

**Jogando PlayStation com meu priminho**

Meu primo Brian tem só 18 anos, 3 anos mais novo que eu. Ele é moreno, não muito alto, bem másculo, magro, definido e com uma bunda espetacular.

Sempre vi ele como um moleque. Toda vez que encontrava ele, me cumprimentava com maior entusiasmo, acho que era porque me admirava ou talvez só gostasse de mim, mas nunca reparei nele de verdade. Nunca me chamou a atenção, porque a única coisa que sabia sobre ele era o nome e que era o filho mais velho do irmão mais novo do meu pai.

Um dia, cheguei em casa meio cansado do trampo, entrei no quarto e encontrei meu irmão mais novo, dois amigos e o Brian. Todos tinham mais ou menos a mesma idade, tavam jogando um campeonato de futebol no PlayStation e tomando uma cerveja. Eu, claro, entrei na parada. Passaram umas horas, meu irmão foi pro quarto dele dormir, os dois amigos foram pra casa, e fiquei só eu e meu primo. Continuamos jogando mais um pouco, e foi aí que ele falou: "Cara, já ficou tarde". — Não te incomoda se eu dormir aqui? — eu disse que não tinha problema, mas que ele ia ter que dormir comigo na minha cama porque não tinha outra disponível, e ele disse que sim, sem problema.

Depois dessa conversa, fui tomar banho enquanto ele continuava jogando. Mesmo tendo meu roupão pendurado na parede do banheiro, algo me dizia que seria melhor sair sem ele, exibindo meu físico. Então saí do chuveiro só de cueca, e ele não conseguiu evitar de olhar meu corpo dos pés à cabeça. Mesmo tentando ser discreto, percebi na hora que ele estava me encarando. Depois, fui até o guarda-roupa pegar um par de shorts, um pra mim e outro pra ele, pra gente se enfiar na cama. Enquanto eu continuava procurando, de costas pra ele, ele solta:

— Filho da puta, que bunda gostosa você tem.

Nisso, me virei, joguei o short nele e falei:

— Nada a ver, você acha que eu tenho uma bunda boa?

E ele respondeu, num tom de brincadeira:

— Sim, porra, eu metia em você sem pensar duas vezes.

Depois desses comentários, meu cérebro começou a processar certas ideias sobre o Brian de um jeito diferente do normal. Me perguntei se ele tinha falado aquilo na brincadeira ou se queria criar um clima sexual, ou talvez só achou mesmo que minha bunda era boa. Mas optei pela segunda opção. Depois que o Brian disse que com prazer me penetraria fundo, comecei a rir e, enquanto vestia o short, falei:

— Cala a boca, cara, você não come ninguém!

— Se eu pegar você, vai ficar uma semana sem conseguir sentar.

Ele respondeu, tirando a calça:

— Hum, se eu fosse você, não subestimava. Além disso, como diz o ditado, cachorro que late não morde.

Naquele momento, percebi que meu priminho já tinha crescido, que não era mais uma criança, principalmente quando pude contemplar o corpo semidespido dele. Como não podia ficar calado diante de tantas indiretas que aos poucos iam me excitando, falei:

— Ah, mas você tem uma bunda melhor que a minha!

— Sério, cara, você tem a bunda... “Bem durinho”, nisso eu me jogo na cama enquanto ele veste o short e me diz: “É, o que acontece é que ainda não me desvirginaram”. Nisso ele se aproxima e se joga na cama comigo, e foi aí que eu falei: “Bom, mas me parece que hoje vão te desvirginar”. Ele dá uma gargalhada e responde: “Me parece que hoje à noite quem vai ser desvirginado é você”. Depois de ouvir isso e tê-lo deitado ao meu lado na minha cama, eu disse: “Olha que pra me derrubar você tem que ter com o quê”. Ao que ele responde: “Já te falei pra não me subestimar, já não tenho 12 anos”. “Quer que eu te prove?” Depois de ouvir isso, não consegui evitar que a pica ficasse dura, tava duríssima. Então comecei a rir meio nervoso e tentando disfarçar um pouco falei: “Cala a boca, cara”. Ele percebeu na hora como a pica subiu e me disse: “Ah, porra, você ficou duro”. Aí estendeu a mão direita e começou a esfregar minha porra por cima do short, aproximou a boca do meu ouvido direito e falou: “Eu também tô duro”. Então, sem mais delongas, peguei a nuca dele com a mão direita, aproximei a boca dele da minha e cravei um beijo que nunca vou esquecer. Era a boca mais doce que já tinha provado na vida, me sentia como se estivesse nadando numa fonte de águas doces. Ele subiu em cima de mim e com as mãos acariciava meu cabelo e minha testa, enquanto me beijava suavemente, e eu, por outro lado, acariciava as costas dele com minhas mãos, que logo começaram a descer em direção à bunda dele. Comecei a acariciá-la bem devagar pra poder aproveitar aos poucos. A bunda dele era incrível, melhor que a de qualquer mulher, minhas mãos não conseguiam parar de explorar e aproveitar. Já não aguentava mais, a pica doía de tão dura que tava, sentia como se fosse explodir. Então, enquanto beijava todo o pescoço dele, me livrei do shortinho apertado e depois da cueca dele. Ele se posicionou de quatro, eu me acomodei atrás dele, aproximei minha boca... No meio da bunda dele, com as duas mãos abri delicadamente as nádegas, já que não queria ser brusco, e comecei a beijar todo o cu dele e arredores; preciso destacar que a bunda dele estava impecável, não senti cheiro ruim nenhum, por isso comecei a lamber com mais convicção, estava amando o que fazia, era sem dúvida a melhor buceta de cu que já tinha provado na vida; nisso ele começou a gemer, soltando um som bem peculiar, gemia como um menininho de 6 anos, ouvir aqueles gemidos me deixou meio estupefato, me senti um pedófilo; depois ele falava: “ah! aih! Sim papai! Ah!” enquanto arqueava a cintura numa posição lordótica, levantando e abrindo mais a bunda, igual as mulheres fazem, o que me permitia explorar um pouco mais fundo no cu dele com a língua, e o menininho continuava gemendo igual uma cachorrinha no cio; depois com as minhas mãos fiz ele virar, pra eu poder contemplar o pau médio dele; com a mão direita peguei na haste, aproximei a boca e comecei a beijar a ponta, que já estava meio molhada, usei a língua pra acariciar a cabecinha e provar o líquido pré-seminal dele, coloquei as mãos nos quadris dele e comecei a chupar o pau dele com a boca; nunca tinha curtido tanto um pau assim, não era muito grande mas dava pra matar a fome da minha boca sedenta; depois os movimentos da minha cabeça ficaram mais lentos pra poder engolir melhor aquela porra toda, e assim continuamos por vários minutos; depois fui no banheiro pegar umas camisinhas que tinha escondido e de quebra lavei um pouco a boca, voltei pra cama onde nos beijamos bem gostoso e nos acariciamos um ao outro, até que fiz ele virar de novo na posição de quatro, coloquei a camisinha e comecei a meter bem devagar, aí ele reagiu com um pulinho dizendo: “por favor papai, vai devagar que dói”; as palavras de menininho de 6 anos me enlouqueceram, mas mesmo assim não queria ser brusco. com ele, já que sentia ele muito frágil e queria evitar machucá-lo; então, enquanto segurei firme no quadril dele, comecei a aprofundar cada vez mais a penetração, enquanto ele não parava de gemer, comecei a bombar ele cada vez um pouco mais forte, já que a bunda dele começava a se adaptar ao meu pau, continuei bombando e bombando até que meu pau entrou de vez, e ele deu um grito: “ahhhh! Para um pouco que você tá me matando!”, meio preocupado falei: “uhh, amor, me desculpa”, e ele responde: “continua, mas não seja tão bruto”; continuei penetrando ele até que a bunda dele se adaptou totalmente ao meu pau, dilatando muito melhor, então aumentei a velocidade, bombando cada vez mais rápido e provocando nele gemidos mais intensos e gostosos, continuamos assim por um bom tempo até que comecei a sentir aquele famoso formigamento na barriga, gozei com o melhor dos orgasmos; corri de novo pro banheiro me higienizar, e ele fez o mesmo depois de mim, voltamos pra cama onde notei que ele não tinha gozado ainda, então comecei a chupar de novo o pau delicioso dele, não me cansava de saborear, queria dormir com ele dentro da minha boca, era um pau muito gostoso, só de lembrar já fico com água na boca e todo molhado; enfim, continuei mamando ele por mais um tempo, até que ouvi ele dizer: “ah, vou gozar!” então abri a boca e comecei a bater uma pra ele rapidinho com a mão direita, e quando ele finalmente gozou, senti o leite quentinho dele entrando na minha boca, e com a língua recolhia os jatos pequenos que escorriam pela minha bochecha esquerda; nisso olhei nos olhos dele e falei: “mmm, que gozo tão gostoso, amor!” “como eu amo seu pau e seu gozo”, e continuei saboreando e engolindo as poucas gotas de gozo que ainda estavam na minha boca, aproveitando o sabor de cada uma delas, sem desperdiçar nenhuma; depois voltei ao banheiro pra lavar a boca e me deitei com ele, de conchinha, e já bem exaustos começamos a cochilar aos poucos, então fui pegando no sono um anjo e com um grande sorriso de satisfação no meu rosto.
No dia seguinte, acordei e o guri já não estava, na verdade ele sumiu por vários dias, e quando voltei a vê-lo, estava acompanhado da nova namorada dele e, obviamente, agia como se nada tivesse acontecido. De qualquer forma, sempre que ficava a sós com ele, em nenhum momento tentei tocar nesses assuntos sexuais. Se eu parar pra refletir sobre o motivo da atitude dele, e por que ele decidiu fazer aquilo comigo, chegaria à conclusão de que, embora meu priminho tenha crescido o suficiente pra se atrever a experimentar seus desejos mais profundos, ainda não amadureceu o bastante pra assimilá-los com total maturidade.
A verdade é que a atitude dele não me surpreendeu, na verdade é parecida com a que eu tinha na idade dele, e nem preciso dizer que não senti ciúmes ao vê-lo ao lado de uma mulher, já que meu lugar é de primo mais velho, não de amante. Além disso, acho que o relacionamento dele com essa garota vai ajudá-lo a sustentar a imagem de rapaz hétero, e eu ficar com ciúmes seria totalmente patético, já que ciúme é característica de um sentimento de fraqueza e insegurança, e eu, sinceramente, me sinto uma pessoa forte e com os pés no chão. Além do mais, de jeito nenhum vou competir com uma mulher, o que não impede que no futuro possa rolar de novo outra noite de sexo sem limites com meu priminho.
Bom, amigos pornoleitores, espero que tenham gostado, se sim, por favor comentem. Um beijo pra todos aí onde mais gostam 😉

11 comentários - Jogando videogame com meu priminho

muy bueno, yo tengo un amigo de esa edad y espero que algún día se anime, jeje.
beso grande
super caliente con tu relato! mis +10 de hoy!!!
Besos!
Jogando videogame com meu priminho
yo tambien coji con mi primo,a nadie le chupe el culo como a el,tiene el culo mas dulce del mundo,genial lo tuyo