Qué rico estaba el chinito

Não sou xenófobo, porque em toda raça tem gente boa e gente ruim. No entanto, e com um certo receio, confesso que tinha uma certa implicância com chineses, já que a maioria não se integra e mantém distância, como se estar no meu país fosse um favor que fazem de má vontade. Pelo menos era a impressão que me davam os poucos chineses com quem já tinha lidado. Esse preconceito me levou a evitar um certo supermercado a duas quadras da casa onde morei em Mendoza, há alguns anos. Mas naquela sexta à noite, organizei um churrasco e o comentário de que os chineses vendiam a bebida muito mais barata me fez ir com meu próprio carrinho, cheio de vasilhas para cerveja. Depois de carregar as garrafas de loira e alguns vinhos, fui para o caixa, momento em que me arrependi de não ter ido antes no mercado. No caixa, estava um chinesinho de uns 18 anos, tão fino e delicado que fiquei uns instantes parado, admirando ele. Se vocês já viram o Roxy Red, um oriental que tem vários filmes gays, dá pra ter uma ideia do tipo de garoto que estou falando, embora eu arriscaria dizer que esse era muito mais sensual. Já na fila, cruzamos olhares, o dele meio estranhado pelo jeito que eu olhava, até que ao esboçar um sorriso, ele me devolveu, e notei que o rosto dele ficava ainda mais lindo. Quando chegou minha vez, sorrimos de novo e ele só trocou um "Oi" comigo, e um "bem, bem" quando perguntei como ele estava. Acontece que o espanhol dele parecia limitado só a lidar com dinheiro. Na verdade, uma chinesa gorda, acho que a mãe ou uma tia, sentada atrás do caixa e concentrada nas revistas dela, era quem intervinha quando perguntavam algo sobre algum produto pro garoto. O cara era muito afeminado e tinha uma vozinha aguda, mais aguda que a da gorda, então no conjunto dava a sensação de que era uma menina e não um menino. Alguém vai perguntar como é que, se eu procuro assim, tão estilo mocinha, por que não procuro uma mocinha. A resposta é que Eu amo garotas e procurei por elas a vida toda, na verdade hoje moro com uma gostosa, mas meu maior tesão, minha fraqueza, meu vício são justamente os putinhos.
Voltando ao assunto, o garoto me cobrou e, na hora de me dar o troco, peguei entre meus dedos uma medalhinha que pendia do pescoço dele. Primeiro ele se assustou, mas depois se inclinou um pouco pra facilitar minha observação. Era Nossa Senhora de Lourdes, e no verso lia um nome.
— Liu? — falei.
— Sim, sim — respondeu o aludido, me mostrando os dentes perolados num sorrisão.
Larguei a medalhinha e com as costas dos dedos acariciei sutilmente a pele dele. Depois estendi minha mão.
— Sergio.
— Oi, Sergio — murmurou.
E naquele jeito tão suave de me cumprimentar, e no olhar dele, percebi que o efeito da minha sociabilidade tinha alcançado o objetivo: mostrar que eu tava a fim e descobrir que ele também. Ao apertar a mão direita dele, segurei por mais tempo que o normal, encontrando uma mão pequena, de dedos frágeis. Sonhei acordado com aquela mãozinha segurando minha piroca.
Na semana seguinte fui todo dia no supermercado, e já quando entrava a gente se olhava e se sorria, enquanto que na hora do caixa quase não conversávamos por ele não saber espanhol e eu não saber chinês, mas não perdia chance de tocar as mãos dele e até passar a mão no rosto dele de leve.
Entre meus contatos na internet tinha uma argentina que morava na China, e pedi pra ela escrever a seguinte frase: “A gente dá uma volta no meu carro quando você terminar de trabalhar?”.
Minha amiga fez a tradução, comentando safadamente: “Tem um lugar onde se fala uma só língua”, numa clara alusão à cama. E sim, minhas intenções eram ter uma conversa intensa com o Liu.
Quando entreguei o papel, o chinesinho ficou vermelho e, amassando ele, guardou no bolso, tomando cuidado pra gorda não perceber, embora eu ache que ela desconfiasse que eu tava atrás de algo com o Liu. Ele pegou meu pulso e apontou pro meu relógio, pra depois me mostrar nove dedos e murmurar: "Lavalle… Lavalle".
Lavalle ficava a duas quadras do supermercado, no sentido contrário da minha casa. O que ele queria me dizer era pra esperar ele estacionado na esquina daquela rua com a do supermercado. E na hora marcada, lá estava eu, a bordo da caminhonete F100 que eu tinha na época. Pouco antes das nove começou a cair um toró, então pensei que meus planos tinham ido pro saco. Fiquei matutando se seria uma boa ideia passar na frente do supermercado, embora, pelo jeito sutil do nosso jogo, fosse evidente que a família do chinesinho não aprovaria ele sair pra dar um rolê com um cara, porque seria na cara o que esse cara, ou seja, eu, ia fazer com ele. Mais ainda, fiquei curioso pra saber qual seria a desculpa que o Liu daria pra se mandar. Tava nessas divagações quando vi ele vindo, enfiado numa capa amarela. Reconheci na hora, mesmo debaixo daquela cortina translúcida que a tempestade fazia, limitando a visibilidade. Na mesma hora, abri a porta do carona e gritei o nome dele; um segundo depois, o Liu tava tremendo de frio, mas feliz. A gente se olhou por um segundo e depois demos um beijo no rosto. Que macia era aquela pele de porcelana, perfumada e quentinha, gostei tanto que beijei a outra bochecha, o que fez o menino corar, mas soltou uma risadinha suave.
Liguei o motor e saímos. O Liu logo tirou a capa, porque a cabine tava aquecida, e começou a cantarolar num inglês ainda pior que o meu as músicas softcore que saíam do rádio. A vozinha dele era tão melódica e doce que, em vez de um chinês, senti que tava com uma chinesinha, e era exatamente assim que eu ia tratar ele.
Dirigi poucas quadras, até estacionar debaixo de umas árvores bem frondosas. Já tinha pensado naquele lugar, por ser afastado e com pouco movimento, mas vocês não sabem o quanto agradeci pela chuva, porque a intimidade ia ser maior. Depois de desligar o motor, a gente se olhou de novo, ele me disse algo que, obviamente, não entendi, mas me inclinei e voltei a beijar suas bochechas, enquanto suas mãozinhas acariciavam as minhas. Logo nossas bocas se encontraram e nos fundimos em intensas carícias bucais, onde nossas línguas se roçaram numa deliciosa luta molhada. Seu hálito tinha gosto de menta e seus lábios, de framboesa. Mais do que beijar, chupei sua boca, devorei-a, o que o deixou encantado e excitado, a ponto de suas mãozinhas logo começarem a apalpar meu volume. Não demorou muito para que, quase com desespero, ele abrisse minha braguilha e deixasse meu pau saltar como uma mola. O que eu já tinha imaginado quando o conheci se concretizou: seus dedinhos finos se fecharam com força em torno do meu tronco e ele começou a me masturbar, enquanto continuávamos devorando as bocas um do outro. Em certo momento, peguei-o pelos cabelos e o guiei suavemente até minha virilha. Sua boquinha preciosa me deu a mesma sensação de uma buceta molhada, e sua sucção me levou direto para as nuvens. Estendi o braço para tocar sua bunda, e ele se ajoelhou no banco para facilitar essa carícia. Enfiei a mão por baixo do moletom e da cueca dele, encontrando umas nádegas durinhas e macias, deliciosas, que apalpei à vontade, apertando-as até deixar minhas marcas de dedo. Depois, passei todos os meus dedos pela sua racha, roçando a ponta do meu dedo médio no seu cu fechadinho. Na hora, levei esse dedo à minha boca e chupei até encharcá-lo de saliva, para depois voltar ao seu buraquinho. Com muito cuidado, fui empurrando, custando a meter, mas aos poucos consegui introduzir a primeira falange, o que o fez gemer. Na verdade, Liu, enquanto me chupava, não parava de fazer um ronronar, um “mmmmm” constante, e quando meu dedo foi avançando, esse gorjeio ficou mais intenso, e mais ainda quando comecei a movê-lo para frente e para trás, como se estivesse comendo ele. Num outro instante, tirei o dedo e cheirei, mais por curiosidade do que por tesão, e descobri que estava limpo. Percebi que Liu, antes de sair para me encontrar, tinha passado um tempinho Sentado no bidê, higienizando bem a sua bucetinha. Eu imaginei ele assim, sentado no jato d'água, enfiando os dedos pra que eu o encontrasse impecável.
Ao meu indicador, juntei o dedo médio, depois de babar bem os dois, e também custou pra enfiar, mas consegui, embora ele tenha reclamado um pouquinho. Com certeza não seria fácil encaixar meu pau, mas eu tava decidido que o chinesinho não ia embora sem antes me ter dentro do cu dele por um bom tempo.
O menino me olhava nos olhos enquanto chupava e gemia, um viadinho lindo, delicioso, aquela boceta que ele tinha na boca chupava que era uma maravilha, e as mãozinhas dele esfregavam minhas bolas e acariciavam meu saco. A bombada dos meus dedos ficava cada vez mais intensa, e eles se mexiam dentro dele, remexendo tudo, como se eu tivesse procurando um objeto perdido no cu dele.
Liu começou a chupar com mais força, quase violento, e foi quando eu não aguentei mais e empurrei a cabeça dele até ele se engasgar com meu pau, soltando uma porrada de porra. Fui egoísta naquele momento, porque não pensei se ele ia engolir ou não, mas mantive ele preso assim até ele começar a se debater, aí soltei.
Respirando ofegante, ele me olhou, com os lábios cheios de esperma e lágrimas escorrendo pelo rostinho lindo dele, mas não era choro, era só de ter ficado entalado com o pau. Eu sabia que ele tinha engolido porra e quase pedi desculpas por não ter deixado ele escolher, mas logo ele passou a língua nos lábios, enfiando na boca todo resto leitoso, e depois voltou a chupar meu pau, sugando até deixar limpinho e brilhante.
Ainda com meus dedos bem enfiados no cu dele, dei um jeito de fechar minha braguilha e fiz sinal pra sairmos da cabine pela porta dele.
Nós nos aventuramos na chuva torrencial, mal amenizada pelo teto que as árvores nos davam, e contornamos o veículo até chegar na caçamba, coberta por uma lona. Lá entramos, sem que por um instante eu tirasse os dedos do cu dele, e Nós deitamos numa colchonete que eu tinha arrumado naquela tarde justamente pra poder atendê-lo mais confortável. Só então tirei a mão pra poder despir ele por completo, e em seguida também tirei toda a minha roupa. A cabine estava trancada, a porta da cúpula também estava segura e as janelas eram fumê. Coloquei ele de bruços, mandei ele abrir as pernas e me joguei na bunda dele pra chupar, porque vocês não imaginam o quanto eu adoro lamber o cu de um promíscuo, acho que quem já me leu antes sabe disso. Francamente, confesso que quando relembro cada experiência, meu pau fica duro de tesão, e não é exceção ao lembrar como comi o buraco daquele delicioso chinesinho, porque chupei ele com uma vontade imensa, e a cada sugada eu ficava com mais e mais fome. Com que prazer perdi minha língua no cuzinho dele, lambendo por dentro, me deliciando com o calor, com a umidade, com o gostinho delicioso de viado. E o garoto gemia e murmurava coisas em mandarim que eu não entendia nem sonhando, mas que entregavam o tesão e o prazer enormes que minhas chupadas causavam nele. Claro que chupei aquele buraco, quase arrancando o forro da bunda dele, e não parei até minha saliva escorrer pelas coxas dele como se quisesse fugir, mas minha língua rapidamente se movia pra voltar a meter na caverna. Meu pau estava duro, inchado, rijo, quase soltando vapor, exatamente como está agora enquanto escrevo. Sem parar de chupar aquele peruzinho gostoso, coloquei um preservativo e depois de enfiar a camisinha no pau, me posicionei, apoiando a ponta no cu babado e dilatado dele. Instintivamente, o menino apertou o esfíncter, mas minha pressão suave fez ele relaxar, assim como as coisas que eu sussurrava no ouvido dele. Coisas quentes, que expressavam o imenso tesão que eu sentia em enfiar meu pau na bunda dele, coisas que ele nunca entendeu, mas cujo tom o fez me obedecer, se soltar pra poder engolir minha masculinidade por trás. Ahhh! Que delícia sentir meu pau Abrir caminho num túnel tão apertado. Juro que morri de vontade de tirar a camisinha e meter assim mesmo. Poucas vezes quis tanto dispensar o látex. E a cock foi entrando, fui enfiando até que minhas bolas ficaram esmagadas nas deliciosas bochechas dele. Que tasty ter um chinesinho tão maravilhoso empalado assim, que não parava de gemer com seu “aiayay… aiayay… ai… ai… ai!” Indo do sussurro ao gritinho conforme minha bombada ficava mais e mais intensa. E eu dizendo coisas tipo “Minha promiscuous… minha chinesinha comilona… minha geisha slut… minha mariconcita oriental… que tasty buraquinho achei pra guardar meu pinto!” E um monte de besteiras do tipo que me excitava murmurar no ouvido dele e que ele adorava ouvir.
Num dado momento vi que ele se esfregava forte na virilha, onde tinha um pênis bem pequeno, do tamanho do mindinho dele. Não estava ereto, o que me mostrou que o chinesinho realmente gozava pelo cu, um prazer genuíno, porque a cada estocada a satisfação dele aumentava, a ponto de ele ter caído num transe onde todo o ser parecia entregue ao prazer do momento. Ter um cara tão tasty à minha mercê, com o cu agarrando minha cock e sentir o corpo todo quente vestido pela minha pele, era um festival de sensações. O tato de parabéns por estar bem dentro do trolinho; o olfato pela fragrância suave da pele dele e o cheiro de sexo que escorria dos nossos corpos abotoados; a audição pelos gritinhos dele, a visão pela pele de donzela, o rosto transfigurado e o detalhe de estar montando ele na parte de trás da caminhonete e num lugar público, debaixo de uma chuva que nos dava intimidade.
Quando Liu começou a se contorcer foi sinal de que estava gozando, e fez isso com o pênis dormindo, mas gozou como uma ninfomaníaca. Aquele instante me excitou pra caralho, mas continuei metendo nele, cada vez mais forte, fazendo a caminhonete balançar. Fiquei assim um bom tempo, até o garoto começar a se esfregar na cock de novo. No segundo orgasmo dele eu acompanhei, já que Quando o cum dele começou a jorrar, eu senti o meu vazando dentro da camisinha.
— Na próxima vou te comer pelado, pra ver se consigo te engravidar, sua chinesinha gostosa — falei enquanto o esperma escorria de mim.

Ficamos ali, abraçados, relaxando até cair num sono gostoso. Quando nossos corpos se recuperaram do calor da foda, começamos a sentir frio, então me cobri com um cobertor e ficamos assim, nos acariciando, nos beijando e falando coisas que não entendíamos, mas que ambos adoramos.

Já de madrugada, deixei ele a uma quadra da casa dele, perto do supermercado, mas segui ele de longe, no passo de um homem. Juro que deu vontade de chamar ele pra foder de novo, mas tive que me segurar. No entanto, depois daquela experiência, vieram muitas outras em que me deliciei com o Liu e adorei dar prazer pra ele. Ele vinha direto na minha casa, às vezes a gente transava de novo na caminhonete ou eu levava ele pra algum motel, e nessa altura ele já deixava eu encher o cu dele de porra.

Quando meu contrato terminou, voltei várias vezes pra Mendoza, até que ele finalmente voltou pra China com parte da família. Durante um tempo, a gente continuou se falando por e-mail, usando tradutores online pra se dizer coisas. Cheguei até a quase fazer uma viagem pra poder comer ele no próprio país dele, mas não deu.

Tomara que meu chinesinho esteja bem e tenha encontrado algum cara que saiba tratar ele direito, porque a verdade é que me apeguei demais a ele, e toda vez que lembro, minha saudade se manifesta numa ereção.

9 comentários - Qué rico estaba el chinito


Primero: felicitaciones por el ascenso !!!
Segundo: gracias por otro relato super excitante, caliente y chinesco 🙂
(La escena de la lluvia y la camioneta merecen ser filmadas)
¡Idolo! 🙌


Qué rico estaba el chinito
Yo comenté tu post, por favor comentá el mio.
Los comentarios son caricias al alma de los posteadores
vitto7
como me gustaria ser la chinita!!! 🤤 🤤 🤤