Julian é um cara super atlético. Ele treina capoeira e tem o corpo bem definido, não como um maromba, mas um corpo bonito, com os abdominais bem marcados e uns peitorais lindos. Ele é moreno, tem 1,75m, 19 anos e poucos pelos no corpo (essencial).
Eu sou um cara normal, tenho 21 anos, jogo futebol, tenho um corpo legal (é o que falam) e sempre curti só as minas gostosas.
Fazia dois anos que eu tava morando em La Plata (sou do interior), quando soube que o Julian tava na cidade há alguns meses. Assim como eu, ele tinha vindo estudar na cidade das diagonais.
A gente se adicionou no Facebook e começou a conversar. Mas normal, como dois conhecidos de longa data. A gente se encontrava, tomava mate. Tudo de boa.
Enquanto isso, eu comecei a ficar excitado vendo pornô gay. Batia umas punhetas loucas vendo vídeos pornô, principalmente amador. Não conseguia entender! Eu gostava das minas gostosas, mas me excitava pra caralho pensar em chupar uma rola. Ia pro campo e via os caras sem camisa e ficava todo tesudo. Mas continuava comendo as minas, sentia que tava ficando bissexual. Óbvio, não contei pra ninguém.
Um dia o Juli me chama no Face:
-Tincho, vem aqui em casa tomar umas cervejas que tô sozinho
-Beleza, vou.
E saí pra casa dele. Eu não tava pensando em ir pra comer ele, nem nada do tipo. Era só umas cervejas, como sempre.
Quando cheguei, ele tava vendo o jogo do Independiente.
A gente se cumprimentou e ficou vendo o jogo tomando uma cerveja e comendo umas batatas fritas.
Enquanto a gente conversava, pedimos uma pizza e um fernet num delivery. Aí a gente ficou no sofá um tempão, jantamos, bebemos meio engradado de cerveja, e quando a gente tava no meio do fernet ele fala:
-Ah mano, tô morrendo de vontade de mijar.
-Vai no banheiro, idiota - falo.
-É que tô com a rola dura de tanta vontade de mijar - ele diz - Olha! - E pega na rola por cima do moletom.
Quando vi aquele pedaço de carne, mesmo por baixo do calça, ele tava enorme e super apetitoso.
- Dale, big cock, vai mijar e traz mais Coca - falei pra ele
E ele foi no banheiro. Esse foi o momento mais quente que já vivi com um cara. Mil coisas passavam pela minha cabeça. Não sabia se eram indiretas e ele queria foder, não sabia se tava zoando, não entendia nada.
A gente tava meio bêbado já, sentado no futon, quando o Juli fala pra mim:
- Fica pra dormir, amanhã é sábado mesmo
- Dale, show. Mas como hoje tu tá meio putinho, vou ter que tomar cuidado - falei. Esperava que ele respondesse a indireta, mas nunca do jeito que respondeu.
- Faz uns 20 dias que não como ninguém, então se cuida - Ele falou
Eu tava louco. Não sabia o que fazer, o que falar, ainda mais com a alegria da bebida, não conseguia ser racional.
- Tô na mesma, então se for me foder, vai ser ida e volta. Kkkk. - Quando falei isso, ele me olhou, ajoelhou no sofá, segurou o volume com as duas mãos e disse:
- Vai aguentar tudo isso?
Aí eu percebi que queria sexo, definitivamente.
- Não consegue fazer uma gostosa gozar e se faz de big cock, otário - falei zoando ele.
- Kkkkk. Sua irmã gozou rápido comigo.
- Não tenho irmã, idiota - falei, e sem perder tempo, completei - Vou dormir, viadinho
- Espera que eu também vou
E fomos pro quarto.
Eu tirei a camiseta rápido, o jeans e fiquei de cueca. Ainda por cima tava com uma branca, que aperta. Quando o Juli me vê, ele fala:
- Que rabinho!
Virei de frente e falei: - Olha o pintinho aqui
Nisso, já tava duro
- Ah, e tá de pau duro também - ele fala
- Nada, só um pouco.
Quando o Juli tira a roupa, definitivamente, fiquei durasso. Ele tava muito gostoso, bem definido, com uma cueca que marcava uma bunda enorme e um volume do caralho.
- Tu tem uma raba linda, se eu te pegar dormindo, confundo com a de uma gostosa e meto sem dó
- Kkkkk. Essa é pra você - e ele segura o pau.
- Beleza, dale, eu quero - falei eu disse
—Pega— ele falou e se colocou na minha frente (eu tava sentado num colchão, do lado da cama dele)
E nisso, eu não sabia o que fazer, então peguei no pau dele. Julian se assustou e meio que quis sair, mas na hora me disse:
—Não tava com coragem de começar
E quando ele falou assim, eu tirei a cueca dele e comecei a bater uma pra ele.
Nós nos jogamos na cama, sem nos beijar (os dois tinham nojo) e ele baixou minha cueca e também bateu uma pra mim. As duas picas eram normais, 18cm, bem durinhas. Mas a do Juli era mais grossa, era linda.
No meio tanta punheta, eu falei:
—Quero chupar o seu pau.
—Fala sério, vai— ele respondeu
E pela primeira vez, enfiei uma pica na boca. QUE PRAZER!!!! Era espetacular. Com a língua eu rodeava toda a cabeça, lambia o tronco, as bolas, ainda por cima o Juli tinha pouquíssimos pelos, eu engolia até quase vomitar. Passava ele pelas bochechas, era a melhor coisa.
—Deixa eu chupar o seu também— ele disse
—Pode mamar— eu falei
E ele mamou como um rei. Depois fizemos um 69, com ele embaixo. E aí, aproveitei e comecei a tocar a bunda dele. Vocês não imaginam como ele tava duro.
—Fica de quatro— eu disse
—Não vou dar o cu nem fodendo— ele falou
—Não, quero chupar sua bunda
E ele ficou de quatro. Que bundão, senhores! Chupei ele inteiro. De quebra lambia as bolas e a virilha, e ele ficava louco. Passei a pica no meio da racha e ele disse:
—Ei, o que cê tá fazendo?
—Nada, só esfregando.
—Não me come. Vem aqui que vou gozar
Ele virou, ficou de barriga pra cima e disse:
—Chupa tudo
Comecei a chupar e bater uma pra ele, até que ele gozou. Litros de porra saíram. Branca, grossa. Um manjar. Mas não engoli nem fodendo, cuspi na hora. Juli gemia igual um louco, tava realmente muito excitado.
Agora você, eu falei. E ele fez o mesmo.
Gozamos pra caralho, e quando terminamos, continuamos num 69 pra limpar a pica um do outro.
Depois de um tempo, deitamos juntos e combinamos de não contar nada pra ninguém.
Viramos de lado, eu fui pro colchão no chão e dormimos. Um dia eu conto como continuou! Espero que tenham gostado.
Eu sou um cara normal, tenho 21 anos, jogo futebol, tenho um corpo legal (é o que falam) e sempre curti só as minas gostosas.
Fazia dois anos que eu tava morando em La Plata (sou do interior), quando soube que o Julian tava na cidade há alguns meses. Assim como eu, ele tinha vindo estudar na cidade das diagonais.
A gente se adicionou no Facebook e começou a conversar. Mas normal, como dois conhecidos de longa data. A gente se encontrava, tomava mate. Tudo de boa.
Enquanto isso, eu comecei a ficar excitado vendo pornô gay. Batia umas punhetas loucas vendo vídeos pornô, principalmente amador. Não conseguia entender! Eu gostava das minas gostosas, mas me excitava pra caralho pensar em chupar uma rola. Ia pro campo e via os caras sem camisa e ficava todo tesudo. Mas continuava comendo as minas, sentia que tava ficando bissexual. Óbvio, não contei pra ninguém.
Um dia o Juli me chama no Face:
-Tincho, vem aqui em casa tomar umas cervejas que tô sozinho
-Beleza, vou.
E saí pra casa dele. Eu não tava pensando em ir pra comer ele, nem nada do tipo. Era só umas cervejas, como sempre.
Quando cheguei, ele tava vendo o jogo do Independiente.
A gente se cumprimentou e ficou vendo o jogo tomando uma cerveja e comendo umas batatas fritas.
Enquanto a gente conversava, pedimos uma pizza e um fernet num delivery. Aí a gente ficou no sofá um tempão, jantamos, bebemos meio engradado de cerveja, e quando a gente tava no meio do fernet ele fala:
-Ah mano, tô morrendo de vontade de mijar.
-Vai no banheiro, idiota - falo.
-É que tô com a rola dura de tanta vontade de mijar - ele diz - Olha! - E pega na rola por cima do moletom.
Quando vi aquele pedaço de carne, mesmo por baixo do calça, ele tava enorme e super apetitoso.
- Dale, big cock, vai mijar e traz mais Coca - falei pra ele
E ele foi no banheiro. Esse foi o momento mais quente que já vivi com um cara. Mil coisas passavam pela minha cabeça. Não sabia se eram indiretas e ele queria foder, não sabia se tava zoando, não entendia nada.
A gente tava meio bêbado já, sentado no futon, quando o Juli fala pra mim:
- Fica pra dormir, amanhã é sábado mesmo
- Dale, show. Mas como hoje tu tá meio putinho, vou ter que tomar cuidado - falei. Esperava que ele respondesse a indireta, mas nunca do jeito que respondeu.
- Faz uns 20 dias que não como ninguém, então se cuida - Ele falou
Eu tava louco. Não sabia o que fazer, o que falar, ainda mais com a alegria da bebida, não conseguia ser racional.
- Tô na mesma, então se for me foder, vai ser ida e volta. Kkkk. - Quando falei isso, ele me olhou, ajoelhou no sofá, segurou o volume com as duas mãos e disse:
- Vai aguentar tudo isso?
Aí eu percebi que queria sexo, definitivamente.
- Não consegue fazer uma gostosa gozar e se faz de big cock, otário - falei zoando ele.
- Kkkkk. Sua irmã gozou rápido comigo.
- Não tenho irmã, idiota - falei, e sem perder tempo, completei - Vou dormir, viadinho
- Espera que eu também vou
E fomos pro quarto.
Eu tirei a camiseta rápido, o jeans e fiquei de cueca. Ainda por cima tava com uma branca, que aperta. Quando o Juli me vê, ele fala:
- Que rabinho!
Virei de frente e falei: - Olha o pintinho aqui
Nisso, já tava duro
- Ah, e tá de pau duro também - ele fala
- Nada, só um pouco.
Quando o Juli tira a roupa, definitivamente, fiquei durasso. Ele tava muito gostoso, bem definido, com uma cueca que marcava uma bunda enorme e um volume do caralho.
- Tu tem uma raba linda, se eu te pegar dormindo, confundo com a de uma gostosa e meto sem dó
- Kkkkk. Essa é pra você - e ele segura o pau.
- Beleza, dale, eu quero - falei eu disse
—Pega— ele falou e se colocou na minha frente (eu tava sentado num colchão, do lado da cama dele)
E nisso, eu não sabia o que fazer, então peguei no pau dele. Julian se assustou e meio que quis sair, mas na hora me disse:
—Não tava com coragem de começar
E quando ele falou assim, eu tirei a cueca dele e comecei a bater uma pra ele.
Nós nos jogamos na cama, sem nos beijar (os dois tinham nojo) e ele baixou minha cueca e também bateu uma pra mim. As duas picas eram normais, 18cm, bem durinhas. Mas a do Juli era mais grossa, era linda.
No meio tanta punheta, eu falei:
—Quero chupar o seu pau.
—Fala sério, vai— ele respondeu
E pela primeira vez, enfiei uma pica na boca. QUE PRAZER!!!! Era espetacular. Com a língua eu rodeava toda a cabeça, lambia o tronco, as bolas, ainda por cima o Juli tinha pouquíssimos pelos, eu engolia até quase vomitar. Passava ele pelas bochechas, era a melhor coisa.
—Deixa eu chupar o seu também— ele disse
—Pode mamar— eu falei
E ele mamou como um rei. Depois fizemos um 69, com ele embaixo. E aí, aproveitei e comecei a tocar a bunda dele. Vocês não imaginam como ele tava duro.
—Fica de quatro— eu disse
—Não vou dar o cu nem fodendo— ele falou
—Não, quero chupar sua bunda
E ele ficou de quatro. Que bundão, senhores! Chupei ele inteiro. De quebra lambia as bolas e a virilha, e ele ficava louco. Passei a pica no meio da racha e ele disse:
—Ei, o que cê tá fazendo?
—Nada, só esfregando.
—Não me come. Vem aqui que vou gozar
Ele virou, ficou de barriga pra cima e disse:
—Chupa tudo
Comecei a chupar e bater uma pra ele, até que ele gozou. Litros de porra saíram. Branca, grossa. Um manjar. Mas não engoli nem fodendo, cuspi na hora. Juli gemia igual um louco, tava realmente muito excitado.
Agora você, eu falei. E ele fez o mesmo.
Gozamos pra caralho, e quando terminamos, continuamos num 69 pra limpar a pica um do outro.
Depois de um tempo, deitamos juntos e combinamos de não contar nada pra ninguém.
Viramos de lado, eu fui pro colchão no chão e dormimos. Um dia eu conto como continuou! Espero que tenham gostado.
36 comentários - Sexo com amigo em La Plata
buenisimo el relato 🙌
me recalentó, espero la continuación 🤤
Yo comenté tu post, por favor comentá el mio.
Los comentarios son caricias al alma de los posteadores
😉 🤤
Estoy esperando que se me de una asi!