Esclarecimento muito importante antes de ler o relato. Sou um heterossexual escrevendo ficção para a comunidade gay da P! Se o que escrevi a seguir é relativamente bom, devo isso aos meus amigos que me contaram tantas experiências com outros caras, então os aplausos vão para eles por contribuírem com seu grão de areia para que eu possa expandir minha série de relatos para outras fronteiras. Sem mais delongas... se chama VIAGEM GRATUITA.
Eu estava chegando atrasado de novo naquela aula de arte, sempre chegava atrasado, acontece que eu me distraía demais com música, ou Facebook, ou sei lá o quê, vocês sabem como são as coisas, num momento você está cedo demais e no outro tarde demais. Não dava tempo de pegar o ônibus, pedi um Uber e desci as escadas correndo pra alcançá-lo. Era uma viagem bem longa, mesmo sendo de carro particular, então decidi ser um pouco amigável com o motorista, afinal não tinha mp3 nem nada pra me distrair.
A conversa não estava ruim, era amigável, ele fazia umas piadas boas, era um cara meio grandalhão. Digo, nas costas, mas não tinha aquela barriga típica de motorista que fica pra fora da camisa, era uma barriguinha pequena, mal dava pra notar. Tinha braços bem grossos, como se tivesse sido pedreiro no emprego anterior. Queixo quadrado e mãos grandes apertando o volante.
A conversa ficou mais animada, e ele até me perguntou se eu tinha namorada, respondi que não. Ele não parava de repetir que tinha uma namorada, e que era feliz, que ia se mudar, por algum motivo eu não acreditava nessa história. De vez em quando começava a soltar uns elogios indiretos, sabe, como tentando me provocar ou algo assim, mas de forma indireta: "Com esses lábios, as garotas devem chover em você", "Com esses olhos, se eu fosse mulher não resistiria". De vez em quando desviava o olhar da estrada e me encarava como se olhasse pra uma mulher, das pernas até o rosto.
Toda hora repetia a mesma merda: "Tô super bem com a Vero, vamos morar juntos, Em julho... Dava pra ver que ele tava nervoso, cortava o ar com as palavras quase gaguejadas e as mãos suadas. Eu não tinha namorada, não desde o colégio, e pra ser sincero, as mulheres já não tinham mais magia nenhuma pra mim, é como se ver elas peladas me desse na mesma. Notei uma parada muito estranha, o rumo do nada se desviou, ele parou o carro no acostamento numa rua bem estreita que ficava anexa à rua por onde a gente ia. Puxou o freio de mão e desligou o motor do carro.
Me pegou de surpresa pela nuca e me puxou pra boca dele e me beijou. Foi bem bruto, não culpo ele com uns braços daqueles. A boca carnuda e mal barbeada dele acariciou meus lábios, fechei meus olhos por um segundo. Ele se afastou e sentou de novo no banco olhando pra frente, como se não acreditasse no que tinha acabado de fazer. Ficou pensativo, uns segundos, eu também, até que soltou uma frase: "A gente tá estacionado na frente da minha casa, quer entrar?" Ele tinha planejado tudo direitinho. Sinceramente, me deu um medo do caralho de ser estuprado, mas ele tava mais assustado do que eu, na real nem me incomodou, é estranho, mas aquele beijo tinha o encanto que as mulheres já não tinham mais pra mim. Aquela saliva, aqueles pelinhos roçando meu rosto quando a pele encostava. Decidi aceitar o convite, que se foda a aula de arte, eu tinha encontrado a paixão que perdi.
Na casa dele não tinha absolutamente ninguém, mas dava pra deduzir que ele morava com alguém, ou com mais gente, mas a gente nem conseguiu terminar de atravessar a sala que ele me pegou pelas axilas como quem pega um bebê, me levantou no ar e devorou minha boca. Juro por Deus, eu acredito em Deus então JURO POR DEUS, que o pau dele tava se cravando em mim apesar da roupa no meio, ele me levou pendurado como se eu fosse um macaco, apertando em mim a estátua da tesão dele, eu sentia como pulsava através dos tecidos, parecia que a braguilha dele ia explodir, a boca dele se enxugava na minha língua. Me usou como aríete e por pouco não derrubou a porta comigo em cima dele, me Jogo ela na cama e puxo a calça pra baixo. A caceta primitiva dela pulsava entre as dobras da cueca. Minha pica tava totalmente solta, queimando de tanto roçar na roupa íntima. Arranco minha calça quase que por completo, tiro tão bruscamente que até fiquei com o tênis nos pés. Não deu tempo de tirar, ela me pegou pelos tornozelos e me virou como se fosse uma panqueca. Minha rola tava explodindo de tesão, e meu cu não parava de se abrir só de imaginar aquela pica cheia de maldade.
Ela puxou minha cueca de uma vez e, lambendo toda minha costa, a língua molhada e babada começou a rodear meu buraco, rodeava como se estivesse dançando. Ao lamber meu cu, soltava uns gemidos estranhos pela boca, eu adorava, e adorava as mãos grossas e ásperas dela acariciando a pele do meu quadril. A língua entrou em mim empurrando tudo no caminho, e, safada, procurava algo, nadava de um lado pro outro, e cada vez se esticava mais, como uma cobra se arrastando numa caverna, as papilas deslizavam nas minhas entranhas. A baba escorria pela minha virilha, transbordando meu cu inocente com a excitação animalesca dela, e ela continuava gemendo entre as lambidas.
Finalmente, ela tirou a língua de mim e senti que apoiou alguma coisa. Esperava que fosse um dedo, mas claramente não era. Entrou em mim algo que me fez sentir uma mistura de dor, arrepios e prazer. Era como sentir a estátua da liberdade entrando no meu cu. Dura, maciça, e eu podia sentir ela pulsando dentro de mim, fervendo, queimando meu ânus. Ela se movia o mais delicado que podia, considerando que sentia o suor do rosto dela encostado nas minhas costas, e via as mãos dela apertando os lençóis pra conter os instintos selvagens de me empurrar com tudo até gozar comigo. Aos poucos, fui me acostumando com as estocadas dela. Finalmente, ela pôde se mover com toda a liberdade que queria, era como um demônio, desenfreado, um relâmpago que atravessava meu corpo de ponta a ponta, fazia meu interior queimar. Me destruía de prazer, eu desmoronava agonizando de dor e renascendo num ciclo sem fim de gozo. As mãos dele me controlavam sem que eu pudesse sequer pensar em me rebelar contra a vontade dele, era o lobo devorando a ovelha. Ele começou a se agitar, o sangue pulsava cada vez mais forte, estava prestes a gozar. Queria gozar dentro de mim, se movia muito rápido, mais rápido e selvagem do que antes, as mãos dele se enterravam na minha pele.
Os dedos dele estrangulavam minha pele como se apertasse uma bola de borracha, e eu sentia, estava prestes a gozar também, no momento em que o prazer subia como uma montanha-russa, ele me pegou pelos tornozelos de novo e me jogou com uma força bestial de barriga pra cima, e levantou minhas pernas como se eu fosse um bebê que estão trocando a fralda. Continuou me fodendo com mais e mais força, olhou nos meus olhos e num segundo, uma espécie de corte, um relâmpago de luz, senti o jorro de ardor e luxúria explodir pela boca do pau dele, e encheu meu cu e escorreu pra fora, pingando fumegante entre minhas coxas no colchão. Meu pau também tinha gozado, eu tinha a barriga cheia do meu próprio esperma. Ele tirou e apoiou o dele no meu, como se estivesse me masturbando com o movimento, enquanto me beijava com uma língua voraz, serpentina. Continuou me masturbando com o pau enorme dele, duro de novo e pulsando sobre o meu. A excitação era tanta, o sangue continuava ali, pulsou um pouco mais, e não sei como ele conseguiu, mas gozamos uma segunda vez um sobre o outro.
Não consegui resistir, e me joguei sobre o pedaço de carne fumegante e escorrendo de esperma dele, limpei com minha boca inexperiente, chupei cada gota na cabeça do pau e engoli como o gole doce e delicioso do transbordo.
Nos vestimos, percebi que a aula de artes terminaria a qualquer momento e eu tinha que estar em casa, senão minha mãe ia me foder de novo. Limpamos as manchas das roupas, nos lavamos cuidadosamente e voltamos pro táxi. Ele me deixou em casa — Quanto é? — perguntei... — É de graça — respondeu ele. remisero.
DEDICADO ESPECIALMENTE AO LUCAS MONTENEGRO
Comentem!!!!
Eu estava chegando atrasado de novo naquela aula de arte, sempre chegava atrasado, acontece que eu me distraía demais com música, ou Facebook, ou sei lá o quê, vocês sabem como são as coisas, num momento você está cedo demais e no outro tarde demais. Não dava tempo de pegar o ônibus, pedi um Uber e desci as escadas correndo pra alcançá-lo. Era uma viagem bem longa, mesmo sendo de carro particular, então decidi ser um pouco amigável com o motorista, afinal não tinha mp3 nem nada pra me distrair.
A conversa não estava ruim, era amigável, ele fazia umas piadas boas, era um cara meio grandalhão. Digo, nas costas, mas não tinha aquela barriga típica de motorista que fica pra fora da camisa, era uma barriguinha pequena, mal dava pra notar. Tinha braços bem grossos, como se tivesse sido pedreiro no emprego anterior. Queixo quadrado e mãos grandes apertando o volante.
A conversa ficou mais animada, e ele até me perguntou se eu tinha namorada, respondi que não. Ele não parava de repetir que tinha uma namorada, e que era feliz, que ia se mudar, por algum motivo eu não acreditava nessa história. De vez em quando começava a soltar uns elogios indiretos, sabe, como tentando me provocar ou algo assim, mas de forma indireta: "Com esses lábios, as garotas devem chover em você", "Com esses olhos, se eu fosse mulher não resistiria". De vez em quando desviava o olhar da estrada e me encarava como se olhasse pra uma mulher, das pernas até o rosto.
Toda hora repetia a mesma merda: "Tô super bem com a Vero, vamos morar juntos, Em julho... Dava pra ver que ele tava nervoso, cortava o ar com as palavras quase gaguejadas e as mãos suadas. Eu não tinha namorada, não desde o colégio, e pra ser sincero, as mulheres já não tinham mais magia nenhuma pra mim, é como se ver elas peladas me desse na mesma. Notei uma parada muito estranha, o rumo do nada se desviou, ele parou o carro no acostamento numa rua bem estreita que ficava anexa à rua por onde a gente ia. Puxou o freio de mão e desligou o motor do carro.
Me pegou de surpresa pela nuca e me puxou pra boca dele e me beijou. Foi bem bruto, não culpo ele com uns braços daqueles. A boca carnuda e mal barbeada dele acariciou meus lábios, fechei meus olhos por um segundo. Ele se afastou e sentou de novo no banco olhando pra frente, como se não acreditasse no que tinha acabado de fazer. Ficou pensativo, uns segundos, eu também, até que soltou uma frase: "A gente tá estacionado na frente da minha casa, quer entrar?" Ele tinha planejado tudo direitinho. Sinceramente, me deu um medo do caralho de ser estuprado, mas ele tava mais assustado do que eu, na real nem me incomodou, é estranho, mas aquele beijo tinha o encanto que as mulheres já não tinham mais pra mim. Aquela saliva, aqueles pelinhos roçando meu rosto quando a pele encostava. Decidi aceitar o convite, que se foda a aula de arte, eu tinha encontrado a paixão que perdi.
Na casa dele não tinha absolutamente ninguém, mas dava pra deduzir que ele morava com alguém, ou com mais gente, mas a gente nem conseguiu terminar de atravessar a sala que ele me pegou pelas axilas como quem pega um bebê, me levantou no ar e devorou minha boca. Juro por Deus, eu acredito em Deus então JURO POR DEUS, que o pau dele tava se cravando em mim apesar da roupa no meio, ele me levou pendurado como se eu fosse um macaco, apertando em mim a estátua da tesão dele, eu sentia como pulsava através dos tecidos, parecia que a braguilha dele ia explodir, a boca dele se enxugava na minha língua. Me usou como aríete e por pouco não derrubou a porta comigo em cima dele, me Jogo ela na cama e puxo a calça pra baixo. A caceta primitiva dela pulsava entre as dobras da cueca. Minha pica tava totalmente solta, queimando de tanto roçar na roupa íntima. Arranco minha calça quase que por completo, tiro tão bruscamente que até fiquei com o tênis nos pés. Não deu tempo de tirar, ela me pegou pelos tornozelos e me virou como se fosse uma panqueca. Minha rola tava explodindo de tesão, e meu cu não parava de se abrir só de imaginar aquela pica cheia de maldade.
Ela puxou minha cueca de uma vez e, lambendo toda minha costa, a língua molhada e babada começou a rodear meu buraco, rodeava como se estivesse dançando. Ao lamber meu cu, soltava uns gemidos estranhos pela boca, eu adorava, e adorava as mãos grossas e ásperas dela acariciando a pele do meu quadril. A língua entrou em mim empurrando tudo no caminho, e, safada, procurava algo, nadava de um lado pro outro, e cada vez se esticava mais, como uma cobra se arrastando numa caverna, as papilas deslizavam nas minhas entranhas. A baba escorria pela minha virilha, transbordando meu cu inocente com a excitação animalesca dela, e ela continuava gemendo entre as lambidas.
Finalmente, ela tirou a língua de mim e senti que apoiou alguma coisa. Esperava que fosse um dedo, mas claramente não era. Entrou em mim algo que me fez sentir uma mistura de dor, arrepios e prazer. Era como sentir a estátua da liberdade entrando no meu cu. Dura, maciça, e eu podia sentir ela pulsando dentro de mim, fervendo, queimando meu ânus. Ela se movia o mais delicado que podia, considerando que sentia o suor do rosto dela encostado nas minhas costas, e via as mãos dela apertando os lençóis pra conter os instintos selvagens de me empurrar com tudo até gozar comigo. Aos poucos, fui me acostumando com as estocadas dela. Finalmente, ela pôde se mover com toda a liberdade que queria, era como um demônio, desenfreado, um relâmpago que atravessava meu corpo de ponta a ponta, fazia meu interior queimar. Me destruía de prazer, eu desmoronava agonizando de dor e renascendo num ciclo sem fim de gozo. As mãos dele me controlavam sem que eu pudesse sequer pensar em me rebelar contra a vontade dele, era o lobo devorando a ovelha. Ele começou a se agitar, o sangue pulsava cada vez mais forte, estava prestes a gozar. Queria gozar dentro de mim, se movia muito rápido, mais rápido e selvagem do que antes, as mãos dele se enterravam na minha pele.
Os dedos dele estrangulavam minha pele como se apertasse uma bola de borracha, e eu sentia, estava prestes a gozar também, no momento em que o prazer subia como uma montanha-russa, ele me pegou pelos tornozelos de novo e me jogou com uma força bestial de barriga pra cima, e levantou minhas pernas como se eu fosse um bebê que estão trocando a fralda. Continuou me fodendo com mais e mais força, olhou nos meus olhos e num segundo, uma espécie de corte, um relâmpago de luz, senti o jorro de ardor e luxúria explodir pela boca do pau dele, e encheu meu cu e escorreu pra fora, pingando fumegante entre minhas coxas no colchão. Meu pau também tinha gozado, eu tinha a barriga cheia do meu próprio esperma. Ele tirou e apoiou o dele no meu, como se estivesse me masturbando com o movimento, enquanto me beijava com uma língua voraz, serpentina. Continuou me masturbando com o pau enorme dele, duro de novo e pulsando sobre o meu. A excitação era tanta, o sangue continuava ali, pulsou um pouco mais, e não sei como ele conseguiu, mas gozamos uma segunda vez um sobre o outro.
Não consegui resistir, e me joguei sobre o pedaço de carne fumegante e escorrendo de esperma dele, limpei com minha boca inexperiente, chupei cada gota na cabeça do pau e engoli como o gole doce e delicioso do transbordo.
Nos vestimos, percebi que a aula de artes terminaria a qualquer momento e eu tinha que estar em casa, senão minha mãe ia me foder de novo. Limpamos as manchas das roupas, nos lavamos cuidadosamente e voltamos pro táxi. Ele me deixou em casa — Quanto é? — perguntei... — É de graça — respondeu ele. remisero.
DEDICADO ESPECIALMENTE AO LUCAS MONTENEGRO
Comentem!!!!
5 comentários - Memórias de um Jovem Indecente: Viagem Grátis (relato)
gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!