Crónicas de ciudad XVII

Na academia



Crónicas de ciudad XVIIBundapauporra

Um dos lugares onde sempre consigo aliviar minha tesão é nos vestiários da academia, quase nunca falha. É que sempre tem muito cheiro de macho e também muito macho disposto a arrombar meu cu com um só empurrão. Costumo, quando quero que me comam, passar umas gotas de perfume feminino no corpo para reagir suavemente com o suor. Nesse dia só faço treino de bunda e pernas e, enquanto malho, vou escolhendo minha presa ou presas. Sempre fiquei de olho num macho cor de caramelo que a gente chamava de nigeriano. Não sabia se era africano ou não, mas pelo menos parecia. Era um cara com mais de 2 metros, 0% de gordura no corpo, tinha os abdomens definidos mas nada exagerado, uns mamilos que pareciam deliciosos, uma bunda que parecia feita à mão e um volume que prometia algo descomunal, tipo pra bater recorde. Ele era tipo o vigia e de vez em quando também fazia de instrutor. O certo é que ele sempre estava lá.

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Na hora da sesta era mais tranquilo, chegava cumprimentava, ia pro vestiário e passava um bom tempo andando pelado entre todo mundo, adoro me exibir, minha bunda fica bem empinada porque não descuido dos exercícios pra ficar assim, zero pelos no corpo com sinais claros que faço depilação completa, assim não são poucos que dão uma olhada no meu corpo, eu quando percebo aproveito a situação e me exibo ainda mais.

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A verdade é que naquele dia eu estava com o cu latejando, nervoso porque estava muito excitado. A noite anterior não tinha sido boa, tentei um "encontro rápido" com um cara mas não rolou e fiquei na vontade. Cheguei e fiz o de sempre no vestiário, não percebi que o nigeriano estava tomando banho, quase morri do susto quando fui pros chuveiros e vi o pau dele que, mole, chegava quase no joelho. Era venoso, cor de chocolate e com uma cabeça carmim brilhante por causa do sabão e água. Não me contive e soltei um suspiro de admiração. O nigeriano sorriu e na hora mesmo me deu duas ou três sacudidas da cabeça até a base. A partir daí virou uma obsessão pra mim: tinha que enfiar aquele pedaço inteiro dentro do meu cu atrevido. Não sabia como, mas precisava ter. Minhas palpitações ficaram mais fortes, estava vermelho de excitação e mais nervoso ainda. Não entendia porra nenhuma, só me interessava aquele pau.

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Fui ao salão e depois de suar um pouco, não me contive mais e voltei para o vestiário, quase direto para os chuveiros, precisava de algum jeito aliviar minha tesão. No meio dos meus pensamentos e irritação, deixo a água correr pelo meu corpo quando sinto uma mão enorme acariciando minha raba. Abro os olhos e descubro que o negão me envolve com seus braços enormes, apoia o pau na minha bunda e lambe minha língua. Entre sussurros, ele me diz para avisar se eu quisesse que ele parasse. Como resposta, dou uma empurrada com minha bunda no pau dele. Perdi a noção do espaço, viro, me ajoelho e começo a admirar, apalpar e cheirar aquele pedaço já em posição de ataque e as bolas que pareciam de avestruz. O bom do negão é que ele também não tinha pelos nenhum, mas em compensação um cheiro gostoso saía da sua virilha. Lami elas uma por uma, até que comecei a chupar ele. Quase não cabia na minha boca, mas dava chupadas fortes na cabeça que causavam como convulsões no corpo todo dele. Devo ter engolido uns meio litro dos fluidos que vinham direto das bolas dele. Ainda debaixo do chuveiro, os dois, e sem me importar de ser visto por alguém, aliás, morbidamente desejava que o espetáculo de receber uma pica daquelas fosse visto por toda a academia. De repente, sinto um líquido morno escorrendo pelo meu corpo. Acabou que o nigeriano, sem permissão, estava me dando a mijada dourada mais maravilhosa da qual eu já tinha participado. Para esquentá-lo mais, olho para ele, encho minha boca e tomo um bom gole. Ele me pega pelos braços, me levanta e começa a enfiar a língua na minha garganta, como se procurasse o gosto da urina dele na minha boca. Eu tremia de tesão e não soltava o pau dele, que naquela altura estava como ferro quente. Eu estava disposto a ser marcado. Depois soube que ele acordado media 34 cm, algo nunca visto.

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Viro contra a parede, ele mete a língua no meu cu, e depois sinto alguém passar um pote de vaselina, ele unta o pau e enche meu cu com três dedos que juntos pareciam um belo pau. Durante a lubrificação, não aguento e, sem me tocar, começo a espalhar porra por toda a parede. Recolho com as mãos e saboreio, é o que mais excita. Estava ansioso pelo que viria, pois, embora já tivesse experiência com dupla penetração e dildos monstruosos, algo assim nunca havia experimentado. Sinto a cabeça entrando e só a cabeça já me faz ver todas as constelações juntas. Aguento, me queixo, mas aguento e com gosto. Essa mistura de degeneração e dor me excita ainda mais. Mais 10 cm entram e a dor fica insuportável. Eu o insulto, ele responde beijando minhas costas e puxando meus ovos. Vêm mais 10 cm, não me contenho e grito. Em seguida, empurro minha bunda contra ele e os 14 e poucos centímetros restantes se alojam dentro de mim. Sinto a camisinha estourar, ordeno que não tire, mas espere até que eu me acostume com o pedaço dentro e depois a troque. Começo a me mexer, ele fica parado, e só começo a sentir prazer depois de uns 5 minutos, quando consigo tirar metade e enterrá-la novamente. O negro fica quieto, enlouqueço ao sentir o vai e vem e perceber que ainda há um bom pedaço alojado dentro. O negro diz algo que não entendo, continuo no meu ritmo, gozo e aproveito. Passaram mais 10 minutos, já de puro prazer, a ponto de...Crónicas de ciudad XVIIBundapauporraesquecido que o pau do negro estava com uma camisinha furada, me movo como um animal, o negro se transforma, de repente sinto como o pau dele começa a pressionar cada vez mais minhas paredes retais e aí de repente me lembro do problema, me afasto, me ajoelho e começo a chupá-lo, o negro goza e enche não só minha boca mas meu corpo inteiro de porra com forte cheiro de macho, o ambiente é invadido pelo forte aroma do sêmen do negro, eu até então tinha gozado duas vezes mas ainda queria mais, estava ainda muito excitado, entro de novo em mim deitado no chão dos chuveiros e descubro que tinham 6 pessoas nos observando e se masturbando, corro até eles e os chupo, ofereço o cu pra quem quiser comer, deito um cara de uns 25 anos com pau grande e boa aparência no chão, subo em cima e começo a cavalgar, convido todos a se aproximarem, quando sinto que outro também começa a introduzir seu pau e deliro com a dupla penetração alojada, me movo como animal, enquanto os outros formam uma roda, os chupo como fera e como posso no meio do sanduíche, eles gozam logo, meus buracos também são inundados de sêmen estrangeiro, sinto perfeitamente como os paus incham na minha bunda e começo um beijo de língua ardente com quem está debaixo de mim, quem está em cima começa a gritar e goza, com quem estamos nos beijando também, não havia parte do meu corpo sem sêmen, todo o ambiente estava cheio de cheiro de sexo, percebo e novamente sem me tocar volto a gozar em cima da barriga de quem tenho debaixo, ele sente e começa a deslizar de maneira sexy para que nossos corpos deslizem no meu sêmen, me excito de novo e gozo mas já quase sem nada pra escapar, pouco a pouco todos foram embora e só ficamos com quem estava debaixo que se chamava Aldo e com o nigeriano de quem aliás até agora não sei o nome.

gay

Eu sou Ariel Deborndepois de um tempo.

3 comentários - Crónicas de ciudad XVII


excelente como siempre y un poco más, esta historia me puso como un cohete, y debo confesar que me trajo muy buenos recuerdos 🙂
un placer leerte amigo 🙌

interracial
Yo comenté tu post, por favor comentá el mio.
Los comentarios son caricias al alma de los posteadores
caliente 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤