Guille detestava esse sentimento de merda. Não podia parar de pensar nesse bosta. Nesse chato com quem viviam se jogando. Capaz seu subconsciente fazia isso propositalmente para não se lastimar. Quem sabe? A coisa é que, por muito que tentasse, não podia tirar Federico da cabeça, seu colega de classe. O conhecia há um par de anos, desde que começaram a secundária juntos em um colégio técnico da zona. Nunca se havia fixado em um magro, e menos se lhe havia passado pela cabeça chegar a fazer algo. Até algumas vezes se considerava um toque homofóbico. Mas esse magro de alguma forma o podia.
Pensava enquanto caminhava pelo corredor até a sala. Antes de abrir a porta para entrar, ouviu vozes.
- Jajaja, posta que Guille é assim!
Deu um volta no coração ao ouvir seu nome. Era a voz de Fede e gritava com alegria. Esperou para ver se diziam algo mais, mas nesse momento alguém o empurrou para que entrasse na sala. Voltava a chegar atrasado à classe. Quem o havia empurrado era o professor, que o olhava com cara de ass.
- Outra vez veio sem barbear Braco - Com tantas besteiras na cabeça como ia ter tempo para isso. – Vá ao banheiro e tire um pouco a cara de dormido, senão não vou pensar em você estar na minha classe.
De mala gana Guillermo deixou a sala e desapareceu pelo corredor. Desde dentro Fede, arreglado, sorria com a situação. O queria ao desgraçado. Sua relação não chegava a se classificar de “amizade”, mas além das burlas e brigas de todos os dias se tinham carinho.
Cada vez que chegava atrasado à classe, ele já estava sentado e o olhava desde seu banco. Não tinham má relação, ambos se xingavam entre si, mas não podiam ser classificados como amigos. Com os apelidos com pouca diferença na lista, geralmente as práticas sempre lhes tocava fazer juntos. Quando estava perto dele sentia uma espécie de carinho... ou atração... ou repulsão ao mesmo tempo! Não sabia que, mas não se podia tirar da cabeça. Cada vez que se Masturava quando estava sozinho, de alguma forma Fede conseguia meter-se na minha cabeça.
Quando chegou ao banheiro do colégio, um lugar frio e sujo, que nesse momento estava vazio, se lavou a cara e entrou em um dos cubículos para pensar. Sentado, com os fones de ouvido reproduzindo heavy metal, e sendo recém um adolescente de 16 anos, acariciava o pênis dormido e pensava por que tinha tanta bronca. Tudo lhe chupava um huevo na vida. As coisas nunca eram como eu as esperava e as que tinha que enfrentar à minha curta idade não eram nada boas. Problemas familiares, fugas de casa, bebedeiras que terminavam mal, tudo era uma merda.
Voltando a descer à terra se deu conta que havia passado bastante tempo ali dentro, então se vestiu, guardou os fones e saiu do banheiro.
- Me mandaram buscar-te porque estavas atrasando banda - Uma voz conhecida soou atrás dele -.
O professor pensou que te havia acontecido algo - Era Fede, o intruso que sempre carregava na minha cabeça. Guille olhou para ele com cara de merda, meio dormido.
- Tinha vontade de atrasar pelotudo - Refunfuinou -.
Já estava indo para lá.
- E que te estavas pajeando que tardabas, gil? - Susurrou o rapaz de cabelo castanho entre sorrisos malévolos.
- Não me rompas as bolas chabón. Não estou de humor para joder - Fede ficou surpreso. Soliam se joder, mas amistosamente, e esse dia de verdade seu companheiro parecia não ter humor para nada, então preferiu se manter calado e não seguir com a joda.
Continuaram andando devagar até voltarem à sala.
No colégio havia poucas mulheres, e em seu curso nenhuma. Fede se juntava com Manu, Gastón e o Pela, o grupo do curso que melhor lhe ia com as notas e além eram bastante facheros todos.
O grupo de Guille, por outro lado, era o dos mais barderos, os cães da aula, os que se sentavam no fundo.
Nesse tempo o inverno havia chegado, e num colégio técnico o inverno é bastante duro. Os meninos tinham que ir aos talleres e trabalhar com as ferramentas Mãos violetas do frio, todos empanchados. Guil estava manipulando as máquinas geladas enquanto seu companheiro de todos os dias, o que ultimamente estava sempre na sua cabeça, estava preparando a parte teórica de um trabalho num mesa próxima. Se haviam dividido assim as tarefas porque era como melhor as faziam: a Fede ia muito bem em tudo o que seja teórico e Guil era bom na prática, para não dizer o melhor da classe à hora de trabalhar com equipe de instrumentos.
O professor havia chamado todas as duplas para se aproximarem às mesas de trabalho, então o moreno largou o que estava fazendo para escutar o velho oxidado. Já sentado ao lado de Fede, tentou prestar atenção ao que dizia seu professor, mas o clima da classe no taller do homem o adormecia bastante e não podia prestar atenção. Perdido entre as palavras do velho encontrou calor no corpo tão próximo de seu companheiro de banco e prestando um pouco mais de atenção pôde notar que o outro também estava congelado, então por que não brindar e receber um pouco de calor humano?. Guille sem pensar se acomodou melhor para se aproximar de Fede, que se despegou um segundo da classe para olhar. As suas miradas se viam e pareciam entender-se, mas Guillermo não queria andar com bobagens assim então lhe correu a cara. Mas em poucos momentos começou a sentir como o corpo do seu colega se aproximava e se acomodava contra o seu por debaixo do banco de trabalho. A perna de Fede se agarrou à sua que não se resistiu e, ao contrário, a abraçou mais, e sua cintura e costado do corpo até passando um braço por detrás da espalda do outro. É compreensível, disse Guille, o frio aqui é mortal. A situação estava definitivamente para dormir uma sesta com o corpo do outro colado a ele, mas de repente Fede esticou um braço à frente da sua cara para agarrar algo. - Deixa minhas coisas ali masturbar- disse o que estava quieto. - É um minuto bobo, deixe-me anotar alguma coisa- se defendeu Fede. Sem deixá-lo mover-se, Guillermo começou uma briga de mãos entre risos de ambos e tirando de algum aparelho encaixou sem querer uma pinça em Federico que lhe fez sangrar a nariz. O velho que estava olhando disse ao aludido para ir se lavar no banheiro, e enquanto se retirava este último lhe dava algumas palavras de repreensão a Guille. Mas eu, esses caras não me dão bola nem cinco minutos e após clavar-lhe uma amonestação o mandou que o seguisse a Fede. para ver se queria algo.
Como sempre, estávamos nos divertindo os dois e, ao final, eu sou sempre o que boludo que come.
Uma chuva tranqui começava a bater nas janelas e o frio se tornava cada vez mais forte. Saindo dos talleres vi como Fede caminhava sozinho por os patios à distância, envolvido na bufanda, e me surpreendi a mim mesmo fichando seu cu.
Que lindo ele se movia. Era uma visão reconfortante para não morrer de frio. Em que merda estou pensando? disse a si mesmo quando voltou ao mundo real.
Ao girar na esquina onde estavam os banheiros vi um grupo de dudes em torno a um mais. Os conhecia. Eram de uma banda do colegio de repetidores que estavam um ano mais velhos que eles e eram bastante boludos grandotes pesados.
Eram dois e estavam rodeando o magro que fazia um tempo estava fichando. Um dos dois, o mais alto, deu um passo adiante e o empurrou. Não sabia por que merda estavam apressando seu amigo, mas Guille se adelantou desde atrás para defendê-lo.
Os conhecia a os dois, eram bastante de romper as bolas a todos os que pudessem e fazer merda todas as coisas do colegio desde acender fogo até lançar aparelhos pelas janelas dos pisos mais altos para ver se caía em algum afortunado e abria a cabeça; mas embora sempre fizessem isso, de alguma forma conseguiam que não os expulsassem.
- O que fazes?- Lançou Guille ao que havia empurrado Fede e deu um passo potente em direção aos dois magros.
- Que te metes você boludo? Ele se cruzou fazendo-se o masturabation e temos que educá-lo.
- A quem vais educar chabão? Cerra o ass grande boludo que tens como 25 anos e continues vindo ao colegio-
Esse havia sido Fede. Guille mordido os dentes. Ele poderia ter feito que não os cussem a trompas já que conhecia os dois chabões mas o boludo do seu amigo não podia fechar a boca cinco minutos.
- Uhh, você foi para a merda chetito.- Saltou o outro dos dois dudes e se aproximou tentando pôr uma piña na boca de Fede. do estômago que não chegou porque Guille lhe deu um chute de trás. O mais grande tratou de pegar nele mas se correu justo e Fede enquanto se agarrava com o que lhe havia tentado pegar a piña. Nisso, a porta mais próxima se abre e o preceptor sai para onde estavam eles, falando com uma professora. Os quatro magros ao vê-los saem correndo em direções diferentes, o que o instrutor ao vê-los dá alguns passos rápidos para buscá-los.
Guille agitado pela corrida, entrou rapidamente nos vestidores vazios e antes de fechar a porta, alguém o empurrou e ele terminou de fechá-la. Era Fede.
- Vem ver-me.
- Disse-lhe ele que acabava de entrar em Guille - Estás sangrando, masturador.
Guillermo não se havia dado conta até que tocou a boca e um fio de sangue lhe escorria pelo lábio partido.
- Ufa, use o meu pé do meu pai e daquele grande bunda!
- Jaja, eu também me foi posto pelo outro na espinha feroz.
- A sacamos barata, bunda! Jajaja. Agora esperamos um toque aqui que se vá embora o prefeito e saímos.
- A próxima vamos mais juntos.
- Eh?
- Claro, vamos os dois juntos, por si nos apressam de volta aqueles pelotudos.
- Ah, mas você é meio gil. Como vai meter-se com esses? São tipos perigosos, posta bunda!
- Sim, não é para tanto.
- Eu te aviso apenas...
O vestiário era um lugar grande rodeado de bancos para mudar e armários, mais além havia dois piletas para lavar as mãos e sanitários e após as duches. A chuva que se havia largado fazia um tempo atrás, após um par de trovões, estava se convertendo em uma tempestade. Os dois estavam molhados pela chuva e com frio.
- E agora que me lembro o velho vai se aquecer, pois ainda não voltamos jaja - disse-lhe ele que segurava o cabelo castanho.
- Não te preocupes, nem se vai lembrar do velho esse jajja - respondeu Guille - Além disso, já será recreio. Vou limpar esta merda da cara - disse ele, referindo-se à sangue.
Guille começou a desabotoar os botões do overol para jogá-lo ali e em seguida os da camisa. Fede o observava enquanto fazia isso, apoiado contra a parede. Debajo da camisa, o moreno de olhos verdes tinha uma blusa grossa para ter algo contra o frio. Abriu a canilha d'água quente da piletas e tirou a blusa, mostrando seu peito nu com leves pelos escuros crescendo ao redor dos mamilos e subindo desde o púbio até o umbigo. Seu corpo era... Alto e magro, fibroso algo marcado de pele amarela. Começou a lavar-se o pescoço devagar, a cara, sem deixar lugar sem passar, e se deu conta pelo espelho que Fede estava olhando-o. Acostumbrava usar os calções baixos, não se havia dado conta que alguns pelos púbicos escapavam-lhe. Seu amigo não se quedou calado.
- Eu. Me dizes se me deixou marca a chute que me pôs o chabão na espinha?
Guille viu como Fede começava a tirar-se devagar, e provocativamente lhe pareceu, a roupa no mesmo orden que ele, ficando também em pelados. Por o peito também imaturo, branco de Fede crescia alguns pelos fracos e também essa misteriosa desde o umbigo até o fundo dos boxers. Era magro como ele, mas um pouco mais marcado e mais baixo de estatura.
- Por aqui atrás- Lhe indicava Fede um setor da sua espinha, mas o do lábio partido não podia prestar-lhe atenção, se quedava atónito olhando seu ass.- Eu estou baleado?
- Ehh, não. Não te nota. – Respondeu Guille secamente. Não tinha vontade de que seu amigo mais loiro o distraísse, lhe fizesse pensar em esse tipo de coisas. Seguiu-se lavando até fechar a canilha de água quente enquanto o outro ainda com o peito nu o mirava.- Eu ficou com alguma marca?
- A ver…- Fede se aproximou dele.
Pôde sentir o calor do seu corpo se aproximando, que contrariavam com o do frio e escuro ambiente. Sentia sua presença diante de si. O incomodava o que pudesse chegar a fazer, mas por outro lado queria tê-lo mais perto. Queria fechar essa boca de uma vez com um beijo para que seus calores fossem um.
- Ficou aqui.- Fede havia agarrado sua própria mão para indicar-lhe um ponto na cara, perto da boca. Estupidamente sem se dar conta, uma sonrisa de ternura se desenhou no seu rosto, contrária a seus pensamentos e apertou a mão de Fede entrelaçando os dedos bruscamente.- O que fazes?- Fede também sorriu. Suas caras estavam a cinco centímetros e sorriam. A mistura das duas sonrisas emitia calor humano, Contraário a toda a merda da vida que vinha soportando Guille.
- Não se. -
Respondeu o morocho de olhos verdes com sua mirada felina e estampou um beijo bruto no amigo mais claro, direto nos lábios. Nesse momento, Guille não pensava no que fazia, apenas agia. Sua mão livre havia aparecido segurando a barbicha do seu chico sem que se desse conta, o tendo submisso para ele. Ao separar as caras viu a mirada de Fede atónita, como se isso não se esperava dele. Mas não o deixou pensar muito tempo, pois rapidamente estampou outro beijo, este com mais força. E para sua surpresa foi respondido. Agora sentia as mãos de Fede em sua nuca e estas de Guille em sua cintura. Mesclar línguas com um homem era uma sensação realmente estranha, mas agradável. Algo que não havia pensado sentir. Mas este tipo de homem de verdade lhe gustava, foi o primeiro e único no qual havia pensado.
Mãos inexperientes exploravam os corpos do mesmo sexo, esquecendo onde estavam no momento, conhecendo experiências únicas, novas e inolvidáveis. Acariciavam suas costas, seus ombros, seus braços e mãos, mas nunca se despegaram. Ambos temiam que se isso acontecesse, um dos dois se arrependeria do que estavam fazendo. Sua línguas se misturavam transmitindo seus fluidos e seus calores eram o melhor abrigo que a alguém gostaria de ter em uma furiosa tarde de tempestades. Foi Fede o primeiro em separar-se de Guille. Somente para olhar para ele nos olhos e estar seguro de que o outro era completamente consciente do que fazia. Continuaram os beijos, ternos, brutos, ambos tentando dominar ao outro. Até que Guille sentiu que as mãos do outro estavam acariciando um lugar que antes não haviam acariciado e se quedou paralisado. Seu pacote estava ereto e não se havia dado conta em nenhum momento. Seu amigo o estava acariciando e isso o intimidou muito, já não estava seguro de até que ponto queria chegar. Olhou para Fede, mas este estava extasiado tocando seu cock. Começou a... Desabriou o cinto, tendo mais espaço para tocar com as mãos e desabriu também o primeiro botão do calção. Guille soltou-o por um momento e seu companheiro olhou para a cara. Não queria continuar com isso, estava cometendo um erro. Mas Fede não lhe deu bola, voltou a abraçá-lo e beijá-lo, tentando transmitir que tudo estava bem com o corpo e os atos. Mais acostumbrado, o moreno começou a cariciar o bumbum do amigo que havia estado olhando, mandando a mão por baixo do boxer. Podia sentir aquele bum suave e parado como sempre mirava, só que agora estava entre as mãos. Apertava os cachecos, juntava e separava entre si. Passava o dedo indicador pela linha da sua bunda, indo desde cima até o mais baixo que podia, sentindo uma fina linha de vello muito suave. Enquanto o outro garoto voltava a jogar com seu membro. Havera metido a mão dentro da roupa interior e estava cariciando seu tronco devagar, como o estivesse sentindo em toda sua longitude. Depois o agarrava com força e o manuseava, o pajeava dentro dos boxers com a mão ao contrário como se o fizesse pela primeira vez um homem. Era um dia com muitas primeiras vezes, e estava o desfrutando. Os dedos de Guille iam cada vez mais fundo pelo bum de Fede, escavando o buraco que tanto buscava e desenhando linhas circulares nesse bumbum tão fechado. Os beijos continuaram, os corpos seguiram colados, mas a calor já era muito. Fede propôs agarrar a mão de Guille para jogar com seu pacote. O moreno em um momento duvidou, mas estando no jogo foi o único que quis fazer em seguida. Desabriu seu cinto, baixou um pouco o calção e deixou a cock do garoto dos sonhos ao ar. Cariciava seus testículos com pelos, seu tronco e seu glande rosa. Sentia seu frenillo e suas veias. Não pensou que lhe ia passar, mas gostou demais essa sensação rara de tocar a cock de outro homem e que este ao mesmo tempo a tocasse. A agarrou como se fizesse uma masturabation, como Fede estava fazendo com Ele, mas a febre os superou.
Vamos para um dos cubíbooties - disse Fede com voz rouca - Por se entrar alguém.
Apressados, fecharam-se num dos banhos bem apertados com inodoros onde apenas entravam os dois parados. Os beijos continuavam, agora mais apaixonados, mais brutos. Tinham sua caverna onde ninguém os iria joder, se zarandeavam contra as paredes. Com ambos os calções nos tornozelos sentiam suas chotas jogar como faziam eles, chocarem-se, golpearem-se bobamente, pegotear-se. Fede agarrava-as às duas juntas e fazia como que as pajeava, era uma sensação extraordinária.
Guille com suas duas mãos livres apertava o bumbum branco com pelitos do seu amigo que agora o teía ao ar para ele. Escavava, dava voltas, até que Fede se sentou no inodoro. O mirou desde abaixo com cara de menina pobreita que quer a cum, coisa que o aquecia mais. Sua poronga estava que estourava como nunca, e a do seu companheiro que estava sentado tinha as veias que pediam a gritos que a ordenhasse.
Nesse momento o que estava abaixo se animou a algo que não havia feito. Com sua língua jovem começou a dar lambidas na cock que não podia mais de Guillermo. Este gemia ante o fato, o acariciava, sorria, apertava os peitos rosados do seu amigo que se a chupava.
De repente toda a cock de Guille estava dentro da boca de Fede, que ao sacá-la se lhe escapou uma arcada. Era o éxtasis, uma experiência sexual nova para os dois que não iria esquecer. Se sentia feliz apesar de tudo. Não queria separar-se de Fede, ele podia fazer isso feliz.
Seguiu o ato momentos até que Guille não podia mais e se o fez saber ao seu amigo que não estava muito diferente. Perto do momento de cum ambos se paralisaram. Uns passos se escutavam nos vestiários e a voz do preceptor que os estava procurando.
A voz do preceptor, a tormenta e o calor de Fede começaram a fazer-se mais débeis até perderem-se no escuro e fazer que Guillermo se despertasse da sua cama com lágrimas nos olhos que se limpou imediatamente. Ninguém o via chorar a ele.
Ele recordava em sonhos essa experiência com o amigo da secundária, havia deixado um bonner entre as sábanas. Ao seu lado jazia sua namorada, Meri, com quem estava há anos. Não era a primeira vez que sonhava com o que passou aquela tarde de chuva no colégio, era uma coisa que lhe ia quedar para toda a vida. Foi essa vez só que passou e nunca mais se repetiu. Saíram sem que ninguém se deu conta do vestiário, mas após isso não se falaram muito com Federico, começaram a se separar. Nunca mais se havia fixado em outro homem nem pensava fazer isso. Haviam passado anos já e perdido relação alguma, não sabia nada da vida dele nem ele da sua. Aquilo havia passado e pronto. Só recordava que se haviam cruzado num baile de novo há um mês atrás, mas nada mais... Capaz não se havia dado conta e havia falado com ele, não estava precisamente sóbrio essa noite... Mas capaz nem sequer o havia visto. Se levantou da cama e viu que já era outra manhã de verão. Mas ao abrir a janela para ver o céu não pôde divisar outra coisa que a tormenta que se aproximava.
Pensava enquanto caminhava pelo corredor até a sala. Antes de abrir a porta para entrar, ouviu vozes.
- Jajaja, posta que Guille é assim!
Deu um volta no coração ao ouvir seu nome. Era a voz de Fede e gritava com alegria. Esperou para ver se diziam algo mais, mas nesse momento alguém o empurrou para que entrasse na sala. Voltava a chegar atrasado à classe. Quem o havia empurrado era o professor, que o olhava com cara de ass.
- Outra vez veio sem barbear Braco - Com tantas besteiras na cabeça como ia ter tempo para isso. – Vá ao banheiro e tire um pouco a cara de dormido, senão não vou pensar em você estar na minha classe.
De mala gana Guillermo deixou a sala e desapareceu pelo corredor. Desde dentro Fede, arreglado, sorria com a situação. O queria ao desgraçado. Sua relação não chegava a se classificar de “amizade”, mas além das burlas e brigas de todos os dias se tinham carinho.
Cada vez que chegava atrasado à classe, ele já estava sentado e o olhava desde seu banco. Não tinham má relação, ambos se xingavam entre si, mas não podiam ser classificados como amigos. Com os apelidos com pouca diferença na lista, geralmente as práticas sempre lhes tocava fazer juntos. Quando estava perto dele sentia uma espécie de carinho... ou atração... ou repulsão ao mesmo tempo! Não sabia que, mas não se podia tirar da cabeça. Cada vez que se Masturava quando estava sozinho, de alguma forma Fede conseguia meter-se na minha cabeça.
Quando chegou ao banheiro do colégio, um lugar frio e sujo, que nesse momento estava vazio, se lavou a cara e entrou em um dos cubículos para pensar. Sentado, com os fones de ouvido reproduzindo heavy metal, e sendo recém um adolescente de 16 anos, acariciava o pênis dormido e pensava por que tinha tanta bronca. Tudo lhe chupava um huevo na vida. As coisas nunca eram como eu as esperava e as que tinha que enfrentar à minha curta idade não eram nada boas. Problemas familiares, fugas de casa, bebedeiras que terminavam mal, tudo era uma merda.
Voltando a descer à terra se deu conta que havia passado bastante tempo ali dentro, então se vestiu, guardou os fones e saiu do banheiro.
- Me mandaram buscar-te porque estavas atrasando banda - Uma voz conhecida soou atrás dele -.
O professor pensou que te havia acontecido algo - Era Fede, o intruso que sempre carregava na minha cabeça. Guille olhou para ele com cara de merda, meio dormido.
- Tinha vontade de atrasar pelotudo - Refunfuinou -.
Já estava indo para lá.
- E que te estavas pajeando que tardabas, gil? - Susurrou o rapaz de cabelo castanho entre sorrisos malévolos.
- Não me rompas as bolas chabón. Não estou de humor para joder - Fede ficou surpreso. Soliam se joder, mas amistosamente, e esse dia de verdade seu companheiro parecia não ter humor para nada, então preferiu se manter calado e não seguir com a joda.
Continuaram andando devagar até voltarem à sala.
No colégio havia poucas mulheres, e em seu curso nenhuma. Fede se juntava com Manu, Gastón e o Pela, o grupo do curso que melhor lhe ia com as notas e além eram bastante facheros todos.
O grupo de Guille, por outro lado, era o dos mais barderos, os cães da aula, os que se sentavam no fundo.
Nesse tempo o inverno havia chegado, e num colégio técnico o inverno é bastante duro. Os meninos tinham que ir aos talleres e trabalhar com as ferramentas Mãos violetas do frio, todos empanchados. Guil estava manipulando as máquinas geladas enquanto seu companheiro de todos os dias, o que ultimamente estava sempre na sua cabeça, estava preparando a parte teórica de um trabalho num mesa próxima. Se haviam dividido assim as tarefas porque era como melhor as faziam: a Fede ia muito bem em tudo o que seja teórico e Guil era bom na prática, para não dizer o melhor da classe à hora de trabalhar com equipe de instrumentos.
O professor havia chamado todas as duplas para se aproximarem às mesas de trabalho, então o moreno largou o que estava fazendo para escutar o velho oxidado. Já sentado ao lado de Fede, tentou prestar atenção ao que dizia seu professor, mas o clima da classe no taller do homem o adormecia bastante e não podia prestar atenção. Perdido entre as palavras do velho encontrou calor no corpo tão próximo de seu companheiro de banco e prestando um pouco mais de atenção pôde notar que o outro também estava congelado, então por que não brindar e receber um pouco de calor humano?. Guille sem pensar se acomodou melhor para se aproximar de Fede, que se despegou um segundo da classe para olhar. As suas miradas se viam e pareciam entender-se, mas Guillermo não queria andar com bobagens assim então lhe correu a cara. Mas em poucos momentos começou a sentir como o corpo do seu colega se aproximava e se acomodava contra o seu por debaixo do banco de trabalho. A perna de Fede se agarrou à sua que não se resistiu e, ao contrário, a abraçou mais, e sua cintura e costado do corpo até passando um braço por detrás da espalda do outro. É compreensível, disse Guille, o frio aqui é mortal. A situação estava definitivamente para dormir uma sesta com o corpo do outro colado a ele, mas de repente Fede esticou um braço à frente da sua cara para agarrar algo. - Deixa minhas coisas ali masturbar- disse o que estava quieto. - É um minuto bobo, deixe-me anotar alguma coisa- se defendeu Fede. Sem deixá-lo mover-se, Guillermo começou uma briga de mãos entre risos de ambos e tirando de algum aparelho encaixou sem querer uma pinça em Federico que lhe fez sangrar a nariz. O velho que estava olhando disse ao aludido para ir se lavar no banheiro, e enquanto se retirava este último lhe dava algumas palavras de repreensão a Guille. Mas eu, esses caras não me dão bola nem cinco minutos e após clavar-lhe uma amonestação o mandou que o seguisse a Fede. para ver se queria algo.
Como sempre, estávamos nos divertindo os dois e, ao final, eu sou sempre o que boludo que come.
Uma chuva tranqui começava a bater nas janelas e o frio se tornava cada vez mais forte. Saindo dos talleres vi como Fede caminhava sozinho por os patios à distância, envolvido na bufanda, e me surpreendi a mim mesmo fichando seu cu.
Que lindo ele se movia. Era uma visão reconfortante para não morrer de frio. Em que merda estou pensando? disse a si mesmo quando voltou ao mundo real.
Ao girar na esquina onde estavam os banheiros vi um grupo de dudes em torno a um mais. Os conhecia. Eram de uma banda do colegio de repetidores que estavam um ano mais velhos que eles e eram bastante boludos grandotes pesados.
Eram dois e estavam rodeando o magro que fazia um tempo estava fichando. Um dos dois, o mais alto, deu um passo adiante e o empurrou. Não sabia por que merda estavam apressando seu amigo, mas Guille se adelantou desde atrás para defendê-lo.
Os conhecia a os dois, eram bastante de romper as bolas a todos os que pudessem e fazer merda todas as coisas do colegio desde acender fogo até lançar aparelhos pelas janelas dos pisos mais altos para ver se caía em algum afortunado e abria a cabeça; mas embora sempre fizessem isso, de alguma forma conseguiam que não os expulsassem.
- O que fazes?- Lançou Guille ao que havia empurrado Fede e deu um passo potente em direção aos dois magros.
- Que te metes você boludo? Ele se cruzou fazendo-se o masturabation e temos que educá-lo.
- A quem vais educar chabão? Cerra o ass grande boludo que tens como 25 anos e continues vindo ao colegio-
Esse havia sido Fede. Guille mordido os dentes. Ele poderia ter feito que não os cussem a trompas já que conhecia os dois chabões mas o boludo do seu amigo não podia fechar a boca cinco minutos.
- Uhh, você foi para a merda chetito.- Saltou o outro dos dois dudes e se aproximou tentando pôr uma piña na boca de Fede. do estômago que não chegou porque Guille lhe deu um chute de trás. O mais grande tratou de pegar nele mas se correu justo e Fede enquanto se agarrava com o que lhe havia tentado pegar a piña. Nisso, a porta mais próxima se abre e o preceptor sai para onde estavam eles, falando com uma professora. Os quatro magros ao vê-los saem correndo em direções diferentes, o que o instrutor ao vê-los dá alguns passos rápidos para buscá-los.
Guille agitado pela corrida, entrou rapidamente nos vestidores vazios e antes de fechar a porta, alguém o empurrou e ele terminou de fechá-la. Era Fede.
- Vem ver-me.
- Disse-lhe ele que acabava de entrar em Guille - Estás sangrando, masturador.
Guillermo não se havia dado conta até que tocou a boca e um fio de sangue lhe escorria pelo lábio partido.
- Ufa, use o meu pé do meu pai e daquele grande bunda!
- Jaja, eu também me foi posto pelo outro na espinha feroz.
- A sacamos barata, bunda! Jajaja. Agora esperamos um toque aqui que se vá embora o prefeito e saímos.
- A próxima vamos mais juntos.
- Eh?
- Claro, vamos os dois juntos, por si nos apressam de volta aqueles pelotudos.
- Ah, mas você é meio gil. Como vai meter-se com esses? São tipos perigosos, posta bunda!
- Sim, não é para tanto.
- Eu te aviso apenas...
O vestiário era um lugar grande rodeado de bancos para mudar e armários, mais além havia dois piletas para lavar as mãos e sanitários e após as duches. A chuva que se havia largado fazia um tempo atrás, após um par de trovões, estava se convertendo em uma tempestade. Os dois estavam molhados pela chuva e com frio.
- E agora que me lembro o velho vai se aquecer, pois ainda não voltamos jaja - disse-lhe ele que segurava o cabelo castanho.
- Não te preocupes, nem se vai lembrar do velho esse jajja - respondeu Guille - Além disso, já será recreio. Vou limpar esta merda da cara - disse ele, referindo-se à sangue.
Guille começou a desabotoar os botões do overol para jogá-lo ali e em seguida os da camisa. Fede o observava enquanto fazia isso, apoiado contra a parede. Debajo da camisa, o moreno de olhos verdes tinha uma blusa grossa para ter algo contra o frio. Abriu a canilha d'água quente da piletas e tirou a blusa, mostrando seu peito nu com leves pelos escuros crescendo ao redor dos mamilos e subindo desde o púbio até o umbigo. Seu corpo era... Alto e magro, fibroso algo marcado de pele amarela. Começou a lavar-se o pescoço devagar, a cara, sem deixar lugar sem passar, e se deu conta pelo espelho que Fede estava olhando-o. Acostumbrava usar os calções baixos, não se havia dado conta que alguns pelos púbicos escapavam-lhe. Seu amigo não se quedou calado.
- Eu. Me dizes se me deixou marca a chute que me pôs o chabão na espinha?
Guille viu como Fede começava a tirar-se devagar, e provocativamente lhe pareceu, a roupa no mesmo orden que ele, ficando também em pelados. Por o peito também imaturo, branco de Fede crescia alguns pelos fracos e também essa misteriosa desde o umbigo até o fundo dos boxers. Era magro como ele, mas um pouco mais marcado e mais baixo de estatura.
- Por aqui atrás- Lhe indicava Fede um setor da sua espinha, mas o do lábio partido não podia prestar-lhe atenção, se quedava atónito olhando seu ass.- Eu estou baleado?
- Ehh, não. Não te nota. – Respondeu Guille secamente. Não tinha vontade de que seu amigo mais loiro o distraísse, lhe fizesse pensar em esse tipo de coisas. Seguiu-se lavando até fechar a canilha de água quente enquanto o outro ainda com o peito nu o mirava.- Eu ficou com alguma marca?
- A ver…- Fede se aproximou dele.
Pôde sentir o calor do seu corpo se aproximando, que contrariavam com o do frio e escuro ambiente. Sentia sua presença diante de si. O incomodava o que pudesse chegar a fazer, mas por outro lado queria tê-lo mais perto. Queria fechar essa boca de uma vez com um beijo para que seus calores fossem um.
- Ficou aqui.- Fede havia agarrado sua própria mão para indicar-lhe um ponto na cara, perto da boca. Estupidamente sem se dar conta, uma sonrisa de ternura se desenhou no seu rosto, contrária a seus pensamentos e apertou a mão de Fede entrelaçando os dedos bruscamente.- O que fazes?- Fede também sorriu. Suas caras estavam a cinco centímetros e sorriam. A mistura das duas sonrisas emitia calor humano, Contraário a toda a merda da vida que vinha soportando Guille.
- Não se. -
Respondeu o morocho de olhos verdes com sua mirada felina e estampou um beijo bruto no amigo mais claro, direto nos lábios. Nesse momento, Guille não pensava no que fazia, apenas agia. Sua mão livre havia aparecido segurando a barbicha do seu chico sem que se desse conta, o tendo submisso para ele. Ao separar as caras viu a mirada de Fede atónita, como se isso não se esperava dele. Mas não o deixou pensar muito tempo, pois rapidamente estampou outro beijo, este com mais força. E para sua surpresa foi respondido. Agora sentia as mãos de Fede em sua nuca e estas de Guille em sua cintura. Mesclar línguas com um homem era uma sensação realmente estranha, mas agradável. Algo que não havia pensado sentir. Mas este tipo de homem de verdade lhe gustava, foi o primeiro e único no qual havia pensado.
Mãos inexperientes exploravam os corpos do mesmo sexo, esquecendo onde estavam no momento, conhecendo experiências únicas, novas e inolvidáveis. Acariciavam suas costas, seus ombros, seus braços e mãos, mas nunca se despegaram. Ambos temiam que se isso acontecesse, um dos dois se arrependeria do que estavam fazendo. Sua línguas se misturavam transmitindo seus fluidos e seus calores eram o melhor abrigo que a alguém gostaria de ter em uma furiosa tarde de tempestades. Foi Fede o primeiro em separar-se de Guille. Somente para olhar para ele nos olhos e estar seguro de que o outro era completamente consciente do que fazia. Continuaram os beijos, ternos, brutos, ambos tentando dominar ao outro. Até que Guille sentiu que as mãos do outro estavam acariciando um lugar que antes não haviam acariciado e se quedou paralisado. Seu pacote estava ereto e não se havia dado conta em nenhum momento. Seu amigo o estava acariciando e isso o intimidou muito, já não estava seguro de até que ponto queria chegar. Olhou para Fede, mas este estava extasiado tocando seu cock. Começou a... Desabriou o cinto, tendo mais espaço para tocar com as mãos e desabriu também o primeiro botão do calção. Guille soltou-o por um momento e seu companheiro olhou para a cara. Não queria continuar com isso, estava cometendo um erro. Mas Fede não lhe deu bola, voltou a abraçá-lo e beijá-lo, tentando transmitir que tudo estava bem com o corpo e os atos. Mais acostumbrado, o moreno começou a cariciar o bumbum do amigo que havia estado olhando, mandando a mão por baixo do boxer. Podia sentir aquele bum suave e parado como sempre mirava, só que agora estava entre as mãos. Apertava os cachecos, juntava e separava entre si. Passava o dedo indicador pela linha da sua bunda, indo desde cima até o mais baixo que podia, sentindo uma fina linha de vello muito suave. Enquanto o outro garoto voltava a jogar com seu membro. Havera metido a mão dentro da roupa interior e estava cariciando seu tronco devagar, como o estivesse sentindo em toda sua longitude. Depois o agarrava com força e o manuseava, o pajeava dentro dos boxers com a mão ao contrário como se o fizesse pela primeira vez um homem. Era um dia com muitas primeiras vezes, e estava o desfrutando. Os dedos de Guille iam cada vez mais fundo pelo bum de Fede, escavando o buraco que tanto buscava e desenhando linhas circulares nesse bumbum tão fechado. Os beijos continuaram, os corpos seguiram colados, mas a calor já era muito. Fede propôs agarrar a mão de Guille para jogar com seu pacote. O moreno em um momento duvidou, mas estando no jogo foi o único que quis fazer em seguida. Desabriu seu cinto, baixou um pouco o calção e deixou a cock do garoto dos sonhos ao ar. Cariciava seus testículos com pelos, seu tronco e seu glande rosa. Sentia seu frenillo e suas veias. Não pensou que lhe ia passar, mas gostou demais essa sensação rara de tocar a cock de outro homem e que este ao mesmo tempo a tocasse. A agarrou como se fizesse uma masturabation, como Fede estava fazendo com Ele, mas a febre os superou.
Vamos para um dos cubíbooties - disse Fede com voz rouca - Por se entrar alguém.
Apressados, fecharam-se num dos banhos bem apertados com inodoros onde apenas entravam os dois parados. Os beijos continuavam, agora mais apaixonados, mais brutos. Tinham sua caverna onde ninguém os iria joder, se zarandeavam contra as paredes. Com ambos os calções nos tornozelos sentiam suas chotas jogar como faziam eles, chocarem-se, golpearem-se bobamente, pegotear-se. Fede agarrava-as às duas juntas e fazia como que as pajeava, era uma sensação extraordinária.
Guille com suas duas mãos livres apertava o bumbum branco com pelitos do seu amigo que agora o teía ao ar para ele. Escavava, dava voltas, até que Fede se sentou no inodoro. O mirou desde abaixo com cara de menina pobreita que quer a cum, coisa que o aquecia mais. Sua poronga estava que estourava como nunca, e a do seu companheiro que estava sentado tinha as veias que pediam a gritos que a ordenhasse.
Nesse momento o que estava abaixo se animou a algo que não havia feito. Com sua língua jovem começou a dar lambidas na cock que não podia mais de Guillermo. Este gemia ante o fato, o acariciava, sorria, apertava os peitos rosados do seu amigo que se a chupava.
De repente toda a cock de Guille estava dentro da boca de Fede, que ao sacá-la se lhe escapou uma arcada. Era o éxtasis, uma experiência sexual nova para os dois que não iria esquecer. Se sentia feliz apesar de tudo. Não queria separar-se de Fede, ele podia fazer isso feliz.
Seguiu o ato momentos até que Guille não podia mais e se o fez saber ao seu amigo que não estava muito diferente. Perto do momento de cum ambos se paralisaram. Uns passos se escutavam nos vestiários e a voz do preceptor que os estava procurando.
A voz do preceptor, a tormenta e o calor de Fede começaram a fazer-se mais débeis até perderem-se no escuro e fazer que Guillermo se despertasse da sua cama com lágrimas nos olhos que se limpou imediatamente. Ninguém o via chorar a ele.
Ele recordava em sonhos essa experiência com o amigo da secundária, havia deixado um bonner entre as sábanas. Ao seu lado jazia sua namorada, Meri, com quem estava há anos. Não era a primeira vez que sonhava com o que passou aquela tarde de chuva no colégio, era uma coisa que lhe ia quedar para toda a vida. Foi essa vez só que passou e nunca mais se repetiu. Saíram sem que ninguém se deu conta do vestiário, mas após isso não se falaram muito com Federico, começaram a se separar. Nunca mais se havia fixado em outro homem nem pensava fazer isso. Haviam passado anos já e perdido relação alguma, não sabia nada da vida dele nem ele da sua. Aquilo havia passado e pronto. Só recordava que se haviam cruzado num baile de novo há um mês atrás, mas nada mais... Capaz não se havia dado conta e havia falado com ele, não estava precisamente sóbrio essa noite... Mas capaz nem sequer o havia visto. Se levantou da cama e viu que já era outra manhã de verão. Mas ao abrir a janela para ver o céu não pôde divisar outra coisa que a tormenta que se aproximava.
5 comentários - Ciudad de putos (relato gay) Parte 7
PD: me enamoré de Fede jaja