Já tinha ido várias vezes na casa da Mariana e era sempre o mesmo: punheta, chupada e eu finalmente comendo ela enquanto ela fingia uns "uh, ah" mas mesmo assim me esquentava. Ela é minha "travesti oficial". Mas naquela tarde tava decidido a surpreender ela e me surpreender. Desci do táxi, apertei a campainha do porteiro e ela desceu pra me atender. Tava com uma camiseta comprida onde claramente por baixo não tinha nada. Já na escada começamos a nos beijar e ela procurava minha pica.
— Hoje não. Hoje a puta sou eu, falei.
Depois que passei no banheiro, subi pro quarto e comecei a despir ela. Mas eu não. Então ela começou o serviço e aí descobriu minha roupa íntima: um culote com ligas e meia arrastão preta.
— Nossa, que lindas! — exclamou enquanto começava a se masturbar.
— Gostou? E de costas, como fica?
Me pus de quatro na cama enorme mostrando como tava, e sinto as mãos dela baixando a calcinha devagar.
— Vem, babe — ela sussurra.
— Vem você.
E na mesma hora senti a língua dela no meu cu que começava a abrir devagar, depois os dedos dela abriram caminho com um gel gostoso, mas ela parou e veio na minha frente, com a pica na horizontal. Chupei enquanto via ela apertando os peitos, e com minhas mãos agarrava os pelos que coroavam aquela pica gostosa e puxava. Com a outra mão me masturbava e continuava abrindo a rabeta. Já tava preparado.
Ela colocou a camisinha e se posicionou atrás de mim. Eu tremia, mas... que comilança que ela me deu.
Eu via no espelho as caras dela e ela se aproximava pra sussurrar no meu ouvido: "Tá gozando, puta?"
A gente levantou e eu me encostei no corrimão da escada, enquanto nos beijávamos, me virei e de novo dentro do meu cu a pica dela.
Num momento falei: — Quero um filhotinho... então terminamos de foder, e gozei em cima da pica dela pra depois saborear meu leite chupando da ponta até os ovos aquele pedaço lindo e escorrendo.
Depois nos vestimos e a pedido dela deixei a lingerie. Delicioso.
— Hoje não. Hoje a puta sou eu, falei.
Depois que passei no banheiro, subi pro quarto e comecei a despir ela. Mas eu não. Então ela começou o serviço e aí descobriu minha roupa íntima: um culote com ligas e meia arrastão preta.
— Nossa, que lindas! — exclamou enquanto começava a se masturbar.
— Gostou? E de costas, como fica?
Me pus de quatro na cama enorme mostrando como tava, e sinto as mãos dela baixando a calcinha devagar.
— Vem, babe — ela sussurra.
— Vem você.
E na mesma hora senti a língua dela no meu cu que começava a abrir devagar, depois os dedos dela abriram caminho com um gel gostoso, mas ela parou e veio na minha frente, com a pica na horizontal. Chupei enquanto via ela apertando os peitos, e com minhas mãos agarrava os pelos que coroavam aquela pica gostosa e puxava. Com a outra mão me masturbava e continuava abrindo a rabeta. Já tava preparado.
Ela colocou a camisinha e se posicionou atrás de mim. Eu tremia, mas... que comilança que ela me deu.
Eu via no espelho as caras dela e ela se aproximava pra sussurrar no meu ouvido: "Tá gozando, puta?"
A gente levantou e eu me encostei no corrimão da escada, enquanto nos beijávamos, me virei e de novo dentro do meu cu a pica dela.
Num momento falei: — Quero um filhotinho... então terminamos de foder, e gozei em cima da pica dela pra depois saborear meu leite chupando da ponta até os ovos aquele pedaço lindo e escorrendo.
Depois nos vestimos e a pedido dela deixei a lingerie. Delicioso.
3 comentários - Hoy la puta soy yo (relato)
a la proxima tomate fotos y nos muestras
chaoo