Promessa é dívida 😉 Aqui vou contar o que rolou quando encontrei meu amigo... Como falei no anterior, Adrian, meu amigo de infância, tinha terminado com a namorada de quase toda a vida... Quando voltei pra Mendoza por causa dos estudos, ele me pergunta se a gente pode conversar... Eu falei que sim... Bom, fui encontrar o Adrian. Dei uma passada no apê dele (ele já tinha saído da casa dos pais). Toquei a campainha e ele abriu. Quando vi ele depois desses 2 longos anos fora da minha terra natal, os dois tinham mudado pra caralho. Ele tinha entrado num clube de basquete. Tava mais alto, mais definido, ou seja, mais comível do que antes. Se antes ele era bonito, agora tava um crime aquele gostoso. Bom, a parada é que fui, ele me recebeu super bem. Fomos comprar um refri marca Booty (não vá o FBI me censurar igual fez com o Megaupload por mencionar marcas xD) e voltamos pro apê. - O que houve? - pergunto eu, puxando o assunto depois de um tempo de conversa variada. - Sei lá, a gente tava super bem e do nada ela terminou comigo. - Mano, uma gata não te larga assim do nada... Olha pra você. - falo apontando pra ele. - Você é gostoso, simpático, dança bem e tem futuro... Que merda você fez? Ele meio que cora, desvia o olhar e diz: - Nada, umas piadas sem graça que irritam ela, que é uma histérica... - Mas o que você fez? - repito eu, olhando fixo nos olhos dele. - Nada! Umas piadas idiotas que incomodam ela, e parece que ela encheu o saco e me mandou pastar. Mas mano, quero resolver isso. O que eu posso fazer? Eu fico pensando um pouco. Enquanto isso, ele me contava o que disse e tal. Piadas sem graça, sim, mas com razão pra ela ficar puta. As minas dão mole pra ele e ele fica zoando a coitada, claro que ela ia se cansar disso. Então olho pra ele e falo: - E foi por isso que ela te largou? - Não - ele responde. - Não foi por isso. Foi outra coisa que irritou ela... Quando ele fala isso, vejo que ele meio que cora - Que coisa? - falo olhando pra ele. - Lembra daquele dia na minha casa? - Como esquecer, caralho, um dos melhores verões. —Qual? — respondo, me fazendo de desentendido.
—Aquele... — ele me diz, já vermelho. — Aquele que você e eu... qualé! não se faz de otário que você sabe qual é!
Eu começo a rir, e falo:
—Então quer dizer que ela te largou porque um cara te chupou a pica? Porque ele chupou melhor que ela?
Ele me olha e responde:
—Não, mas... sou bi, porra... Acontece, isso que ferrou. E ela diz que com alguém que joga pros dois lados, não quer. E me largou... O que eu faço? O que eu falo pra ela?
Eu fico pensando de novo. Nisso vejo que ele tá quase chorando. Chego perto e falo:
—Eu, mano. Pera. Não fica assim... É só uma gatinha... Olha, ela não vai ser a única buceta da sua vida... não! Tem mais! Adri, deixa ela.
Ele me olha, uma lágrima cai, e ali me quebrou. Nunca esperava ver ele, o durão, o mais forte de nós dois, se desmanchar assim por uma gatinha.
Eu, já sem saber o que fazer, levanto do sofá, mas ele segura meu ombro, se levanta e, do nada, PLUM, me dá um beijo. Fiquei estupefato, ele se afasta. E fala:
—Me desculpa, mas... não sei o que aconteceu, mil desculpas, não...
Nem deixei ele terminar de falar do socão que eu dei. Ficamos um tempão nos beijando, nos tocando. Eu sentia minha ereção apertada contra a calça, e a dele também.
Ali mesmo, tiro a camisa dele e vejo o corpo perfeito, malhado, com os abdominais definidos. Começo a beijar o peito dele, descendo devagar até a calça. Abaixo um pouco a bermuda, deixando a cueca à mostra, com a ereção ali, marcando no boxer. Passo a mão na pica dele, começando a bater uma. Ele falou alguma coisa, mas não lembro o quê. Sinto que com as mãos dele tira minha camisa e desabotoa minha calça, abaixando tudo junto com a cueca. E ali estávamos, nós dois, pelados. Um na frente do outro, nos olhando cúmplices...
Ele sorri e fala:
—E voltamos ao que rolou na piscina...
—Ainda bem que somos amigos, né? — falo eu, lembrando do que ele me disse tempos atrás.
Ele ri, me pega e me coloca no sofá. Começa a... passando o dedo na minha bunda, massageando, estimulando. Eu tava pegando fogo com tudo ao meu redor. Gemendo que nem um bicho, e ele tava adorando. Enquanto mexia na minha bunda, eu batia uma com a outra mão. Daí, sinto ele enfiar um dedo, depois dois, até meter três dedos no meu cu. Enfiava e tirava devagar, me deixando a mil. E eu falei: — Para com isso, filho da puta! Me come! E ele, nem lerdo nem preguiçoso, meteu logo os 19cm de pau no meu cu. Começamos a nos mover no ritmo, enquanto ele me comia de quatro no sofá. Eu batendo uma. Daí, trocamos de posição e eu montei nele. Ele também, todo suado, ofegante. Joguei ele no chão e sentei de frente pra ele. Comecei a cavalgar o pau duro que tava no meu cu, enquanto continuava batendo uma. Daí, sem conseguir me segurar, gozei em cima dele. Ele começou a gemer e, de repente, senti uma explosão no meu cu e o pau dele bombeando forte, enchendo minha bunda de porra. Eu comecei a meter mais forte e sentia um pouco do sêmen escorrendo pela minha raba. Levantei, ele ficou na minha frente e me fez chupar o pau dele todo melado de porra. Chupei até a última gota. E ali mesmo, ele gozou de novo na minha boca, igual da primeira vez. Ficamos os dois largados no sofá por um tempo, rindo. Do nada, ele falou: — Que puta merda, eu chorando por aquela frígida e com você fiz mais do que com ela nesses dois anos e meio. Eu olhei pra ele e falei: — Sabe quantas coisas mais a gente pode fazer? Na próxima, vamos pra piscina. — e pisquei o olho de um jeito cúmplice. Ele me olhou, sorriu e disse: — É, a piscina. Tem que ir pra piscina. — e começou a rir.
—Aquele... — ele me diz, já vermelho. — Aquele que você e eu... qualé! não se faz de otário que você sabe qual é!
Eu começo a rir, e falo:
—Então quer dizer que ela te largou porque um cara te chupou a pica? Porque ele chupou melhor que ela?
Ele me olha e responde:
—Não, mas... sou bi, porra... Acontece, isso que ferrou. E ela diz que com alguém que joga pros dois lados, não quer. E me largou... O que eu faço? O que eu falo pra ela?
Eu fico pensando de novo. Nisso vejo que ele tá quase chorando. Chego perto e falo:
—Eu, mano. Pera. Não fica assim... É só uma gatinha... Olha, ela não vai ser a única buceta da sua vida... não! Tem mais! Adri, deixa ela.
Ele me olha, uma lágrima cai, e ali me quebrou. Nunca esperava ver ele, o durão, o mais forte de nós dois, se desmanchar assim por uma gatinha.
Eu, já sem saber o que fazer, levanto do sofá, mas ele segura meu ombro, se levanta e, do nada, PLUM, me dá um beijo. Fiquei estupefato, ele se afasta. E fala:
—Me desculpa, mas... não sei o que aconteceu, mil desculpas, não...
Nem deixei ele terminar de falar do socão que eu dei. Ficamos um tempão nos beijando, nos tocando. Eu sentia minha ereção apertada contra a calça, e a dele também.
Ali mesmo, tiro a camisa dele e vejo o corpo perfeito, malhado, com os abdominais definidos. Começo a beijar o peito dele, descendo devagar até a calça. Abaixo um pouco a bermuda, deixando a cueca à mostra, com a ereção ali, marcando no boxer. Passo a mão na pica dele, começando a bater uma. Ele falou alguma coisa, mas não lembro o quê. Sinto que com as mãos dele tira minha camisa e desabotoa minha calça, abaixando tudo junto com a cueca. E ali estávamos, nós dois, pelados. Um na frente do outro, nos olhando cúmplices...
Ele sorri e fala:
—E voltamos ao que rolou na piscina...
—Ainda bem que somos amigos, né? — falo eu, lembrando do que ele me disse tempos atrás.
Ele ri, me pega e me coloca no sofá. Começa a... passando o dedo na minha bunda, massageando, estimulando. Eu tava pegando fogo com tudo ao meu redor. Gemendo que nem um bicho, e ele tava adorando. Enquanto mexia na minha bunda, eu batia uma com a outra mão. Daí, sinto ele enfiar um dedo, depois dois, até meter três dedos no meu cu. Enfiava e tirava devagar, me deixando a mil. E eu falei: — Para com isso, filho da puta! Me come! E ele, nem lerdo nem preguiçoso, meteu logo os 19cm de pau no meu cu. Começamos a nos mover no ritmo, enquanto ele me comia de quatro no sofá. Eu batendo uma. Daí, trocamos de posição e eu montei nele. Ele também, todo suado, ofegante. Joguei ele no chão e sentei de frente pra ele. Comecei a cavalgar o pau duro que tava no meu cu, enquanto continuava batendo uma. Daí, sem conseguir me segurar, gozei em cima dele. Ele começou a gemer e, de repente, senti uma explosão no meu cu e o pau dele bombeando forte, enchendo minha bunda de porra. Eu comecei a meter mais forte e sentia um pouco do sêmen escorrendo pela minha raba. Levantei, ele ficou na minha frente e me fez chupar o pau dele todo melado de porra. Chupei até a última gota. E ali mesmo, ele gozou de novo na minha boca, igual da primeira vez. Ficamos os dois largados no sofá por um tempo, rindo. Do nada, ele falou: — Que puta merda, eu chorando por aquela frígida e com você fiz mais do que com ela nesses dois anos e meio. Eu olhei pra ele e falei: — Sabe quantas coisas mais a gente pode fazer? Na próxima, vamos pra piscina. — e pisquei o olho de um jeito cúmplice. Ele me olhou, sorriu e disse: — É, a piscina. Tem que ir pra piscina. — e começou a rir.
4 comentários - Reunion de amigos (2da Parte)