la casualidad de la vida

Fala, vou contar o que rolou comigo. Num chat telefônico, marquei de encontrar um cara no centro de São Paulo pra sair, tomar um negócio e ver no que dava, mas ele nunca apareceu. Era sexta, umas 22h, e eu não sabia o que fazer sozinho no centro. Comecei a andar e achei o cinema ABC, comprei o ingresso, entrei na sala e depois de um tempo cruzei o olhar com um tiozão de uns cinquenta anos. Ele piscou o olho pra mim, e a gente subiu pra aquela arquibancada que tem lá. Sentamos, nos beijando, e comecei a passar a mão no pau dele, que foi endurecendo. Desabotoei o zíper da calça jeans, tirei pra fora e comecei a chupar. Fiquei um tempão até ele gozar. Ele levantou e foi embora. Eu desci, fui no banheiro, lavei a boca e entrei de novo na sala. Umas vinte minutos depois, o cara apareceu de novo, me pegou pela mão e me levou pra um lugar escuro. Falou no meu ouvido que queria me foder, então baixou minha calça e começou a meter um dedo na minha buceta, que se abriu na hora. Me sentou em cima dele e começou a me comer. Depois que gozou, a gente saiu junto. Na rua, ele me convidou pra tomar um negócio. Entramos num bar, pedimos uma cerveja e começamos a conversar. Ele disse o nome dele, Carlos. É gerente de uma empresa e mora em Bernal com a esposa. Tem dois filhos grandes, já casados. Carlos tem 56 anos, é bem gostoso. Contei pra ele o que tinha acontecido, e por coincidência eu moro em Quilmes. Ele se ofereceu pra me levar pelo menos até Bernal, e eu aceitei. Fomos buscar o carro dele, um Audi C4, subimos e começamos a viagem. No meio do caminho, entre uma conversa e outra, comecei a acariciar o pau dele. Carlos perguntou se eu queria, e eu nem pensei duas vezes: tirei pra fora da calça e, enquanto ele dirigia, comecei a fazer um boquete bem gostoso. Ele adorou, pediu meu número de telefone. Anotei num papel e ele me deixou na estação de Bernal. Uma semana depois, ele me ligou e a gente se encontrou no centro de novo. Ele me levou pro escritório dele e ficamos duas horas, onde ele me comeu gostoso, começando com a língua, depois com os dedos e finalmente me fodendo até gozar. Na hora, ele me disse que queria continuar me vendo, que eu deixava ele louco. Eu falei que, se não tivesse problema, a gente se via quando ele quisesse. Então, desde junho, a gente se vê toda sexta-feira na capital. No último encontro de novembro, ele me disse que tinha uma festa à fantasia com os amigos e queria me apresentar a um dos amigos que gostava de comer caras como eu — tenho 19 anos. Falei que, se não incomodasse ele, sem problemas. Aí, no feriado de 8 de dezembro, a gente se encontrou na estação de Quilmes. Ele passou pra me buscar de carro e a gente foi pra Hudson, numa casa de sítio dele, onde às 21h os amigos chegavam. Chegamos às 19h. Enquanto arrumávamos as mesas e preparávamos tudo, a gente se beijou várias vezes. Às 20h30, a gente entrou no chuveiro e ele me comeu lá mesmo. A gente se fantasiou: ele de rei e eu de Batman. Às 21h em ponto, os amigos dele começaram a chegar, todos fantasiados. Tinha um Homem-Aranha, um gorila, um policial, um enfermeiro, um de soldado americano e um que era Papai Noel. Aí percebi que alguns, como o policial, o soldado e o enfermeiro, eram gays, e os outros eram caras mais velhos que tinham suas parceiras. A gente começou a comer. Quando a ceia acabou, era umas doze horas. A gente brindou e começou a dançar, cada um com seu par. Eu não saía do lado do Carlos. Até que, depois de vários copos de cerveja, o Carlos me levou pro quarto no fundo do sítio. Ele falou pra eu esperar um pouco e que o gorila era o amigo que ele queria que me comesse. Falei que esperava. Sentei na cama e, dois minutos depois, ele entrou. Perguntei o nome e ele respondeu: Guillermo. "Ah, olha só", falei, "prazer, eu me chamo Marcelo". Ele riu e disse: "Ah, que coincidência, tenho um sobrinho que se chama Marcelo e é gay, e eu como ele há um tempão". Fiquei calado, pensando no que fazer. Era o Guille, meu tio. Não sabia o que fazer, e ele se jogou em cima de mim, falou que não queria que a gente se olhasse de frente, então tirou a fantasia. parte de baixo da fantasia e eu também tirei a minha, comecei a chupar ela, fiquei um tempão e ele gostava como nunca, até que ele me disse que queria me foder, então me joguei de bruços na cama e ele colocou um travesseiro debaixo de mim pra levantar mais minha bunda, nisso entrou o Carlos com uma filmadora e disse que queria nos filmar, o Guille falou que sim, começou a brincar com minha bunda pequena e a dar tapas, eu ficava submisso, ele começou a meter devagar e eu me mexia suavemente pra entrar toda a pica, nisso o Carlos se animou e enfiou a pica na minha boca pra eu chupar enquanto a câmera ficava no automático filmando a festinha, fui comido pelos dois por um bom tempo, eles gostavam, gozavam, acabaram e na mesma hora mudaram de posição, comecei a chupar meu tio Guilherme e o Carlos me comia pela bunda, mais um tempão até o Carlos gozar, porque o Guilherme gozou 2 vezes na minha boca e me disse "você manda muito bem, pensei que meu sobrinho era o melhor mas você igualou ele", eu ri, ficamos a noite toda dançando, meu tio Guilherme nunca soube que o cara que comeu junto com um amigo era eu e pro Carlos também nunca contei nada.

6 comentários - la casualidad de la vida

juliam
jajajajajaja BUENISIMA LA HISTORIA!!!
y aguante bernal!