Muito bom dia/boa noite a todos/as, quero reiterar meus agradecimentos a todas as poringa girls e suas mensagens e comentários lindos, que me transformam de Felipito num Felipe adulto, grosso e duríssimo, hehehe.-
Continuando com o relato do último post:http://www.poringa.net/posts/gay/2060655/Te-acordas-de-Feli_-VOLVI_-en-forma-de-relato_.htmlJá tinha passado uma semana inteira desde aquele rolê libidinoso com essa mina que mexeu tanto com meu juízo. Pra não correr o risco de queimar ela, vou chamar de Mai... É uma gata alta, tipo 1.67, com uns olhos verdes lindos, lábios fininhos mas muito apetitosos, carinha de inocente e de menina bem-comportada (embora tenha despertado meus desejos mais profundos, talvez por isso mesmo), loira, e uma pele branquinha que me dava água na boca e água na pica só de pensar no rosadinho da buceta dela. 🤤
A real é que passei uma semana inteira sem ver ela, e eu falei, bom, "foi, essa magrinha aí não cruzo mais", mas acabei vendo ela de novo em Direito Internacional Privado. Nessa matéria éramos 7126381723 os que estavam cursando, então vi ela meio na sorte, mas mesmo assim, como fiquei enrolando lá fora, perderam meu lugar, e meus amigos tarados não tinham guardado pra mim. Nisso, vejo, igual um falcão peregrino observando a presa do alto das montanhas majestosas, a Mai, e um banco vazio do lado dela. Pensei: "Será que guardou um lugar pra mim? Já tô vendo que vou pagar de otário, atravessar o auditório inteiro, cumprimentar ela e o namorado sentar do lado. Depois disso vou ter que usar uma máscara pra sair sem passar vergonha." Resumindo, criei coragem e fui na fé. Quando cheguei, cumprimentei ela e ela falou: "Heyyy! Achei que você tinha me abandonado 😞" "Não! Como eu ia fazer isso? Me enrolei no bar." "Guardei o lugar como a gente tinha combinado, viu? (como te douuuu)" "Sim", falei, "que fera! Muito obrigado." A questão é que ela tinha reservado o lugar mais bosta do auditório, a 3 mil léguas submarinas do púlpito onde o professor tá, e não se ouve porra nenhuma, além de você ter que ter a visão do Tiger Woods pra copiar do quadro. Mas eu tava pouco me lixando pra aula, e ela também... A questão é que ficamos só conversando, zoando, ela fez uns desenhos no meu caderno e eu pude sentir o perfume delicioso dela, que era o Very Irresistible, uma fragrância bem única e sensual, no meu gosto. E eu fiz o mesmo, peguei o caderno dela igual um moleque apaixonado, e não devolvia, e ela chegou bem perto da minha boca pra pegar, e pegou, e continuamos zoando. Nisso, obviamente, eu tava durasso, com a pica dura pra caralho, e ela percebeu. Então voltamos ao joguinho de "eu finjo que tô anotando, e você fica olhando pra minha pica com atenção".
e eu com o plano de sentar do lado dela, não usei cueca, então tava com a pica dura pra caramba apertada direto contra o tecido da calça jeans, tecido que era a única barreira entre os olhos dela e a boca e as mãos e o corpo e a minha pica...
Quando voltamos do intervalo em que batemos mais um papo e tal, metade da galera já tinha ido embora, então ficamos sozinhos no fundo da sala, situação que aumentou ainda mais as brincadeiras cheias de safadeza juvenil, mas ao mesmo tempo sérias. Fiz umas piadas e enquanto ela ria, pegava no meu braço e nas minhas mãos, depois disse que adorava minhas mãos, porque eram grandes e, segundo ela, "mãos de músico". Aí, entre uma piada e outra, escondi o corretivo dela e ela pedia pra devolver, colocando a mão na minha perna, a centímetros do meu pau que tava a mil, se fazendo de sonsa e rindo. Falei: "Ah, sei não, você tem que procurar". Então ela tateou meu bolso direito esticando a mão, e sem hesitar, tateou o bolso esquerdo, e agarrou com a mãozinha dela meu pau, que tava duro e grande como nunca, e disse: "Mano, você roubou meu corretivo ou meu estojo?" E riu, e eu ri também, e falei: "Dá uma olhada". Ela sorriu e fingiu que prestava atenção no professor de novo, mas não tirava a mão direita do meu pau, que vibrava de tão quente e duro, e tateou até minhas bolas como se ainda estivesse procurando, e depois desceu até a cabeçona, mas o tempo todo segurando firme. Acariciou de cima a baixo por cima da calça jeans, e nenhum dos dois dizia nada. Aí ela desabotoou o botão da minha calça e abaixou o zíper pra pegar por dentro do jeans, então enfiou a mão e eu vi como ela ficou vermelha. De repente, os dois fingíamos que prestávamos atenção. Ela acariciou um pouco por dentro da calça e tentou ajeitar, segurando pelo tronco, e tentou puxar pra fora, mas tava tão duro e grande que não dava sem tirar a calça. Ela disse: "Ah... não consigo tirar..." E eu respondi: "Não tem problema, no banheiro você vai conseguir.
Ela sorriu e esperou um toque, juntou as coisas dela e saiu, e eu fui atrás, óbvio, mancando igual um aleijado por causa da pica dura que eu escondia com meu caderno. Indo pro banheiro, ela riu e falou: "Não, não, não tapa não, quero ver como você anda com essa pica balançando pro lado". Isso me deixou louco, e eu tava com a pica apertada no jeans o máximo que dava enquanto a gente ia pro banheiro feminino do segundo andar, que ninguém nunca usa, porque é dos funcionários da faculdade, que ironicamente usam o banheiro dos alunos. Então a gente entrou e trancou a porta, e começamos a nos beijar de um jeito muito apaixonado e fogoso, e ela começou a brincar com meu volume. Essa mina tão inocente (ou que pelo menos parecia) se transformou completamente e falou, enquanto me apalpava por cima do jeans: "Não consegui tirar sua pica da cabeça a semana inteira". E sentou no vaso sanitário, que tava impecável, e me puxou pela bunda pra aproximar minha pica o máximo possível do rosto dela, e disse: "Como eu gosto de ver sua pica grande marcando no jeans. Você não pode andar com essa pica assim, porque depois me dá vontade de transar, entendeu?" E começou a dar mordidinhas por cima do jeans na minha pica, quase morri. Eu queria que ela tirasse logo e começasse a chupar, mas não, porque eu sabia o quanto ela tava curtindo e me fazendo sofrer, e isso dava muito tesão pra vadiazinha. Ela beijou várias vezes, e também minhas bolas, tudo por cima do jeans. Eu não aguentava mais, e pedi pra ela acabar com meu sofrimento e baixar minha calça de uma vez. Enquanto ela baixava meu jeans, ia beijando a área descoberta pela calça, do meu umbigo pra baixo, e comentou o quanto a excitava saber que eu não tava usando cueca. Continuou com os beijinhos, minha pica tava dura igual pedra e fazendo força na direção dela de tão ereta. Quando terminou de baixar minha calça, minha pica saltou igual uma mola na cara dela. Ela adorou aquilo e sorriu, pegou com a mão e ficou olhando. Devagar, ele me bateu uma punheta duas ou três vezes e colocou na boca; abriu bem a boca pra saborear minha glande, que tava vermelha de tesão, e ficava brincando com minhas bolas enquanto molhava a cabeça da minha porra-loka bem dura e grande. Chupava de um jeito lindo, beijava, mordia de leve, até segurou meu pau com as duas mãos enquanto batia uma freneticamente e beijava minhas bolas. Minha piroca cobria o rosto dela inteiro fácil, e eu apoiava a glande na testa dela enquanto ela beijava minhas bolas. Continuou chupando meu pau de um jeito fantástico, e pedi pra ela olhar nos meus olhos enquanto fazia isso: ver ela batendo uma e chupando meu pau daquele jeito, com aqueles olhos verdes lindos, me deixou louco. Falei que ia gozar, e ela tirou o pau da boca, ficou atrás de mim, e enquanto me beijava e mordia a orelha, continuou batendo uma na minha frente do espelho, falando putaria (coisa que eu amo): "Você vai gozar pra mim, hein? Com esse pau lindo que você tem? E vai me comer gostoso? Sim?..." No final, gozei na pia na frente do espelho, sujando tudo com meu leite.
Mas nossa brincadeira tava só começando... agora era MINHA vez, e eu não ia parar até empalar essa loira gostosa com meu pau ainda bem duro, e fazer ela gozar com o Felipito...

CONTINUA...E COMO! 🤤 🙎♂️BEIJOSSS!!!
Continuando com o relato do último post:http://www.poringa.net/posts/gay/2060655/Te-acordas-de-Feli_-VOLVI_-en-forma-de-relato_.htmlJá tinha passado uma semana inteira desde aquele rolê libidinoso com essa mina que mexeu tanto com meu juízo. Pra não correr o risco de queimar ela, vou chamar de Mai... É uma gata alta, tipo 1.67, com uns olhos verdes lindos, lábios fininhos mas muito apetitosos, carinha de inocente e de menina bem-comportada (embora tenha despertado meus desejos mais profundos, talvez por isso mesmo), loira, e uma pele branquinha que me dava água na boca e água na pica só de pensar no rosadinho da buceta dela. 🤤
A real é que passei uma semana inteira sem ver ela, e eu falei, bom, "foi, essa magrinha aí não cruzo mais", mas acabei vendo ela de novo em Direito Internacional Privado. Nessa matéria éramos 7126381723 os que estavam cursando, então vi ela meio na sorte, mas mesmo assim, como fiquei enrolando lá fora, perderam meu lugar, e meus amigos tarados não tinham guardado pra mim. Nisso, vejo, igual um falcão peregrino observando a presa do alto das montanhas majestosas, a Mai, e um banco vazio do lado dela. Pensei: "Será que guardou um lugar pra mim? Já tô vendo que vou pagar de otário, atravessar o auditório inteiro, cumprimentar ela e o namorado sentar do lado. Depois disso vou ter que usar uma máscara pra sair sem passar vergonha." Resumindo, criei coragem e fui na fé. Quando cheguei, cumprimentei ela e ela falou: "Heyyy! Achei que você tinha me abandonado 😞" "Não! Como eu ia fazer isso? Me enrolei no bar." "Guardei o lugar como a gente tinha combinado, viu? (como te douuuu)" "Sim", falei, "que fera! Muito obrigado." A questão é que ela tinha reservado o lugar mais bosta do auditório, a 3 mil léguas submarinas do púlpito onde o professor tá, e não se ouve porra nenhuma, além de você ter que ter a visão do Tiger Woods pra copiar do quadro. Mas eu tava pouco me lixando pra aula, e ela também... A questão é que ficamos só conversando, zoando, ela fez uns desenhos no meu caderno e eu pude sentir o perfume delicioso dela, que era o Very Irresistible, uma fragrância bem única e sensual, no meu gosto. E eu fiz o mesmo, peguei o caderno dela igual um moleque apaixonado, e não devolvia, e ela chegou bem perto da minha boca pra pegar, e pegou, e continuamos zoando. Nisso, obviamente, eu tava durasso, com a pica dura pra caralho, e ela percebeu. Então voltamos ao joguinho de "eu finjo que tô anotando, e você fica olhando pra minha pica com atenção".
e eu com o plano de sentar do lado dela, não usei cueca, então tava com a pica dura pra caramba apertada direto contra o tecido da calça jeans, tecido que era a única barreira entre os olhos dela e a boca e as mãos e o corpo e a minha pica...
Quando voltamos do intervalo em que batemos mais um papo e tal, metade da galera já tinha ido embora, então ficamos sozinhos no fundo da sala, situação que aumentou ainda mais as brincadeiras cheias de safadeza juvenil, mas ao mesmo tempo sérias. Fiz umas piadas e enquanto ela ria, pegava no meu braço e nas minhas mãos, depois disse que adorava minhas mãos, porque eram grandes e, segundo ela, "mãos de músico". Aí, entre uma piada e outra, escondi o corretivo dela e ela pedia pra devolver, colocando a mão na minha perna, a centímetros do meu pau que tava a mil, se fazendo de sonsa e rindo. Falei: "Ah, sei não, você tem que procurar". Então ela tateou meu bolso direito esticando a mão, e sem hesitar, tateou o bolso esquerdo, e agarrou com a mãozinha dela meu pau, que tava duro e grande como nunca, e disse: "Mano, você roubou meu corretivo ou meu estojo?" E riu, e eu ri também, e falei: "Dá uma olhada". Ela sorriu e fingiu que prestava atenção no professor de novo, mas não tirava a mão direita do meu pau, que vibrava de tão quente e duro, e tateou até minhas bolas como se ainda estivesse procurando, e depois desceu até a cabeçona, mas o tempo todo segurando firme. Acariciou de cima a baixo por cima da calça jeans, e nenhum dos dois dizia nada. Aí ela desabotoou o botão da minha calça e abaixou o zíper pra pegar por dentro do jeans, então enfiou a mão e eu vi como ela ficou vermelha. De repente, os dois fingíamos que prestávamos atenção. Ela acariciou um pouco por dentro da calça e tentou ajeitar, segurando pelo tronco, e tentou puxar pra fora, mas tava tão duro e grande que não dava sem tirar a calça. Ela disse: "Ah... não consigo tirar..." E eu respondi: "Não tem problema, no banheiro você vai conseguir.
Ela sorriu e esperou um toque, juntou as coisas dela e saiu, e eu fui atrás, óbvio, mancando igual um aleijado por causa da pica dura que eu escondia com meu caderno. Indo pro banheiro, ela riu e falou: "Não, não, não tapa não, quero ver como você anda com essa pica balançando pro lado". Isso me deixou louco, e eu tava com a pica apertada no jeans o máximo que dava enquanto a gente ia pro banheiro feminino do segundo andar, que ninguém nunca usa, porque é dos funcionários da faculdade, que ironicamente usam o banheiro dos alunos. Então a gente entrou e trancou a porta, e começamos a nos beijar de um jeito muito apaixonado e fogoso, e ela começou a brincar com meu volume. Essa mina tão inocente (ou que pelo menos parecia) se transformou completamente e falou, enquanto me apalpava por cima do jeans: "Não consegui tirar sua pica da cabeça a semana inteira". E sentou no vaso sanitário, que tava impecável, e me puxou pela bunda pra aproximar minha pica o máximo possível do rosto dela, e disse: "Como eu gosto de ver sua pica grande marcando no jeans. Você não pode andar com essa pica assim, porque depois me dá vontade de transar, entendeu?" E começou a dar mordidinhas por cima do jeans na minha pica, quase morri. Eu queria que ela tirasse logo e começasse a chupar, mas não, porque eu sabia o quanto ela tava curtindo e me fazendo sofrer, e isso dava muito tesão pra vadiazinha. Ela beijou várias vezes, e também minhas bolas, tudo por cima do jeans. Eu não aguentava mais, e pedi pra ela acabar com meu sofrimento e baixar minha calça de uma vez. Enquanto ela baixava meu jeans, ia beijando a área descoberta pela calça, do meu umbigo pra baixo, e comentou o quanto a excitava saber que eu não tava usando cueca. Continuou com os beijinhos, minha pica tava dura igual pedra e fazendo força na direção dela de tão ereta. Quando terminou de baixar minha calça, minha pica saltou igual uma mola na cara dela. Ela adorou aquilo e sorriu, pegou com a mão e ficou olhando. Devagar, ele me bateu uma punheta duas ou três vezes e colocou na boca; abriu bem a boca pra saborear minha glande, que tava vermelha de tesão, e ficava brincando com minhas bolas enquanto molhava a cabeça da minha porra-loka bem dura e grande. Chupava de um jeito lindo, beijava, mordia de leve, até segurou meu pau com as duas mãos enquanto batia uma freneticamente e beijava minhas bolas. Minha piroca cobria o rosto dela inteiro fácil, e eu apoiava a glande na testa dela enquanto ela beijava minhas bolas. Continuou chupando meu pau de um jeito fantástico, e pedi pra ela olhar nos meus olhos enquanto fazia isso: ver ela batendo uma e chupando meu pau daquele jeito, com aqueles olhos verdes lindos, me deixou louco. Falei que ia gozar, e ela tirou o pau da boca, ficou atrás de mim, e enquanto me beijava e mordia a orelha, continuou batendo uma na minha frente do espelho, falando putaria (coisa que eu amo): "Você vai gozar pra mim, hein? Com esse pau lindo que você tem? E vai me comer gostoso? Sim?..." No final, gozei na pia na frente do espelho, sujando tudo com meu leite. Mas nossa brincadeira tava só começando... agora era MINHA vez, e eu não ia parar até empalar essa loira gostosa com meu pau ainda bem duro, e fazer ela gozar com o Felipito...


CONTINUA...E COMO! 🤤 🙎♂️BEIJOSSS!!!
14 comentários - Lembra da Feli? VOLTOU! em forma de conto! parte 2
No putin, no solo paja, sino preguntale a tu hermana 😉
Gracias hermosa! me alegro que te haya gustado! besotes!
😃
Siii! no puede esperar tus besitos!! 🤤
pero ahora me quedé con ganas de que siga, quiero leer pronto la proxima parte 😉
Pero t aseguro que prefiero que vulve felipito 🤤 y no el bobo de alf XD
Jajajaja, sos una genia! 😃 si por eso lo puse 😃 jajaja me encanto tu comentario hermosa!
excelentes fotos buen mienbro besos
Espectacular la segunda parte nene, me tenés en llamas hasta que venga el tercero 🔥
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.