Tava um calorão da porra, e eu em casa lendo um livro pra faculdade, mas o calor tava me matando porque tava fazendo uns 38°, então resolvi sair, ir pra praia e relaxar um pouco. Era verão, todo mundo de regata, bermuda, short, etc... então me troquei, coloquei uma regata, uma camisa, bermuda e chinelo. Peguei minha mochila, guardei o livro, o protetor solar, uma toalha, uma garrafa de água gelada e 10 conto.
Quando saí de casa, o calor tava absurdo, então tirei a camisa que tava vestindo pra levar na bolsa e coloquei meus óculos escuros. Como vou pra academia direto, e tava de regata, era uma oportunidade perfeita pra mostrar meus músculos. Andei umas duas quadras e já comecei a suar. Quando cheguei, me preparei na areia, do lado de uma árvore, onde o ventinho fresco era uma delícia.
Uns caras gostosos e musculosos jogando na areia, suando, muito sexys, agora sim que o calor tava pegando... Li só um capítulo do livro, porque me distraí olhando eles jogando vôlei. Me chamaram pra jogar, eu só ficava de olho nos abdominais e nos volumes deles, até que tiveram que ir embora.
Tava ficando tarde, o sol já tava se escondendo, guardei tudo e comecei a andar devagar pra casa. Aquele ventinho fresco era super relaxante, e todo mundo já tava indo embora. Andei umas quatro quadras até chegar numa esquina, virei e dei de cara com um cara de uns 28 anos, musculoso, cabelo castanho, olhos claros e um volume de respeito. Fiquei paralisado de tanta beleza. Então resolvi deixar ele passar primeiro pra ver a bunda dele, e fiquei surpreso com o quanto era gostosa.
Segui ele por quase três quadras e meia, admirando, até que ele parou, procurando uma chave na frente de um prédio, o maior da quadra. De repente, vi um homem de longe, passou do lado dele e continuou olhando pra mim, puxando um canivete do bolso. Ele me encarou e eu percebi que as pupilas dele estavam bem dilatadas, e ele disse:
— Passa a mochila!
— O quê? — perguntei, sem entender.
— Passa ela pra cá! Ela arrancou ela dos meus braços.
—Me dá a carteira! — ele gritou.
—Não tenho nada, tá tudo na mochila.
Aí, sem mais nem menos, o cara me arranhou com a ponta do canivete no braço e me deu um murrão na nuca que me deixou estirado no chão, enquanto revirava meus bolsos. Tava doendo pra caralho a cabeça, e consegui abrir os olhos pra ver um moleque correndo, e percebi que era o garoto que eu vinha seguindo. Ele deu um murrão no ladrão, que saiu correndo feito um louco com minha mochila na mão. Depois, senti ele me levantar e me apoiar no ombro dele enquanto a gente caminhava até o apartamento dele.
Acordei num sofá do lado de uma janelona e pude ver a lua iluminando a cidade. Tentei virar só a cabeça pra saber onde tava, mas tava doendo pra burro, então virei o corpo inteiro e vi um moleque me encarando, com aqueles olhos claros, me perguntando:
—Tá bem?Continua...
Quando saí de casa, o calor tava absurdo, então tirei a camisa que tava vestindo pra levar na bolsa e coloquei meus óculos escuros. Como vou pra academia direto, e tava de regata, era uma oportunidade perfeita pra mostrar meus músculos. Andei umas duas quadras e já comecei a suar. Quando cheguei, me preparei na areia, do lado de uma árvore, onde o ventinho fresco era uma delícia.
Uns caras gostosos e musculosos jogando na areia, suando, muito sexys, agora sim que o calor tava pegando... Li só um capítulo do livro, porque me distraí olhando eles jogando vôlei. Me chamaram pra jogar, eu só ficava de olho nos abdominais e nos volumes deles, até que tiveram que ir embora.
Tava ficando tarde, o sol já tava se escondendo, guardei tudo e comecei a andar devagar pra casa. Aquele ventinho fresco era super relaxante, e todo mundo já tava indo embora. Andei umas quatro quadras até chegar numa esquina, virei e dei de cara com um cara de uns 28 anos, musculoso, cabelo castanho, olhos claros e um volume de respeito. Fiquei paralisado de tanta beleza. Então resolvi deixar ele passar primeiro pra ver a bunda dele, e fiquei surpreso com o quanto era gostosa.
Segui ele por quase três quadras e meia, admirando, até que ele parou, procurando uma chave na frente de um prédio, o maior da quadra. De repente, vi um homem de longe, passou do lado dele e continuou olhando pra mim, puxando um canivete do bolso. Ele me encarou e eu percebi que as pupilas dele estavam bem dilatadas, e ele disse:
— Passa a mochila!
— O quê? — perguntei, sem entender.
— Passa ela pra cá! Ela arrancou ela dos meus braços.
—Me dá a carteira! — ele gritou.
—Não tenho nada, tá tudo na mochila.
Aí, sem mais nem menos, o cara me arranhou com a ponta do canivete no braço e me deu um murrão na nuca que me deixou estirado no chão, enquanto revirava meus bolsos. Tava doendo pra caralho a cabeça, e consegui abrir os olhos pra ver um moleque correndo, e percebi que era o garoto que eu vinha seguindo. Ele deu um murrão no ladrão, que saiu correndo feito um louco com minha mochila na mão. Depois, senti ele me levantar e me apoiar no ombro dele enquanto a gente caminhava até o apartamento dele.
Acordei num sofá do lado de uma janelona e pude ver a lua iluminando a cidade. Tentei virar só a cabeça pra saber onde tava, mas tava doendo pra burro, então virei o corpo inteiro e vi um moleque me encarando, com aqueles olhos claros, me perguntando:
—Tá bem?Continua...
5 comentários - Golpe de suerte! (Relato Gay)
🙂