Um de cada vez, por favor (com três homens como agradecimento).
Acontece que uma vez eu estava trabalhando num clube de praia, num daqueles eventos publicitários que a empresa onde trabalho como supervisor faz. Mas, diferente de outras vezes, eu tinha dois eventos ao mesmo tempo e, embora os lugares fossem perto, como eu usava equipamento (laptop, câmera digital 2, celulares, etc.), carregava uma mala de viagem e precisava me deslocar de carro entre os dois locais.
Ao chegar num dos lugares, como só ficaria 15 minutos no máximo, não tirei a mala. E minha surpresa quando voltei é que ela não estava mais lá — tinham roubado. Fiquei em choque, porque era tudo da empresa e com certeza iam descontar de mim, além de toda a informação perdida. Chamei uns policiais da praia que estavam por perto e, quando chegaram, um começou a falar comigo, enquanto os outros dois me olhavam, cochichavam e sorriam. Nem preciso dizer que minha aparência denunciava que eu era gay (bem afeminado, por sinal) e meus peitos naturais denunciavam ainda mais por causa da minha camiseta de praia, de tecido fino e meio transparente.
Depois de descrever meu equipamento para os agentes, eles disseram que iam procurar. Então, falei onde estaria ou o hotel onde dormiria para que me entregassem se encontrassem. Combinamos assim e, sem jeito, fui trabalhar.
Chegou 7h da noite e não soube mais deles. Na real, já estava conformado com a perda, mas tranquilo porque meu chefe me disse por telefone que não era culpa minha, então não teria desconto.
Tomei um banho frio, vesti um baby doll que uso pra dormir sozinho e me preparei pra brincar com um dildo. Então, estava bem feminina, tinha passado creme no meu cu e estava com as luzes meio apagadas, quando bateram na minha porta.
Só abri um pouco e minha surpresa foram os três agentes, com minha mala na mão. O cara se assustou quando viu minha maquiagem, não conseguiu disfarçar muito, e me disse pra deixar eles entrarem, porque eu precisava assinar o boletim policial e de... Recebido o equipamento, eu cometi um erro meio bobo, na real. Falei "só um minuto" e soltei a porta, achando que ia me cobrir, mas ele, não sei se não entendeu ou fez de propósito — até hoje acho que sim —, então os três entraram e fecharam a porta. Eu me virei rápido, nervoso, porque minha roupa e o clima eram bem sugestivos do que eu pretendia fazer, além de eles terem visto meu brinquedo na cama, ainda sem uso.
Um deles pegou o brinquedo e, rindo, falou pros outros: "Ei!! Acho que a gente tá atrapalhando o casalzinho, colegas". E os três começaram a rir.
O que estava com a maleta na mão me disse: "Gosto mais de você assim do que ao meio-dia. Pena que acho que não vai me dar chance de te acompanhar no lugar desse brinquedinho". O outro completou: "E não vai nos dar um prêmio por ter recuperado essa maleta preciosa?" Eu me assustei, e acho que eles perceberam, porque o terceiro falou: "Melhor a gente ir, porque aqui não vamos ganhar nada, e a gata se assustou".
Eu respondi: "Não é que me assustei, é que vocês me pegaram de surpresa. Pensei que iam me zoar por ser assim, ou até me bater".
Os três riram e disseram: "Em que século você vive? Mesmo sendo assim, você é bem atrasada. Sério, por que não nos atende como agradecimento por termos recuperado a maleta? Assim ganha três amigos que vão cuidar de você toda vez que vier".
"O que vocês têm em mente?", perguntei. "Vocês são três, vão me matar no meio de todos". Eles riram e falaram: "A gente tá no turno de vigilância, então ninguém vai incomodar. Como você gostaria de nos recompensar?"
"Uau, me sinto lisonjeada, mas com os três ao mesmo tempo, não sei o que fazer."
"Olha, gostosa, pra começar, deixa a gente tomar um banho. Cada um que sair, você começa a atender, ok?" "Ok, um por um é melhor."
E assim eles entraram no chuveiro. Eu tinha três homens pra mim, com certeza queriam me foder até se saciar. As pirocas deles eram grandes, grossas, escuras. Me esperava um turbilhão de sexo, e foi exatamente isso.
O primeiro a sair foi Fermín. Eu me... começou a me beijar, pegou nos meus peitos e chupou eles bem agressivo, me colocou de joelhos e enfiou o pau dele na minha boca, ele tava fudendo minha boca com o pau dele, nisso o segundo Walter começou a me beijar nas costas apertando meus peitos por trás, rápido colocou o pau dele no meu cu e devagar começou a me furar, meu terceiro algoz apareceu, o Norman, e ao nos ver deitou debaixo de mim e tirando as mãos do parceiro dele começou a chupar meus peitos, que por causa da posição ficavam pendurados deixando meus bicos mais redondinhos e mais sensíveis, eu peguei no pau dele com as mãos e comecei a bater uma pra ele, de repente todos pediram troca, o Fermín deitou pra chupar meus peitos, o Norman pra me penetrar, e o Walter pra eu chupar ele, essa operação se repetiu mais uma vez até que chegou a primeira descarga de porra no meu cu que o Fermín, o primeiro que eu chupei, jogou em mim, as estocadas dele eram mais fortes, os outros eram mais suaves, mas o Fermín me encheu de porra e tenho certeza que ele tirou até cansar, o Norman que eu tava batendo uma levantou e me penetrou de novo também, até gozar no meu cu, e o Walter aproveitou o boquete até encher minha boca também.
Uau meninos, falei pra eles, vocês tão cheios de porra; Não estávamos, continuamos sendo um cu gostoso, então se lava no chuveiro e volta pra mais, e foi o que eu fiz, eles se lavaram na pia, e quando saí me sortearam pra três rodadas um por um, o Norman primeiro, o Fermín e o Walter em seguida, então conformado deitei do lado do primeiro enquanto os outros viam TV a cabo.
O Norman, muito carinhoso, me beijou, desceu pra chupar meus peitos, e me deixou descansar meu cu fodido que ainda não tinha terminado o serviço, mas que ele tinha lubrificado de novo com creme corporal pra facilitar o sexo, então ele me pegou e disse que a posição favorita dele era de quatro, então me coloquei e o pau dele começou a me possuir, mas ele fazia devagar e bem ritmado, a sensação foi magnífica, mudei de posição e ficamos de lado, até ele gozar. De novo, eu sentia minhas pernas tremendo por aquele pedaço, mas ele carinhosamente se deitou ao meu lado e nos beijamos por mais alguns minutos.
Entrei de novo no chuveiro, e Fermín me surpreendeu abrindo a porta e entrando comigo. Eu gosto de ficar de pé e aqui, debaixo d'água, ele me encostou na parede, começou a chupar meus peitos e pediu pra eu chupar o pau dele. Eu me ajoelhei e comecei meu trabalho. Ele curtia um pouco de sadismo, porque falava coisas como "engole, puta", "come ele". Em alguns momentos, ele fodia minha boca e eu quase engasgava, porque ele era muito bruto. Depois, me colocou de pé, me virou e, ficando totalmente de frente e encostado na parede, abriu minhas nádegas e meteu o pedaço dele no meu cu. Apesar da dor, em alguns momentos eu gostava da força dele, porque as estocadas eram fortes, mas lentas, um ritmo muito gostoso, e as palavras dele aumentavam minha excitação: "Você gosta do meu pau, boneca? Gosta de como eu tô te arrombando?" Os gemidos altos dele a cada metida denunciavam a gozada que não demorou a chegar. O esperma dele era bastante e bem quentinho. Ele terminou, se lavou e disse: "Chupa mais uma vez". Eu me ajoelhei até que, um pouco mais demorado, mas com ajuda de umas punhetas, ele gozou de novo na minha boca.
Uff, ele terminou de se limpar e eu fiquei me lavando de novo, me lubrifiquei mais uma vez. Quando saí, só o Walter estava me esperando na cama. Meus colegas foram patrulhar pra não levantar suspeitas, então "vem e me come, bonequinha". Me surpreendeu ainda mais o fato de que, quando me deitei e nos beijamos, o Walter desceu pra chupar meu pau. "Eu gosto de você pra tudo", ele disse. Então ele me chupou e subia pros meus peitos. Na real, hoje eu estava aproveitando de outro jeito. Ele me colocou em posição e fizemos um 69, eu em cima, ele embaixo. Ele enfiava os dedos em mim, e eu nele. De repente, ele me pegou e disse: "Mete em mim". E assim eu fiz, penetrei ele e comi até ele falar: "Não aguento mais, joga seu gozo na minha boca". Coloquei o pau na boca dele e ele chupou até eu gozar. Ele pediu pra eu subir nele, e assim fiz, montei nele e o pau inteiro dele entrou bem fundo. Ele se agarrou nos meus peitos. tetas, e fiz ele gozar.
Caímos na cama, e ele me falou: "por favor, nunca conta o que a gente fez, e se a gente se ver de novo, fala pra eles que eu te comi igual uma putinha, ok?" Combinamos, e dois dias depois repeti com ele, já que ele tava de folga.
Acontece que uma vez eu estava trabalhando num clube de praia, num daqueles eventos publicitários que a empresa onde trabalho como supervisor faz. Mas, diferente de outras vezes, eu tinha dois eventos ao mesmo tempo e, embora os lugares fossem perto, como eu usava equipamento (laptop, câmera digital 2, celulares, etc.), carregava uma mala de viagem e precisava me deslocar de carro entre os dois locais.
Ao chegar num dos lugares, como só ficaria 15 minutos no máximo, não tirei a mala. E minha surpresa quando voltei é que ela não estava mais lá — tinham roubado. Fiquei em choque, porque era tudo da empresa e com certeza iam descontar de mim, além de toda a informação perdida. Chamei uns policiais da praia que estavam por perto e, quando chegaram, um começou a falar comigo, enquanto os outros dois me olhavam, cochichavam e sorriam. Nem preciso dizer que minha aparência denunciava que eu era gay (bem afeminado, por sinal) e meus peitos naturais denunciavam ainda mais por causa da minha camiseta de praia, de tecido fino e meio transparente.
Depois de descrever meu equipamento para os agentes, eles disseram que iam procurar. Então, falei onde estaria ou o hotel onde dormiria para que me entregassem se encontrassem. Combinamos assim e, sem jeito, fui trabalhar.
Chegou 7h da noite e não soube mais deles. Na real, já estava conformado com a perda, mas tranquilo porque meu chefe me disse por telefone que não era culpa minha, então não teria desconto.
Tomei um banho frio, vesti um baby doll que uso pra dormir sozinho e me preparei pra brincar com um dildo. Então, estava bem feminina, tinha passado creme no meu cu e estava com as luzes meio apagadas, quando bateram na minha porta.
Só abri um pouco e minha surpresa foram os três agentes, com minha mala na mão. O cara se assustou quando viu minha maquiagem, não conseguiu disfarçar muito, e me disse pra deixar eles entrarem, porque eu precisava assinar o boletim policial e de... Recebido o equipamento, eu cometi um erro meio bobo, na real. Falei "só um minuto" e soltei a porta, achando que ia me cobrir, mas ele, não sei se não entendeu ou fez de propósito — até hoje acho que sim —, então os três entraram e fecharam a porta. Eu me virei rápido, nervoso, porque minha roupa e o clima eram bem sugestivos do que eu pretendia fazer, além de eles terem visto meu brinquedo na cama, ainda sem uso.
Um deles pegou o brinquedo e, rindo, falou pros outros: "Ei!! Acho que a gente tá atrapalhando o casalzinho, colegas". E os três começaram a rir.
O que estava com a maleta na mão me disse: "Gosto mais de você assim do que ao meio-dia. Pena que acho que não vai me dar chance de te acompanhar no lugar desse brinquedinho". O outro completou: "E não vai nos dar um prêmio por ter recuperado essa maleta preciosa?" Eu me assustei, e acho que eles perceberam, porque o terceiro falou: "Melhor a gente ir, porque aqui não vamos ganhar nada, e a gata se assustou".
Eu respondi: "Não é que me assustei, é que vocês me pegaram de surpresa. Pensei que iam me zoar por ser assim, ou até me bater".
Os três riram e disseram: "Em que século você vive? Mesmo sendo assim, você é bem atrasada. Sério, por que não nos atende como agradecimento por termos recuperado a maleta? Assim ganha três amigos que vão cuidar de você toda vez que vier".
"O que vocês têm em mente?", perguntei. "Vocês são três, vão me matar no meio de todos". Eles riram e falaram: "A gente tá no turno de vigilância, então ninguém vai incomodar. Como você gostaria de nos recompensar?"
"Uau, me sinto lisonjeada, mas com os três ao mesmo tempo, não sei o que fazer."
"Olha, gostosa, pra começar, deixa a gente tomar um banho. Cada um que sair, você começa a atender, ok?" "Ok, um por um é melhor."
E assim eles entraram no chuveiro. Eu tinha três homens pra mim, com certeza queriam me foder até se saciar. As pirocas deles eram grandes, grossas, escuras. Me esperava um turbilhão de sexo, e foi exatamente isso.
O primeiro a sair foi Fermín. Eu me... começou a me beijar, pegou nos meus peitos e chupou eles bem agressivo, me colocou de joelhos e enfiou o pau dele na minha boca, ele tava fudendo minha boca com o pau dele, nisso o segundo Walter começou a me beijar nas costas apertando meus peitos por trás, rápido colocou o pau dele no meu cu e devagar começou a me furar, meu terceiro algoz apareceu, o Norman, e ao nos ver deitou debaixo de mim e tirando as mãos do parceiro dele começou a chupar meus peitos, que por causa da posição ficavam pendurados deixando meus bicos mais redondinhos e mais sensíveis, eu peguei no pau dele com as mãos e comecei a bater uma pra ele, de repente todos pediram troca, o Fermín deitou pra chupar meus peitos, o Norman pra me penetrar, e o Walter pra eu chupar ele, essa operação se repetiu mais uma vez até que chegou a primeira descarga de porra no meu cu que o Fermín, o primeiro que eu chupei, jogou em mim, as estocadas dele eram mais fortes, os outros eram mais suaves, mas o Fermín me encheu de porra e tenho certeza que ele tirou até cansar, o Norman que eu tava batendo uma levantou e me penetrou de novo também, até gozar no meu cu, e o Walter aproveitou o boquete até encher minha boca também.
Uau meninos, falei pra eles, vocês tão cheios de porra; Não estávamos, continuamos sendo um cu gostoso, então se lava no chuveiro e volta pra mais, e foi o que eu fiz, eles se lavaram na pia, e quando saí me sortearam pra três rodadas um por um, o Norman primeiro, o Fermín e o Walter em seguida, então conformado deitei do lado do primeiro enquanto os outros viam TV a cabo.
O Norman, muito carinhoso, me beijou, desceu pra chupar meus peitos, e me deixou descansar meu cu fodido que ainda não tinha terminado o serviço, mas que ele tinha lubrificado de novo com creme corporal pra facilitar o sexo, então ele me pegou e disse que a posição favorita dele era de quatro, então me coloquei e o pau dele começou a me possuir, mas ele fazia devagar e bem ritmado, a sensação foi magnífica, mudei de posição e ficamos de lado, até ele gozar. De novo, eu sentia minhas pernas tremendo por aquele pedaço, mas ele carinhosamente se deitou ao meu lado e nos beijamos por mais alguns minutos.
Entrei de novo no chuveiro, e Fermín me surpreendeu abrindo a porta e entrando comigo. Eu gosto de ficar de pé e aqui, debaixo d'água, ele me encostou na parede, começou a chupar meus peitos e pediu pra eu chupar o pau dele. Eu me ajoelhei e comecei meu trabalho. Ele curtia um pouco de sadismo, porque falava coisas como "engole, puta", "come ele". Em alguns momentos, ele fodia minha boca e eu quase engasgava, porque ele era muito bruto. Depois, me colocou de pé, me virou e, ficando totalmente de frente e encostado na parede, abriu minhas nádegas e meteu o pedaço dele no meu cu. Apesar da dor, em alguns momentos eu gostava da força dele, porque as estocadas eram fortes, mas lentas, um ritmo muito gostoso, e as palavras dele aumentavam minha excitação: "Você gosta do meu pau, boneca? Gosta de como eu tô te arrombando?" Os gemidos altos dele a cada metida denunciavam a gozada que não demorou a chegar. O esperma dele era bastante e bem quentinho. Ele terminou, se lavou e disse: "Chupa mais uma vez". Eu me ajoelhei até que, um pouco mais demorado, mas com ajuda de umas punhetas, ele gozou de novo na minha boca.
Uff, ele terminou de se limpar e eu fiquei me lavando de novo, me lubrifiquei mais uma vez. Quando saí, só o Walter estava me esperando na cama. Meus colegas foram patrulhar pra não levantar suspeitas, então "vem e me come, bonequinha". Me surpreendeu ainda mais o fato de que, quando me deitei e nos beijamos, o Walter desceu pra chupar meu pau. "Eu gosto de você pra tudo", ele disse. Então ele me chupou e subia pros meus peitos. Na real, hoje eu estava aproveitando de outro jeito. Ele me colocou em posição e fizemos um 69, eu em cima, ele embaixo. Ele enfiava os dedos em mim, e eu nele. De repente, ele me pegou e disse: "Mete em mim". E assim eu fiz, penetrei ele e comi até ele falar: "Não aguento mais, joga seu gozo na minha boca". Coloquei o pau na boca dele e ele chupou até eu gozar. Ele pediu pra eu subir nele, e assim fiz, montei nele e o pau inteiro dele entrou bem fundo. Ele se agarrou nos meus peitos. tetas, e fiz ele gozar.
Caímos na cama, e ele me falou: "por favor, nunca conta o que a gente fez, e se a gente se ver de novo, fala pra eles que eu te comi igual uma putinha, ok?" Combinamos, e dois dias depois repeti com ele, já que ele tava de folga.
5 comentários - Três caras por gratidão (gay)
🤤 🤤
Hermoso relato, me recalentó y me hizo soñar !!
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.