mi tio me hizo su nena

Em família é melhor, porque não existe tabu.

Eu fui criado pela minha tia-avó, porque meus pais emigraram pro norte atrás do sonho americano. Essa senhora já era bem velhinha e, embora me amasse muito, sempre se preocupava com minhas preferências sexuais, que deixei bem claras um dia quando ela me pegou beijando um amigo no meu quarto.

Um dia, eu já tava de férias e passava o dia inteiro sozinho em casa, porque ela tinha um mercadinho de atacado e saía às 7h da manhã, voltando só às 7h da noite. Isso fazia ela se preocupar, porque achava que eu tava trazendo homens pra casa, mas não era verdade — porque, apesar de ser passivo, não era uma puta, só um pouquinho hahahaha.

Num fim de semana, chegou em casa um sobrinho-neto dela, o ALFREDO. Era um solteirão, e todo mundo tachava ele de Dom Juan que tinha medo de compromisso. Eu tava no meu quarto e, por estar ouvindo música com meus fones, não ouvi quando bateram na porta. Quando eu tava no auge de um show, minha tia bateu na minha porta tão forte que conseguiu me fazer ouvir ela me chamando. Como ela não falou mais nada, desci do jeito que tava vestido: por causa do calor e do conforto, só usava uma regatinha bem curta e de alcinhas finas (amo essas), e um mini short de algodão.

Desci pro primeiro andar super rápido, porque fiquei preocupado, e qual não foi minha surpresa: tinha visita, meu tio Alfredo. Quando vi ele, congelei de vergonha. Ele se levantou com um olhar bem indecente pra mim, dizendo: "Então esse bonequinho é o filho da minha prima?" Minha tia respondeu na hora, e ele se aproximou de mim, me dando um abraço bem apertado e passando a mão nas minhas costas, falando:

+ Oi, bonequinho, sou seu tio Alfredo, primo da sua mãe.
- Oi, prazer, tio. Eu sou Gabriel, mas todo mundo me chama de Gabi.
+ Ok, então vou te chamar de Gabi também.

Ele me soltou e, cravando os olhos nas minhas tetas, disse:
+ Mas como você tá grande! Claro, já tem 18, né?
- Isso mesmo, tio. Mais ainda, tô de férias e em dois meses... Entro na universidade, só que essas férias estão sendo descansadas, mas muito chatas.
+ Imagino, já que você mora aqui com essa velha, e não tão perto da cidade, mas isso a gente pode resolver. Que tal passar um fim de semana na minha casa? Eu tenho uma piscina muito bonita, e você vai poder pegar sol, nadar, e tudo o que quiser. Tenho umas telas pra ver TV a cabo, internet e tudo o que um garoto pode desejar.

Meus olhos se arregalaram, a tentação estava me pegando, porque os olhos dele não saíam das minhas tetas, e eu tinha certeza de que o convite não era por acaso, mas só de pensar em sair da rotina e ficar perto dos meus amigos, sem hesitar eu disse: sim, aceito.

Minha tia disse que era melhor eu sair com um parente, e depois me falou que assim eu não ficaria atrás de garotos. (Claro, meu tio tinha certeza de que queria me enfiar a vara.)

Chegou sexta-feira e o motorista dela foi me deixar, que por sinal já tinha me comido um par de vezes, e era um bom amigo e confidente. No caminho, ele me contou um pouco da história do tio, dizendo que todo mundo achava ele mal, mas ele sabia que não, porque conheceu um garoto anos atrás. Então, princesa, você vai passar o fim de semana inteiro montada.

Com esse preâmbulo, já estava quase certa de que seria a putinha dele. E quando cheguei na porta da casa dele (ele morava sozinho), ele saiu muito feliz pra me receber, e ficou impactado com a camisa que eu estava usando, que era uma de alcinhas bem decotada, e que pelo design destacava minhas tetas. Então entramos, e na sala ele me pegou pela cintura e nos abraçamos. Claro, era um abraço de alegria de parentes, mas as mãos dele rapidamente pousaram no começo da minha bunda. Eu me pendurei no pescoço dele e ficamos nos olhando bem perto, conversando, só que ele precisava ir fechar uns negócios e me disse pra aproveitar a casa, porque ele voltaria ao meio-dia. Então, me dando um beijo de despedida no canto dos lábios, ele disse:
+ Bom, Gabi, já volto, e a gente nada na piscina quando eu retornar.
- Ok, tio, só não demora. não demora
Assim fiquei sozinho naquela casa super moderna com tudo que precisava pra não querer sair de lá, na sala principal tinha um tapete de pele de lhama, de pelo bem macio, um sofá daqueles acolchoados e uma TV de LCD gigante.
Quando tava quase na hora, tomei banho e vesti o biquíni, era de duas peças (bem provocante e minúsculo tanto em cima quanto em baixo), me maquiei leve e passei um bom hidratante corporal com cheiro de frutas.
Quando ouvi o carro entrando na garagem, fui e me deitei de bruços numa toalha, na beira da piscina, e deixei um bronzeador do meu lado. Quando meu tio chegou e me viu com aquele fio dental enfiado, ficou todo animado, e me disse:
+Gabi, como você tá gostosa, vou no meu quarto vestir um short e volto.
-Ah não, hoje você tira tudo aqui e passa creme em mim, porque já esperei muito por você.
Como se fosse um menino, ele tirou toda a roupa, menos a cueca, que já desenhava um pau bem duro e grande, se ajoelhou do meu lado e começou a passar o creme, começando pelas minhas panturrilhas, e como era de se esperar, chegou na minha bunda e fez uma boa parada ali, porque começou a passar creme no meu cu. Eu olhava pra ele e a cueca dele não aguentou a ereção do pau, deixando ele escapar e me mostrando aquela besta grossa, com a ponta bem vermelha já. Ele subiu com o gel e quando chegou no top, desamarrou, deslizando pra baixo, e eu sabia que quando me virasse, meus peitos ficariam expostos.
+Já terminei, gostosa, ele disse, vira.
Em vez de me virar, me ajoelhei na frente dele, mostrando meus peitos em todo o esplendor, meus mamilos moreninhos claros e bem redondinhos deixaram ele perplexo, eu tava a uns 10 cm dele e peguei as mãos dele, coloquei nos meus peitos e, me aproximando mais, falei:
-Alfredo, gosto das suas mãos, na verdade, sabe por que aceitei seu convite?
+Acho que imagino, ele disse, mas quero ouvir de você, quero ouvir que você quer que eu chupe essas tetas deliciosas aqui e agora.
-Sim, Alfredo, vim porque quero que você me faça sua. Aproximei meus lábios aos dele e, subindo nele, o abracei, dando um delicioso beijo na boca. Ele segurou minha bunda por baixo e começou a massagear sem parar de nos beijar. Que beijo mais profundo e gostoso a gente tava trocando. Então ele me pegou pelas mãos e me levou pra dentro da piscina. Lá, a gente se beijou de novo, e as mãos dele, que já conheciam o caminho até minha bunda, me rodearam. A massagem virou uma exploração do meu cu, porque ele baixou o fio do meu biquíni e um dos dedos começou a se enfiar em mim. Por causa disso, o beijo ficou ainda mais apaixonado, e, beijando meu pescoço, ele foi descendo até o destino principal da boca dele: meus peitos, que já gritavam desesperados por um pouco da atenção dele.

Como todo um mestre, os lábios dele se deliciaram brincando comigo. Entre mordidinhas suaves e apertões, meus mamilos ficavam cada vez mais um manjar pra ele, e a excitação que eu sentia me tornava ainda mais a presa dele.

+Gaby, quero te comer. Vamos pra sala. E, me levando pela mão, ele me conduziu até meu destino, o lugar onde meu querido tio ia me pegar.

Chegamos naquele sofá que tanto tinha me chamado a atenção e nos jogamos, nos beijando e nos acariciando. Eu, de imediato, tomei o controle, descendo até aquela pica que eu queria devorar. Enfiei ela toda na minha boca e comecei a chupar sem parar. Os gemidos dele entregavam o tesão que ele tava sentindo, porque eu sei que pra boquete eu sou uma puta experiente. Então meu objetivo tava sendo alcançado: as gotinhas de líquido dele davam aquele sabor único pra aquela pica. De repente, ele me parou e falou: "Sobe aqui, amor, que quero arrebentar teu cu." Eu só me entreguei e, deixando minha bunda nas ordens dele, ele colocou a cabeça da pica na entrada. Com a ajuda daquele creme de bronzeamento, que fez deslizar, ele foi me penetrando aos poucos até que senti algo dentro de mim se romper. E começou a dança das estocadas, que eletrizaram meu corpo inteiro.

Eu, penetrada até o fundo, só conseguia abraçar os colchões daquele móvel. E o convidado que... Tanto esperava, não demorou pra aparecer: um rio de porra entrou com força, me fazendo gemer com aquela investida violenta. Meu cu explodiu com a inundação, e Alfredo me abraçou por trás, agarrando meus peitos. Eu tava completamente fora de mim, me virei, abracei ele e beijei sem controle. Alfredo falava que eu era gostosa, que meus peitos eram yummy e que queria eles só pra ele. Eu tava tão excitada que queria sentir ele dentro de mim de novo. Então ele sentou, eu subi nele, coloquei a pica na posição e sentei, enfiando ela em mim. Que gostoso senti quando comecei a galopar naquele pedaço de carne que deslizava no meu cu, e vendo como meu tio chupava meus mamilos e me masturbava ao mesmo tempo. O vai e vem ficou mais forte, porque eu queria sentir ele me arrombando de verdade. Meus peitos pulavam na cara e na boca de Alfredo, até que uma descarga minha ficou na mão dele, e uma nova dele dentro de mim queimava meu cu.

Nós deitamos bem gostosos naquele sofá. Alfredo acariciava minhas costas enquanto eu só olhava pra ele. Ele beijou minhas costas e deitou do meu lado. Naquele fim de semana, eu virei a nena dele. A gente transou até ficar exausto. A porra dele escorreu pelo meu corpo todo: meus peitos, minha boca, minha cara. E naquele dia, decidimos ser um casal por um tempo.

3 comentários - mi tio me hizo su nena

vitto7
🤤 como me gustaria conocer a tu tio ....