O resto da minha história e fotos em http://mividatrav.blogspot.com
Vivo numa ambiguidade permanente. Em público, sou um rapaz comum, que estuda e trabalha. Mas em particular… Cristian, meu amigo de infância, me transformou numa mulher.
Então, por um lado, sinto a humilhação da minha masculinidade adiada, dobrada, submissa… E por outro, tenho faíscas de intenso prazer e gozo quando me visto de mulher, e quando meu amigo me trata como uma verdadeira puta.
Cristian trabalhou durante anos na minha vontade para chegar a esse resultado. Aproveitou-se do meu caráter fraco, das minhas inseguranças, talvez também dos meus desejos ocultos.
Começou com elogios constantes ao meu corpo, elogios que um cara geralmente não faz a outro cara. Ficava muito nervoso quando ele elogiava minha beleza, especialmente a forma da minha bunda. “Redonda, perfeita, tentadora.” Dizia que eu era bonito demais pra ser homem.
Ele acariciava minha bunda e eu não dizia nada. Levava na brincadeira. De certa forma, eu curtia. Era meu único amigo, o único que tinha atravessado a barreira da minha timidez.
A primeira vez que ele encostou o volume na minha bunda, fiquei paralisado. Não sabia o que fazer, e Cristian interpretou meu silêncio, minha imobilidade, como um sinal de aprovação. Estávamos os dois de jeans e pude sentir perfeitamente a dureza dele.
Essas encostadas se tornaram frequentes, cotidianas, sempre que estávamos sozinhos na casa dele ou na minha. Nunca falávamos sobre o assunto, mas havia um acordo tácito. Ele encostava o volume na minha bunda e eu ficava parado, sem dizer nada.
Como seguindo um plano que ele tinha traçado, Cristian continuou avançando. Me elogiava, encostava, apalpava, sempre me tratava como uma garota. Eu me opunha fracamente. Os elogios dele me agradavam, me confundiam.
As garotas não me davam atenção. Eu era tímido demais, não sabia como me relacionar com elas, minha autoestima estava no chão. Cristian a levantava. Me fazia sentir importante.
A próxima fase foi que eu abaixava as calças e ele se masturbava me olhando e tocando na minha bunda. Foi nessa época que ele me pediu pra usar calcinhas de mulher em vez de cueca de homem. Ele roubou algumas da irmã dele, e eu usava quando ia na casa dele. Comecei a sentir um prazer novo e inquietante: o de vestir roupas femininas.
Das calcinhas vieram as minissaias, blusas, meias, saltos altos… e depois a maquiagem, e os trejeitos femininos. Sempre em segredo, só pra ele.
Até que aconteceu o que, acho, era inevitável. Me entreguei pra ele. Senti ele dentro de mim. E me comportei como eu gostaria que uma mulher se comportasse comigo.
Assim nasceu a Laura.
Pulo vários capítulos que vou contar depois, ou não, e chego na situação atual. Cristian e eu saímos de casa das nossas famílias, cada um mora no seu apê, mas a gente se vê com frequência. E quando a gente se vê, eu sou a amiga dele. Mas também a mulher dele, a puta dele, a vadia dele, e ele é o meu homem.
Durante o dia eu estudo, trabalho, sou um moleque normal, sem amigos, calado e tímido. Assim que chego em casa e fecho a porta, viro a Laura, venha ele me ver ou não. Adoro usar roupas femininas, me maquiar, explorar esse lado que escondo durante o dia.
Às vezes o Cristian vem me visitar e a gente só janta, conversa, vê um filme. Como amigo e amiga.
Quando ele me diz que nenhuma mulher consegue deixar ele tão tesudo quanto eu, me dá um arrepio. Quando sinto o pau dele comprido e grosso bem dentro de mim, me sinto aquela mulher capaz de deixar ele louco como nenhuma. E ele é tão macho quanto eu nunca fui nem, acho, nunca serei.
Assim vai minha vida. Esse é meu segredo. Em público, um garoto que passa despercebido, que ninguém nota, que nunca vai conseguir pegar uma mulher.
Na intimidade, uma travesti feminina, gostosa, sedutora e, se precisar, bem vadia pro homem dela.
Às vezes me pergunto como teria sido minha vida se eu não tivesse conhecido o Cristian.
O resto da minha história e fotos em http://mividatrav.blogspot.com
De presente, linda colegial crossdresser cavalgando no seu machohttp://www.xtube.com/watch.php?v=cjaD0-G757-
Vivo numa ambiguidade permanente. Em público, sou um rapaz comum, que estuda e trabalha. Mas em particular… Cristian, meu amigo de infância, me transformou numa mulher.
Então, por um lado, sinto a humilhação da minha masculinidade adiada, dobrada, submissa… E por outro, tenho faíscas de intenso prazer e gozo quando me visto de mulher, e quando meu amigo me trata como uma verdadeira puta.
Cristian trabalhou durante anos na minha vontade para chegar a esse resultado. Aproveitou-se do meu caráter fraco, das minhas inseguranças, talvez também dos meus desejos ocultos.
Começou com elogios constantes ao meu corpo, elogios que um cara geralmente não faz a outro cara. Ficava muito nervoso quando ele elogiava minha beleza, especialmente a forma da minha bunda. “Redonda, perfeita, tentadora.” Dizia que eu era bonito demais pra ser homem.
Ele acariciava minha bunda e eu não dizia nada. Levava na brincadeira. De certa forma, eu curtia. Era meu único amigo, o único que tinha atravessado a barreira da minha timidez.
A primeira vez que ele encostou o volume na minha bunda, fiquei paralisado. Não sabia o que fazer, e Cristian interpretou meu silêncio, minha imobilidade, como um sinal de aprovação. Estávamos os dois de jeans e pude sentir perfeitamente a dureza dele.
Essas encostadas se tornaram frequentes, cotidianas, sempre que estávamos sozinhos na casa dele ou na minha. Nunca falávamos sobre o assunto, mas havia um acordo tácito. Ele encostava o volume na minha bunda e eu ficava parado, sem dizer nada.
Como seguindo um plano que ele tinha traçado, Cristian continuou avançando. Me elogiava, encostava, apalpava, sempre me tratava como uma garota. Eu me opunha fracamente. Os elogios dele me agradavam, me confundiam.
As garotas não me davam atenção. Eu era tímido demais, não sabia como me relacionar com elas, minha autoestima estava no chão. Cristian a levantava. Me fazia sentir importante.
A próxima fase foi que eu abaixava as calças e ele se masturbava me olhando e tocando na minha bunda. Foi nessa época que ele me pediu pra usar calcinhas de mulher em vez de cueca de homem. Ele roubou algumas da irmã dele, e eu usava quando ia na casa dele. Comecei a sentir um prazer novo e inquietante: o de vestir roupas femininas.
Das calcinhas vieram as minissaias, blusas, meias, saltos altos… e depois a maquiagem, e os trejeitos femininos. Sempre em segredo, só pra ele.
Até que aconteceu o que, acho, era inevitável. Me entreguei pra ele. Senti ele dentro de mim. E me comportei como eu gostaria que uma mulher se comportasse comigo.
Assim nasceu a Laura.
Pulo vários capítulos que vou contar depois, ou não, e chego na situação atual. Cristian e eu saímos de casa das nossas famílias, cada um mora no seu apê, mas a gente se vê com frequência. E quando a gente se vê, eu sou a amiga dele. Mas também a mulher dele, a puta dele, a vadia dele, e ele é o meu homem.
Durante o dia eu estudo, trabalho, sou um moleque normal, sem amigos, calado e tímido. Assim que chego em casa e fecho a porta, viro a Laura, venha ele me ver ou não. Adoro usar roupas femininas, me maquiar, explorar esse lado que escondo durante o dia.
Às vezes o Cristian vem me visitar e a gente só janta, conversa, vê um filme. Como amigo e amiga.
Quando ele me diz que nenhuma mulher consegue deixar ele tão tesudo quanto eu, me dá um arrepio. Quando sinto o pau dele comprido e grosso bem dentro de mim, me sinto aquela mulher capaz de deixar ele louco como nenhuma. E ele é tão macho quanto eu nunca fui nem, acho, nunca serei.
Assim vai minha vida. Esse é meu segredo. Em público, um garoto que passa despercebido, que ninguém nota, que nunca vai conseguir pegar uma mulher.
Na intimidade, uma travesti feminina, gostosa, sedutora e, se precisar, bem vadia pro homem dela.
Às vezes me pergunto como teria sido minha vida se eu não tivesse conhecido o Cristian.
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25 comentários - Meus começos como travesti
Hermoso tu relato nena, somos todas tan parecidas y cada una con sus particularidades, vos con tu chico y yo con el mio, aunque el no me manejó, yo decidí convertirme en chica para él, para ser su hembra, en privado y llevo arrastrando ese secreto durante tantos años que ya me salieron callos en el alma.
Te dejo los 10 puntos y veo con alegria que ya serás NFU (me encanta desnovatear gente ❤️