Era inverno e entre primos a gente brincava de ver quem tinha o maior. Aí eu fiquei no meio dos meus dois primos, Axel e Franco. Axel, com o menor tamanho, contou que era virgem e que por isso talvez fosse menor (sem falar que ele tinha 15 anos). Eu, com 20 anos, tinha um tamanho normal, mas Franco, com 18, tinha maior que todos nós. Então decidimos apostar: se ele conseguisse pegar a mina mais gostosa da balada naquela noite e transar, a gente tinha que colocar um cartaz em público dizendo "TENHO PIQUENO". Naquela noite a gente bebeu pra caralho, e Franco decidiu chegar na gata mais linda que tinha: peitos exuberantes, bunda gostosa, olhos claros e loira, brilhava onde quer que você olhasse.
Depois de uns 5 sons, eles começaram a se beijar e foram se afastando da gente. Como prova de que ele tinha ficado com ela, pedimos pra ele trazer uma calcinha dela. Continuamos bebendo até a noite acabar e voltamos pra casa, onde encontramos o Franco com a calcinha da mina que ele tinha comido.
A gente se olhou com o Axel e falamos: "Nãooooo..."
Franco respondeu: "Bom, rapaziada, bora colocar o cartazinho."
Axel parecia disposto a fazer e disse: "Tá bom, beleza, mas só uma hora na rua principal."
Aí Franco respondeu: "Ok, fechou... E você, Mauri, vai fazer?"
Eu respondi: "Não sei, não tenho certeza."
Axel me disse: "Vai, bora, a gente vai morrer de rir e talvez até pegue alguém."
Aí eu ri e falei: "Tá maluco? Vão rir da gente com esse cartaz e vamos ficar marcados pro resto da vida."
Axel era bem cara de pau, então não me surpreendeu que ele ia fazer isso. Aí fiquei com Franco conversando, e Axel, com muito sono, foi dormir.
Franco me perguntou: "E aí, o que você vai fazer?"
Eu respondi: "Qualquer coisa, menos isso."
Franco: "Qualquer coisa?"
Eu: "É, qualquer coisa."
Franco: "Então me diz, você gritaria 'EU CHUPO'?"
Eu: "Sim, olha: 'EU CHUPO'!"
Franco: "E a minha..."
Eu: "Você quer que eu chupe a sua?"
Franco: "É, vai."
Como de costume, meio bêbado pelo que tinha bebido, já tava sem controle do que fazia. sem me importar o que acontecesse
ele sentado no sofá me fala: "vem, vai gostar" e eu respondo: "com esse tamanho, vou adorar"
abaixei a calça dele e comecei a chupar, já tava toda molhadinha com um pouco de porra que tinha sobrado da outra foda
aí comecei a chupar sem parar até ele me tirar e falar: "essa é sua prenda" e empurrou minha cabeça no pau dele e eu chupei de novo
depois de fazer ele gozar, ele disse: "pra ninguém desconfiar, Axel" e fomos pro banheiro tomar um banho juntos, onde eu continuei chupando sem dar o cu
terminamos de banhar e fui tomar algo quente com ele, e ele falou pra não contar pra ninguém
aí fomos deitar e eu disse: "isso não termina aqui"
como a gente tava num quarto os três, eu deitei com ele na cama dele, deixando o colchão de baixo de lado, e ele falou: "continua chupando, você faz muito gostoso"
a gente continuou esquentando o ambiente até que eu montei nele e perguntei: "quando você vai arrombar meu cu?" e ele respondeu:
"agora..."
me virou de costas e começou a lubrificar meu cu com a saliva dele, enfiou os dedos devagar pra ir lubrificando até ficar bem molinho, e ele abriu a gaveta, pegou as camisinhas e colocou
primeiro enfiou a mão na minha boca pra eu não gritar, e depois começou a meter devagar. a gente trepou até o amanhecer, ele bombava devagar e cada metida doía meu cu. fiquei 3 dias quase sem conseguir sentar, mas toda noite continuava cumprindo a aposta
Depois de uns 5 sons, eles começaram a se beijar e foram se afastando da gente. Como prova de que ele tinha ficado com ela, pedimos pra ele trazer uma calcinha dela. Continuamos bebendo até a noite acabar e voltamos pra casa, onde encontramos o Franco com a calcinha da mina que ele tinha comido.
A gente se olhou com o Axel e falamos: "Nãooooo..."
Franco respondeu: "Bom, rapaziada, bora colocar o cartazinho."
Axel parecia disposto a fazer e disse: "Tá bom, beleza, mas só uma hora na rua principal."
Aí Franco respondeu: "Ok, fechou... E você, Mauri, vai fazer?"
Eu respondi: "Não sei, não tenho certeza."
Axel me disse: "Vai, bora, a gente vai morrer de rir e talvez até pegue alguém."
Aí eu ri e falei: "Tá maluco? Vão rir da gente com esse cartaz e vamos ficar marcados pro resto da vida."
Axel era bem cara de pau, então não me surpreendeu que ele ia fazer isso. Aí fiquei com Franco conversando, e Axel, com muito sono, foi dormir.
Franco me perguntou: "E aí, o que você vai fazer?"
Eu respondi: "Qualquer coisa, menos isso."
Franco: "Qualquer coisa?"
Eu: "É, qualquer coisa."
Franco: "Então me diz, você gritaria 'EU CHUPO'?"
Eu: "Sim, olha: 'EU CHUPO'!"
Franco: "E a minha..."
Eu: "Você quer que eu chupe a sua?"
Franco: "É, vai."
Como de costume, meio bêbado pelo que tinha bebido, já tava sem controle do que fazia. sem me importar o que acontecesse
ele sentado no sofá me fala: "vem, vai gostar" e eu respondo: "com esse tamanho, vou adorar"
abaixei a calça dele e comecei a chupar, já tava toda molhadinha com um pouco de porra que tinha sobrado da outra foda
aí comecei a chupar sem parar até ele me tirar e falar: "essa é sua prenda" e empurrou minha cabeça no pau dele e eu chupei de novo
depois de fazer ele gozar, ele disse: "pra ninguém desconfiar, Axel" e fomos pro banheiro tomar um banho juntos, onde eu continuei chupando sem dar o cu
terminamos de banhar e fui tomar algo quente com ele, e ele falou pra não contar pra ninguém
aí fomos deitar e eu disse: "isso não termina aqui"
como a gente tava num quarto os três, eu deitei com ele na cama dele, deixando o colchão de baixo de lado, e ele falou: "continua chupando, você faz muito gostoso"
a gente continuou esquentando o ambiente até que eu montei nele e perguntei: "quando você vai arrombar meu cu?" e ele respondeu:
"agora..."
me virou de costas e começou a lubrificar meu cu com a saliva dele, enfiou os dedos devagar pra ir lubrificando até ficar bem molinho, e ele abriu a gaveta, pegou as camisinhas e colocou
primeiro enfiou a mão na minha boca pra eu não gritar, e depois começou a meter devagar. a gente trepou até o amanhecer, ele bombava devagar e cada metida doía meu cu. fiquei 3 dias quase sem conseguir sentar, mas toda noite continuava cumprindo a aposta
4 comentários - Uma aposta que me custou a bunda