disfrutando de un trabajo muy rico!

Não tem trabalho sem prazer........

Eu trabalhava numa empresa de eventos publicitários, e por isso às vezes tinha que viajar pra fazer esses eventos em alguns hotéis na praia. Esse trabalho era muito divertido, porque era sobre animar os hóspedes dos hotéis com jogos e atividades que, na maioria das vezes, eram patrocinadas por empresas de refrigerantes, licores ou cervejas. Por isso, as atividades em alguns casos eram bem interessantes pros veranistas, tipo: jogos na piscina, brincadeiras ao ar livre ou esportes de praia, dança, aeróbica, fogueiras noturnas com caras manejando fogo, concursos, áreas de massagem, e tudo que viesse pra motivar o descanso e, claro, o consumo das bebidas patrocinadoras.

Em outros relatos, comentei que sou um cara passivo, embora às vezes universal, e meu corpo me ajuda a ter alguns pretendentes que querem um bom relacionamento. Sou magro, mas com peitos naturais, uma bunda bem redondinha e pernas bem apetitosas, então a roupa que eu tinha que usar nesses eventos sempre destacava meus detalhes corporais.

Eu era chefe de contas, porque meu trabalho sempre foi muito bem avaliado, já que me dedicava a cumprir os objetivos dos nossos clientes, ou seja, as distribuidoras dessas bebidas.

Pra cada evento, eu levava rapazes e moças bonitos, porque era um dos requisitos, então sempre tava rodeado de gente gostosa. Modestamente, eu não ficava atrás pra quem procurava alguém como eu.

Nesse tipo de evento, qualquer situação rolava. Lembro de uma em particular que não é o foco desse relato, mas é interessante: um dia, uma das moças da massagem estava resfriada e espirrando demais em cima do cliente. Eu entrei porque ouvi o cliente meio irritado, mandei ela sair e, como a massagem era relaxante, perguntei pro senhor, de uns 58 anos, se ele me deixava terminar a massagem. Ele aceitou, a moça saiu do local, e eu comecei a massagear as costas dele. Eu estava só com uma toalha na parte de baixo, de repente me virei e a toalha caiu no chão, ficando nu e com o pau duro. Por profissionalismo, não falei nada e me posicionei na cabeceira da maca de massagem para relaxar a testa, o rosto dele e, dessa posição, descia até o peito. Isso me obrigava a quase colocar meus peitos na cara dele. De repente, ele começou a se tocar no pau e a se masturbar bem devagar. Eu, na real, fiquei com tesão e pensei: "o que eu tenho a perder?". Então, aproveitando minha posição, aproximei meus peitos o máximo que pude do rosto dele. E, de fato, com a outra mão ele pegou um e começou a mordiscar. Eu evitei reagir, só esfreguei o peito dele com mais sensualidade. Ele levantou minha blusa e chupou meus mamilos. Disse: "Você é bem promíscua, né?" "Sim", respondi, "gosto de me sentir bem puta", e sorri. "Por que você não me faz um bom boquete e ganha um bom amigo e uma gorjeta gostosa?" "Ok", falei (na real, a gorjeta era lucro, porque eu já ia comer aquele pauzão de qualquer jeito, pensei). Então me ajeitei na posição e comecei a me deliciar com aquela peça de carne gostosa. Deixei minha bunda virada para ele, caso quisesse brincar, e ele fez isso rapidinho: meteu a mão no meu short e brincou com meu cu. Eu curti até ele gozar na minha boca, enquanto o cara tinha brincado à vontade com meu cu. Limpei ele e fui convidada pra sair naquela noite, além de ganhar $50,00, que não vieram nada mal (mas aquela noite fica pra outra história). Voltando à história, pra outra atividade um pouco menor, fui mandada pra um hotel afastado da capital. Pelo tamanho do evento, só precisei ir com dois colaboradores, com quem eu saía pra beber às vezes. O carro era da empresa, no meu país chamamos de picape, que é só a cabine e uma caçamba atrás pra carga. Então nós três fomos na cabine, bem apertadinhos. Uns dias antes, com o Fidel, um dos caras, estávamos num bar e, no calor das conversas e das bebidas, começamos a falar de sexo. E já com uns dois... Os tragos foram descendo e meus peitos foram aparecendo, aí ela: "não tá com vergonha?", "não te incomoda?", e assim foi tentando descobrir sobre minhas experiências. Quando bateu a hora de fechar e a gente já tava meio alterada, fomos pra um posto, daqueles que têm lojinha de conveniência, eram 2h da manhã. Compramos uma garrafa de rum e um refri, e fomos pra um lugar de onde dá pra ver a cidade, sem ninguém por perto, e o interrogatório recomeçou. Eu já meio excitada com as perguntas dela, perguntei por que tanta curiosidade, e ela confessou que queria me ver sem camisa. Eu perguntei pra quê, e ela disse que os peitos a deixavam louca, e que em todos os eventos tinha reparado nos meus. Com essa confissão, desabotoei a camisa e abri. Ela ficou surpresa e animada ao mesmo tempo, e me pediu permissão pra tocar. Eu deixei, porque não estávamos ali à toa. Então ela começou a massagear meus mamilos e depois começou a chupá-los. Eu fiquei muito excitada, mas as luzes de uma viatura que se aproximava acabaram com o momento. Então cada um foi pra sua casa. Depois disso, não comentamos nada sobre o que aconteceu.

No caminho pra esse evento, Fidel começou a falar de sexo e disse que tava afim de chupar uns peitões gostosos naquela noite, no final, me olhando fixamente. Carlos, o outro cara, apoiou os desejos do Fidel. Eu só falei que queria dar uma transada boa naquela noite. Fidel continuou com suas intenções e disse que hoje a gente ia ter que dormir os três no mesmo quarto. Em seguida, colocou a mão na minha perna, bem disfarçado.

Já no evento, nos saímos melhor do que esperávamos, e terminamos lá pra uma da manhã. Tinham sobrado umas garrafas de rum, então decidimos beber no quarto. Levamos refri, petiscos, gelo e tudo mais pra uma boa bebedeira. Chegamos no quarto e, depois de cair nas camas — que por sinal eram só duas — descansamos uns minutos e fizemos o primeiro brinde. Tomei meu gole quase de uma vez, por causa do calor e da sede. ganharam, quando terminei falei: "já volto, vou tomar uma ducha antes de dormir".
Eles ficaram bebendo e eu tomei banho e me preparei pra deitar, coloquei o pijama que era uma mini blusinha de alcinhas folgadas, que faziam meus peitos balançarem, e um mini mini short, quase fio dental. Quando saí, meus dois colegas me olharam de um jeito muito safado, sem dizer nada, aí o Carlos falou: "vou tomar um banho também". Me servi outro gole, que bebi igual rápido, e o Fidel me disse: "acho que vou comer seus peitos agora". Eu ri e falei: "pois acha errado", e ele começou a me tocar e tentar me convencer. Nisso, o Carlos saiu e o Fidel disse: "eu também vou tomar uma ducha", e entrou no banheiro. O Carlos percebeu o que tava rolando e começou a falar que gostava da minha roupa, que qualquer coisa que eu vestia ficava bem em mim. Notei que ele tava interessado em mim e comecei a dar mole, me inclinando pra servir ele, ou de repente me inclinava na cama de costas pra ele ver minha raba. Consegui o que queria, porque quando ele saiu do banheiro, só vestiu uma cueca e o pau dele tava duro. Eu gostava muito dele, e de repente o Fidel saiu do banheiro também, só de cueca.

Sentamos no chão porque o hotel tinha carpete, e os drinks e as conversas começaram a fazer efeito. O Fidel e o Carlos me olhavam e se tocavam, eu fiquei excitada de ver eles e tive uma ideia de um jogo de sorte: ver quem conseguia jogar um guardanapo num copo, tipo basquete ou handebol. Quem perdesse pagava uma prenda. O Carlos arremessou primeiro e não acertou, e o Fidel era o castigador dele, então mandou ele abaixar a cueca e colocar um gelo no pau. Quando ele fez isso, eu fiquei apaixonada pelo tamanho do pau dele. Ele percebeu. Foi minha vez e eu errei de propósito, o Carlos era meu castigador, então não duvidei do que vinha. Ele falou: "tira a blusa". Fiz de difícil por uns segundos, aí começaram a puxar as regras e não tive jeito, aceitei e tirei. Os olhos dos dois cravaram em mim, e embora o Fidel já tivesse me provado antes... mesmo que o pau deles ficou mais duro, vez do Fidel e ele errou sem cueca, vez do Carlos e eu acertei, gritei de alegria e meu prêmio são suas tetas, então você, Fidel, conta um minuto que vou chupar suas tetas, que delícia senti quando agarrei a primeira e ele começou a aproveitar o minuto, não desgrudava por nada, Fidel meio irritado cantou o fim do momento, eu tava acelerado, e quando o Carlos se soltou, a gente se olhou e sorriu safadamente, porque os dois tinham curtido muito aquele minuto.
Minha vez e errei de novo, falei: Fidel, pra você não ficar com ciúme, quero que você me chupe por um minuto também. Acho que mais que castigo foi prêmio, porque igual ao anterior, ele curtiu as homenageadas.Leia a segunda parte, é um final bem gostoso com o final do jogo e o convite do meu cliente.

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