Esquecendo as mágoas na academia

Pra esquecer, tem que viver ao máximo!!

Um amigo me recomendou que pra esquecer ou sair da tristeza, tinha que manter a mente ocupada. Foi por isso que um dia decidi me inscrever na academia.

Por causa da minha sexualidade, decidi ir de manhã, já que nesse horário e por ser a academia do lugar onde moro, era bem vazia. Exatamente às 10:00 da manhã, e fazia uma rotina de uma hora e meia, mas aos sábados chegava às 12:30, porque era o horário em que todo mundo tava em outras atividades, menos na academia. Assim, chegava a hora de fechar, 1:00, e ainda deixavam a gente que tava lá dentro três ou quatro terminar na hora que fosse.

O instrutor da academia era um cara com um corpo muito gostoso, mas que passava a vida toda no pc (com certeza vendo pornô) e assim nunca percebia o que rolava no salão. Também tinha um cara muito grande, com um corpo fascinante, mas que a vida toda ficava me encarando de um jeito estranho, pelo menos pra mim, e sempre achei que era por causa das cores e roupas gay que eu usava, e que achava que incomodavam ele.

Um sábado em particular, chegou nesse horário um antigo colega da escola, que eu não via há muitos anos, porque depois de sair do estudo, cada um seguiu seu caminho. O interessante do caso foi que quando a gente se viu, se cumprimentou super feliz, e com a emoção de se ver, juntamos as rotinas pra poder continuar conversando. Alex, meu colega, tinha ficado com um corpo muito bonito e os olhos verdes dele sempre me atraíram. Então, entre conversas e exercícios, a gente dava de vez em quando uns esbarrões que supostamente eram acidentais.

No final, na academia, só estavam o cara de cara feia, o instrutor, o Alex e eu. A gente passou despercebido e foi pro chuveiro. Eu já tava tirando o sabão de cima quando o Alex, do chuveiro ao lado, me pediu um pouco de shampoo. Eu abri minha porta e, quando ele abriu a dele, estendi minha mão com o frasco. Mas ele me pegou e me puxou pra dentro do chuveiro com ele. Eu falei: "Alex, você não perde o jeito impulsivo, hein? me lembrei que ele me beijou uma vez na casa dele e a gente transou, então nos abraçamos e beijamos, eu deixei ele fazer o que queria porque meus peitos grandes sempre atraíram ele, então ele não hesitou em chupá-los, eu me ajoelhei e peguei o pau dele, coloquei na minha boca e comecei a chupar, não nego que sentia medo de sermos descobertos e expulsos, então fiz rápido e ele gozou rápido na minha boca uma explosão gostosa de porra que engoli sem hesitar, limpei o pau dele, me levantei e demos um beijo saboroso, mas eu saí rápido por medo, para minha surpresa o cara de cara fechada estava sentado num banco observando em silêncio, e quando nos olhamos ele me examinou dos pés à cabeça, eu entrei rápido no chuveiro, estava nu e assustado, pensando que ele ia fazer um escândalo ali, mas não, tudo estava em silêncio, só com a água caindo nos dois chuveiros.

Terminamos o banho, nos vestimos, demos um beijo no alex e fomos embora, durante a semana nunca vi o cara, só nos sábados, mas pensei que uma hora ele poderia me confrontar.

No sábado seguinte cheguei, um pouco receoso, no mesmo horário, alex se desculpou comigo porque já tinha planos com o trabalho dele, na academia só estávamos quatro pessoas: o cara de cara fechada, o instrutor, outro cara e eu, comecei minha rotina e nisso o outro cara foi embora, depois de um tempo o instrutor levantou do pc, fechou as portas e disse: "não se preocupem, continuem com suas rotinas, é que não quero mais ninguém entrando, de qualquer forma vou sair tarde, então continuem". Eu continuei até o fim das minhas rotinas e o cara de cara fechada me olhava mais atentamente, fui para os chuveiros e comecei a tomar banho, ouvi o outro chuveiro, ao lado do meu, e depois de um tempo bateram na minha porta, me assustei, pensei que algo estava acontecendo, então abri rápido, e WOW era o cara de cara fechada pelado, muito bem lavado, e era uma delícia ver ele, o pau dele já estava bem duro, como se soubesse que algo ia rolar, eu olhei para ele e ele disse:
- Me deixa entrar aí com você. Realidade, eu nem conseguia falar, só dei dois passos pra trás, ele não tirava os olhos de mim, e entrou no chuveiro.
— Que gostosa você é, tem uns peitos muito deliciosos.
Obrigada, como você se chama?
— Marcos.
Naquele momento, ele me pegou pela cintura e a gente se deu um beijo tão gostoso, enquanto ele deslizava as mãos até minha bunda, e agarrou minhas nádegas por baixo, bem forte, e começou a beijar meu pescoço, até parar nos meus peitos, que começou a chupar de um jeito tão peculiar, porque ele pegava meu mamilo e puxava com os lábios. Eu comecei a gemer e a acariciar o cabelo dele, deixando ele chupar tudo, quando de repente a porta, que nenhum de nós dois tinha fechado, se abriu. Pra minha surpresa, era o instrutor, que já estava pelado, e disse:
— Marcos, já se adiantou, não vamos comer ele entre os dois?
— Entra, a gente mal começou. Acontece que esses peitos já deixaram minha pica bem dura.
— Que peitos gostosos, hoje vamos te aproveitar mesmo.
Um momento, então vocês já tinham planejado isso, e nem me falaram nada, nem um sinal, só disseram "vamos comer esse aí" e pronto.
Os dois começaram a rir e me disseram que estavam esperando um sinal meu, e que sábado passado tinha sido o momento certo.
— De qualquer forma, não se faça de difícil, porque não vai me negar que isso te excitou bastante, ou estou errado?
— Você tem razão, Jorge, me sinto muito excitado de ver vocês dois querendo me foder.

E assim, sem mais nem menos, os dois começaram a chupar meus peitos, um cada um, enquanto os dedos do Jorge profanavam meu cu, e as mãos do Marcos apertavam uma das minhas nádegas. Saímos do chuveiro e fomos para uns colchonetes de exercício que estavam lá fora. Ali me colocaram de quatro, e o Marcos foi o primeiro a penetrar meu cu, enquanto o Jorge enfiava a pica inteira na minha boca. Com o Marcos me fodendo por trás, eu me sentia quase empalado, porque a pica descomunal dele me arrebentava de um jeito por demais gostoso, enquanto o sabor da pica do Jorge me permitia saborear os primeiros fluidos dele, até que uma... A primeira descarga chegou enchendo minha boca, com um gemido forte da parte dele. Ele se moveu pros meus peitos, que pendiam pela posição, e começou uma nova brincadeira com eles, enquanto Marcos apertava minha cintura, já pronto pra primeira descarga, que não demorou a chegar e me fez sentir aquela sensação quente, que deu mais fluidez enquanto ele terminava de se esvaziar.

Logo trocamos de posição, e Jorge pediu pra eu sentar em cima dele, o que fiz sem demora. O pau dele entrou em mim, forte e todo lubrificado pela descarga do antecessor. Marcos se ajoelhou na minha frente e também aproveitou meus bicos, enquanto o pau dele recarregava pra uma nova batalha. O pau do Jorge já me deixava no limite da excitação, e Marcos aproveitou pra me fazer vítima de mais uma investida na minha boca. Meu corpo tava cheio de sensações, sentia uma corrente que vinha de baixo pra cima, e foi nesse momento que Jorge gozou dentro de mim, fazendo um gemido forte sair da minha boca por causa daquela descarga quente. Marcos de repente me banhou com o esperma dele, que espirrou na minha cara e nos meus peitos. Nós três deitamos cansados, e eles, bem carinhosos, me acariciavam, pedindo pra continuar com outras sessões nos sábados. Eu aceitei, claro. Jorge levantou pra atender uma ligação, enquanto eu entrava no chuveiro. Quando já tava com o corpo cheio de sabonete líquido, Marcos me abraçou por trás, pegando meus peitos. O pau dele pedia mais, e eu aceitei de novo. Marcos me encostou na parede, e o pau dele deslizou dentro de mim. A força dos braços dele me segurou, e as investidas foram mais pausadas, mas fortes. Ele beijava meu rosto e gemia, e eu não parava de acariciar as mãos dele grudadas nos meus peitos. Os dedos dele apertavam meus bicos, e veio uma nova gozada, diferente das outras, porque a força com que ele metia o pau em mim era pausada, mas mais dedicada, e assim ele gozou até o fim.

A partir daí, vieram outros sábados igualmente intensos...

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