Con el vigilante de mi oficina

Olá, amigos! Esta é minha primeira história. Espero que gostem e, se sim, por favor comentem!!!

Quando cresci, aconteceu um fenômeno muito estranho comigo: meus peitos ficaram grandes, como os de uma garota. Isso fez com que muitos caras reparassem em mim, porque eu realmente parecia muito feminino.

Eu tenho uma agência de modelos, mas como moro sozinho, mantenho tudo na minha casa, que é um lugar adequado para esse negócio e para viver, numa área completamente separada do escritório. Foi assim que, um dia, por causa da criminalidade, decidi contratar um segurança. Depois de receber e entrevistar muitos, escolhi um em particular: Carlos.

Carlos era o tipo de homem de natureza bem rústica, e sua fisionomia é completamente indígena. Seu corpo é muito definido, magro, e seus músculos são descritos de forma muito perfeita, sem parecer desnutrido. Muito pelo contrário, é muito excitante vê-lo.

Desde que chegou à minha empresa, ele sempre se mostrou muito, muito atencioso comigo e com minhas coisas. Algo que eu gostei muito, porque em alguns momentos ele era até mais detalhista do que outros funcionários. Na verdade, somos apenas seis funcionários no escritório, e minha secretária sempre foi minha mão direita, pois ela sabe de todos os amigos que me visitam por coisas mais sexuais do que de negócios, ou de algum modelo que quer ganhar uma vaga com favores que incluem um bom momento íntimo.

Como na minha empresa não trabalhamos aos sábados, nesse dia aproveito para me vestir um pouco mais feminino, às vezes usando shorts bem cavados. Deixem-me dizer que tenho pernas muito chamativas e uma bunda muito gostosa. Além disso, em algumas ocasiões, até me dou uns retoques de maquiagem, porque na minha solidão gosto de experimentar meu lado feminino.

Com Carlos, foram surgindo momentos em que trocávamos olhares. Em algumas ocasiões, quando ele me devolvia o troco, nossas mãos se roçavam. E um dia em particular, enquanto ele estava ajudando no... A limpeza da garagem sujou tudo e, como ele tinha trabalhado sem camisa, me perguntou se podia se lavar. Então mandei ele pra área de serviço da minha casa e falei pra tomar banho no banheiro de serviço. Quando cheguei lá pra dar as toalhas e de quebra dar uma olhadinha, minha surpresa foi que ele tava se lavando no quintal de serviço com a água da torneira, completamente pelado, sendo um espetáculo completo à vista, porque tinha uma cock grande e grossa, e se banhando ele parecia muito, mas muito tasty. O momento era muito excitante, eu fiquei idiotizado por uns minutos, e ele percebeu, mas continuou se fazendo de desentendido, porque começou a pegar na cock que cresceu em segundos e ficou enorme e dura. De repente, ele fez uma expressão de admiração, virou-se completamente pra mim com a cock na mão, e eu falei: "Desculpa, Carlos, não sabia que você tava tomando banho aqui." Ele respondeu se fazendo de envergonhado: "Desculpa, Andy, é que não queria sujar seu banheiro." O interessante é que ele falava sem soltar a cock, como se estivesse me mostrando o tamanhão dela, e eu não tirava os olhos dele e de toda aquela iguaria de corpo. Ele terminou, eu entreguei a toalha e começamos a conversar, ele sem se cobrir. Eu falei: "Imagino que sua namorada deve ser muito feliz com você." Ele disse: "Não, não tenho namorada. Na verdade, eu só saio com uns caras do meu bairro." UAU!! exclamei dentro de mim: "Esse gato é gay, que tasty." Eu sorri de um jeito bem insinuante e falei: "Que interessante saber disso. Bom, melhor eu ir pra o escritório."

Isso foi numa quarta-feira. Daí em diante, a gente sempre dava um jeito de ele entrar no meu escritório. Na sexta, chamei ele e tinha comprado uma camisa bem bonita pra ele. Quando ele entrou, falei: "Carlos, um cliente me trouxe isso e queria ver se fica bem em você. Experimenta aqui, por favor." Então ele tirou a camisa, mas desabotoou a calça jeans e a cock pulou na hora dentro da cueca. Eu notei e, quando ele tirou a Camisa, eu falei: "Espera, não veste a nova ainda, porque tá todo suado. Me dá a camisa velha." E comecei a secar ele, quase acariciando, de trás pra frente. Quando comecei a passar a mão na barriga dele, falei: "Moço, você sempre anda com o amigo durão, hein?" Hahahaha, ele riu e disse: "Não, só acontece quando vejo alguém que me interessa." Uau! Pensei comigo: "Esse é mais ousado e direto que um míssil." Na real, eu queria que aquele míssil acertasse bem no meu alvo, bem na minha bunda.

Eu comecei a acariciar o peito dele e a gente se aproximou bastante. Aí ele falou: "Posso te falar uma coisa sem você ficar brava?" "Fala", eu disse. "Você tem uns peitos muito fascinantes." Acho que minha cara ficou vermelha, e ele continuou: "Não fica envergonhada, mas você é muito gostosa." "Carlos", falei, "quando você falar algo assim de novo, espero que seja quando a gente estiver sozinho, igual agora, ok?" "OK, gostosa", ele respondeu.

O dia acabou e todo mundo foi embora rápido. Carlos ficou e veio se despedir no meu escritório. "Se cuida, te vejo na segunda, ok?" Eu olhei pra ele com um sorriso e falei: "Ok, Carlos, se comporte. O que você vai fazer amanhã?" ele perguntou. "Nada", completei, "acho que de manhã vou lavar meu carro e à tarde descansar." "Ok, te vejo na segunda. Tchau."

No sábado, acordei, tomei banho, me maquiei um pouco, algo simples, e vesti uma regata incrivelmente decotada, de alcinha. Além disso, coloquei meus shorts favoritos, bem cavadinhos, e comecei a faxina de lavar meu carro. Só que eu começo limpando bem o interior. Tava nessa quando bateram no portão. Quando abri, a surpresa foi maior ainda: era o Carlos. "Oi", ele disse. "Oi, Carlos, o que você faz aqui hoje, sábado?" "Tava resolvendo uns corres e pensei: vou ver a chefona, ver se ajudo em alguma coisa." "Obrigada, que gentileza. Pode entrar." "Chefona, como você tá incrivelmente gostosa assim, do jeito que tá." "Obrigada, Carlos. Você também tá muito bonito." "Chefa", ele falou, "sempre achei que você era muito gostosa, mas vendo você assim, não tenho mais dúvida nenhuma." "Carlos, você me deixa sem graça", falei. "Melhor me ajudar a lavar o carro." "Sim, linda. Para mim, os desejos dele são ordens.

Foi assim que ele começou a lavar o carro por fora, mas de repente me deu uma ideia: "Carlos, tira a camisa e, se quiser, a calça para não se molhar". Ele fez isso como se já adivinhasse minha verdadeira intenção; de repente, ficou só com uma cueca fina que não escondia nada daquela pica linda que ele tinha, já meio que pronta para começar o ato dentro de mim.

Ele terminou e eu, vendo ele escorrendo água, falei: "Vem, Carlos, entra no carro para secar". E nós dois no banco de trás, eu me ajoelhei na frente dele, que estava sentado. Os bancos da frente eu tinha jogado para lá, então sobrou um espaço bom para a gente se amar. Quando me ajoelhei bem na frente dele e comecei a secá-lo com um paninho, como ele estava muito molhado, levantei um pouco minha camiseta e quase subi nele, olhando nos olhos dele. De repente, senti as mãos dele segurarem meus peitos com firmeza e ele disse: "Gostosa, vou te pegar aqui mesmo". Nessa hora, me aproximei e ele começou a brincar com meus bicos, mordiscando e lambendo como um louco. As mãos dele desceram até minha bunda e, entrando no meu short, começaram a brincar com os dedos, enfiando um de um jeito apaixonado. Eu estava fora de mim, me entreguei para ele fazer de mim sua puta. Rapidão, peguei a pica dele, que eu queria mais que tudo, e enfiei inteira na minha boca, começando a chupar e chupar com uma desesperação até que a primeira descarga de porra inundou minha garganta.

Abaixei meu short e me deitei de bruços no banco. Ele abriu minhas pernas e, colocando a pica dele no meu cu, enfiou e começou a meter devagar até que meu gemido pedindo "mais e mais" levou ele a uma nova descarga dentro de mim. A gente estava encharcado de suor e, de repente, me virei e começamos a nos beijar, entre beijos e chupões nos meus peitos. Ele disse: "Gostosa, te desejo desde o primeiro dia que te vi". "Então não para de me fazer isso", falei. Aí ele se deitou de barriga para cima e eu sentei de novo na pica dele, que parecia que ela queria me quebrar ainda mais, e comecei um sobe e desce que sentia que por momentos ia me deixar sem forças, e num movimento baixei meus peitos até a boca dela e minhas cadeiras se encarregaram de terminar de espremer o último resto de porra que tinha no pau dela, os lábios e os dentes dela não tiveram pena dos meus biquinhos delicados, até que ela gozou, e meu interior ficou completamente cheio dela.

5 comentários - Con el vigilante de mi oficina

kev092
muy bueno me exito cañon de que parte de el salvador eres??