Uma tarde de agosto, eu tava em casa meio entediado durante minhas férias de inverno, sem grandes planos. Meus pais me chamaram na sala e falaram que eu tinha que ir acompanhar minha avó na casa de campo dela por umas duas semanas. Todo inverno ela tirava uns dias e ia descansar na casa dela na montanha, geralmente acompanhada por uma das minhas primas mais velhas ou pela minha irmã. Mas esse ano, meus pais me escolheram, ou será que ficaram sem opções, já que todas as garotas estavam namorando e não tinham vontade de passar umas férias sozinhas na montanha.
Não era o melhor plano que eu tinha pela frente, mas pra um jovem de 18 anos também não era lá a coisa mais empolgante. Por outro lado, minha avó era de boa, uma mulher independente que na real não precisava de companhia, e pra mim sempre era uma boa ideia ficar longe de casa ou dos meus pais. Eu ainda não tinha namorada e, embora houvesse algumas garotas que me interessavam, não era igual ao resto dos meus amigos, que andavam que nem loucos tentando transar com qualquer uma. Eu queria fazer isso, mas só com alguém especial. Com quem fosse minha futura esposa. Nem preciso dizer que, apesar de ter 18 anos, eu ainda era virgem.
Quando chegou o fim de semana, preparei minha mochila e fui pra estação de ônibus, onde minha avó já tava me esperando. Meus pais me deram um dinheiro e mil instruções de como me comportar, o que fazer e o que não fazer. Nos despedimos, entrei no ônibus, sentei no meu lugar e resolvi descansar, já que a viagem era longa e chata.
Finalmente chegamos, pegamos um táxi pra ir até a casa, que ficava bem afastada da cidade. Era uma casa enorme, com um quintal imenso cheio de árvores e plantas. O jardim tava impecavelmente cuidado por um jardineiro da região. A casa tinha umas 10 quartos em vários andares, com varandas largas ao redor. Uma sala com um fogão a lenha que o jardineiro já tinha acendido. o que foi muito bem recebido por nós, já que estava anoitecendo e começava a fazer muito frio. Naquela noite, jantamos, lemos um pouco, já que não tem televisão, e depois fui me deitar. No dia seguinte, acordei bem cedo, por ter descansado tão bem e pelo silêncio incrível que tinha naquele lugar. Tomamos café da manhã e, depois do café, fui para fora explorar a casa e o terreno. Como tinha observado no dia anterior, o jardim era imenso e estava muito bem cuidado. Tinha muitas árvores e plantas por todos os lados. O enorme parque da casa era cercado por uma cerca com uma mata densa de vegetação que, depois me disseram, era para evitar que o gado dos camponeses entrasse no terreno.
Depois de algumas horas caminhando pelo terreno, voltei para casa e encontrei um recado da minha avó na mesa da cozinha que dizia:
"Querido Javier,
Recebi notícias muito ruins da cidade e tive que voltar com urgência. Estive te procurando, mas não podia esperar mais. Se quiser voltar, pode, mas peço que feche tudo com muito cuidado. Caso contrário, agradeceria se ficasse para cuidar da casa na minha ausência.
Com muito carinho,
Sua avó"
Fiquei paralisado por alguns minutos, mas por outro lado fiquei contente porque não me incomodava ficar sozinho; pelo contrário, eu curtia isso.
Sempre fui um cara solitário, com gostos muito específicos que nunca conseguia compartilhar com ninguém, então escolhia passar o máximo de tempo possível na solidão.
Desde muito pequeno, tinha uma forte inclinação por tudo que fosse roupa feminina. Quando criança, lembro de me esconder debaixo da mesa da sala e tocar as pernas das amigas da minha mãe, enfiadas em lindas meias de nylon. Depois, pouco tempo depois, coloquei um par pela primeira vez, e é uma sensação tão gostosa que me acompanha até hoje.
Dessa vez, não tinha levado nenhuma peça comigo, já que Na hora de preparar minha bolsa, fico sendo vigiado de perto pelos meus pais, que já sabiam do meu gosto por roupas femininas porque já tinham me pegado um monte de vezes escondendo roupas da minha mãe e das minhas irmãs no meu quarto. Isso, claro, não agradava nada eles, e toda vez que acontecia, eu levava uns esporros bem pesados.
Quando a noite caiu e eu tava entediado pra caralho, resolvi explorar os vários armários dessa casa. Abri o primeiro no quarto onde tinha dormido na noite anterior. Não achei nada de interessante. Continuei fuçando os outros armários até que, quando cheguei num de um quarto que quase não usavam, encontrei um baú trancado. Minha curiosidade e meu jeitinho venceram a fechadura, e qual não foi minha surpresa. Achei várias sacolas plásticas cheias de roupa de mulher. Tinha vestidos, sutiãs, calcinhas, meia-calça, saias, blusas, até sapatos e um par de botas.
Antes mesmo de terminar de descobrir todo o meu tesouro, já tava pelado no meio do quarto tentando vestir uma calcinha bonita. Antes de abrir a última sacola, já tava de calcinha, meia, um vestido violeta lindo e umas sandálias de salto altíssimo. Eu curtia ainda mais a roupa sabendo que era de uma das minhas tias, a solteirona que todo verão vinha nos visitar com um namorado diferente e que arrancava olhares de reprovação da minha avó e de inveja do resto do mundo, por causa do corpo privilegiado dela e da atitude sem vergonha perante a vida. Ela adorava se exibir na frente dos maridos das minhas tias, que ficavam olhando ela enquanto tomava sol de biquíni minúsculo.
Assim que terminei de me vestir, senti aquele calafrio familiar de me sentir uma mulherzinha e comecei a andar pelo quarto, deixando as outras roupas prontas pra ir experimentando os modelitos diferentes.
Continuei pelos outros quartos fuçando os armários e tive ainda mais sorte: achei uma peruca. Era meio antiga, mas de um tom bonito de café e com cachos bem largos. As roupas que eu estava encontrando eram estilo retrô, do começo dos anos oitenta, mas eu adorava isso. Também achei uma nécessaire pequena com algumas coisas dentro e uns cílios postiços.
Feito uma garotinha antes de sair pra festa, fui pulando de alegria até o banheiro pra me maquiar, colocar a peruca e os cílios postiços. Como eu me sentia bem. Tava feliz pra caralho de poder andar feita toda uma mulherzinha pela casa toda, fazendo barulho descarado com meus saltos e rebolando a cintura do jeito mais gostoso que eu conseguia. Vale dizer que eu tinha muita experiência nisso.
Saí pra uma das varandas e senti o frio da noite batendo nas minhas pernas, que só tinham o agasalho de umas meias de nylon antigas. Outra sensação maravilhosa.
Caminhei pelas varandas da casa, quase descaradamente fazendo ecoar os saltos fininhos daquelas sandálias sexys dos anos sessenta, curiosamente super na moda hoje em dia. Meu coração batia forte, com medo e ao mesmo tempo desafiador diante da possibilidade de algum vizinho estar me espionando. Mas as casas vizinhas não eram perto o suficiente, então aproveitei uma noite tranquila de inverno. Um pouco mais tarde, ficou frio demais pra ficar lá fora naquele vestido curto de linho.
Fui pra sala e sentei na frente da lareira, cruzando as pernas como tantas vezes tinha praticado. Fiquei olhando pro fogo até quase se apagar. Coloquei mais algumas lenhas e decidi que era hora de experimentar outra roupinha.
Voltei pro quarto, tirei o vestido que tava usando e coloquei uma minissaia branca e uma camisa rosa berrante que apertava meu torso, me dando umas formas bem femininas. Troquei de calçado e coloquei umas sandálias rosas com tirinhas que se ajustavam com duas voltas na parte de baixo das pernas. Quando comecei a andar, tive que tomar um pouco de cuidado, porque não tava acostumado com saltos tão altos. Mas como ficavam lindos. Limpei os lábios e Pintei eles de um vermelho carmesim berrante.
Continuei andando pela casa à vontade e fui pra sala, tentando caminhar do jeito mais elegante possível. Andei de um lado pro outro, até dar de cara com o aparador de bebidas, que era sempre muito generoso e variado. Me servi um gole de licor num copo longo e tomei, só pra ver a marca dos meus lábios vermelhos no vidro. Que sensação gostosa, saber que aqueles eram meus lábios. Terminei o copo e me servi outro. Sentei então na frente da lareira, na companhia de uma garrafa de licor. O calor da lareira e o licor me fizeram esquecer o frio da noite e o quanto ficou tarde. Mas a sensação de liberdade que eu tinha me deixava o coração na mão. Não demorou muito pra os efeitos do licor aparecerem e, aos poucos, fui caindo num sono profundo.
Naquela noite, descansei como poucas vezes, sonhei até que me beijavam e acariciavam assim vestida de menina. Ao acordar, estava deitada na minha cama, com a saia no encosto e minhas sandálias arrumadas no pé da cama. Me surpreendi ao ver tudo tão arrumado e, sinceramente, não soube como nem quando fiz isso; achei que em algum momento durante a noite fui da sala pro quarto e organizei tudo no caminho, e que não lembrava disso por causa do álcool. Ainda estava acordando, curtindo sentir minhas pernas de meia debaixo dos lençóis, e pensava como seria lindo poder me depilar. Felizmente, na minha idade, não tinha muito pelo nas pernas nem no resto do corpo. Mas mesmo assim, sempre me perguntava como seria a sensação de estar completamente depilada.
Devagar e em silêncio, me levantei e fui escolher qual seria o modelito do dia. Abri o baú com as roupas e escolhi uma legging de várias cores (daquelas que parecem ter desbotado na máquina de lavar) e umas botas curtas de couro marrom que chegavam só acima do tornozelo. Coloquei um sutiã branco de cetim e uma blusa violeta de gola Mangas largas. Fui pro banheiro, retoquei a maquiagem, ajustei a peruca e coloquei em prática um truque que tinha visto na internet. Enchi dois balões com água até ficarem do tamanho que eu queria e coloquei dentro do sutiã como enchimento. O resultado foi excelente, a sensação era muito gostosa e o movimento bem natural. Super satisfeito com o resultado, fui pra cozinha tomar café da manhã.
Preparei um chá com torradas e aproveitei pra sentar de pernas cruzadas e comer do jeito mais sedutor que conseguia. Terminei de comer e fui pra sala. Queria deixar tudo limpo pra preparar uma nova fogueira à tarde.
Quando cheguei, levei um susto. O fogo ainda estava aceso, mas tinha lenha suficiente de um lado pra durar o dia e a noite inteira. Olhei pra todo lado e a única coisa que notei é que a sala estava completamente arrumada. Uma sensação de insegurança, medo e excitação tomou conta de mim. O que significava tudo isso? Será que alguém tinha entrado na casa. Com certeza. Acho que não me viram vestido desse jeito. Afinal, eu tava dormindo no quarto.
Bem nervoso, fui pra cozinha sem me convencer de que não tinha acontecido nada. Afinal, quem poderia entrar na casa? Minha avó não podia ser, porque ela sabia que eu ia ficar uns dias fora. E não tinha mais ninguém.
Devagar e com muito cuidado, abri a porta e saí pro quintal. Olhei pra todo lado e não vi nada estranho. Era um dia fresco e úmido, com bastante neblina. Isso fazia com que mal desse pra enxergar longe. Isso me animou mais e saí com mais coragem. O resto do dia passou sem grandes novidades, andei por cada canto da casa sem preocupação.
No fim da tarde, voltei pra dentro e me preparei pra fazer o jantar, algo simples, afinal não tinha ninguém pra dividir. Coloquei um bife no forno com umas batatas. Abri uma garrafa de Vim das que encontrei no depósito enquanto preparava o jantar e depois fui pra sala ver se o fogo ainda tava aceso. Infelizmente, o último dos troncos já tinha queimado, então me preparei pra ir ao depósito buscar mais lenha. Tranquilamente, coloquei o jantar no forno e fui pro depósito. Tava começando a escurecer e a esfriar de verdade, então voltei pra casa, fui pro quarto e decidi trocar de roupa por algo mais quentinho. Não achei muita coisa, mas troquei minhas botas por umas mais altas, com cano até o joelho e um salto de uns 7 centímetros. Tirei o pulôver que tava usando e vesti uma blusa rosa justinha que mal cobria minha bunda, aproveitei pra me olhar no espelho, verdade que tava me achando gostosa. Peguei uma jaqueta pra não passar tanto frio fora de casa e fui de novo pro depósito. Carreguei uns troncos nos braços e voltei pra casa. Quase chegando, ouvi uns passos atrás de mim.
— Acho que esses troncos não vão ser suficientes pra você, mocinha.
Fiquei paralisada. Mil coisas passaram pela minha cabeça nos segundos que demorei pra me virar e ver quem tava falando comigo.
Antes que eu pudesse reagir, vi passar do meu lado o Seu José, o jardineiro da casa, com uma pilha gigante de toras pra lareira. Ele continuou andando como se nada fosse. Entrou pela cozinha e largou a lenha perto da lareira. Começou a acender o fogo. Eu ainda tava lá fora, sem conseguir sair do susto. Nunca tinham me visto assim. Tava vestido de mulher, maquiado e de peruca. Não sabia se saía correndo ou o que fazer. Se fugisse, pra onde ia nesse estado? Não tinha saída, minha única opção era entrar antes que ele me visse de novo, me enfiar no quarto e me trocar o mais rápido possível. Decidi que essa era minha melhor chance de escapar dessa situação constrangedora.
Joguei os troncos que tava carregando no caminho de pedra que ia do depósito até a casa, cheguei na cozinha e pude ouvir o fogo crepitando. começava a se acender. Atravessei a cozinha o mais rápido que pude, só pra dar de cara com Dom José bloqueando meu caminho. Parei e, lenta e nervosamente, levantei o olhar. Nossos olhares se encontraram. Eu, maquiado, de peruca e vestido de menina, fiquei vermelho na hora, porque Dom José me conhecia desde pequeno. Dom José me olhou com aqueles olhos escuros, olhar forte, o rosto marcado por incontáveis tardes ao sol e invernos brutos na montanha. Era difícil, senão impossível, saber o que ele pensava. A cara dele não mudava. Sem parar de me encarar nos olhos. Ele deu um passo pra trás e me olhou devagar dos pés à cabeça.
— Que bonitinha que tá hoje. Tá melhor que ontem à noite. — Disse calmamente.
Fiquei paralisado. Quando ele tinha me visto? Ainda não tinha saído do meu espanto.
— Ontem à noite você dormiu na frente da fogueira, e pra não passar frio, te levei pro seu quarto. Espero não ter incomodado.
— Aaahn... Não, não, obrigado. — Falei, afinando minha voz o máximo que podia.
Ele se aproximou de mim, me segurou pelo braço com firmeza e disse:
— Bom, agora, enquanto eu termino de preparar a fogueira, você vai me servir uma taça de vinho e preparar o jantar. Tem que praticar bem e ser uma boa menina. Não queremos que sua avó e sua família descubram como você se comportou mal.
— Como o senhor quiser, Dom José. — Falei, enquanto umas lágrimas começavam a escorrer pelas minhas bochechas.
Comecei a soluçar, quase sem querer, sem conseguir evitar. Chorava de humilhação, por ser descoberto daquele jeito. E pensando no que ia acontecer se minha avó e minha família descobrissem isso.
— Bom, bom, já chega. Para de choramingar. Faz tempo que aqui na montanha, todo mundo sabe que você gosta de andar de menina. Já faz muito tempo que te vi experimentando escondido umas calcinhas de uma das suas tias. Me serve um bom copo de vinho e não me faz ficar bravo.
Ele falou isso por último com firmeza, enquanto me dava um tapa forte na bunda que me fez sair do meu estado catatônico.
Feito um autômato, fui até a despensa. Peguei uma taça e enchi de vinho. Fui até a sala, onde o Dom José estava terminando de arrumar as toras ao lado do fogão. Aproximei a taça dele e, com a voz trêmula, falei:
- Aqui está, Dom José. Sua taça de vinho.
- Obrigado. Agora tira essa jaqueta, que aqui não faz frio nenhum. E enquanto o jantar é preparado, dá um jeito nessa maquiagem. Não quero te ver desleixada na minha frente.
Tentei dizer alguma coisa, ainda não sei se em minha defesa ou o quê, mas sentia a necessidade de falar algo.
- Dom José, eu não sei o que o senhor pensa de mim, mas eu estava prestes a sair para uma festa à fantasia. Se quiser jantar comigo, sem problema, mas primeiro vou me trocar.
Falei tentando explicar a situação com isso. E me dirigi para a porta. Dom José se levantou e virou a taça de um gole só. Apoiou-a na mesa e me encarou. Dom José era um homem alto, e dava pra ver que tinha muita força por causa de anos de trabalho duro no campo.
Acelerei meu passo, esperando sair da sala o mais rápido possível para me refugiar no quarto e depois me trocar.
Dom José me alcançou com dois passos firmes, segurou meu braço, me parou no seco e me virou. Tentei me soltar do aperto dele, mas longe de ser possível, ele me sacudiu com força, fazendo eu perder o equilíbrio. Eu teria caído se não fosse o aperto forte do Dom José. Ele me levantou como se eu fosse uma boneca, só pelo meu braço. Tava doendo. Ele me pegou pelo outro braço e me jogou no sofá.
- Menina. Vai fazer o que eu mandar, se não quiser que o resto da cidade e sua família fiquem sabendo de você. Já te falei que há anos nós aqui na montanha sabemos dos seus gostos. Melhor não me fazer ficar puto. Vai no banheiro, se arruma e volta bem gostosa pra sala.
- Mas, Dom...
*Pá!* Dom José não deixou eu responder e me deu um tapa, me jogando de novo no sofá. Comecei a chorar de dor por causa daquela porrada. E enfiei a cabeça num travesseiro. Dom José, vendo isso, se aproximou e... Me agarrou pelo pescoço, quase me sufocando. Me deu um tapa forte na outra bochecha e disse:
- Essa é a última vez que vou te avisar. Ou você faz o que eu mando, ou a gente te enterra na vala. Aqui, a gente não gosta de esquisitos como você. Então, escolhe: viver como eu ordeno ou a vala.
Apertou ainda mais meu pescoço, me deixando completamente sem ar. Me olhando fixo nos olhos. O olhar dele exigia uma resposta. Mas eu não conseguia falar com tanta pressão no meu pescoço. Me levantou pelo pescoço, com meus pés no ar. Apertou ainda mais forte. Minha visão começou a escurecer. Entrei em pânico e tentei me soltar, esticando os braços para me defender. Seu José segurou minhas tentativas fracas com a outra mão. A última coisa que senti foi um tapa forte dele, que me fez desmaiar de vez.
Abri os olhos. Ainda estava na sala. Estava no sofá. Comecei a me levantar e vi Seu José me encarando a alguns metros de distância. Sentado perto da lareira, tomando outra taça de vinho.
- Já decidiu o que quer, mocinha? Não tenho muita paciência. Então me responde agora. Se não me der uma resposta, só me sobra uma alternativa.
Ainda estava tentando organizar meus pensamentos e entender a situação. Seu José se levantou e caminhou até o sofá onde eu estava. Numa mão, segurava a taça de vinho; na outra, uma faca de cozinha enorme. Ao ver isso, me assustei, tentei me levantar e caí no chão. Meus pés estavam amarrados nos tornozelos e nos joelhos, de um jeito que eu não conseguia mexê-los. Minhas mãos estavam amarradas nos pulsos e também presas às amarras dos joelhos. Assim, era impossível me defender. Do chão, vi Seu José se aproximar e parar ao meu lado. Tomou um longo gole de vinho e, com um suspiro, me pegou pelo braço, me levantou e me colocou no sofá. Aproximou a faca e pressionou a lâmina com força na minha entrepernas.
- Sim. Sim. Vou fazer o que você pedir. Não me machuque. Por favor. E comecei a chorar, temendo o pior. Seu José tirou a faca, me pegou pelo pescoço e disse:
— Menina, é o que você sempre quis. Sempre soube. E esperei esse momento por muitos anos. Desde aquela vez que te vi experimentando as calcinhas e meias da sua tia. Lembro como se fosse ontem.
Minha memória me enganava e pregava peças, misturando fantasias com lembranças reais. Eu tinha uns 7 ou 8 anos naquela vez que me escondi no depósito e vesti uma tanga da minha tia e depois um par de meias. Pintei os lábios com um batom que peguei no banheiro e fiquei um tempinho andando por todo o depósito com aquela sensação de euforia e liberdade. Fiquei assim até ouvir um barulho e me troquei o mais rápido que pude. Devolvi tudo no lugar. Agora entendia que aquele barulho vinha, provavelmente, de Seu José me espiando.
— Vou fazer o que o senhor mandar, Seu José, só não me machuque.
— Tudo depende de como você se comportar.
Ele tirou uma coleira e colocou no meu pescoço, apertando firme, quase me sufocando. E me explicou que usava essa coleira no gado, pra não fugirem. Se eu me afastasse demais ou ao comando dele, emitiria um sinal que me daria um puta choque elétrico.
Depois, desamarrou minhas pernas e joelhos, aproveitando pra acariciá-los à vontade. Em seguida, soltou minhas mãos e disse:
— Agora, menina, vai e arruma essa maquiagem. Termina de preparar o jantar.
— Sim, Seu José, como o senhor mandar.
Fui pro banheiro e a primeira coisa que fiz foi tentar tirar essa maldita coleira. Não tinha jeito. Era de couro e tinha um cadeado na parte de trás. Seu José invadiu o banheiro e me pegou com as mãos na coleira. Na hora, senti um choque elétrico forte que me jogou no chão.
— Não vou repetir de novo. Você só tem mais uma chance.
Disse Seu José enquanto eu ainda me contorcia no chão. O choque parou. Seu José me olhou e depois apontou pro espelho com um movimento da cabeça. Entendi. O que queria.
Ainda não tinha forças pra me levantar, mesmo tentando. Dom José parou na frente do banheiro, puxou o pau pra fora – que eu não consegui ver – e começou a mijar. Devo admitir que naquele momento eu tava curiosa pra ver ele, já que nunca tinha visto um pau ao vivo e a cores, claro, tirando o meu. Mas não é a mesma coisa. Por outro lado, quando ele abriu a calça, Dom José soltou um cheiro azedo e forte que eu identifiquei claramente como falta de higiene.
Finalmente consegui me levantar e, sem olhar pra Dom José, comecei a me arrumar. Primeiro lavei o rosto o melhor que pude pra me maquiar de novo. Passei base, depois pintei os olhos, passei rímel nos cílios e pintei os lábios. Ajeitei a peruca, que com toda essa bagunça tava pra todo lado. Me olhei no espelho e não me achei feia. Ajustei minha roupa e fui pra cozinha.
Peguei um pedaço de carne e umas batatas e coloquei pra assar no forno. Fui pra sala e Dom José já tava terminando a garrafa de vinho dele.
— Menina, me traz outra garrafa e serve um gole pra você.
— Sim, Dom José.
Fui até a adega, peguei uma garrafa, abri e levei pra ele. Ele apontou pra uma taça.
— Não, obrigada, prefiro o licor. — respondi.
— Como quiser.
Enchi meu copo de licor e tomei um gole longo. Enchi de novo e outro gole veio em seguida. O calor do licor foi aos poucos me recompondo.
— Você tem um corpo bonito, menina, gosto das suas pernas.
— Obrigada. — falei sem me virar, ainda de costas pra ele, enquanto servia meu terceiro copo de licor.
Fui pro sofá e sentei, cruzando as pernas e tomando meu gole. Dom José, da poltrona dele, me olhava em silêncio. Isso me deu medo porque ainda não tava claro o que ele queria. Ficamos em silêncio. Eu olhando fixamente pra lareira e Dom José sem tirar os olhos de mim. Isso me incomodava pra caralho.
Depois de alguns minutos, fui relaxando, muito provavelmente por causa do efeito do licor. Me servi outro gole e fui pra cozinha. cozinha pra controlar o jantar. Tava quase pronto. Voltei pra sala e arrumei a mesa.
- Não, não, não. Disse Dom José. A mesa é só pra mim. Você não vai sentar comigo.
- Sim, Dom José. Respondi automaticamente.
Depois de alguns minutos, o jantar ficou pronto e eu servi. Dom José sentou e devorou a comida sem falar nada. Eu fiquei no sofá olhando pro fogo, na companhia do meu gole de licor.
- Porque ele disse que sempre soube que eu gostava de ficar assim.
Dom José me olhou por uns segundos e voltou pro prato. Terminou de comer. Limpou a boca de qualquer jeito e se levantou. Sentou num sofá na frente da lareira e me estendeu a taça, indicando que queria mais vinho.
Fiz isso. Fui até a mesa, peguei a garrafa e servi Dom José. Enquanto a taça enchia, Dom José acariciou minhas pernas, das botas até minha bunda. A verdade é que ele fazia muito bem e eu tava começando a gostar. Coisa que devia ter dado pra notar, porque terminei de encher a taça e não saí do lugar. Dom José continuou com as carícias, cada vez mais intensas. Virou a taça de uma vez e pediu mais. Enchi de novo. A essa altura, a mão dele explorava descaradamente entre meus glúteos e a parte de dentro das minhas coxas. Não fazia mal não. Pelo contrário, eu tava gostando. Me fazia sentir uma gostosa.
Dom José pegou a taça dele e deixou do lado do sofá. Pegou uma garrafa de uísque e me deu.
- Toma um gole, menina. Disse sem parar de acariciar minha bunda. A mão dele continuou subindo e entrou por baixo da minha blusa.
Peguei a garrafa e dei um pequeno gole. Dom José, vendo isso, beliscou minha bunda e falou:
- Enquanto eu te beliscar, você vai tomar uísque.
- Sim, Dom José. Respondi timidamente.
Na hora, Dom José começou a beliscar forte uma das minhas nádegas. Imediatamente comecei a tomar um gole de uísque, e a pressão insuportável do beliscão foi diminuindo. Assim que consegui, engoli aquela bocada de uísque, que foi queimando meu interior, enchendo com o calor típico da O álcool forte que eu estava tomando. Dom José me deu uma trégua e imediatamente me aplicou um beliscão mais forte que o anterior. Tomei de novo do bico da garrafa e enchi a boca de uísque. Engoli o que consegui e continuei bebendo, já que Dom José não aliviava a pressão. Minhas entranhas ardiam por causa do álcool forte que as inundava. Um terceiro gole de uísque chegou até elas e só nesse momento Dom José parou de me beliscar e começou a acariciar a área das minhas nádegas maltratadas. Isso foi muito aliviador.
O efeito de tanto álcool não demorou muito para fazer efeito. E bem rápido comecei a sentir que a sala girava na minha cabeça. Dom José continuava explorando minhas pernas e minhas coxas, enquanto eu mal conseguia me manter em pé. Dom José me empurrou para frente e, me segurando pelo braço, me fez cair. Fiquei no chão entre a fogueira e as pernas dele. O calor da fogueira era muito prazeroso.
Dom José pegou minha mão e a levou até a virilha dele, me fazendo acariciar a região por cima da calça. Ele abaixou o zíper e colocou minha mão para dentro da calça. Pude sentir a textura dos pelos pubianos abundantes e parte do pau e dos colhões dele. Levantei um pouco a cabeça, e Dom José a abaixou imediatamente. Depois, ele me pegou pela cintura e me colocou de quatro. Fiquei de quatro olhando para a fogueira enquanto minha mão ainda roçava nervosamente dentro da calça dele.
Dom José me alcançou a garrafa de uísque de novo e disse:
- Bebe, menina. Que sua nova vida está prestes a começar.
Na verdade, eu não queria beber mais, mas assim que meus lábios tocaram o bico da garrafa, Dom José me beliscou forte para me lembrar do que eu devia fazer. Novamente, tomei um grande gole de uísque. Dom José pegou minha mão e a colocou dentro da cueca dele. Pela primeira vez, eu tocava um pau. Assim que toquei, ele deu um pulo, e eu também. Engasguei com o uísque. Dom José começou a me beliscar de novo e guiou minha mão para que pegasse no pau dele e começou a mover minha mão pra cima e pra baixo, deixando bem claro que queria que eu o masturbasse. Engoli mais um gole de uísque e vi como o pau dele reagiu quase na hora ao meu toque. Seu José levou a mão até minhas pernas e começou a acariciá-las, larguei a garrafa no chão pra recuperar o fôlego. Com a mão, envolvi o pau dele, que começava a ficar mais quente e mais duro com meu toque. Seu José continuou percorrendo minhas pernas, de onde terminavam minhas botas até onde começava minha bunda. Era muito gostoso. Abaixei a cabeça, porque já tava começando a sentir uma tontura do uísque e de ficar tão perto do aquecedor. O álcool ataca ferozmente minha cabeça. Quase sem pensar, minha mão continuou movendo o pau de Seu José pra cima e pra baixo. Tava cada vez mais duro e quente. Ver como ele ficava com minhas carícias me excitou pra caralho. Enfiei minha mão ainda mais dentro da calça dele, agarrei o pau dele com força e liberei ele completamente do esconderijo. Comecei então a subir minha mão por toda a extensão dele. Da base até a cabecinha. Mesmo que a posição em que eu tava não fosse muito confortável. Continuei masturbando ele. Me chamou a atenção como ele era grosso e quente. Nunca na minha vida tinha tocado nem visto outro pau que não fosse o meu. As únicas pirocas que eu tinha visto eram as dos atores de filme pornô. Todo mundo sabe que esses caras e essas minas só existem nesses filmes. Seu José me pegou por uma perna e me puxou pra trás de um jeito que eu ficasse mais perto dele. Nessa posição, minha bunda ficou totalmente à disposição dele, e ele aproveitou sossegado. Baixou minha legging, deixando meu cu no ar, só coberto pela meia-calça e pela calcinha fio dental que eu tava usando. — Menina, você é muito gostosa. Não falei nada, mas gostei do elogio, me fez sentir bem. Naquela hora, Seu José deu uma palmada fortíssima na minha bunda que quase me fez cair de cara no chão, e eu me agarrei firme no que tinha na frente. mano, que curiosamente acabou sendo a rola do Dom José. Foi a única coisa que impediu minha cara de bater no chão.
- Menina. Você tem muito mau jeito. Quando um senhor te elogia, você tem que agradecer. E quando eu te faço uma pergunta, você tem que me responder dizendo "Senhor" ou "Dom José". Entendeu?
- Sim, Dom José.
- Muito melhor assim, menina, muito melhor.
Meus ombros estavam quase na altura dos joelhos do Dom José. Nessa posição, era muito mais confortável continuar acariciando o Dom José.
Com meu braço mais livre, consegui mover minha mão dos testículos peludos e grandes até a glande. Cada vez mais, minha mão sentia aquela rola endurecer e aumentar de temperatura. Enquanto isso, Dom José acariciava minha bucetinha e minhas pernas, tudo isso me excitando pra caralho.
Devo admitir que o cheiro do Dom José não era nada agradável. Achei que as condições sanitárias na cabana dele não eram das melhores. As roupas dele eram bem esfarrapadas, por sinal, e com muito cheiro de fumaça. A braguilha aberta e a sexualidade exposta exalavam um cheiro que me fazia supor semanas sem banho. Esses odores fortes foram enchendo a sala aos poucos.
Dom José começou a respirar um pouco mais pesado, e rapidamente identifiquei o motivo.
- Assim, menina, continue assim.
- Como o senhor quiser, Dom José. Respondi.
Continuei com meus movimentos lentos, mas constantes, enquanto Dom José decidia baixar minhas meias até abaixo de onde começa minha bunda. Senti a mão áspera dele percorrer minhas nádegas. Ele fazia isso de um jeito decidido. Eu gostava do que ele fazia. Passou um dedo na junção entre a calcinha fio dental e minha pele, delineando o contorno dela.
Abaixei minha cabeça, arqueei minhas costas e empinei minha bunda o máximo que pude. Minha mão começou a aumentar o ritmo e percorria a rola do Dom José de uma ponta à outra.
Dom José respirava pesado, quase gemendo. Ele deslizou minha calcinha fio dental para o lado e, com o dedo, começou a acariciar meu cu. Já fazia pressão com a ponta do dedo. A sensação era deliciosa. O dedo dele fazia cada vez mais pressão e meu cuzinho ficava cada vez mais ansioso pra receber esse visitante.
Quantas vezes, na solidão das minhas transformações, eu tinha sonhado com um momento assim. Onde alguém finalmente me visse e me tratasse como uma mulherzinha. Quase toda minha adolescência até aquele momento era um turbilhão de fantasias masturbatórias. Mil vezes eu tinha me vestido de menina e outras tantas improvisado com algum objeto oblongo de forma sugestiva. Durante toda a minha adolescência, passei escondendo roupas da minha mãe ou das minhas irmãs e, em toda oportunidade que tinha, me vestia o mais gostosa que podia e procurava algum objeto com o formato certo pra saciar a excitação que tudo aquilo me causava. Além disso, daquele jeito, eu sempre me sentia mais mulherzinha.
Enquanto minhas lembranças invadiam minha cabeça e meu corpo não parava de se deliciar com o empurrão já descarado do dedo do Seu José, que pressionava pra entrar no meu cuzinho e ele esperava gostoso. Seu José usava o dedo do meio pra pressionar minha bunda e o indicador e o polegar acariciavam uma nádega, e o anular e o mindinho a outra. Era uma delícia. Eu já não escondia o quanto estava curtindo aquilo.
Peguei a pica dele e comecei a mexer devagar, aproveitando pra sentir cada dobra da pele. Desde a textura áspera das bolas dele até a suavidade venosa do tronco, depois senti o calor pulsante da cabecinha, inchada, macia e quente. Não aguentava mais, queria mais. Aproximei a garrafa de uísque dos meus lábios, tomei um gole longo e me virei. Decididamente, pra encarar aquela pica que eu tinha na mão.
Sem olhar pro Seu José, me enfiei entre as pernas dele, me aproximando da pica. Ainda não tinha visto ela. Quando cheguei nela, me chamou a atenção o tamanho. Era grossa e grande. Não muito grande, mas mais do que eu esperava e certamente maior que a minha. O cheiro forte dela me parou por um segundo. Abri minha boca levemente e coloquei a língua pra fora. Suavemente passei minha língua pela glande dele, tinha um gosto amargo. Seu José deu um suspiro forte. Passei a língua de novo na parte de trás da glande dele. Fiz isso novamente e, lentamente, minha excitação aumentava e o gosto desagradável ia sumindo. Finalmente, abri minha boca o máximo que pude e enfiei o pau dele na minha boca. No começo, só consegui segurar a glande inchada. Passei a língua por todos os cantinhos. Por onde o menininho que existia em mim sabia que era mais gostoso.
Eu podia sentir como Seu José começava a aproveitar. Ele me pegou pela nuca, levantou minha cara e me olhou nos olhos. Eu olhei pra ele ainda com o pau dele na minha boca. Isso me deu uma sensação enorme de vergonha e muito tesão. Sem soltar minha cabeça, ele a empurrou pra encher minha boca com o pau dele, sem muito esforço, ele tocou o fundo da minha garganta, me dando um reflexo de vômito que mal consegui segurar. Tirei o pau dele da minha boca e Seu José repetiu a manobra. Dessa vez, eu sabia o que esperar e tentei abrir minha boca um pouco mais, mas era quase impossível. Sentir minha boca toda cheia de pau quente estava me excitando de um jeito incrível. Sem Seu José falar nada, comecei a meter e tirar o pau dele da minha boca desenfreadamente. Eu estava encantada.
- Continue assim, menina. Você gosta de chupar meu pau?
- Hm hmm… eu disse, afirmando, sem parar de meter aquele pau na minha boca.
Seu José me pegou pela cintura e me virou de um jeito que ele tinha acesso de novo à minha bunda. Eu estava como uma possessa, não queria soltar aquele pau. Seu José voltou a brincar com meu cuzinho. Isso estava me deixando louca. Eu queria ele dentro. Não aguentava mais. Notei que o efeito do álcool estava a todo vapor e tudo girava ao meu redor. Seu José fez pressão firme na minha bunda e senti o dedo dele entrar no meu cuzinho. Ele fez um pouco mais de pressão e entrou um pouco mais.
Seu José tirou o dedo da minha bunda, me pegou pela cintura e me levantou. Eu não estava preparada e Arrancar o pau dele da minha boca daquele jeito fez um barulho igual quando a gente abre uma garrafa de vinho.
Dom José me segurou pela cintura e guiou minha bunda até o pau dele. Eu sabia o que vinha, esperava por isso. Com medo, mesmo sabendo que não era virgem. Muitos objetos já tinham conhecido o interior da minha anatomia, mas nunca um pau de verdade. Dom José cuspiu na mão e passou no meu cuzinho. Sem dizer nada, enfiou um dedo até onde deu. Eu me arrepiei. Era gostoso. Ele tirou na hora e cuspiu na mão de novo, passando a cusparada na minha bunda. Me segurou pela cintura e me abaixou. Quase na mesma hora, senti o pau quente dele encostar no meu cuzinho molhado. Eu não aguentava mais, queria sentir ele dentro de mim. Dom José empurrou, e a cabeça do pau entrou no meu cu. Senti um desconfortozinho, mas era lindo. Quase chorei, estava perdendo minha virgindade. Dom José tirou e enfiou de novo. Sem me soltar, empurrou um pouco mais, e senti aquele pau grosso entrando dentro de mim.
- A senhorita gosta, mocinha?
- Sim, Dom José. Adoro, falei.
- Quer mais?
- Sim, por favor, falei.
Sem mais conversa, Dom José enfiou o pau inteiro na minha bunda, arrancando um grito meu que misturava surpresa, dor e prazer. Antes eu achava que já estava quase toda dentro, mas agora senti aquele pau como se estivesse batendo nas minhas entranhas. Quando ainda não tinha me acostumado com a sensação, Dom José me levantou devagar, deixando eu sentir cada dobra do pau largo dele — isso me encantou, queria mais, queria muito mais. Depois me enfiou de novo com o pau gordo até sentir que ele ia ainda mais fundo em mim; dessa vez, senti a textura das bolas dele nas minhas nádegas. Isso me deixou louca, sabia que ele estava totalmente dentro de mim. Então ele me levantou de novo pela cintura até sentir que só a cabeça do pau estava dentro de mim, e me penetrou com toda força. O que antes parecia um pouco de dor estava se transformando num prazer imenso. Sentir toda essa massa de carne quente entrando dentro de mim era glorioso.
Seu José, sem dizer nada, me segurou pela cintura e tirou o pau de dentro de mim.
— Menina, não gosto que seja tão peluda, pra isso tenho minhas ovelhas. Amanhã quero que esteja toda depilada que nem uma mocinha.
— Sim, Seu José, tudo que o senhor quiser. Falei sem pensar. Naquele momento, só queria ser possuída de novo.
Peguei o pau dele com a mão, apontei pro meu cu e me deixei penetrar pela cabeça, inchada, pulsando. Senti como ele lentamente quebrava a resistência inútil que minha bunda oferecia. Mas, mais que resistência, dava pra dizer que era uma boas-vindas.
Assim que senti ele dentro de mim, me soltei, deixei a gravidade fazer o trabalho e caí no sexo de Seu José, que se cravou em mim até eu sentir ele lá no fundo. Só consegui soltar um gemido de prazer misturado com um pouco de dor.
O uísque já tava fazendo efeito total em mim, só queria sentir o pau dele dentro de mim, e fiz isso uma vez e outra até não lembrar de mais nada.
Subi e desci no pau dele, aproveitando cada vez que ele se enterrava em mim. Seu José me segurou pela cintura e afundou o pau o máximo que pôde.
— Ahhhh...
Seu José só disse isso enquanto sentia ele encher meu interior de porra quente. Senti Seu José soltar um som abafado enquanto me enchia de leite. Ele me segurou pela cintura enquanto o pau dele terminava de se esvaziar dentro de mim.
Depois, me deitei em cima dele, sentindo o pau dele perder força dentro de mim até ser expulso pela minha bunda. Logo em seguida, senti o líquido quente escorrer pra fora do meu interior.
Depois disso, foi um turbilhão de sensações e ideias, eu tava alcoolizada demais pra lembrar exatamente o que tinha acontecido. Só sabia que até aquele momento tinha curtido pra caralho. Chorei e me emocionei por ter perdido minha virgindade e me sentir humilhada por Seu José, que eu conhecia há muitos anos e não fazia ideia de que ele sabia das minhas... gostos.
FIM DA PARTE UM E DEIXEM PONTOS POR FAVOR
Não era o melhor plano que eu tinha pela frente, mas pra um jovem de 18 anos também não era lá a coisa mais empolgante. Por outro lado, minha avó era de boa, uma mulher independente que na real não precisava de companhia, e pra mim sempre era uma boa ideia ficar longe de casa ou dos meus pais. Eu ainda não tinha namorada e, embora houvesse algumas garotas que me interessavam, não era igual ao resto dos meus amigos, que andavam que nem loucos tentando transar com qualquer uma. Eu queria fazer isso, mas só com alguém especial. Com quem fosse minha futura esposa. Nem preciso dizer que, apesar de ter 18 anos, eu ainda era virgem.
Quando chegou o fim de semana, preparei minha mochila e fui pra estação de ônibus, onde minha avó já tava me esperando. Meus pais me deram um dinheiro e mil instruções de como me comportar, o que fazer e o que não fazer. Nos despedimos, entrei no ônibus, sentei no meu lugar e resolvi descansar, já que a viagem era longa e chata.
Finalmente chegamos, pegamos um táxi pra ir até a casa, que ficava bem afastada da cidade. Era uma casa enorme, com um quintal imenso cheio de árvores e plantas. O jardim tava impecavelmente cuidado por um jardineiro da região. A casa tinha umas 10 quartos em vários andares, com varandas largas ao redor. Uma sala com um fogão a lenha que o jardineiro já tinha acendido. o que foi muito bem recebido por nós, já que estava anoitecendo e começava a fazer muito frio. Naquela noite, jantamos, lemos um pouco, já que não tem televisão, e depois fui me deitar. No dia seguinte, acordei bem cedo, por ter descansado tão bem e pelo silêncio incrível que tinha naquele lugar. Tomamos café da manhã e, depois do café, fui para fora explorar a casa e o terreno. Como tinha observado no dia anterior, o jardim era imenso e estava muito bem cuidado. Tinha muitas árvores e plantas por todos os lados. O enorme parque da casa era cercado por uma cerca com uma mata densa de vegetação que, depois me disseram, era para evitar que o gado dos camponeses entrasse no terreno.
Depois de algumas horas caminhando pelo terreno, voltei para casa e encontrei um recado da minha avó na mesa da cozinha que dizia:
"Querido Javier,
Recebi notícias muito ruins da cidade e tive que voltar com urgência. Estive te procurando, mas não podia esperar mais. Se quiser voltar, pode, mas peço que feche tudo com muito cuidado. Caso contrário, agradeceria se ficasse para cuidar da casa na minha ausência.
Com muito carinho,
Sua avó"
Fiquei paralisado por alguns minutos, mas por outro lado fiquei contente porque não me incomodava ficar sozinho; pelo contrário, eu curtia isso.
Sempre fui um cara solitário, com gostos muito específicos que nunca conseguia compartilhar com ninguém, então escolhia passar o máximo de tempo possível na solidão.
Desde muito pequeno, tinha uma forte inclinação por tudo que fosse roupa feminina. Quando criança, lembro de me esconder debaixo da mesa da sala e tocar as pernas das amigas da minha mãe, enfiadas em lindas meias de nylon. Depois, pouco tempo depois, coloquei um par pela primeira vez, e é uma sensação tão gostosa que me acompanha até hoje.
Dessa vez, não tinha levado nenhuma peça comigo, já que Na hora de preparar minha bolsa, fico sendo vigiado de perto pelos meus pais, que já sabiam do meu gosto por roupas femininas porque já tinham me pegado um monte de vezes escondendo roupas da minha mãe e das minhas irmãs no meu quarto. Isso, claro, não agradava nada eles, e toda vez que acontecia, eu levava uns esporros bem pesados.
Quando a noite caiu e eu tava entediado pra caralho, resolvi explorar os vários armários dessa casa. Abri o primeiro no quarto onde tinha dormido na noite anterior. Não achei nada de interessante. Continuei fuçando os outros armários até que, quando cheguei num de um quarto que quase não usavam, encontrei um baú trancado. Minha curiosidade e meu jeitinho venceram a fechadura, e qual não foi minha surpresa. Achei várias sacolas plásticas cheias de roupa de mulher. Tinha vestidos, sutiãs, calcinhas, meia-calça, saias, blusas, até sapatos e um par de botas.
Antes mesmo de terminar de descobrir todo o meu tesouro, já tava pelado no meio do quarto tentando vestir uma calcinha bonita. Antes de abrir a última sacola, já tava de calcinha, meia, um vestido violeta lindo e umas sandálias de salto altíssimo. Eu curtia ainda mais a roupa sabendo que era de uma das minhas tias, a solteirona que todo verão vinha nos visitar com um namorado diferente e que arrancava olhares de reprovação da minha avó e de inveja do resto do mundo, por causa do corpo privilegiado dela e da atitude sem vergonha perante a vida. Ela adorava se exibir na frente dos maridos das minhas tias, que ficavam olhando ela enquanto tomava sol de biquíni minúsculo.
Assim que terminei de me vestir, senti aquele calafrio familiar de me sentir uma mulherzinha e comecei a andar pelo quarto, deixando as outras roupas prontas pra ir experimentando os modelitos diferentes.
Continuei pelos outros quartos fuçando os armários e tive ainda mais sorte: achei uma peruca. Era meio antiga, mas de um tom bonito de café e com cachos bem largos. As roupas que eu estava encontrando eram estilo retrô, do começo dos anos oitenta, mas eu adorava isso. Também achei uma nécessaire pequena com algumas coisas dentro e uns cílios postiços.
Feito uma garotinha antes de sair pra festa, fui pulando de alegria até o banheiro pra me maquiar, colocar a peruca e os cílios postiços. Como eu me sentia bem. Tava feliz pra caralho de poder andar feita toda uma mulherzinha pela casa toda, fazendo barulho descarado com meus saltos e rebolando a cintura do jeito mais gostoso que eu conseguia. Vale dizer que eu tinha muita experiência nisso.
Saí pra uma das varandas e senti o frio da noite batendo nas minhas pernas, que só tinham o agasalho de umas meias de nylon antigas. Outra sensação maravilhosa.
Caminhei pelas varandas da casa, quase descaradamente fazendo ecoar os saltos fininhos daquelas sandálias sexys dos anos sessenta, curiosamente super na moda hoje em dia. Meu coração batia forte, com medo e ao mesmo tempo desafiador diante da possibilidade de algum vizinho estar me espionando. Mas as casas vizinhas não eram perto o suficiente, então aproveitei uma noite tranquila de inverno. Um pouco mais tarde, ficou frio demais pra ficar lá fora naquele vestido curto de linho.
Fui pra sala e sentei na frente da lareira, cruzando as pernas como tantas vezes tinha praticado. Fiquei olhando pro fogo até quase se apagar. Coloquei mais algumas lenhas e decidi que era hora de experimentar outra roupinha.
Voltei pro quarto, tirei o vestido que tava usando e coloquei uma minissaia branca e uma camisa rosa berrante que apertava meu torso, me dando umas formas bem femininas. Troquei de calçado e coloquei umas sandálias rosas com tirinhas que se ajustavam com duas voltas na parte de baixo das pernas. Quando comecei a andar, tive que tomar um pouco de cuidado, porque não tava acostumado com saltos tão altos. Mas como ficavam lindos. Limpei os lábios e Pintei eles de um vermelho carmesim berrante.
Continuei andando pela casa à vontade e fui pra sala, tentando caminhar do jeito mais elegante possível. Andei de um lado pro outro, até dar de cara com o aparador de bebidas, que era sempre muito generoso e variado. Me servi um gole de licor num copo longo e tomei, só pra ver a marca dos meus lábios vermelhos no vidro. Que sensação gostosa, saber que aqueles eram meus lábios. Terminei o copo e me servi outro. Sentei então na frente da lareira, na companhia de uma garrafa de licor. O calor da lareira e o licor me fizeram esquecer o frio da noite e o quanto ficou tarde. Mas a sensação de liberdade que eu tinha me deixava o coração na mão. Não demorou muito pra os efeitos do licor aparecerem e, aos poucos, fui caindo num sono profundo.
Naquela noite, descansei como poucas vezes, sonhei até que me beijavam e acariciavam assim vestida de menina. Ao acordar, estava deitada na minha cama, com a saia no encosto e minhas sandálias arrumadas no pé da cama. Me surpreendi ao ver tudo tão arrumado e, sinceramente, não soube como nem quando fiz isso; achei que em algum momento durante a noite fui da sala pro quarto e organizei tudo no caminho, e que não lembrava disso por causa do álcool. Ainda estava acordando, curtindo sentir minhas pernas de meia debaixo dos lençóis, e pensava como seria lindo poder me depilar. Felizmente, na minha idade, não tinha muito pelo nas pernas nem no resto do corpo. Mas mesmo assim, sempre me perguntava como seria a sensação de estar completamente depilada.
Devagar e em silêncio, me levantei e fui escolher qual seria o modelito do dia. Abri o baú com as roupas e escolhi uma legging de várias cores (daquelas que parecem ter desbotado na máquina de lavar) e umas botas curtas de couro marrom que chegavam só acima do tornozelo. Coloquei um sutiã branco de cetim e uma blusa violeta de gola Mangas largas. Fui pro banheiro, retoquei a maquiagem, ajustei a peruca e coloquei em prática um truque que tinha visto na internet. Enchi dois balões com água até ficarem do tamanho que eu queria e coloquei dentro do sutiã como enchimento. O resultado foi excelente, a sensação era muito gostosa e o movimento bem natural. Super satisfeito com o resultado, fui pra cozinha tomar café da manhã.
Preparei um chá com torradas e aproveitei pra sentar de pernas cruzadas e comer do jeito mais sedutor que conseguia. Terminei de comer e fui pra sala. Queria deixar tudo limpo pra preparar uma nova fogueira à tarde.
Quando cheguei, levei um susto. O fogo ainda estava aceso, mas tinha lenha suficiente de um lado pra durar o dia e a noite inteira. Olhei pra todo lado e a única coisa que notei é que a sala estava completamente arrumada. Uma sensação de insegurança, medo e excitação tomou conta de mim. O que significava tudo isso? Será que alguém tinha entrado na casa. Com certeza. Acho que não me viram vestido desse jeito. Afinal, eu tava dormindo no quarto.
Bem nervoso, fui pra cozinha sem me convencer de que não tinha acontecido nada. Afinal, quem poderia entrar na casa? Minha avó não podia ser, porque ela sabia que eu ia ficar uns dias fora. E não tinha mais ninguém.
Devagar e com muito cuidado, abri a porta e saí pro quintal. Olhei pra todo lado e não vi nada estranho. Era um dia fresco e úmido, com bastante neblina. Isso fazia com que mal desse pra enxergar longe. Isso me animou mais e saí com mais coragem. O resto do dia passou sem grandes novidades, andei por cada canto da casa sem preocupação.
No fim da tarde, voltei pra dentro e me preparei pra fazer o jantar, algo simples, afinal não tinha ninguém pra dividir. Coloquei um bife no forno com umas batatas. Abri uma garrafa de Vim das que encontrei no depósito enquanto preparava o jantar e depois fui pra sala ver se o fogo ainda tava aceso. Infelizmente, o último dos troncos já tinha queimado, então me preparei pra ir ao depósito buscar mais lenha. Tranquilamente, coloquei o jantar no forno e fui pro depósito. Tava começando a escurecer e a esfriar de verdade, então voltei pra casa, fui pro quarto e decidi trocar de roupa por algo mais quentinho. Não achei muita coisa, mas troquei minhas botas por umas mais altas, com cano até o joelho e um salto de uns 7 centímetros. Tirei o pulôver que tava usando e vesti uma blusa rosa justinha que mal cobria minha bunda, aproveitei pra me olhar no espelho, verdade que tava me achando gostosa. Peguei uma jaqueta pra não passar tanto frio fora de casa e fui de novo pro depósito. Carreguei uns troncos nos braços e voltei pra casa. Quase chegando, ouvi uns passos atrás de mim.
— Acho que esses troncos não vão ser suficientes pra você, mocinha.
Fiquei paralisada. Mil coisas passaram pela minha cabeça nos segundos que demorei pra me virar e ver quem tava falando comigo.
Antes que eu pudesse reagir, vi passar do meu lado o Seu José, o jardineiro da casa, com uma pilha gigante de toras pra lareira. Ele continuou andando como se nada fosse. Entrou pela cozinha e largou a lenha perto da lareira. Começou a acender o fogo. Eu ainda tava lá fora, sem conseguir sair do susto. Nunca tinham me visto assim. Tava vestido de mulher, maquiado e de peruca. Não sabia se saía correndo ou o que fazer. Se fugisse, pra onde ia nesse estado? Não tinha saída, minha única opção era entrar antes que ele me visse de novo, me enfiar no quarto e me trocar o mais rápido possível. Decidi que essa era minha melhor chance de escapar dessa situação constrangedora.
Joguei os troncos que tava carregando no caminho de pedra que ia do depósito até a casa, cheguei na cozinha e pude ouvir o fogo crepitando. começava a se acender. Atravessei a cozinha o mais rápido que pude, só pra dar de cara com Dom José bloqueando meu caminho. Parei e, lenta e nervosamente, levantei o olhar. Nossos olhares se encontraram. Eu, maquiado, de peruca e vestido de menina, fiquei vermelho na hora, porque Dom José me conhecia desde pequeno. Dom José me olhou com aqueles olhos escuros, olhar forte, o rosto marcado por incontáveis tardes ao sol e invernos brutos na montanha. Era difícil, senão impossível, saber o que ele pensava. A cara dele não mudava. Sem parar de me encarar nos olhos. Ele deu um passo pra trás e me olhou devagar dos pés à cabeça.
— Que bonitinha que tá hoje. Tá melhor que ontem à noite. — Disse calmamente.
Fiquei paralisado. Quando ele tinha me visto? Ainda não tinha saído do meu espanto.
— Ontem à noite você dormiu na frente da fogueira, e pra não passar frio, te levei pro seu quarto. Espero não ter incomodado.
— Aaahn... Não, não, obrigado. — Falei, afinando minha voz o máximo que podia.
Ele se aproximou de mim, me segurou pelo braço com firmeza e disse:
— Bom, agora, enquanto eu termino de preparar a fogueira, você vai me servir uma taça de vinho e preparar o jantar. Tem que praticar bem e ser uma boa menina. Não queremos que sua avó e sua família descubram como você se comportou mal.
— Como o senhor quiser, Dom José. — Falei, enquanto umas lágrimas começavam a escorrer pelas minhas bochechas.
Comecei a soluçar, quase sem querer, sem conseguir evitar. Chorava de humilhação, por ser descoberto daquele jeito. E pensando no que ia acontecer se minha avó e minha família descobrissem isso.
— Bom, bom, já chega. Para de choramingar. Faz tempo que aqui na montanha, todo mundo sabe que você gosta de andar de menina. Já faz muito tempo que te vi experimentando escondido umas calcinhas de uma das suas tias. Me serve um bom copo de vinho e não me faz ficar bravo.
Ele falou isso por último com firmeza, enquanto me dava um tapa forte na bunda que me fez sair do meu estado catatônico.
Feito um autômato, fui até a despensa. Peguei uma taça e enchi de vinho. Fui até a sala, onde o Dom José estava terminando de arrumar as toras ao lado do fogão. Aproximei a taça dele e, com a voz trêmula, falei:
- Aqui está, Dom José. Sua taça de vinho.
- Obrigado. Agora tira essa jaqueta, que aqui não faz frio nenhum. E enquanto o jantar é preparado, dá um jeito nessa maquiagem. Não quero te ver desleixada na minha frente.
Tentei dizer alguma coisa, ainda não sei se em minha defesa ou o quê, mas sentia a necessidade de falar algo.
- Dom José, eu não sei o que o senhor pensa de mim, mas eu estava prestes a sair para uma festa à fantasia. Se quiser jantar comigo, sem problema, mas primeiro vou me trocar.
Falei tentando explicar a situação com isso. E me dirigi para a porta. Dom José se levantou e virou a taça de um gole só. Apoiou-a na mesa e me encarou. Dom José era um homem alto, e dava pra ver que tinha muita força por causa de anos de trabalho duro no campo.
Acelerei meu passo, esperando sair da sala o mais rápido possível para me refugiar no quarto e depois me trocar.
Dom José me alcançou com dois passos firmes, segurou meu braço, me parou no seco e me virou. Tentei me soltar do aperto dele, mas longe de ser possível, ele me sacudiu com força, fazendo eu perder o equilíbrio. Eu teria caído se não fosse o aperto forte do Dom José. Ele me levantou como se eu fosse uma boneca, só pelo meu braço. Tava doendo. Ele me pegou pelo outro braço e me jogou no sofá.
- Menina. Vai fazer o que eu mandar, se não quiser que o resto da cidade e sua família fiquem sabendo de você. Já te falei que há anos nós aqui na montanha sabemos dos seus gostos. Melhor não me fazer ficar puto. Vai no banheiro, se arruma e volta bem gostosa pra sala.
- Mas, Dom...
*Pá!* Dom José não deixou eu responder e me deu um tapa, me jogando de novo no sofá. Comecei a chorar de dor por causa daquela porrada. E enfiei a cabeça num travesseiro. Dom José, vendo isso, se aproximou e... Me agarrou pelo pescoço, quase me sufocando. Me deu um tapa forte na outra bochecha e disse:
- Essa é a última vez que vou te avisar. Ou você faz o que eu mando, ou a gente te enterra na vala. Aqui, a gente não gosta de esquisitos como você. Então, escolhe: viver como eu ordeno ou a vala.
Apertou ainda mais meu pescoço, me deixando completamente sem ar. Me olhando fixo nos olhos. O olhar dele exigia uma resposta. Mas eu não conseguia falar com tanta pressão no meu pescoço. Me levantou pelo pescoço, com meus pés no ar. Apertou ainda mais forte. Minha visão começou a escurecer. Entrei em pânico e tentei me soltar, esticando os braços para me defender. Seu José segurou minhas tentativas fracas com a outra mão. A última coisa que senti foi um tapa forte dele, que me fez desmaiar de vez.
Abri os olhos. Ainda estava na sala. Estava no sofá. Comecei a me levantar e vi Seu José me encarando a alguns metros de distância. Sentado perto da lareira, tomando outra taça de vinho.
- Já decidiu o que quer, mocinha? Não tenho muita paciência. Então me responde agora. Se não me der uma resposta, só me sobra uma alternativa.
Ainda estava tentando organizar meus pensamentos e entender a situação. Seu José se levantou e caminhou até o sofá onde eu estava. Numa mão, segurava a taça de vinho; na outra, uma faca de cozinha enorme. Ao ver isso, me assustei, tentei me levantar e caí no chão. Meus pés estavam amarrados nos tornozelos e nos joelhos, de um jeito que eu não conseguia mexê-los. Minhas mãos estavam amarradas nos pulsos e também presas às amarras dos joelhos. Assim, era impossível me defender. Do chão, vi Seu José se aproximar e parar ao meu lado. Tomou um longo gole de vinho e, com um suspiro, me pegou pelo braço, me levantou e me colocou no sofá. Aproximou a faca e pressionou a lâmina com força na minha entrepernas.
- Sim. Sim. Vou fazer o que você pedir. Não me machuque. Por favor. E comecei a chorar, temendo o pior. Seu José tirou a faca, me pegou pelo pescoço e disse:
— Menina, é o que você sempre quis. Sempre soube. E esperei esse momento por muitos anos. Desde aquela vez que te vi experimentando as calcinhas e meias da sua tia. Lembro como se fosse ontem.
Minha memória me enganava e pregava peças, misturando fantasias com lembranças reais. Eu tinha uns 7 ou 8 anos naquela vez que me escondi no depósito e vesti uma tanga da minha tia e depois um par de meias. Pintei os lábios com um batom que peguei no banheiro e fiquei um tempinho andando por todo o depósito com aquela sensação de euforia e liberdade. Fiquei assim até ouvir um barulho e me troquei o mais rápido que pude. Devolvi tudo no lugar. Agora entendia que aquele barulho vinha, provavelmente, de Seu José me espiando.
— Vou fazer o que o senhor mandar, Seu José, só não me machuque.
— Tudo depende de como você se comportar.
Ele tirou uma coleira e colocou no meu pescoço, apertando firme, quase me sufocando. E me explicou que usava essa coleira no gado, pra não fugirem. Se eu me afastasse demais ou ao comando dele, emitiria um sinal que me daria um puta choque elétrico.
Depois, desamarrou minhas pernas e joelhos, aproveitando pra acariciá-los à vontade. Em seguida, soltou minhas mãos e disse:
— Agora, menina, vai e arruma essa maquiagem. Termina de preparar o jantar.
— Sim, Seu José, como o senhor mandar.
Fui pro banheiro e a primeira coisa que fiz foi tentar tirar essa maldita coleira. Não tinha jeito. Era de couro e tinha um cadeado na parte de trás. Seu José invadiu o banheiro e me pegou com as mãos na coleira. Na hora, senti um choque elétrico forte que me jogou no chão.
— Não vou repetir de novo. Você só tem mais uma chance.
Disse Seu José enquanto eu ainda me contorcia no chão. O choque parou. Seu José me olhou e depois apontou pro espelho com um movimento da cabeça. Entendi. O que queria.
Ainda não tinha forças pra me levantar, mesmo tentando. Dom José parou na frente do banheiro, puxou o pau pra fora – que eu não consegui ver – e começou a mijar. Devo admitir que naquele momento eu tava curiosa pra ver ele, já que nunca tinha visto um pau ao vivo e a cores, claro, tirando o meu. Mas não é a mesma coisa. Por outro lado, quando ele abriu a calça, Dom José soltou um cheiro azedo e forte que eu identifiquei claramente como falta de higiene.
Finalmente consegui me levantar e, sem olhar pra Dom José, comecei a me arrumar. Primeiro lavei o rosto o melhor que pude pra me maquiar de novo. Passei base, depois pintei os olhos, passei rímel nos cílios e pintei os lábios. Ajeitei a peruca, que com toda essa bagunça tava pra todo lado. Me olhei no espelho e não me achei feia. Ajustei minha roupa e fui pra cozinha.
Peguei um pedaço de carne e umas batatas e coloquei pra assar no forno. Fui pra sala e Dom José já tava terminando a garrafa de vinho dele.
— Menina, me traz outra garrafa e serve um gole pra você.
— Sim, Dom José.
Fui até a adega, peguei uma garrafa, abri e levei pra ele. Ele apontou pra uma taça.
— Não, obrigada, prefiro o licor. — respondi.
— Como quiser.
Enchi meu copo de licor e tomei um gole longo. Enchi de novo e outro gole veio em seguida. O calor do licor foi aos poucos me recompondo.
— Você tem um corpo bonito, menina, gosto das suas pernas.
— Obrigada. — falei sem me virar, ainda de costas pra ele, enquanto servia meu terceiro copo de licor.
Fui pro sofá e sentei, cruzando as pernas e tomando meu gole. Dom José, da poltrona dele, me olhava em silêncio. Isso me deu medo porque ainda não tava claro o que ele queria. Ficamos em silêncio. Eu olhando fixamente pra lareira e Dom José sem tirar os olhos de mim. Isso me incomodava pra caralho.
Depois de alguns minutos, fui relaxando, muito provavelmente por causa do efeito do licor. Me servi outro gole e fui pra cozinha. cozinha pra controlar o jantar. Tava quase pronto. Voltei pra sala e arrumei a mesa.
- Não, não, não. Disse Dom José. A mesa é só pra mim. Você não vai sentar comigo.
- Sim, Dom José. Respondi automaticamente.
Depois de alguns minutos, o jantar ficou pronto e eu servi. Dom José sentou e devorou a comida sem falar nada. Eu fiquei no sofá olhando pro fogo, na companhia do meu gole de licor.
- Porque ele disse que sempre soube que eu gostava de ficar assim.
Dom José me olhou por uns segundos e voltou pro prato. Terminou de comer. Limpou a boca de qualquer jeito e se levantou. Sentou num sofá na frente da lareira e me estendeu a taça, indicando que queria mais vinho.
Fiz isso. Fui até a mesa, peguei a garrafa e servi Dom José. Enquanto a taça enchia, Dom José acariciou minhas pernas, das botas até minha bunda. A verdade é que ele fazia muito bem e eu tava começando a gostar. Coisa que devia ter dado pra notar, porque terminei de encher a taça e não saí do lugar. Dom José continuou com as carícias, cada vez mais intensas. Virou a taça de uma vez e pediu mais. Enchi de novo. A essa altura, a mão dele explorava descaradamente entre meus glúteos e a parte de dentro das minhas coxas. Não fazia mal não. Pelo contrário, eu tava gostando. Me fazia sentir uma gostosa.
Dom José pegou a taça dele e deixou do lado do sofá. Pegou uma garrafa de uísque e me deu.
- Toma um gole, menina. Disse sem parar de acariciar minha bunda. A mão dele continuou subindo e entrou por baixo da minha blusa.
Peguei a garrafa e dei um pequeno gole. Dom José, vendo isso, beliscou minha bunda e falou:
- Enquanto eu te beliscar, você vai tomar uísque.
- Sim, Dom José. Respondi timidamente.
Na hora, Dom José começou a beliscar forte uma das minhas nádegas. Imediatamente comecei a tomar um gole de uísque, e a pressão insuportável do beliscão foi diminuindo. Assim que consegui, engoli aquela bocada de uísque, que foi queimando meu interior, enchendo com o calor típico da O álcool forte que eu estava tomando. Dom José me deu uma trégua e imediatamente me aplicou um beliscão mais forte que o anterior. Tomei de novo do bico da garrafa e enchi a boca de uísque. Engoli o que consegui e continuei bebendo, já que Dom José não aliviava a pressão. Minhas entranhas ardiam por causa do álcool forte que as inundava. Um terceiro gole de uísque chegou até elas e só nesse momento Dom José parou de me beliscar e começou a acariciar a área das minhas nádegas maltratadas. Isso foi muito aliviador.
O efeito de tanto álcool não demorou muito para fazer efeito. E bem rápido comecei a sentir que a sala girava na minha cabeça. Dom José continuava explorando minhas pernas e minhas coxas, enquanto eu mal conseguia me manter em pé. Dom José me empurrou para frente e, me segurando pelo braço, me fez cair. Fiquei no chão entre a fogueira e as pernas dele. O calor da fogueira era muito prazeroso.
Dom José pegou minha mão e a levou até a virilha dele, me fazendo acariciar a região por cima da calça. Ele abaixou o zíper e colocou minha mão para dentro da calça. Pude sentir a textura dos pelos pubianos abundantes e parte do pau e dos colhões dele. Levantei um pouco a cabeça, e Dom José a abaixou imediatamente. Depois, ele me pegou pela cintura e me colocou de quatro. Fiquei de quatro olhando para a fogueira enquanto minha mão ainda roçava nervosamente dentro da calça dele.
Dom José me alcançou a garrafa de uísque de novo e disse:
- Bebe, menina. Que sua nova vida está prestes a começar.
Na verdade, eu não queria beber mais, mas assim que meus lábios tocaram o bico da garrafa, Dom José me beliscou forte para me lembrar do que eu devia fazer. Novamente, tomei um grande gole de uísque. Dom José pegou minha mão e a colocou dentro da cueca dele. Pela primeira vez, eu tocava um pau. Assim que toquei, ele deu um pulo, e eu também. Engasguei com o uísque. Dom José começou a me beliscar de novo e guiou minha mão para que pegasse no pau dele e começou a mover minha mão pra cima e pra baixo, deixando bem claro que queria que eu o masturbasse. Engoli mais um gole de uísque e vi como o pau dele reagiu quase na hora ao meu toque. Seu José levou a mão até minhas pernas e começou a acariciá-las, larguei a garrafa no chão pra recuperar o fôlego. Com a mão, envolvi o pau dele, que começava a ficar mais quente e mais duro com meu toque. Seu José continuou percorrendo minhas pernas, de onde terminavam minhas botas até onde começava minha bunda. Era muito gostoso. Abaixei a cabeça, porque já tava começando a sentir uma tontura do uísque e de ficar tão perto do aquecedor. O álcool ataca ferozmente minha cabeça. Quase sem pensar, minha mão continuou movendo o pau de Seu José pra cima e pra baixo. Tava cada vez mais duro e quente. Ver como ele ficava com minhas carícias me excitou pra caralho. Enfiei minha mão ainda mais dentro da calça dele, agarrei o pau dele com força e liberei ele completamente do esconderijo. Comecei então a subir minha mão por toda a extensão dele. Da base até a cabecinha. Mesmo que a posição em que eu tava não fosse muito confortável. Continuei masturbando ele. Me chamou a atenção como ele era grosso e quente. Nunca na minha vida tinha tocado nem visto outro pau que não fosse o meu. As únicas pirocas que eu tinha visto eram as dos atores de filme pornô. Todo mundo sabe que esses caras e essas minas só existem nesses filmes. Seu José me pegou por uma perna e me puxou pra trás de um jeito que eu ficasse mais perto dele. Nessa posição, minha bunda ficou totalmente à disposição dele, e ele aproveitou sossegado. Baixou minha legging, deixando meu cu no ar, só coberto pela meia-calça e pela calcinha fio dental que eu tava usando. — Menina, você é muito gostosa. Não falei nada, mas gostei do elogio, me fez sentir bem. Naquela hora, Seu José deu uma palmada fortíssima na minha bunda que quase me fez cair de cara no chão, e eu me agarrei firme no que tinha na frente. mano, que curiosamente acabou sendo a rola do Dom José. Foi a única coisa que impediu minha cara de bater no chão.
- Menina. Você tem muito mau jeito. Quando um senhor te elogia, você tem que agradecer. E quando eu te faço uma pergunta, você tem que me responder dizendo "Senhor" ou "Dom José". Entendeu?
- Sim, Dom José.
- Muito melhor assim, menina, muito melhor.
Meus ombros estavam quase na altura dos joelhos do Dom José. Nessa posição, era muito mais confortável continuar acariciando o Dom José.
Com meu braço mais livre, consegui mover minha mão dos testículos peludos e grandes até a glande. Cada vez mais, minha mão sentia aquela rola endurecer e aumentar de temperatura. Enquanto isso, Dom José acariciava minha bucetinha e minhas pernas, tudo isso me excitando pra caralho.
Devo admitir que o cheiro do Dom José não era nada agradável. Achei que as condições sanitárias na cabana dele não eram das melhores. As roupas dele eram bem esfarrapadas, por sinal, e com muito cheiro de fumaça. A braguilha aberta e a sexualidade exposta exalavam um cheiro que me fazia supor semanas sem banho. Esses odores fortes foram enchendo a sala aos poucos.
Dom José começou a respirar um pouco mais pesado, e rapidamente identifiquei o motivo.
- Assim, menina, continue assim.
- Como o senhor quiser, Dom José. Respondi.
Continuei com meus movimentos lentos, mas constantes, enquanto Dom José decidia baixar minhas meias até abaixo de onde começa minha bunda. Senti a mão áspera dele percorrer minhas nádegas. Ele fazia isso de um jeito decidido. Eu gostava do que ele fazia. Passou um dedo na junção entre a calcinha fio dental e minha pele, delineando o contorno dela.
Abaixei minha cabeça, arqueei minhas costas e empinei minha bunda o máximo que pude. Minha mão começou a aumentar o ritmo e percorria a rola do Dom José de uma ponta à outra.
Dom José respirava pesado, quase gemendo. Ele deslizou minha calcinha fio dental para o lado e, com o dedo, começou a acariciar meu cu. Já fazia pressão com a ponta do dedo. A sensação era deliciosa. O dedo dele fazia cada vez mais pressão e meu cuzinho ficava cada vez mais ansioso pra receber esse visitante.
Quantas vezes, na solidão das minhas transformações, eu tinha sonhado com um momento assim. Onde alguém finalmente me visse e me tratasse como uma mulherzinha. Quase toda minha adolescência até aquele momento era um turbilhão de fantasias masturbatórias. Mil vezes eu tinha me vestido de menina e outras tantas improvisado com algum objeto oblongo de forma sugestiva. Durante toda a minha adolescência, passei escondendo roupas da minha mãe ou das minhas irmãs e, em toda oportunidade que tinha, me vestia o mais gostosa que podia e procurava algum objeto com o formato certo pra saciar a excitação que tudo aquilo me causava. Além disso, daquele jeito, eu sempre me sentia mais mulherzinha.
Enquanto minhas lembranças invadiam minha cabeça e meu corpo não parava de se deliciar com o empurrão já descarado do dedo do Seu José, que pressionava pra entrar no meu cuzinho e ele esperava gostoso. Seu José usava o dedo do meio pra pressionar minha bunda e o indicador e o polegar acariciavam uma nádega, e o anular e o mindinho a outra. Era uma delícia. Eu já não escondia o quanto estava curtindo aquilo.
Peguei a pica dele e comecei a mexer devagar, aproveitando pra sentir cada dobra da pele. Desde a textura áspera das bolas dele até a suavidade venosa do tronco, depois senti o calor pulsante da cabecinha, inchada, macia e quente. Não aguentava mais, queria mais. Aproximei a garrafa de uísque dos meus lábios, tomei um gole longo e me virei. Decididamente, pra encarar aquela pica que eu tinha na mão.
Sem olhar pro Seu José, me enfiei entre as pernas dele, me aproximando da pica. Ainda não tinha visto ela. Quando cheguei nela, me chamou a atenção o tamanho. Era grossa e grande. Não muito grande, mas mais do que eu esperava e certamente maior que a minha. O cheiro forte dela me parou por um segundo. Abri minha boca levemente e coloquei a língua pra fora. Suavemente passei minha língua pela glande dele, tinha um gosto amargo. Seu José deu um suspiro forte. Passei a língua de novo na parte de trás da glande dele. Fiz isso novamente e, lentamente, minha excitação aumentava e o gosto desagradável ia sumindo. Finalmente, abri minha boca o máximo que pude e enfiei o pau dele na minha boca. No começo, só consegui segurar a glande inchada. Passei a língua por todos os cantinhos. Por onde o menininho que existia em mim sabia que era mais gostoso.
Eu podia sentir como Seu José começava a aproveitar. Ele me pegou pela nuca, levantou minha cara e me olhou nos olhos. Eu olhei pra ele ainda com o pau dele na minha boca. Isso me deu uma sensação enorme de vergonha e muito tesão. Sem soltar minha cabeça, ele a empurrou pra encher minha boca com o pau dele, sem muito esforço, ele tocou o fundo da minha garganta, me dando um reflexo de vômito que mal consegui segurar. Tirei o pau dele da minha boca e Seu José repetiu a manobra. Dessa vez, eu sabia o que esperar e tentei abrir minha boca um pouco mais, mas era quase impossível. Sentir minha boca toda cheia de pau quente estava me excitando de um jeito incrível. Sem Seu José falar nada, comecei a meter e tirar o pau dele da minha boca desenfreadamente. Eu estava encantada.
- Continue assim, menina. Você gosta de chupar meu pau?
- Hm hmm… eu disse, afirmando, sem parar de meter aquele pau na minha boca.
Seu José me pegou pela cintura e me virou de um jeito que ele tinha acesso de novo à minha bunda. Eu estava como uma possessa, não queria soltar aquele pau. Seu José voltou a brincar com meu cuzinho. Isso estava me deixando louca. Eu queria ele dentro. Não aguentava mais. Notei que o efeito do álcool estava a todo vapor e tudo girava ao meu redor. Seu José fez pressão firme na minha bunda e senti o dedo dele entrar no meu cuzinho. Ele fez um pouco mais de pressão e entrou um pouco mais.
Seu José tirou o dedo da minha bunda, me pegou pela cintura e me levantou. Eu não estava preparada e Arrancar o pau dele da minha boca daquele jeito fez um barulho igual quando a gente abre uma garrafa de vinho.
Dom José me segurou pela cintura e guiou minha bunda até o pau dele. Eu sabia o que vinha, esperava por isso. Com medo, mesmo sabendo que não era virgem. Muitos objetos já tinham conhecido o interior da minha anatomia, mas nunca um pau de verdade. Dom José cuspiu na mão e passou no meu cuzinho. Sem dizer nada, enfiou um dedo até onde deu. Eu me arrepiei. Era gostoso. Ele tirou na hora e cuspiu na mão de novo, passando a cusparada na minha bunda. Me segurou pela cintura e me abaixou. Quase na mesma hora, senti o pau quente dele encostar no meu cuzinho molhado. Eu não aguentava mais, queria sentir ele dentro de mim. Dom José empurrou, e a cabeça do pau entrou no meu cu. Senti um desconfortozinho, mas era lindo. Quase chorei, estava perdendo minha virgindade. Dom José tirou e enfiou de novo. Sem me soltar, empurrou um pouco mais, e senti aquele pau grosso entrando dentro de mim.
- A senhorita gosta, mocinha?
- Sim, Dom José. Adoro, falei.
- Quer mais?
- Sim, por favor, falei.
Sem mais conversa, Dom José enfiou o pau inteiro na minha bunda, arrancando um grito meu que misturava surpresa, dor e prazer. Antes eu achava que já estava quase toda dentro, mas agora senti aquele pau como se estivesse batendo nas minhas entranhas. Quando ainda não tinha me acostumado com a sensação, Dom José me levantou devagar, deixando eu sentir cada dobra do pau largo dele — isso me encantou, queria mais, queria muito mais. Depois me enfiou de novo com o pau gordo até sentir que ele ia ainda mais fundo em mim; dessa vez, senti a textura das bolas dele nas minhas nádegas. Isso me deixou louca, sabia que ele estava totalmente dentro de mim. Então ele me levantou de novo pela cintura até sentir que só a cabeça do pau estava dentro de mim, e me penetrou com toda força. O que antes parecia um pouco de dor estava se transformando num prazer imenso. Sentir toda essa massa de carne quente entrando dentro de mim era glorioso.
Seu José, sem dizer nada, me segurou pela cintura e tirou o pau de dentro de mim.
— Menina, não gosto que seja tão peluda, pra isso tenho minhas ovelhas. Amanhã quero que esteja toda depilada que nem uma mocinha.
— Sim, Seu José, tudo que o senhor quiser. Falei sem pensar. Naquele momento, só queria ser possuída de novo.
Peguei o pau dele com a mão, apontei pro meu cu e me deixei penetrar pela cabeça, inchada, pulsando. Senti como ele lentamente quebrava a resistência inútil que minha bunda oferecia. Mas, mais que resistência, dava pra dizer que era uma boas-vindas.
Assim que senti ele dentro de mim, me soltei, deixei a gravidade fazer o trabalho e caí no sexo de Seu José, que se cravou em mim até eu sentir ele lá no fundo. Só consegui soltar um gemido de prazer misturado com um pouco de dor.
O uísque já tava fazendo efeito total em mim, só queria sentir o pau dele dentro de mim, e fiz isso uma vez e outra até não lembrar de mais nada.
Subi e desci no pau dele, aproveitando cada vez que ele se enterrava em mim. Seu José me segurou pela cintura e afundou o pau o máximo que pôde.
— Ahhhh...
Seu José só disse isso enquanto sentia ele encher meu interior de porra quente. Senti Seu José soltar um som abafado enquanto me enchia de leite. Ele me segurou pela cintura enquanto o pau dele terminava de se esvaziar dentro de mim.
Depois, me deitei em cima dele, sentindo o pau dele perder força dentro de mim até ser expulso pela minha bunda. Logo em seguida, senti o líquido quente escorrer pra fora do meu interior.
Depois disso, foi um turbilhão de sensações e ideias, eu tava alcoolizada demais pra lembrar exatamente o que tinha acontecido. Só sabia que até aquele momento tinha curtido pra caralho. Chorei e me emocionei por ter perdido minha virgindade e me sentir humilhada por Seu José, que eu conhecia há muitos anos e não fazia ideia de que ele sabia das minhas... gostos.
FIM DA PARTE UM E DEIXEM PONTOS POR FAVOR
8 comentários - Férias na montanha (conto)
gracias
escribi...