Papai me comeu, sou cross

Gostei dessa história de incesto.
Fonte: http://horaciomax.blogspot.com/2008/07/pap-me-ensea-coger.html

Fazia pouco mais de um ano e meio que meus pais tinham se separado, e eu passava uns dias com a mamãe e outros com o papai, com ele principalmente nos fins de semana. E como de costume, depois que papai me disse que teria que trabalhar até tarde num dia em que eu estava na casa dele, eu bem de boa falei que não tinha problema, que tinha muita lição de casa pra fazer.

Só que a lição era o que menos me importava; o que eu realmente adorava em ir pra casa do papai era que, justamente, não era raro ele se ausentar à tarde e eu ficar com a casa toda só pra mim. Na minha mochila eu levava toda aquela roupinha que adorava usar e que em casa com a mamãe nunca tinha chance de vestir, e assim eu ficava com ela o dia todo, até de noite, quando papai voltava. Naquela tarde em especial, levei um conjunto muito fofo de sutiã, calcinha e cinta-liga, branco com rendinhas vermelhas lindas, junto com as meias de rede brancas e uns sapatinhos de salto aberto na ponta.

Depois de me certificar de que papai tinha ido embora, abri minha mochila rápido, tirei toda a minha roupa, e em menos tempo do que levo pra contar já estava toda trocada. Sabendo que ele com certeza só voltaria de noite, ainda me maquiei um pouco: passei base no rosto todo, coloquei um pouco de sombra nas pálpebras e depois pintei os lábios. Fiquei um tempão me olhando e me admirando no espelho do banheiro, depois liguei a TV e fiquei vendo um programa comendo pipoca. Um pouco mais tarde, liguei o som, aumentei bem o volume e comecei a cantar, usando o controle da TV como microfone. Tava tão na minha que nem percebi quando o carro chegou, ou quando papai abriu a porta, e quando finalmente notei alguma coisa, já era tarde demais: papai estava parado bem na minha frente.

Eu então fiquei como se eu fosse de pedra, sem saber o que fazer, e o rosto dele mostrava não menos espanto. Devem ter se passado alguns segundos em silêncio, embora pelas circunstâncias parecesse meio século pra mim; queria que a terra me engolisse. Eu já ia saindo correndo pro meu quarto, quando foi então que papai falou: Vem, precisamos conversar. S-sim, de-deixa eu vou me trocar. Não, não, pra quê?, de qualquer jeito já te vi, vem cá. E sem dizer mais nada, fui e me sentei no sofá, e ele sentou do meu lado. Eu sentia o rosto vermelhão de vergonha e acho que até minhas pernas tremiam um pouco. Então você é viado, é? Não papai, não sou viado, não é o que você tá pensando. Ah, não?, e então por que você tá usando essa roupa? Não... não sei, é que eu gosto... Você gosta de roupa de mulher? Bom... sim... mas juro que nunca fiz mais nada. E faz quanto tempo que você faz isso? Bem... alguns meses. (Na verdade, fazia anos que eu fazia.) Entendi, ele disse então, e ficou pensativo por um momento, levando a mão ao queixo como de costume. Eu ainda tava morrendo de nervoso, e não sabia nem como ou onde colocar as mãos.

Então, talvez só pra falar alguma coisa, perguntei: Você vai contar pra mamãe? Não sei, talvez devesse... embora, se você diz que é só isso... Sim, sim, juro, nunca estive..., quando percebi o que ia dizer, fechei a boca. Com um homem?, ele completou a frase. Bem, sim. Você gosta de mulheres então? Bem... não sei, também nunca estive com uma. Não?, mas você gostaria? Não... não sei, a verdade é que nunca parei pra pensar nisso muito a sério. Mas você já tem quase dezoito. Sim, eu sei. E com um homem, você gostaria de ficar com um? Eu... não... não sei papai, às vezes tive fantasias mas... não sei. Ahã, entendi, ele disse de novo, ficando pensativo mais uma vez.

Depois de um tempo, ele suspirou e se virou pra mim. Acho que tem um jeito de descobrirmos. O quê? Se você gosta ou não de homens. E Como? Vendo qual é a sua reação. Você acha?, eu perguntei de novo, e vi então como papai se reacomodava no sofá e entreabria ligeiramente as pernas. Quer tentar?, ele me perguntou em seguida, e eu, sem entender muito bem o que ele estava dizendo, não soube o que responder. Vem, ele acrescentou então, pegando uma das minhas mãos e levando direto para a sua virilha.

Eu não ofereci resistência e abri minha mão para tocá-lo. O que você sente?, ele perguntou de novo. Não... não sei... Acaricia ele pra ver o que acha, ele me disse, e com a própria mão pegou a minha e começou a massagear. Alguns segundos depois, ele me soltou e eu continuei acariciando por conta própria. Você gosta? Bem... um pouquinho..., embora... Quer que eu tire? Sim, se você quiser, respondi eu me fazendo de inocente, mas bem que queria ver ele de fora. Então, papai se levantou um pouco, desabotoou a calça e, depois de baixar a cueca, deixou bem à mostra o pau já meio ereto. Então, e sem que ele dissesse mais nada, eu levei minha mão até ele e toquei. No entanto, no começo eu fazia com muito nervoso, só por cima, então papai disse: Já vi que você não tem nenhuma experiência. Olha, tenta massagear um pouco as bolas... assim, assim, muito bem; agora pega ele com a mão toda.

O pau dele já estava bem duro, tanto que minha mão mal conseguia segurar ele inteiro na grossura. Pouco depois, praticamente minha mão começou a agir sozinha e iniciou uma punheta suave. Isso, isso, muito bem; como você está se sentindo até agora? Bem... ele tá duro. Continuei assim por um momento, incapaz de tirar os olhos da cabeça grossa e avermelhada, que já tinha soltado umas gotinhas de líquido pré-seminal. E então, bem quando eu começava a formular a pergunta na minha mente, mas sem saber como perguntar, papai me perguntou: Você gostaria de provar ele? Sim, claro, posso? Pode. E sem esperar mais palavras, levei aquele pedaço de carne para dentro da minha boca.

Primeiro tentei engolir ela inteira, mas percebi que era impossível de caber na minha garganta, até senti ânsia. Não, não; primeiro tenta só chupar, usa seus lábios. Como, assim?, perguntei ingênuo, enquanto minha língua e meus lábios chupavam e babavam esse pirulito gostoso. Isso, assim, assim; com sua outra mãozinha continua massageando as bolas... isso, isso... Agora tenta lamber o tronco todo... mmh. E exatamente como ele ia me dizendo eu fazia, e cada vez eu ia gostando mais. Tentei engolir, mas a ânsia voltou, embora dessa vez eu não me segurei e fiz de novo, e mais uma vez, até que na quarta finalmente consegui enfiar ela inteira. Ahhh, sim, sim, você faz muito bem... parece que você gosta mesmo de homens. Eu tirei então o pau dele da boca e perguntei: Você acha, pai? Sim, claro, chupa muito bem. Sério? Sim, sério, se você não curtisse tanto não faria tão bem. É muito gostoso, pai, posso chupar mais um pouco? Sim, sim, continua, mas tenta não ser tão bruto, não se apressa, não tem pressa nenhuma. Tá assim bom?, perguntei de novo, e coloquei o pau dele dentro da minha boca. Sim, sim... mmmh... chupa a cabecinha... assim, assim... Aaaahh!

A verdade é que depois de alguns minutos, meus lábios já começavam a cansar, então tive que parar de chupar um pouco. É cansativo, falei, sorrindo pra ele pela primeira vez. Sim, é cansativo, mas com a prática você vai aprendendo. A verdade é que nunca imaginei que fosse tão gostoso. Quer continuar mais um pouco? Não, pai, já tá bom assim, obrigado... Você gostou então? Sim, muito. Ok, tem certeza que não quer chupar mais um pouco? Bom... não... É que... na verdade... queria... Você gostaria de sentir por trás? Bem... não sei... faz tempo que fantasio com isso e... mas se você não quiser não... Não, não, tá tudo bem; é melhor a gente tirar essa dúvida de uma vez. Sim, claro, por isso mesmo eu tava falando. Bom, mas vamos precisar de algumas coisas... na gaveta da minha cômoda tem um creme pra... Sim, já sei qual é, interrompi ele, e na hora fui pegar o lubrificante.

Em menos de dez segundos voltei, me coloquei de novo no sofá junto com o papai e mostrei pra ele. É esse? Você já tinha visto, hein? É que... bom, às vezes eu usei pra... Entendo. Mas por que você tem isso? Bem... é que às vezes as garotas gostam por trás. Sério? Sim, de vez em quando... mas a gente fala disso outro dia. Sabe qual é a posição do cachorrinho? De quatro, né? Então, se ajeita assim. E exatamente como ele mandou, subi no sofá de costas pra ele, deixando minha bunda à disposição dele. Tá bom assim, papai? Sim, só levanta um pouco mais a raba, preciso que seu cu fique na altura do meu quadril. Meu cu? Seu ânus. Ah, tá. Essa roupa é da sua mãe?, ele perguntou, enquanto enfiava uma das mãos por baixo da minissaia. Sim, quase tudo, mas algumas coisas eu comprei. Fica bem em você. Sério? Sim. Agora vou tirar sua calcinha. Sim, papai.

E ele então fez isso, deixou ela no meio da perna e em seguida levantou minha saia. Você nunca fez isso então?, ele perguntou. Não, nunca... mas já faz tempo que queria fazer. Então você já sabia que era gay? Não, papai, é que não sou gay... não sei como te explicar... Você gosta de se sentir mulher? Sim. Então você é trans? Não sei, acho que sim. Enquanto a gente falava isso, ele abriu o lubrificante e colocou um pouco no dedo. Preciso dilatar você pra não machucar. Sim, papai. Você acha que vai doer muito? Talvez um pouco no começo, mas não se preocupa, isso passa rápido. Ahh, exclamei de repente sem conseguir me segurar, ao sentir o dedão do papai entrar no meu cu cheio de lubrificante. Então você gostaria de fazer cirurgia e tudo mais?, ele continuou me perguntando, enquanto com o dedo e depois com outro continuava massageando devagar meu buraco. Ah, não sei, talvez um dia. Entendi.

Depois de uns dois minutos, ele já conseguiu enfiar três dedos sem muita dificuldade e me perguntou se eu tava Pronto. Sim, papai... mas vai com calma, por favor. Não se apressa, querido, vou tentar não te machucar. E assim, dito e feito, papai encostou seu pau grosso e duro atrás de mim, e logo começou a fazer força. Senti toda a pressão e dor quando a cabeça expandiu meu ânus virgem, não entrando nem dois centímetros. Aiii!, gritei, afastando minhas nádegas sem querer. Doeu muito? Sim, ai. É normal, não se apressa, sempre é assim. A cabeça é muito grossa. Você acha? Bom, não é que eu tenha visto muitas, mas... pelo menos é bem maior que a minha. Vai crescer ainda, você é novo. Ah não, eu não quero que cresça, tá bom assim. Sério? Isso é bem estranho, sem dúvida você não é um macho... Vou tentar de novo. Sim, papai, vai fundo.

E ele pressionou de novo, conseguindo entrar mais um pouco, embora a dor fosse igualmente intensa. Aaiii!, gritei de novo. Ainda doeu? Sim, muito. Se quiser, a gente pode deixar pra outro dia... Não, não, eu quero, é que acho que não tô acostumado. Tenta não fazer força, quando eu começar a entrar, relaxa, não aperta... Pronto? Pronto. E mais uma vez papai investiu contra minha bunda, e embora eu sentisse a dor de novo, dessa vez fiz como ele disse e tentei relaxar...

E deu certo! Ele conseguiu enfiar a cabeça inteira! Aaiii!, gritei de novo, ainda mais alto que antes, mas dessa vez papai não parou; depois de sair um pouco, ele voltou com tudo, enfiando ainda mais fundo. Ai, papai, dói! Shh, shh, não se apressa, confia em mim, logo não vai doer mais nada. E ele continuou, continuou; depois de enfiar, ele saía um pouco e metia de novo, mas cada vez mais fundo; sentia como se as paredes do meu reto fossem rasgar, até tentei me soltar, mas papai não deixou. Ai, ai, papaiii, dói demais! Calma, calma, já vai passar, é sempre assim. Tira, papai, por favor, tira! Não, não, aguenta; você não queria ser mulherzinha? É que dói! Claro que dói, querido, mas vai ser assim se Se você quer ser mulher, tem que se acostumar. Ai, ai, ai!, continuei reclamando, mas, mesmo assim, apesar de papai estar entrando cada vez mais fundo em mim, a dor diminuía cada vez mais. Isso, isso, viu como está passando? Sim, sim, já passou.

Papai então me segurou bem forte pelos quadris e me meteu com tudo, tão forte que praticamente empurrou meu corpo todo para frente. Aaaai!, gritei mais alto do que nunca. Doeu? Um pouquinho, já quase não dói... gostei. Viu, não te falei? Ai, papai, mas é que doeu muito. Mas agora você não está gostando? Sim, sim, é uma delícia. E olha que ainda não enfiei ela toda. Não? Quer experimentar ela inteira? Sim, papai, toda, toda. E sem mais delongas, papai me segurou com muita força pela cintura e se soltou. Aaaiii!, gritei, agora não mais de dor, mas de prazer, senti claramente a ponta do pau dele bater no fundo do meu cu!

Você está gostando, querida? Sim, papai, muito. Você está indo bem, mas precisamos nos coordenar melhor; quando eu entrar, jogue sua bunda um pouco para trás, e quando eu sair, empurre ela de volta. Sim, papai... assim está bom?, perguntei, obedecendo direitinho às instruções dele. Isso aí, assim mesmo. Vou começar a entrar mais fundo em você, tá bom? Sim, papai, quando quiser. Ele agora meteu com mais força, a cada nova estocada eu sentia as bolas peludas dele batendo na minha bunda, e o som do quadril dele colidindo com a minha rabeta era uma delícia. Você depila aqui atrás?, papai perguntou, vendo minha bunda quase sem pelos. Não, papai, sempre foi assim. Então você tem uma bundinha muito gostosa. Você gosta? Sim, agora entendo por que você gosta de pau, isso não é bunda de homem. Não? Não; são redondas demais, macias, carnudas... Ai, papai!, ji, ji, ji! E você tem um buraquinho muito gostoso, macio, suculento. Obrigada, papai; estou indo bem? Sim, muito, dá para ver que você está gostando.

Durante toda essa conversa ele não parou nem por um segundo o vai-e-vem, e acabamos pegando um ritmo muito gostoso e safado. — Papi?
— Que foi, querido?
— Obrigado por tudo isso.
— Só quero o melhor pra você. Sabe, você tem uma rola muito gostosa.
— Obrigado, querido, sua bucetinha também não é nada mal, mhh.
— Kkkk, papiii! Então você gostou, né?
— Sim, papi, obrigado, você tirou muitas dúvidas minhas.

E ainda não terminamos, ele disse, e começou então a me comer de verdade, fortíssimo; se ele mesmo não tivesse me segurado pelos quadris, o impulso forte do corpo dele batendo no meu teria me derrubado.
— Ai sim, mais, mais! — eu gritava como um louco, ou como uma louca, de quatro no sofá da sala vestido de mulher, com o pau do papai bem dentro do meu cu.
— Isso, isso, você se mexe muito bem, já cansou?
— Meus joelhos tão doendo um pouco.
— Quer trocar de posição?
— Sim, claro.

Papai então tirou o membro, o que me deixou meio chateado pela sensação de vazio que senti, e me fez deitar de barriga pra cima no sofá.
— Agora levanta as pernas e apoia as coxas nos meus ombros.
— Como, papi? Assim tá bom? — perguntei, mas já fazia como ele mandou. Assim que fiquei na posição, papai pegou a rola com a mão e apontou pro meu cu.
— Você sangrou um pouco, não tá doendo?
— Não, papi, não se preocupa.

Depois que respondi, ele enfiou de novo sem piedade, e que sensação gostosa! Depois de vários minutos comendo na primeira posição, a sensação tinha diminuído um pouco, mas agora, depois de ter tirado por um momento e penetrado de novo, o prazer se renovou e eu senti a foda ainda mais forte.
— Abre mais as pernas, querido.
— Sim, papi.
— Mmh, isso, isso, agora tenta apertar minha rola com seu buraquinho.
— Assim, papi? — perguntei, e fiz o que ele pediu.
— Aaah, sim, muito bem; assim você gosta?
— Sim, papi... mas me dá mais forte, que entre até o fundo.
— Tem certeza? Posso te machucar.
— Não, não machuca, pode mandar.
— Tá bom, — ele disse, e na hora me segurou firme pelos tornozelos e as estocadas ficaram cada vez mais violentas.
— Ai, ai, ai! — eu gritava, sentindo claramente como a cada estocada a ponta do pau dele tocava minha próstata. Ahhh, amor, você vai me fazer gozar... Vai, papai, vai..., gritei, me segurando com toda força nas nádegas dele. Ahhh...! gemeu então papai, me segurando ainda mais forte pelos tornozelos e tremendo o corpo inteiro, enquanto eu sentia dentro de mim uma pequena e incrivelmente prazerosa explosão: papai tinha gozado dentro do meu cu!

Ele ainda deu mais algumas estocadas, mas já só como espasmos, exausto, e foi parando aos poucos de pressionar contra minha bunda. Antes de se retirar, se inclinou um pouco e me deu um beijo na boca. Valeu, amor, tava precisando de uma fodida assim; os caras vão fazer fila por uma bunda como essa, disse, e aí sim retirou o pau já meio mole; um jato quente de porra escorreu da minha buceta e desceu pelas minhas nádegas. Sem me segurar, levei os dedos à minha raba e depois à boca pra provar aquela porra. Papai se levantou e subiu as calças. Bom, agora vai se lavar, já é hora do jantar. Podemos pedir uma pizza? Sim, claro, já vou pedir. E eu subi pra tomar banho.

Jantamos de boa vendo TV, e quando chegou a hora de dormir perguntei se podia dormir na cama dele. Sim, se quiser, mas amanhã tenho que acordar cedo, ele respondeu, mas, já na cama, fiz de tudo pra encostar a bunda nele e ele também não conseguiu se segurar. Ficamos transando até depois das três da manhã.

A partir daquele dia, fiz de tudo pra passar mais tempo na casa dele, ele até começou a me comprar muita roupa e me deixou ficar assim vestidinha o tempo todo. Disso já faz mais de seis anos, e embora agora eu more em outro lugar e tenha vários parceiros, de vez em quando papai ainda passa pra me ver e, claro, como uma boa menina, eu abaixo a calcinha pra ele e com minha bunda ajudo a aliviar o estresse do trabalho dele.

5 comentários - Papai me comeu, sou cross

Gaybb -25
Esto, incluso para mi e repucnante, anda con tus cosas a otra lado 🤔 😩
anlisos +2
la verdad estas cosas suceden ,mucho mas de lo que se cuenta,lo digo por experiencia