Fala, poringa boys! Esse é meu primeiro post. Tô deixando um relato que não é meu, mas queria compartilhar com vocês porque é o único que nunca canso de ler e de bater uma. Geralmente, leio os relatos uma vez só, mas esse é especial pra mim, sei lá por quê. Espero que curtam.
ACAMPAMENTO SCOUT DE VERÃO
Meu nome é Lucas e tenho 19 anos. Essa história aconteceu comigo no verão passado, num acampamento dos scout. Eu tenho 1,82 m, peso 78 kg, sou magro e um pouco definido porque malho bastante. Até isso rolar, sempre curti muito as gostosas e ainda curto, olha, não me considero gay, mas a real é que a experiência que vou contar é completamente gay. Acho que foi pelo tesão do momento, sei lá, mas aconteceram coisas que em outra situação não rolariam, e mesmo assim até hoje eu fico de pau duro quando lembro.
O negócio é que vou pros scout desde os 8 anos e nunca num acampamento tinha rolado algo assim (pelo menos que eu tivesse visto, embora sempre tivesse boato de sexo nos acampamentos). Esse ano, todo mundo que foi tinha entre 17 e 20 anos. Na real, dos que começaram juntos (muitos foram largando pelo caminho), só sobraram cinco. Éramos muito amigos, não só íamos juntos pros scout, mas também fazíamos parte do time de natação do clube e com dois deles eu malhava junto. Tinha o Pablo, de 17 anos, loiro, definido, um pouco mais baixo que eu... O César, de 18, também muito gostoso (além disso, sempre zoávamos ele no chuveiro porque tinha uma piroca enorme, chamávamos de burro, e olha que nunca vimos ela dura), o Nicolau, de 20, era o mais velho de todos, sempre se achava o máximo porque era bonitão, tinha também o Fede, de 17, o mais quieto de todos, e eu.
Saímos no dia 3 de janeiro pra Villa Carlos Paz, num camping que já tínhamos ido várias vezes porque era colado num riacho que servia pra nadar, já que formava uma espécie de lago. Chegamos tipo 2 da tarde e entre montar a barraca (do lado do lago) e arrumar todas as coisas já eram 4. Vestimos o sungão e nadamos um tempão. Depois tomamos uns mates que o César fez e daí a pouco o Nicolas e o Pablo começaram a zoar com o violão enquanto eu e o Fede fomos catar galho pra fazer o churrasco à noite. A gente já tava meio longe dos outros, trocando ideia sobre besteira, carro, mina gostosa e não sei como o Fede, que ia uns metros na minha frente, se abaixou ou se esticou pra pegar um galho e rasgou o sungão, tipo, não só rasgou, rasgou a parte de trás, bem no meio, de um jeito que ficou a racha inteira da bunda no ar. Claro que eu comecei a me cagar de rir e falei que ele era um otário, mas verdade seja dita, não sei por que, mas me deu uma quentura.
Passaram vários dias onde dava pra sentir que o clima tava esquentando geral.. as conversas já eram tudo sobre mina gostosa e sobre foder e isso e aquilo. A noite do sexto dia, acho, eu não aguentava mais e quando todo mundo dormiu, saí da barraca, fiquei perto da fogueira (porque de noite esfriava um pouco e a gente deixava a fogueira acesa), baixei a cueca (todo mundo dormia de cueca) e comecei a bater uma pensando nuns peguetes da escola que me deixavam doido. Já tava no auge quando percebi que tinha alguém parado atrás de mim. Era o Pablo, os outros ainda dormiam. – Tá certo mano, não convida hein – ele falou baixinho, rindo. – É, é que não aguentava mais – respondi – tô com um tesão danado ultimamente –
– É, eu também – ele disse – te incomoda se eu bater uma também? –
– Claro que não, manda ver –
E aí a gente começou a se masturbar os dois. Parece que num momento a gente tava gemendo porque começaram a acordar todo mundo e saíram e nos viram. Começaram a se cagar de rir e a zoar a gente, falaram que éramos punheteiros e tal, mas tudo na brincadeira. O Nicolas falou: – Na real eu também tava com um tesão do caralho, mas não me me incentivou a bater uma porque pensei que iam me descobrir –
- e sim, todos nós estamos assim – disse César – vamos fazer uma grupal aqui perto do fogo – e todo mundo começou a rir. Dito isso, Nicolas tirou a cueca e começou a meter bronca. Eu já tinha medido meu pau várias vezes e não estava mal (pensava eu) pra minha idade, tinha 19 cm duro, mas o de Nicolas era maior de cara, tudo bem que ele tinha 20 anos, dois a mais que eu, o de Pablo era mais ou menos igual. Mas quando César tirou a cueca, todo mundo começou a se cagar de rir e aplaudiu. Era impressionante.
- Caralho, trouxa, tem que trazer uma régua, Pablo traz uma régua de dentro – disse Nicolas, ele foi e voltou com uma régua, entregou pra César. – Mede ela, por favor – falou Nicolas. César mediu.
- 24 cm – disse se achando o fodão o filho da puta. E eram 24 cm mesmo, era inacreditável. E ali mesmo começou a bater uma. E a gente começou a se masturbar todo mundo. O único que ainda não tinha tirado a cueca era Fede, que parecia ter um pouco de vergonha.
- O que foi, Fede? – disse Pablo – Não tá afim?
- Não, por enquanto não – respondeu e se virou pra entrar na barraca. A cueca que ele tava usando era branca e apertava bem, e a verdade é que ele tinha uma bunda bem redonda e empinada, muito parecida com a de uma gostosa.
- Ele não quer mostrar a bunda – disse Pablo, e todo mundo se cagou de rir. – Ou o pau dele é pequeno –
- Nada a ver, otário – se defendeu Fede e se juntou à roda, tirando a cueca e começando a esfregar o pau. A verdade é que era normal, nem grande nem pequeno, devia ter uns 17 cm ou por aí. E ali estávamos, os cinco batendo uma pra valer. Passou um tempo assim e de repente Pablo fala: eu, vocês não tão afim de fazer uma parada? –
- algo tipo o quê? – pergunta César
- não pensem que sou viado nem nada, vocês me viram com várias gostosas, mas tô muito tarado, vocês topam uma troca de punheta? –
Nós nos olhamos todos com caras de surpresa, como se a ideia não parecesse tão absurda assim com a tesão que tava rolando. tínhamos.
— Não, tá tudo bem — disse Nico — bom, eu não penso isso, a gente podia tentar, vocês não concordam? — se virando pra quem não tinha falado nada. Todo mundo disse que sim. O problema é que ninguém tinha coragem de começar.
— Beleza, e aí? — disse Pablo
— Eu não vou pegar na sua se você não pegar na minha primeiro — disse César, e todo mundo caiu na risada. — Vem, bate uma pra mim um pouco e depois eu bato pra você — completou
— Ok — disse Pablo. Ele se aproximou do César e pegou na rola dele. Começou a bater uma.
— Hummm — disse César — vai, Pablin, com mais vontade — e todo mundo caiu na risada
— Também, o que você quer, idiota, olha o tamanho dessa rola — e começou a bater uma com as duas mãos. A verdade é que, ao ver o Pablo pegando no tronco do César e batendo uma com as duas mãos, a gente começou a se tocar com mais gosto, deu um tesão danado.
César abriu mais as pernas pro Pablo trabalhar à vontade. Pablo batia uma com muita vontade, acho que tava começando a gostar do pauzão comprido e grosso do César. Agora não só batia uma, como também passava a mão nas bolas dele com a outra mão.
— Pô, esse sabe bater uma hein, hummm — disse César
— É, alguém me ajuda, por favor — disse Pablo, rindo — ele tem um pau muito grande, sejam solidários.
Eu atendi o chamado e também me pendurei no pau do César. Ele gemeu de prazer. Atrás da gente, o Fede já tava batendo uma pro Nico.
— E aí, como é que ele bate? — perguntou César pro Nico
— A verdade, muito bem — disse o aludido — ele puxa que é uma delícia
— Esses dois são uma jóia — disse César, rindo.
— Não zoem tanto que agora vai chegar a vez de vocês — disse o Fede, atrás da gente. Mas ele não terminou de falar, ficou sem voz, e a gente percebeu o porquê. O Nicolas tinha enfiado a rola na boca dele. E o Fede, longe de resistir, chupava com gosto.
César disse — Viram, rapazes? Se liguem, olha só — eu ia falar que nem louco, quando vejo o Pablo abrir bem a boca e enfiar a cabeça do porrão do César na boca.
— Ah, tá bom — eu disse yo, enquanto via o Pablo metendo o pau no César. Parece que eu era o único que tinha ficado de fora da festa, então me enfiei entre as pernas do César e comecei a lamber os ovos dele. Ele gemia de prazer, enquanto o Pablo enfiava a borracha e eu lambia os ovos dele. O Nicolás tinha sentado numa cadeira e o Fede estava praticamente de quatro chupando gostoso. Nessa posição, o Fede mostrava bem uma bunda quase perfeita, verdade, tem uns cuties que não têm assim.
- Mmmmm, vai, cara, chupa – dizia o Nico enquanto o Fede engolia o pau dele
Numa dessas, o Pablo viu de canto de olho a bunda do Fede e soltou o pau do César, deixando tudo pra mim, que comecei a engolir como dava, até a metade mais ou menos, enquanto com a mão direita batia uma no pau que não cabia na boca e com a esquerda massageava os ovos dele.
Com o pau bem duro, o Pablo se colocou atrás do Fede e apoiou na racha. Começou a bater uma nas nádegas do Fede. Esse, em vez de reclamar ou algo, levantava mais a bunda, até que o Pablo não aguentou mais.
- Ô Fede, não aguento mais, cara, vou te empurrar – disse o Pablo
- Não, para, mano, devagar – disse o Fede, tirando da boca a pica do Nicolás, mas o Pablo já estava enfiando e quase tinha enterrado a cabeça toda. O Fede deu um gemido de dor. – mmmm, para, para – disse, mas levantava mais a bunda, se oferecendo pro Pablo
- Relaxa, vai – disse o Pablo enquanto enfiava o pau no buraco até há pouco virgem – devagar, Fede, assim mmmm, vai toda –
- Chupa, vai – disse o Nico agarrando ele pela nuca e metendo o pau na boca dele. O Fede continuou chupando enquanto o Pablo rasgava todo o cu dele e enfiava tudo. Quando os ovos do Pablo chegaram a tocar as nádegas do Fede, ele se inclinou sobre ele e disse no ouvido: - Que túnel você tem aqui atrás, gatinho, tá bem enfiado – e começou a bombar. Era uma maravilha ver o pau nada desprezível do Pablo entrando e saindo do cuzinho redondo do Fede enquanto ele comia a do Nico. Eu, enquanto isso, continuava boqueteando o maior big cock de todos, que não reclamava dos meus serviços. De repente, Pablo começou a gritar e gemer.
- Aaaaahah, siiiim, aí vem, aí vem – e ele metia mais forte no Fede, e meteu e meteu até se retirar já com a cock meio murcha, e todos vimos como começou a jorrar porra do buraco do cu do Fede.
- Beleza, goza logo – disse Nico para Pablo e se ajeitou atrás do Fede.
- Não parem, eu, o que que há com vocês – disse Fede, mas já Nico tinha encaixado a cabeça da cock no buraco aberto do cu – ahahhaha, para, para – e lá dentro enfiou a porra do Nicolas, que era um pouco maior que a do Pablo, que agora chupava as bolas do Cesar enquanto eu me ajeitava para o Fede me chupar a rola.
ACAMPAMENTO SCOUT DE VERÃO
Meu nome é Lucas e tenho 19 anos. Essa história aconteceu comigo no verão passado, num acampamento dos scout. Eu tenho 1,82 m, peso 78 kg, sou magro e um pouco definido porque malho bastante. Até isso rolar, sempre curti muito as gostosas e ainda curto, olha, não me considero gay, mas a real é que a experiência que vou contar é completamente gay. Acho que foi pelo tesão do momento, sei lá, mas aconteceram coisas que em outra situação não rolariam, e mesmo assim até hoje eu fico de pau duro quando lembro.
O negócio é que vou pros scout desde os 8 anos e nunca num acampamento tinha rolado algo assim (pelo menos que eu tivesse visto, embora sempre tivesse boato de sexo nos acampamentos). Esse ano, todo mundo que foi tinha entre 17 e 20 anos. Na real, dos que começaram juntos (muitos foram largando pelo caminho), só sobraram cinco. Éramos muito amigos, não só íamos juntos pros scout, mas também fazíamos parte do time de natação do clube e com dois deles eu malhava junto. Tinha o Pablo, de 17 anos, loiro, definido, um pouco mais baixo que eu... O César, de 18, também muito gostoso (além disso, sempre zoávamos ele no chuveiro porque tinha uma piroca enorme, chamávamos de burro, e olha que nunca vimos ela dura), o Nicolau, de 20, era o mais velho de todos, sempre se achava o máximo porque era bonitão, tinha também o Fede, de 17, o mais quieto de todos, e eu.
Saímos no dia 3 de janeiro pra Villa Carlos Paz, num camping que já tínhamos ido várias vezes porque era colado num riacho que servia pra nadar, já que formava uma espécie de lago. Chegamos tipo 2 da tarde e entre montar a barraca (do lado do lago) e arrumar todas as coisas já eram 4. Vestimos o sungão e nadamos um tempão. Depois tomamos uns mates que o César fez e daí a pouco o Nicolas e o Pablo começaram a zoar com o violão enquanto eu e o Fede fomos catar galho pra fazer o churrasco à noite. A gente já tava meio longe dos outros, trocando ideia sobre besteira, carro, mina gostosa e não sei como o Fede, que ia uns metros na minha frente, se abaixou ou se esticou pra pegar um galho e rasgou o sungão, tipo, não só rasgou, rasgou a parte de trás, bem no meio, de um jeito que ficou a racha inteira da bunda no ar. Claro que eu comecei a me cagar de rir e falei que ele era um otário, mas verdade seja dita, não sei por que, mas me deu uma quentura.
Passaram vários dias onde dava pra sentir que o clima tava esquentando geral.. as conversas já eram tudo sobre mina gostosa e sobre foder e isso e aquilo. A noite do sexto dia, acho, eu não aguentava mais e quando todo mundo dormiu, saí da barraca, fiquei perto da fogueira (porque de noite esfriava um pouco e a gente deixava a fogueira acesa), baixei a cueca (todo mundo dormia de cueca) e comecei a bater uma pensando nuns peguetes da escola que me deixavam doido. Já tava no auge quando percebi que tinha alguém parado atrás de mim. Era o Pablo, os outros ainda dormiam. – Tá certo mano, não convida hein – ele falou baixinho, rindo. – É, é que não aguentava mais – respondi – tô com um tesão danado ultimamente –
– É, eu também – ele disse – te incomoda se eu bater uma também? –
– Claro que não, manda ver –
E aí a gente começou a se masturbar os dois. Parece que num momento a gente tava gemendo porque começaram a acordar todo mundo e saíram e nos viram. Começaram a se cagar de rir e a zoar a gente, falaram que éramos punheteiros e tal, mas tudo na brincadeira. O Nicolas falou: – Na real eu também tava com um tesão do caralho, mas não me me incentivou a bater uma porque pensei que iam me descobrir –
- e sim, todos nós estamos assim – disse César – vamos fazer uma grupal aqui perto do fogo – e todo mundo começou a rir. Dito isso, Nicolas tirou a cueca e começou a meter bronca. Eu já tinha medido meu pau várias vezes e não estava mal (pensava eu) pra minha idade, tinha 19 cm duro, mas o de Nicolas era maior de cara, tudo bem que ele tinha 20 anos, dois a mais que eu, o de Pablo era mais ou menos igual. Mas quando César tirou a cueca, todo mundo começou a se cagar de rir e aplaudiu. Era impressionante.
- Caralho, trouxa, tem que trazer uma régua, Pablo traz uma régua de dentro – disse Nicolas, ele foi e voltou com uma régua, entregou pra César. – Mede ela, por favor – falou Nicolas. César mediu.
- 24 cm – disse se achando o fodão o filho da puta. E eram 24 cm mesmo, era inacreditável. E ali mesmo começou a bater uma. E a gente começou a se masturbar todo mundo. O único que ainda não tinha tirado a cueca era Fede, que parecia ter um pouco de vergonha.
- O que foi, Fede? – disse Pablo – Não tá afim?
- Não, por enquanto não – respondeu e se virou pra entrar na barraca. A cueca que ele tava usando era branca e apertava bem, e a verdade é que ele tinha uma bunda bem redonda e empinada, muito parecida com a de uma gostosa.
- Ele não quer mostrar a bunda – disse Pablo, e todo mundo se cagou de rir. – Ou o pau dele é pequeno –
- Nada a ver, otário – se defendeu Fede e se juntou à roda, tirando a cueca e começando a esfregar o pau. A verdade é que era normal, nem grande nem pequeno, devia ter uns 17 cm ou por aí. E ali estávamos, os cinco batendo uma pra valer. Passou um tempo assim e de repente Pablo fala: eu, vocês não tão afim de fazer uma parada? –
- algo tipo o quê? – pergunta César
- não pensem que sou viado nem nada, vocês me viram com várias gostosas, mas tô muito tarado, vocês topam uma troca de punheta? –
Nós nos olhamos todos com caras de surpresa, como se a ideia não parecesse tão absurda assim com a tesão que tava rolando. tínhamos.
— Não, tá tudo bem — disse Nico — bom, eu não penso isso, a gente podia tentar, vocês não concordam? — se virando pra quem não tinha falado nada. Todo mundo disse que sim. O problema é que ninguém tinha coragem de começar.
— Beleza, e aí? — disse Pablo
— Eu não vou pegar na sua se você não pegar na minha primeiro — disse César, e todo mundo caiu na risada. — Vem, bate uma pra mim um pouco e depois eu bato pra você — completou
— Ok — disse Pablo. Ele se aproximou do César e pegou na rola dele. Começou a bater uma.
— Hummm — disse César — vai, Pablin, com mais vontade — e todo mundo caiu na risada
— Também, o que você quer, idiota, olha o tamanho dessa rola — e começou a bater uma com as duas mãos. A verdade é que, ao ver o Pablo pegando no tronco do César e batendo uma com as duas mãos, a gente começou a se tocar com mais gosto, deu um tesão danado.
César abriu mais as pernas pro Pablo trabalhar à vontade. Pablo batia uma com muita vontade, acho que tava começando a gostar do pauzão comprido e grosso do César. Agora não só batia uma, como também passava a mão nas bolas dele com a outra mão.
— Pô, esse sabe bater uma hein, hummm — disse César
— É, alguém me ajuda, por favor — disse Pablo, rindo — ele tem um pau muito grande, sejam solidários.
Eu atendi o chamado e também me pendurei no pau do César. Ele gemeu de prazer. Atrás da gente, o Fede já tava batendo uma pro Nico.
— E aí, como é que ele bate? — perguntou César pro Nico
— A verdade, muito bem — disse o aludido — ele puxa que é uma delícia
— Esses dois são uma jóia — disse César, rindo.
— Não zoem tanto que agora vai chegar a vez de vocês — disse o Fede, atrás da gente. Mas ele não terminou de falar, ficou sem voz, e a gente percebeu o porquê. O Nicolas tinha enfiado a rola na boca dele. E o Fede, longe de resistir, chupava com gosto.
César disse — Viram, rapazes? Se liguem, olha só — eu ia falar que nem louco, quando vejo o Pablo abrir bem a boca e enfiar a cabeça do porrão do César na boca.
— Ah, tá bom — eu disse yo, enquanto via o Pablo metendo o pau no César. Parece que eu era o único que tinha ficado de fora da festa, então me enfiei entre as pernas do César e comecei a lamber os ovos dele. Ele gemia de prazer, enquanto o Pablo enfiava a borracha e eu lambia os ovos dele. O Nicolás tinha sentado numa cadeira e o Fede estava praticamente de quatro chupando gostoso. Nessa posição, o Fede mostrava bem uma bunda quase perfeita, verdade, tem uns cuties que não têm assim.
- Mmmmm, vai, cara, chupa – dizia o Nico enquanto o Fede engolia o pau dele
Numa dessas, o Pablo viu de canto de olho a bunda do Fede e soltou o pau do César, deixando tudo pra mim, que comecei a engolir como dava, até a metade mais ou menos, enquanto com a mão direita batia uma no pau que não cabia na boca e com a esquerda massageava os ovos dele.
Com o pau bem duro, o Pablo se colocou atrás do Fede e apoiou na racha. Começou a bater uma nas nádegas do Fede. Esse, em vez de reclamar ou algo, levantava mais a bunda, até que o Pablo não aguentou mais.
- Ô Fede, não aguento mais, cara, vou te empurrar – disse o Pablo
- Não, para, mano, devagar – disse o Fede, tirando da boca a pica do Nicolás, mas o Pablo já estava enfiando e quase tinha enterrado a cabeça toda. O Fede deu um gemido de dor. – mmmm, para, para – disse, mas levantava mais a bunda, se oferecendo pro Pablo
- Relaxa, vai – disse o Pablo enquanto enfiava o pau no buraco até há pouco virgem – devagar, Fede, assim mmmm, vai toda –
- Chupa, vai – disse o Nico agarrando ele pela nuca e metendo o pau na boca dele. O Fede continuou chupando enquanto o Pablo rasgava todo o cu dele e enfiava tudo. Quando os ovos do Pablo chegaram a tocar as nádegas do Fede, ele se inclinou sobre ele e disse no ouvido: - Que túnel você tem aqui atrás, gatinho, tá bem enfiado – e começou a bombar. Era uma maravilha ver o pau nada desprezível do Pablo entrando e saindo do cuzinho redondo do Fede enquanto ele comia a do Nico. Eu, enquanto isso, continuava boqueteando o maior big cock de todos, que não reclamava dos meus serviços. De repente, Pablo começou a gritar e gemer.
- Aaaaahah, siiiim, aí vem, aí vem – e ele metia mais forte no Fede, e meteu e meteu até se retirar já com a cock meio murcha, e todos vimos como começou a jorrar porra do buraco do cu do Fede.
- Beleza, goza logo – disse Nico para Pablo e se ajeitou atrás do Fede.
- Não parem, eu, o que que há com vocês – disse Fede, mas já Nico tinha encaixado a cabeça da cock no buraco aberto do cu – ahahhaha, para, para – e lá dentro enfiou a porra do Nicolas, que era um pouco maior que a do Pablo, que agora chupava as bolas do Cesar enquanto eu me ajeitava para o Fede me chupar a rola.
23 comentários - Campamento scout de verano
Que campamento... Sali del closet chabón... 😉
😛
http://www.poringa.net/posts/gay/1906446/relato-gay---boy-scout.html
lo que me sospechaba, los scouts ademas de ladrones y sucios, tambien son todos trolos !!! 😃 😃 😃