Enquanto eu me afastava da porta do Josh, ouvi o gemido abafado do David, que marcava o início da segunda trepada que, com certeza, meu moreno e agora amigo especial ia dar nele. Eu tava com o pau quase dormente de tanta ação com o David, mas ainda não tinha perdido a ereção violenta depois daquele orgasmo delicioso. Não acreditava no que tinha acabado de rolar: tinha descoberto o Josh recebendo o boquete do século do melhor amigo dele, e o cara me convidou pra comer ele no lugar. Era bizarro, pra caralho.
Fui pro meu quarto em silêncio, bem quietinho, não queria fazer mais barulho do que aqueles dois já tavam fazendo no quarto do Josh. A cama dele rangia e reclamava do tratamento que tava levando, e eu imaginei que não era à toa. Atravessei a sala da suíte e fechei a porta do meu quarto, fui deitar direto, pelado como tava. Meu despertador já marcava quase 11 da noite, e me surpreendi com o tempo, não achava que tinha sido tanto. Esqueci a ideia de sair pra balada, minha cabeça não aguentava mais. Afundei num sono gostoso pra caralho, enquanto os gemidos e gritos de prazer do David e do Josh ainda atravessavam minha porta...
No amanhecer de sábado, acordei com um raio de sol quente que entrava pela janela. Demorei um segundo pra me ligar onde tava e mais um pra me espreguiçar e acordar de vez. Embora ainda tivesse um monte de coisa pra fazer, a curiosidade de como o Josh ia reagir depois do tesão da noite passada me deixava em brasa. Por mim, eu tinha me deixado seduzir pelos mistérios que aquele corpo de deus africano podia esconder, mas não sabia dizer se ele ia querer levar o assunto além do encontro estranho de ontem. Sem perder mais tempo, resolvi tomar o banho já atrasado e, só de chinelos, fui pro banheiro, certo de que o Josh ainda tava dormindo.
Ia pegar a maçaneta da minha porta quando uma batida clara e forte nela me assustou. Olhei pelo olho mágico. da porta e era o Josh, que sorrindo me esperava do outro lado. Coisa estranha, depois do encontro quente de ontem à noite, não achei certo recebê-lo pelado, não me perguntem por quê, mas coloquei só um short e abri.
"E aí? Pensei que você tivesse com fome..." ele disse enquanto me estendia um milk-shake de banana com um sorriso safado no rosto. Ele estava vestido só com um short curto branco que fazia o corpo dele parecer absolutamente apetitoso. Peguei o milk-shake com uma mão enquanto agradecia e ele entrou no meu quarto, sem esperar convite. Deitou rapidamente na minha cama e, tomando posse do meu travesseiro, colocou atrás da cabeça para me observar melhor, sempre com um sorriso nos lábios. Homens negros nunca me pareceram bonitos, mas juro que ao ver aqueles lábios carnudos me sorrindo, o nariz reto e aqueles olhos castanhos que continham tantas promessas implícitas, minhas pernas derreteram por aquele cara.
Enquanto tomava o milk-shake em silêncio, apoiado em pé na minha escrivaninha, observei ele e me pegou de novo a escultura de ébano que era o corpo dele. A pele do Josh não era totalmente preta, mas sim de uma linda cor chocolate, totalmente sexy; as pernas dele eram muito longas, sem nenhum sinal aparente de pelo em lugar nenhum e as panturrilhas e coxas mostravam as consequências óbvias de horas de exercício na academia, mas sem serem muito volumosas; a cintura fina, com a barriga linda emoldurada por músculos definidos; o tronco dele ia se alargando para cima até terminar em uma costa larga rematada por ombros poderosos, onde começavam uns braços grossos que imaginei que poderiam me levantar se ele quisesse; a pele nua, escura e sedosa parecia brilhar com a luz da manhã e me hipnotizou a respiração rítmica dele, que fazia subir e descer o peitão dele, com os peitorais muito definidos e as aréolas dos mamilos bem pequenas e um pouco durinhas, não soube discernir se era pelo frio da manhã ou algo mais.
Enquanto eu o observava, parecia que Josh também estava me avaliando, como se decidisse o próximo passo na minha cama. Meu corpo não é nem de longe tão marcado e definido quanto o do Josh, mas minhas horas de academia e natação, somadas à minha altura de mais de 1,80 metro, me deram uma boa tonalidade muscular. Tenho um orgulho especial das minhas nádegas, um pouco porque elas são naturalmente empinadas e outro porque me custaram suor na academia. Meus ombros são largos e meu peito é volumoso, embora de definição natural, não como o do Josh.
Meu shake finalmente acabou, e eu estava tão absorto admirando o corpo do Josh que só meus contínuos sorvos no vazio pareceram detonar o que aconteceu em seguida. Como se fosse um sinal, Josh pulou da cama e, segurando meu pulso, disse com um sorriso sedutor: "I think a bath is in order, don't you think?" e, me tirando do quarto, me levou até o banheiro.
Enquanto me deixava levar até os chuveiros, também me deixei cativar por aquela bunda firme e pequena, agora envolta no short branco. Senti meu pau começar a acordar, apertando contra meu próprio short. Embora já tivesse tido experiências com outros caras antes, elas foram no ensino médio e, embora muito quentes, a verdade é que em cada uma eu desempenhei muito claramente o papel de ativo ou passivo, porque as coisas aconteceram assim. Com Josh era diferente: me atraíam igualmente o cu e o pau dele, tão exóticos pela pele escura, mas ao mesmo tempo tão perfeitos na sua própria natureza.
Rindo, entramos no amplo banheiro, que tinha dois grandes chuveiros privativos e uma longa área de lavatórios, além de uma máquina de lavar num canto. Mal entramos, Josh se certificou de passar o trinco na porta, pra não levarmos um susto como o de ontem. Os chuveiros estavam inundados de luz, pois uma ampla janela superior corria por todo o quarto e fazia com que a claridade prístina da manhã iluminasse toda a área.
Josh se abaixou e tirou o short branco de uma só vez, deixando-o cair até os tornozelos; o pau dele pendia como uma cobra entre as pernas, mas já devia ter uns 12 centímetros e era evidente a excitação, pois rapidamente estava se erguendo diante dos meus olhos. Tirei então também meu short e entrei no chuveiro para ajustar a água. Sentia a temperatura do meu próprio corpo subindo, com aquela sensação de tesão e calor que dá antes de foder. Josh ficou na entrada do chuveiro, nu como estava, observando minhas nádegas peladas e apoiado com as duas mãos na entrada, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
"Você não vai entrar?" falei enquanto me virava com um sorriso, enquanto a água quente escorria pelo meu corpo e exibia diante do seu olhar pecaminoso a rigidez do meu falo, que é um pouco curvado pra cima e, quando ereto, se ergue a quase 180 graus, com a cabeça circuncidada fazendo cócegas no meu ventre. Mike me deu um sorriso encantador enquanto dizia "I just was waiting for you to say so..." e, com um passo decidido, entrou sob a corrente quente de água que nos envolveu rapidamente.
Nos fundimos num abraço, reconhecendo nossos corpos. Abracei Josh como se abraça um amante de muito tempo, sem inibições e sem barreiras. Puxei ele para perto do meu corpo para sentir a firmeza do ventre dele contra o meu. Minha cabeça virou naturalmente e buscou a boca dele, de lábios grossos e sensuais, até encontrar o suave e úmido tesouro da sua língua, que se debateu como um peixinho nos meus lábios. O nariz dele soltou um leve resfolegar, como quem fica sem ar e o reencontra num beijo. Sentindo o abraço dos seus braços fortes, me segurando contra o corpo dele; o contato dos nossos ventres era eletrizante, enquanto a água levava os restos da noite anterior. Enquanto nos beijávamos, nos segurávamos num abraço simples, mas era exatamente isso que tornava a situação mais sexy: sentir como meu pau, agora totalmente duro, descansava entre a barriga dela e a minha, sem maiores fricções, e o falo dele, que era bem reto e se erguia a pouco mais de 90 graus, agora apontava para se alojar entre o túnel das minhas pernas — era do mais sensual.
Beijei ele no pescoço e continuei minha exploração, seguindo agora o grande pomo de adão da garganta dele. Josh jogou a cabeça para trás para me dar mais liberdade, me empolgou beijando-lhe o pescoço e dando lambidas seguindo a linha fina do maxilar dele; senti como ele estremecia sob o carinho e a umidade da minha boca. Passei os braços em volta do pescoço dele, acariciando o cabelo escuro e cacheado, tão curto que parecia quase careca. Enfiei o nariz no pescoço dele, absorvendo o aroma, que com a água escorrendo agora cheirava de um jeito muito peculiar, a almíscar que cheirava a macho, a poder e sensualidade.
As mãos de Josh lentamente deixaram minhas costas, rodeando minha cintura para descer suavemente sobre a curva túrgida das minhas nádegas. As mãos dele me acariciaram devagar, amassando as bandas da minha bunda com cuidado, sentindo a firmeza e separando-as para juntá-las de novo. Era uma posição que, devo confessar, eu curto muito: ficar assim de frente pro meu amante, nus os dois, e sentir ele curtindo minha bunda. A boca dele buscou ansiosamente a minha enquanto eu sentia a respiração dele se agitar contra meu peito.
Quis retomar o controle da situação e, dando um beijo leve na boca dele, quebrei o encanto brevemente para virar de costas de forma sedutora e pegar o xampu. O vapor da água agora já inundava quase todo o banheiro e dava um ar de mistério à situação. Josh aproveitou meu movimento para pegar o frasco de sabonete líquido e espalhá-lo na parte de trás do meu pescoço; começou com movimentos circulares suaves a descer pelas minhas costas, até alcançar minha cu e as pernas.
Fiquei parado pra deixar ele fazer o trabalho de limpeza, senti ele se abaixar pra passar sabão nas minhas panturrilhas e, quando olhei pros meus pés, pude ver o pedaço de pau que agora se erguia inteiro entre as pernas dele. Era enorme, calculava uns 23 ou 24 centímetros, grossa e reta, com a cabeçona sem circuncisão e de um tom um pouco mais escuro que o resto da pele dele. Quando ele se levantou, tomou cuidado de encostar o corpo no meu, pra dividirmos o sabão e eu sentir o pau ameaçador na fenda da minha bunda. Eu ri sem querer, de nervoso com aquele tamanho. Meu próprio pau é uns 2 ou 3 centímetros menor que o do Josh, mas da mesma grossura. Mesmo assim, era a maior rola que eu já tinha pego na mão e não ia facilitar as coisas pra ele. Deixei ele deslizar, agora com o efeito da lubrificação do sabão entre minhas pernas; ele me fez sentir o peso e a força com as estocadas, batendo nas minhas bolas com a ponta do falo e deslizando pela fenda das minhas nádegas. Senti a pele queimar com o contato desse homem, me acendia e, se eu não fizesse algo rápido, ia acabar com o pau dele no meu cu e, sério, eu queria explorar tudo com o Josh.
Quase me deixando vencer, virei devagar, pra ficar de frente. Passei shampoo no cabelo dele, até fazer uma espuma gostosa e grossa. Josh pareceu desapontado, mas no fim entendeu que valia a pena esperar. Ele me ajudou com o shampoo também e depois se virou, me oferecendo as costas pra eu ensaboar do mesmo jeito. Minhas mãos tremiam enquanto, armadas com o shampoo líquido suave, percorriam as costas fortes dele, os braços robustos e, nervosamente, desciam até onde as costas terminavam. A pele dele era lisa e macia debaixo da água quente, e só uma pinta pequena na nádega direita quebrava a perfeição, mas deixava a bunda dele ainda mais gostosa. As nádegas do Josh nasciam bem em cima de suas pernas longas e, embora fossem pequenas, eram musculosas e extremamente generosas, com a fenda escura dividindo suas nádegas eróticas. Me deu vontade de possuí-lo ali mesmo, sem cerimônias.
Como se tivesse lido meus pensamentos, Josh apoiou as mãos na parede e empinou a bunda para trás, num movimento que me surpreendeu. Meu pau, ereto e sempre apontando para cima, encontrou abrigo entre a fenda do rabo dele e ali ficou, se deliciando enquanto ele começava um movimento suave de cima para baixo, que fazia todo o tronco da minha vara percorrer desde o nascimento das suas bolas grandes até parar quase na entrada do cu e ir além, no início das suas costas, só para recomeçar. Abracei sua cintura fina e encostei meu peito nas suas costas, sentindo a firmeza dos seus músculos se esticarem sob meu abraço. Meus dedos subiram até o peito dele e brincaram com seus mamilos, duros e pequenos no meio dos seus peitorais grandes.
Meus quadris começaram então um movimento de vai e vem, com a água escorrendo pelos nossos corpos; por momentos, parecia que a ponta do meu pau parava mais do que o necessário na bunda dele, pressionando levemente e ameaçando penetrar; pensei que Josh reclamaria de um avanço tão descarado, mas ele não disse nada, só gemia e mexia a bunda na minha direção, como me incentivando a finalmente penetrá-lo.
Depois de ver seu comportamento com David, imaginava Josh mais do tipo ativo do que passivo, mas não posso negar que gostei desse claro sinal de suas preferências por mim, embora não descartasse tomar posse daquela percha preta e gostosa. O sabão entre suas nádegas começava a diminuir, então peguei mais líquido da garrafa e passei generosamente na fenda do cu dele, limpando perfeitamente com movimentos lentos dos meus dedos; de quebra, agarrei por trás suas bolas e o pau para deixá-los limpos.
Josh gemia constantemente e, com as pernas tremendo, fiz com que ele se pusesse Em pé. Ele logo se pendurou no meu pescoço com um braço, quase me forçando a dar um beijo longo e prolongado, enquanto com a outra mão juntava nossas rolas e as esfregava até que a espuma branca as envolvesse. Me senti no paraíso, com a sensação de que a vida estava escapando pelo meu pau; sentindo o peso e a grossura do falo dele se esfregando junto ao meu, os dois paus eram tão grossos que, juntos, eu não conseguia envolvê-los com uma mão.
Comecei a ensaboar o peito dele e o resto do corpo, fazendo a espuma branca envolver sua pele escura e macia. Ele fez o mesmo e logo estávamos cobertos de sabão dos pés à cabeça. Nos enxaguamos devagar, com o cheiro de limpeza na pele. Minha bunda ficou limpa graças ao Josh, que a ensaboou lentamente com um dedo comprido, sem ainda me penetrar, até o sabão fazer seu trabalho. Depois, num impulso de paixão, me segurando pelo ombro, ele me virou de leve contra a parede, sem admitir discussão, de modo que minha bunda ficou exposta ao ar na frente dele. Ele se ajoelhou atrás de mim e, separando minhas nádegas com suas mãos firmes, senti seus lábios e sua língua comprida invadirem meu cu e penetrarem suavemente, com lambidas suaves e longas que faziam minhas pernas ficarem moles.
Ele ficou me dando fogo por um tempo, perdi a noção do tempo, extasiado com a sensação molhada das carícias dele na minha bunda. Senti ele se levantar e finalmente fechar a água. O quarto agora estava cheio de vapor, a visibilidade era quase zero e decidimos nos mudar para o meu quarto com o que tínhamos. Nos enrolamos bem em duas toalhas extragrandes e saímos do chuveiro entre risadas. Atravessando rápido a sala, as rolas duras batendo contra nossas barrigas enquanto corríamos até o quarto, que fechamos sem demora. Jogando a toalha na minha cama, fechei as cortinas do quarto para mais privacidade. Josh sugeriu então juntar minha cama com a do meu colega de quarto e fizemos isso em 1 minuto.
Josh me Joguei ele na cama extragrande, fazendo ela ranger e chiar quando meu corpo quicou nela. O pau achocolatado dele balançava pra cima e pra baixo enquanto ele se jogava em cima de mim, me dando um beijo que roubou meu fôlego. Mordi os lábios dele um pouco mais forte do que o necessário, enquanto a gente rolava sobre os lençóis, estreando eles como cama da nossa paixão.
Josh ficou debaixo de mim e eu cobri os olhos e o rosto dele de beijos, parando um minuto na boca dele, explorando aqueles lábios carnudos e entrelaçando nossas línguas, depois continuei descendo pela pele dele, sugando o pomo de adão do pescoço e descendo de novo até o peito. Minhas pernas agora estavam enroscadas nas dele e senti que nossos corpos já começavam a secar. Os mamilos dele ainda estavam molhados, gostosos e frescos, e o contato com meus lábios roubava um pouco de umidade de cada um. Josh gemeu de prazer quando os mamilos dele ficaram duros. Minha língua percorreu o músculo fino e definido dos peitorais dele; continuei até chegar nas axilas e provar o espaço salgado que ainda tinha ali. Deixei um rastro molhado até chegar na barriga dele, onde desci em movimentos de espiral pelo abdômen tanquinho, agora todo trêmulo. Josh pegou meu travesseiro e mordeu ele com força, grunhindo de prazer. Parecia que meu tratamento começava a ficar insuportável pra ele, e pra mim isso era perfeito: eu me deliciava em saber que conseguia dar prazer pra ele em novos níveis. Só de pensar em ter esse pedaço de homem entre meus lençóis me fazia sentir a mil por hora. Parei mais um tempo pra lamber e acariciar o umbigo dele com minha língua; era um pouco saltado, parecia querer escapar da prisão de músculos que era a barriga dele e se esbarrava nos meus lábios a cada chupão que eu dava.
A respiração de Josh ficava ofegante e ele continuava com o rosto escondido no meu travesseiro, abraçando ele com os dois braços. Desci só um pouco no meu caminho, sem separar minha língua da pele dele por um momento. Ébano, até encontrar os primeiros vestígios de pelo pubiano, que eram bem poucos porque pelo visto Josh se depilava e só tinha um pequeno e discreto montinho na base do escuro e longo falo. Josh ficou na expectativa e eu o observei de forma brincalhona, enquanto acariciava ambas as coxas dele com minhas mãos, preparando-o para meu próximo avanço. Quando comecei a beijar a região do baixo ventre, Josh tirou o travesseiro do rosto e colocou atrás da cabeça, de modo que pudesse ver o que estava rolando. Esse era o sinal que eu estava esperando: queria que Josh visse como eu engolia aquele instrumento enorme que ele tinha de pau. Levantei as duas pernas dele, de cada lado das minhas orelhas e, passando outro travesseiro debaixo da bunda dele, ergui seus quadris. Josh me olhava espantado e com um sorriso de satisfação no rosto.
Comecei a beijar a base do pau grosso dele, provando o gosto gostoso da pele, uma mistura de sal e sabão. A maciez da pele na minha língua era embriagadora, queria mais. Virando levemente a cabeça, fechei os lábios ao redor da base daquele tronco e, quando apertei um pouco, Josh prendeu minha cabeça entre as coxas grandes dele; levei como um sinal de aprovação. Senti a rigidez dominante no membro dele e logo senti o cheiro de macho, almíscar de sexo, prazer e excitação; tudo num perfume só. Josh começou a gemer ao sentir minha língua descendo agora pelo caule do pau dele, saboreando cada veia e cada protuberância; o caminho era longo e eu não tinha pressa. O gosto de limpo e salgado me deixava tonta, era delicioso. Minhas mãos continuaram acariciando as coxas dele, eu agora estava deitada de barriga na cama e logo os carinhos foram para a bunda dele, que descansava no travesseiro.
Sem segurar o pau dele com as mãos, meu único contato com ele era através dos lábios e da língua; minhas mãos acolhiam a bunda dele como se fosse uma taça de sabor delicioso, e Josh se viu Pronto, preso entre dois fogos: de um lado, a vara dele era atacada com uma lentidão deliciosa pelos meus lábios; do outro, a bunda dele foi assediada por movimentos suaves dos meus polegares, que faziam círculos na região do cu. Josh me apressava com o quadril pra eu pegar o prêmio que ele tanto queria, mas teve que esperar mais um pouco até eu decidir ceder aos desejos dele: acelerei o ritmo e, pegando entre meus lábios a cabecinha grande e sem circuncisão, acariciei com a língua toda a borda da glande; provei então o líquido seminal que começava a jorrar, aquele gosto amargo e meio salgado inundou meus sentidos e me deixou ainda mais excitada. Josh soltou um grunhido "Motherfucker!" quando fiz isso, e levei como um elogio. Não deixei escapar nem uma gota da fonte dele; logo comecei a engolir o resto do pau escuro, enquanto o coitado do Josh parecia lutar entre a vida e a morte nos meus braços; largou o travesseiro, deixando ele ainda de apoio atrás da cabeça, e me pegou pela cabeça como eu tinha visto o David fazer; quis apressar meu ritmo, mas um par de apertões leves no priapo dele foram suficientes pra ele entender que, pelo menos pra mim, quem dava o boquete era o rei e senhor da situação.
Devagar, mas sem parar, fui engolindo até onde dava a vara dele, bufando e dando carícias por todo lado, entre os quase soluços do Josh. O corpo dele se contorcia debaixo do meu, se sentindo quase vítima das minhas putarias. Meus dedos começaram então um ataque mais firme na bunda dele, sentindo a carne macia e firme da pele. A bunda do Josh era uma delícia pro tato, então resolvi provar com outro sentido: o gosto. Peguei as pernas dele por trás dos joelhos e fiz ele apoiar os pés nos meus ombros. Essa posição, mais o travesseiro debaixo da bunda dele, fez o cu escuro ficar mais exposto do que nunca. Fiquei de joelhos na cama, dando um beijo de despedida momentâneo e temporário na vara dele. pau, pra me concentrar agora na bunda dele exposta. Josh tentou se rebelar, se apoiando um pouco nos cotovelos, mas coloquei uma mão no peito dele e a outra agarrou as bolas dele, apertando firme mas sem machucar. Ele se largou na hora, rendido às sensações provocadas pela minha língua, que já estava penetrando ele, alternando movimentos suaves e profundos, rápidos e leves pelo cu dele e abrangendo a área do períneo, entre o cu e a base da rola. Isso acabou deixando ele louco e ele se debatia como se quisesse se soltar do meu abraço. Minhas mãos se colocaram atrás dos joelhos dele e os puxaram pra frente até tocarem o peito dele; a bunda dele ficou ainda mais exposta às minhas carícias e eu aproveitei a situação, alternando entre o cu e a pau dele.
O pobre Josh não sabia como reagir, eu tava dando o boquete do século e ele tava curtindo pra caralho. Também me pareceu que ele tava descobrindo uma nova faceta da sexualidade dele, uma onde existia espaço pra se deixar querer e também se deixar levar pelo amante. E eu tava ali pra ele.
A barriga dele tremia enquanto minha boca curtia a pau dele, chupando e mamando como se não houvesse amanhã. Minhas mãos continuavam nas coxas macias e fortes dele, com os joelhos grudados no peito, forçando ele a ficar numa posição meio desconfortável mas que valeria a pena daqui a pouco. Ele soltou um suspiro de prazer enquanto minha língua encontrava um novo ângulo de ataque na glande inchada dele; um ângulo que pareceu agradar mais porque ele começou a passar a mão no meu cabelo agora de forma suave, sem me apressar e agradecendo os mimos que eu tava dando. Estiquei uma mão debaixo da cama, esperando encontrar no lugar a caixa onde guardava minhas coisas. Por sorte não tinha se mexido durante a mudança das camas e consegui pegar o potinho de gel sabor morango.
Deixei cair um jorro generoso nos meus dedos e depois espalhei primeiro na bunda dele. Josh se Agitou ao sentir o frio do gel, mas depois relaxou quando, com movimentos suaves do meu dedo indicador, fui introduzindo o gel até a primeira falange. Reclamou um pouco, mas aguentou a pressão. Pelas reações dele e o quão apertado era o cu dele, supus que era a primeira vez que alguém metia a sério no cu dele. Peguei no tronco do pau dele, mal conseguia fechar meu punho em volta, e, aproximando da minha boca, continuei acariciando a glande com a língua, dando batidinhas leves na coroa e depois fazendo círculos em volta da cabeçona. Com a outra mão, fui enfiando devagar o dedo indicador no cu dele, até chegar na segunda falange. Quando a ponta do meu dedo invasor começou a tocar o ponto P dele, a próstata, Josh quase me jogou pra trás, porque esticou as pernas, surpreso com a sensação nova; mas pra mim não bastava, mal roçava, precisava de um pouco mais de profundidade.
Continuei minhas carícias com a língua na ponta do pau dele, sem esquecer do tronco e das bolas, que pendiam grandes entre as pernas dele; me levantei um pouco pra dar mais espaço pros meus dedos e, sentindo como o cu dele apertava convulsivamente meu dedo, penetrei até a base, quase chegando nos nós dos dedos. Agora sim, tinha total acesso ao ponto P dele e aproveitei isso. Fazendo círculos no ponto com movimentos dos meus dedos, logo o deixei na minha mão. Os gritos do Josh deviam ter sido ouvidos até na recepção dos dormitórios, mas não ligamos. Logo senti que o pau do Josh começava a crescer mais, sinal de que ia gozar. Cobri rápido a ponta do falo com minha boca e comecei a chupar bem forte, enquanto com a mão que segurava o tronco apertava firme e continuava com um movimento sensual de cima pra baixo, fazendo a pele sensível esticar sobre o pau dele; com meu dedo invasor, redobrei o ataque e o resultado depois de uns minutos, foi quando ele encheu minha boca com as descargas de esperma branco, bateu no meu céu da boca e perdi a conta de quantas foram. Engoli só as duas primeiras, mas o resto escapou pelos cantos dos lábios, de tão abundantes que eram.
O peito do Josh agora estava fora de controle, tremendo e resmungando ainda o orgasmo que eu tinha provocado nele. A bunda dele tinha expulsado meu dedo de dentro, com contrações tão fortes que senti que ia quebrar. Enquanto Josh se debatia na cama, aproveitei a fraqueza dele e virei ele de bruços, ele se deixou levar. A costa sensual dele tinha tudo: força muscular combinada com a pele lisa e morena e as curvas pronunciadas que dominavam a bunda dele. Me inclinei sobre a bunda dele para beijar e provar a fundo. Apesar de ter gozado, senti que o pau dele ainda não tinha murchado de vez e estava num estado meio duro. Os restos do esperma que ele tinha me dado, compartilhei com a bunda dele em lambidas profundas e longas. Josh se acomodou totalmente de bruços e logo o pau dele começou a crescer de novo com minhas carícias. Troquei minha língua por um dedo, lubrificado com o próprio esperma dele e o gel; entrou sem problemas agora até a segunda falange em pouco tempo; um segundo dedo logo acompanhou o primeiro e me vi fodendo meu amigo moreno de forma deliberadamente lenta, tocando a próstata dele e saindo quase para recomeçar. Josh se entregou ao ataque e só conseguia ofegar a cada estocada.
"Please fuck me", ele disse por fim. Me posicionei então atrás dele. Meu peito nas costas dele; minha barriga contra a bunda dele; meu pau já totalmente molhado pelo meu próprio líquido seminal, apoiado decididamente no buraco da bunda dele; as pernas dele mal abertas e as minhas descansando nas coxas dele. A sensação de poder e sensualidade era inebriante. É um momento mágico quando você está prestes a desvirgar um exemplar delicioso de macho e ele está mais do que disposto a te aceitar, quase implorando para você fazer. Segurando um pouco a respiração, deixei entrar só a ponta do meu pau: Josh soltou um gemido gutural de rebeldia, mas aguentou. A bunda dele era tudo que você pode sonhar: carnuda, quente e bem apertadinha. Apoiei minhas mãos na cama, debaixo das axilas do Josh, não queria que ele sentisse nada além do meu pau na bunda dele.
Devagar, fui enfiando um pouco mais da vara, primeiro entrou o resto da cabeça e um pouco mais; parei por uns minutos. Josh se contorcia debaixo do meu corpo, ficava quieto bufando com a invasão e depois tomava forças de novo e pedia mais, me agarrando com as mãos pelas nádegas e puxando meu corpo para perto do dele, pedindo silenciosamente por mais. A sensação do meu pau sendo apertado pelo calor dele, aquela umidade gostosa e a contração da bunda dele no meu tronco era sensacional. Aos poucos, para não machucá-lo, meu pau foi entrando lá dentro. Gosto de ser cuidadoso com meus amantes quando eles me recebem e não apresso as coisas, vou no ritmo deles e sei me segurar o bastante para eles quererem repetir comigo.
Continuamos assim, até que senti minhas bolas encostarem na bunda dele e não dava para ir mais fundo: os 21 centímetros do meu pau estavam firmemente dentro do Josh, tomando posse pela primeira vez. Ele ficou parado e bufando, o rosto escondido entre os lençóis, como se estivesse estudando o tamanho do instrumento que acabara de estrear. Depois de um tempo, as mãos dele nas minhas nádegas pediam mais; eu me afastava um pouco só e enfiava de novo até o talo, acostumando ele ao vai e vem. Josh bufou de novo, senti a bunda dele se abrindo na minha investida, como uma flor. Sempre devagar, dando o tempo dele, fui aumentando aos poucos a distância percorrida, até que quase todo o tronco do meu pau saía da bunda dele, só a cabeça ficava lá dentro e de novo, lentamente, enfiando tudo até o fundo. Josh agora soltava uns gritos quase abafados, falando um monte de coisas. ininteligíveis pra mim.
Quando senti que ele já tinha se acostumado com a sensação, me retirei completamente, tão devagar quanto quando o penetrei. Quando me sentiu saindo de dentro dele, Josh levantou a cabeça do colchão e me procurou com o olhar; pude ver nos olhos dele a necessidade imperiosa de ser penetrado por mim. Soube então que o tinha cultivado como ele me cultivou.
Me levantei, saindo da cama, com a pica lustrosa e excitada ao máximo. Peguei mais gel do pote e passei generosamente no meu pau, até que ele ficasse todo escorregadio e brilhante. Abrindo a porta do quarto, peguei Josh e o levei até a grande mesa rústica de madeira que serve de sala de jantar na suíte. É uma mesa forte, de pernas grossas e feita pra aguentar o tranco; era nisso que eu tava confiando. Coloquei Josh de frente pra mesa, com a bunda virada pra mim e as mãos na borda. Busquei o ângulo certo pra atacar e logo encontrei a entrada do cu dele; senti ele apertar quando comecei a penetrá-lo de novo devagar e logo tive meu pau até o talo. Encontrei o ângulo perfeito pra estimular o ponto P dele com estocadas longas e lentas. Josh foi se apoiando aos poucos até ficar quase deitado na mesa, enquanto meu pau não parava de atacá-lo por trás. Senti as pernas dele quase sem apoio, prestes a ceder. Levantei primeiro um joelho dele na borda da mesa e continuei metendo agora de um jeito quase lateral. A maciez da bunda dele nas minhas mãos era fascinante, mas sentia ela firme e resistente a cada ataque das minhas cadeiras. Dando uma pausa, mas sem parar de aproveitar o interior dele, ajudei ele a subir o outro joelho na mesa, de modo que agora ele tava todo de joelhos em cima da mesa. Ele me ajudou abaixando um pouco o quadril, pra que meus movimentos tivessem mais efeito no ponto de prazer dele. Não quis tocar no pau dele em nenhum momento, mas a cada investida dava pra ouvir, estalos grandes e pesados na barriga molhada dele. As bolas dele... pendiam livremente entre suas pernas, balançando a cada golpe dos meus quadris com suas nádegas; às vezes eu sentia elas fazendo cócegas nas minhas próprias bolas e o contato ocasional era delicioso.
A nova posição me dava um acesso que antes não tinha, a bunda do Josh estava mais elevada e era fabuloso me segurar na curva das nádegas dele para montá-lo com mais força, enquanto meu pau explorava os mistérios do corpo dele. Assim que notei que ele tinha se acostumado com meu tamanho e meu peso, acelerei aos poucos o ritmo das minhas estocadas. Notei uma fina gota de suor que cruzava minha testa e rosto até cair quente sobre o corpo trêmulo do Josh, que agora tinha enterrado o rosto entre as duas mãos e cotovelos, apoiado na mesa, que rangia mas resistia de forma admirável ao nosso peso combinado.
Segurei seus muslos fortes, enquanto mudava o ângulo de penetração para massagear melhor a bunda dele. Josh agradeceu, pois senti como a bunda dele ficava dura de prazer, relaxando e se contraindo de novo de forma rítmica. A sensação no meu pau era de tirar o fôlego, tive que me agarrar nos quadris dele e diminuir o ritmo para não gozar naquela hora. Começava a sentir crescer na base das minhas bolas a chegada iminente do tão esperado orgasmo, tão desejado e tão adiado. Preferi mudar de posição para atrasar o máximo possível o momento.
Me retirei novamente do Josh, e pedi que ele se deitasse de barriga para cima na mesa, para ficar mais confortável. Me surpreendi com a dureza do pau dele, que estava agora maior do que antes, de tão excitado que eu o deixei. Ele levantou suas pernas morenas e as enlaçou ao redor dos meus ombros. Beijei a ponta dos dedos dos pés dele, enquanto me acomodava de novo entre suas pernas e enfiava até o fundo. Estocando entre seus muslos, agora tinha acesso aos mamilos do peito dele, aos braços que se estendiam para mim tocando meus ombros e aos quadris dele que resistiam a serem empalados pelo meu pau e pareciam querer, em vão, se defender com aquela arma maravilhosa que era sua rola ereta. A doce visão da sua bunda em volta da minha rola era hipnotizante: os anéis do cu dele se agarravam no meu tronco como se fosse questão de vida ou morte; relaxavam quando minha rola enfiava, engolindo tudo com facilidade, e quando eu me retirava, o cu dele dava mordidinhas involuntárias no meu pau.
Peguei ele também pelos ombros pra me apoiar e comecei meu ataque final com movimentos fortes e longos, deixando meu pau ir até a base das minhas bolas, pra sair rápido e meter de novo enquanto ele gritava pra eu dar mais e mais. A rola dele agora batia na minha barriga a cada estocada e os estalos que a gente fazia eram escandalosos; qualquer um que passasse fora do quarto poderia imaginar o que tava rolando lá dentro.
Sem parar de meter, peguei a rola dele com uma mão e comecei a bater uma punheta, coordenando os movimentos da minha mão com os do meu quadril. Uma lágrima escorria pela bochecha dele enquanto eu sentia o orgasmo crescer dentro de mim, lento mas inevitável, até que notei minha rola crescer um pouco mais e ficar ainda mais dura do que já tava, pra finalmente explodir dentro dele. Josh sentiu o primeiro batismo no cu dele, quente e abundante, e na hora gozou na minha mão; o jato dele saiu voando e quase me acertou, passou por cima do meu ombro e se perdeu no ar. A segunda gozada não foi tão forte, mas foi igualmente abundante, espalhando o resto na minha mão, enquanto o cu dele se contorcia em espasmos, numa tentativa louca de espremer até a última gota do elixir.
Desabei em cima da mesa e em cima do Josh e procurei a boca dele, ele me abraçou e, ainda com minha rola dentro dele, senti que aos poucos ela foi perdendo a força até ficar semiereta, insuficiente pra penetrar ele por completo, mas suficiente pra aproveitar aquele abraço delicioso pós-orgasmo. O pau do Josh descansava entre os nossos corpos. ventres, agora já diminuído em força e tamanho, mas ainda presente. Josh sorriu para mim, enquanto sua bunda finalmente expelia meu pau com uma forte pulsação.
— "Nunca mais vou comer nessa mesa", ele disse, quase dando uma risada, e eu o beijei de novo, provando seus lábios deliciosos.
Nós dois nos levantamos da mesa, os corpos trêmulos, e eu puxei ele para o meu quarto, queria dormir com ele. Ele se deixou levar e, deitando de lado, passou um braço em volta do meu pescoço; apoiei a cabeça entre meu travesseiro e seu braço forte; o outro braço me envolveu a cintura e ficou descansando na minha barriga lisa. Ele encostou os quadris na minha bunda e, pela dureza crescente do pau dele, senti que minha vez estava chegando enquanto eu mergulhava num sono pesado...
Fui pro meu quarto em silêncio, bem quietinho, não queria fazer mais barulho do que aqueles dois já tavam fazendo no quarto do Josh. A cama dele rangia e reclamava do tratamento que tava levando, e eu imaginei que não era à toa. Atravessei a sala da suíte e fechei a porta do meu quarto, fui deitar direto, pelado como tava. Meu despertador já marcava quase 11 da noite, e me surpreendi com o tempo, não achava que tinha sido tanto. Esqueci a ideia de sair pra balada, minha cabeça não aguentava mais. Afundei num sono gostoso pra caralho, enquanto os gemidos e gritos de prazer do David e do Josh ainda atravessavam minha porta...
No amanhecer de sábado, acordei com um raio de sol quente que entrava pela janela. Demorei um segundo pra me ligar onde tava e mais um pra me espreguiçar e acordar de vez. Embora ainda tivesse um monte de coisa pra fazer, a curiosidade de como o Josh ia reagir depois do tesão da noite passada me deixava em brasa. Por mim, eu tinha me deixado seduzir pelos mistérios que aquele corpo de deus africano podia esconder, mas não sabia dizer se ele ia querer levar o assunto além do encontro estranho de ontem. Sem perder mais tempo, resolvi tomar o banho já atrasado e, só de chinelos, fui pro banheiro, certo de que o Josh ainda tava dormindo.
Ia pegar a maçaneta da minha porta quando uma batida clara e forte nela me assustou. Olhei pelo olho mágico. da porta e era o Josh, que sorrindo me esperava do outro lado. Coisa estranha, depois do encontro quente de ontem à noite, não achei certo recebê-lo pelado, não me perguntem por quê, mas coloquei só um short e abri.
"E aí? Pensei que você tivesse com fome..." ele disse enquanto me estendia um milk-shake de banana com um sorriso safado no rosto. Ele estava vestido só com um short curto branco que fazia o corpo dele parecer absolutamente apetitoso. Peguei o milk-shake com uma mão enquanto agradecia e ele entrou no meu quarto, sem esperar convite. Deitou rapidamente na minha cama e, tomando posse do meu travesseiro, colocou atrás da cabeça para me observar melhor, sempre com um sorriso nos lábios. Homens negros nunca me pareceram bonitos, mas juro que ao ver aqueles lábios carnudos me sorrindo, o nariz reto e aqueles olhos castanhos que continham tantas promessas implícitas, minhas pernas derreteram por aquele cara.
Enquanto tomava o milk-shake em silêncio, apoiado em pé na minha escrivaninha, observei ele e me pegou de novo a escultura de ébano que era o corpo dele. A pele do Josh não era totalmente preta, mas sim de uma linda cor chocolate, totalmente sexy; as pernas dele eram muito longas, sem nenhum sinal aparente de pelo em lugar nenhum e as panturrilhas e coxas mostravam as consequências óbvias de horas de exercício na academia, mas sem serem muito volumosas; a cintura fina, com a barriga linda emoldurada por músculos definidos; o tronco dele ia se alargando para cima até terminar em uma costa larga rematada por ombros poderosos, onde começavam uns braços grossos que imaginei que poderiam me levantar se ele quisesse; a pele nua, escura e sedosa parecia brilhar com a luz da manhã e me hipnotizou a respiração rítmica dele, que fazia subir e descer o peitão dele, com os peitorais muito definidos e as aréolas dos mamilos bem pequenas e um pouco durinhas, não soube discernir se era pelo frio da manhã ou algo mais.
Enquanto eu o observava, parecia que Josh também estava me avaliando, como se decidisse o próximo passo na minha cama. Meu corpo não é nem de longe tão marcado e definido quanto o do Josh, mas minhas horas de academia e natação, somadas à minha altura de mais de 1,80 metro, me deram uma boa tonalidade muscular. Tenho um orgulho especial das minhas nádegas, um pouco porque elas são naturalmente empinadas e outro porque me custaram suor na academia. Meus ombros são largos e meu peito é volumoso, embora de definição natural, não como o do Josh.
Meu shake finalmente acabou, e eu estava tão absorto admirando o corpo do Josh que só meus contínuos sorvos no vazio pareceram detonar o que aconteceu em seguida. Como se fosse um sinal, Josh pulou da cama e, segurando meu pulso, disse com um sorriso sedutor: "I think a bath is in order, don't you think?" e, me tirando do quarto, me levou até o banheiro.
Enquanto me deixava levar até os chuveiros, também me deixei cativar por aquela bunda firme e pequena, agora envolta no short branco. Senti meu pau começar a acordar, apertando contra meu próprio short. Embora já tivesse tido experiências com outros caras antes, elas foram no ensino médio e, embora muito quentes, a verdade é que em cada uma eu desempenhei muito claramente o papel de ativo ou passivo, porque as coisas aconteceram assim. Com Josh era diferente: me atraíam igualmente o cu e o pau dele, tão exóticos pela pele escura, mas ao mesmo tempo tão perfeitos na sua própria natureza.
Rindo, entramos no amplo banheiro, que tinha dois grandes chuveiros privativos e uma longa área de lavatórios, além de uma máquina de lavar num canto. Mal entramos, Josh se certificou de passar o trinco na porta, pra não levarmos um susto como o de ontem. Os chuveiros estavam inundados de luz, pois uma ampla janela superior corria por todo o quarto e fazia com que a claridade prístina da manhã iluminasse toda a área.
Josh se abaixou e tirou o short branco de uma só vez, deixando-o cair até os tornozelos; o pau dele pendia como uma cobra entre as pernas, mas já devia ter uns 12 centímetros e era evidente a excitação, pois rapidamente estava se erguendo diante dos meus olhos. Tirei então também meu short e entrei no chuveiro para ajustar a água. Sentia a temperatura do meu próprio corpo subindo, com aquela sensação de tesão e calor que dá antes de foder. Josh ficou na entrada do chuveiro, nu como estava, observando minhas nádegas peladas e apoiado com as duas mãos na entrada, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
"Você não vai entrar?" falei enquanto me virava com um sorriso, enquanto a água quente escorria pelo meu corpo e exibia diante do seu olhar pecaminoso a rigidez do meu falo, que é um pouco curvado pra cima e, quando ereto, se ergue a quase 180 graus, com a cabeça circuncidada fazendo cócegas no meu ventre. Mike me deu um sorriso encantador enquanto dizia "I just was waiting for you to say so..." e, com um passo decidido, entrou sob a corrente quente de água que nos envolveu rapidamente.
Nos fundimos num abraço, reconhecendo nossos corpos. Abracei Josh como se abraça um amante de muito tempo, sem inibições e sem barreiras. Puxei ele para perto do meu corpo para sentir a firmeza do ventre dele contra o meu. Minha cabeça virou naturalmente e buscou a boca dele, de lábios grossos e sensuais, até encontrar o suave e úmido tesouro da sua língua, que se debateu como um peixinho nos meus lábios. O nariz dele soltou um leve resfolegar, como quem fica sem ar e o reencontra num beijo. Sentindo o abraço dos seus braços fortes, me segurando contra o corpo dele; o contato dos nossos ventres era eletrizante, enquanto a água levava os restos da noite anterior. Enquanto nos beijávamos, nos segurávamos num abraço simples, mas era exatamente isso que tornava a situação mais sexy: sentir como meu pau, agora totalmente duro, descansava entre a barriga dela e a minha, sem maiores fricções, e o falo dele, que era bem reto e se erguia a pouco mais de 90 graus, agora apontava para se alojar entre o túnel das minhas pernas — era do mais sensual.
Beijei ele no pescoço e continuei minha exploração, seguindo agora o grande pomo de adão da garganta dele. Josh jogou a cabeça para trás para me dar mais liberdade, me empolgou beijando-lhe o pescoço e dando lambidas seguindo a linha fina do maxilar dele; senti como ele estremecia sob o carinho e a umidade da minha boca. Passei os braços em volta do pescoço dele, acariciando o cabelo escuro e cacheado, tão curto que parecia quase careca. Enfiei o nariz no pescoço dele, absorvendo o aroma, que com a água escorrendo agora cheirava de um jeito muito peculiar, a almíscar que cheirava a macho, a poder e sensualidade.
As mãos de Josh lentamente deixaram minhas costas, rodeando minha cintura para descer suavemente sobre a curva túrgida das minhas nádegas. As mãos dele me acariciaram devagar, amassando as bandas da minha bunda com cuidado, sentindo a firmeza e separando-as para juntá-las de novo. Era uma posição que, devo confessar, eu curto muito: ficar assim de frente pro meu amante, nus os dois, e sentir ele curtindo minha bunda. A boca dele buscou ansiosamente a minha enquanto eu sentia a respiração dele se agitar contra meu peito.
Quis retomar o controle da situação e, dando um beijo leve na boca dele, quebrei o encanto brevemente para virar de costas de forma sedutora e pegar o xampu. O vapor da água agora já inundava quase todo o banheiro e dava um ar de mistério à situação. Josh aproveitou meu movimento para pegar o frasco de sabonete líquido e espalhá-lo na parte de trás do meu pescoço; começou com movimentos circulares suaves a descer pelas minhas costas, até alcançar minha cu e as pernas.
Fiquei parado pra deixar ele fazer o trabalho de limpeza, senti ele se abaixar pra passar sabão nas minhas panturrilhas e, quando olhei pros meus pés, pude ver o pedaço de pau que agora se erguia inteiro entre as pernas dele. Era enorme, calculava uns 23 ou 24 centímetros, grossa e reta, com a cabeçona sem circuncisão e de um tom um pouco mais escuro que o resto da pele dele. Quando ele se levantou, tomou cuidado de encostar o corpo no meu, pra dividirmos o sabão e eu sentir o pau ameaçador na fenda da minha bunda. Eu ri sem querer, de nervoso com aquele tamanho. Meu próprio pau é uns 2 ou 3 centímetros menor que o do Josh, mas da mesma grossura. Mesmo assim, era a maior rola que eu já tinha pego na mão e não ia facilitar as coisas pra ele. Deixei ele deslizar, agora com o efeito da lubrificação do sabão entre minhas pernas; ele me fez sentir o peso e a força com as estocadas, batendo nas minhas bolas com a ponta do falo e deslizando pela fenda das minhas nádegas. Senti a pele queimar com o contato desse homem, me acendia e, se eu não fizesse algo rápido, ia acabar com o pau dele no meu cu e, sério, eu queria explorar tudo com o Josh.
Quase me deixando vencer, virei devagar, pra ficar de frente. Passei shampoo no cabelo dele, até fazer uma espuma gostosa e grossa. Josh pareceu desapontado, mas no fim entendeu que valia a pena esperar. Ele me ajudou com o shampoo também e depois se virou, me oferecendo as costas pra eu ensaboar do mesmo jeito. Minhas mãos tremiam enquanto, armadas com o shampoo líquido suave, percorriam as costas fortes dele, os braços robustos e, nervosamente, desciam até onde as costas terminavam. A pele dele era lisa e macia debaixo da água quente, e só uma pinta pequena na nádega direita quebrava a perfeição, mas deixava a bunda dele ainda mais gostosa. As nádegas do Josh nasciam bem em cima de suas pernas longas e, embora fossem pequenas, eram musculosas e extremamente generosas, com a fenda escura dividindo suas nádegas eróticas. Me deu vontade de possuí-lo ali mesmo, sem cerimônias.
Como se tivesse lido meus pensamentos, Josh apoiou as mãos na parede e empinou a bunda para trás, num movimento que me surpreendeu. Meu pau, ereto e sempre apontando para cima, encontrou abrigo entre a fenda do rabo dele e ali ficou, se deliciando enquanto ele começava um movimento suave de cima para baixo, que fazia todo o tronco da minha vara percorrer desde o nascimento das suas bolas grandes até parar quase na entrada do cu e ir além, no início das suas costas, só para recomeçar. Abracei sua cintura fina e encostei meu peito nas suas costas, sentindo a firmeza dos seus músculos se esticarem sob meu abraço. Meus dedos subiram até o peito dele e brincaram com seus mamilos, duros e pequenos no meio dos seus peitorais grandes.
Meus quadris começaram então um movimento de vai e vem, com a água escorrendo pelos nossos corpos; por momentos, parecia que a ponta do meu pau parava mais do que o necessário na bunda dele, pressionando levemente e ameaçando penetrar; pensei que Josh reclamaria de um avanço tão descarado, mas ele não disse nada, só gemia e mexia a bunda na minha direção, como me incentivando a finalmente penetrá-lo.
Depois de ver seu comportamento com David, imaginava Josh mais do tipo ativo do que passivo, mas não posso negar que gostei desse claro sinal de suas preferências por mim, embora não descartasse tomar posse daquela percha preta e gostosa. O sabão entre suas nádegas começava a diminuir, então peguei mais líquido da garrafa e passei generosamente na fenda do cu dele, limpando perfeitamente com movimentos lentos dos meus dedos; de quebra, agarrei por trás suas bolas e o pau para deixá-los limpos.
Josh gemia constantemente e, com as pernas tremendo, fiz com que ele se pusesse Em pé. Ele logo se pendurou no meu pescoço com um braço, quase me forçando a dar um beijo longo e prolongado, enquanto com a outra mão juntava nossas rolas e as esfregava até que a espuma branca as envolvesse. Me senti no paraíso, com a sensação de que a vida estava escapando pelo meu pau; sentindo o peso e a grossura do falo dele se esfregando junto ao meu, os dois paus eram tão grossos que, juntos, eu não conseguia envolvê-los com uma mão.
Comecei a ensaboar o peito dele e o resto do corpo, fazendo a espuma branca envolver sua pele escura e macia. Ele fez o mesmo e logo estávamos cobertos de sabão dos pés à cabeça. Nos enxaguamos devagar, com o cheiro de limpeza na pele. Minha bunda ficou limpa graças ao Josh, que a ensaboou lentamente com um dedo comprido, sem ainda me penetrar, até o sabão fazer seu trabalho. Depois, num impulso de paixão, me segurando pelo ombro, ele me virou de leve contra a parede, sem admitir discussão, de modo que minha bunda ficou exposta ao ar na frente dele. Ele se ajoelhou atrás de mim e, separando minhas nádegas com suas mãos firmes, senti seus lábios e sua língua comprida invadirem meu cu e penetrarem suavemente, com lambidas suaves e longas que faziam minhas pernas ficarem moles.
Ele ficou me dando fogo por um tempo, perdi a noção do tempo, extasiado com a sensação molhada das carícias dele na minha bunda. Senti ele se levantar e finalmente fechar a água. O quarto agora estava cheio de vapor, a visibilidade era quase zero e decidimos nos mudar para o meu quarto com o que tínhamos. Nos enrolamos bem em duas toalhas extragrandes e saímos do chuveiro entre risadas. Atravessando rápido a sala, as rolas duras batendo contra nossas barrigas enquanto corríamos até o quarto, que fechamos sem demora. Jogando a toalha na minha cama, fechei as cortinas do quarto para mais privacidade. Josh sugeriu então juntar minha cama com a do meu colega de quarto e fizemos isso em 1 minuto.
Josh me Joguei ele na cama extragrande, fazendo ela ranger e chiar quando meu corpo quicou nela. O pau achocolatado dele balançava pra cima e pra baixo enquanto ele se jogava em cima de mim, me dando um beijo que roubou meu fôlego. Mordi os lábios dele um pouco mais forte do que o necessário, enquanto a gente rolava sobre os lençóis, estreando eles como cama da nossa paixão.
Josh ficou debaixo de mim e eu cobri os olhos e o rosto dele de beijos, parando um minuto na boca dele, explorando aqueles lábios carnudos e entrelaçando nossas línguas, depois continuei descendo pela pele dele, sugando o pomo de adão do pescoço e descendo de novo até o peito. Minhas pernas agora estavam enroscadas nas dele e senti que nossos corpos já começavam a secar. Os mamilos dele ainda estavam molhados, gostosos e frescos, e o contato com meus lábios roubava um pouco de umidade de cada um. Josh gemeu de prazer quando os mamilos dele ficaram duros. Minha língua percorreu o músculo fino e definido dos peitorais dele; continuei até chegar nas axilas e provar o espaço salgado que ainda tinha ali. Deixei um rastro molhado até chegar na barriga dele, onde desci em movimentos de espiral pelo abdômen tanquinho, agora todo trêmulo. Josh pegou meu travesseiro e mordeu ele com força, grunhindo de prazer. Parecia que meu tratamento começava a ficar insuportável pra ele, e pra mim isso era perfeito: eu me deliciava em saber que conseguia dar prazer pra ele em novos níveis. Só de pensar em ter esse pedaço de homem entre meus lençóis me fazia sentir a mil por hora. Parei mais um tempo pra lamber e acariciar o umbigo dele com minha língua; era um pouco saltado, parecia querer escapar da prisão de músculos que era a barriga dele e se esbarrava nos meus lábios a cada chupão que eu dava.
A respiração de Josh ficava ofegante e ele continuava com o rosto escondido no meu travesseiro, abraçando ele com os dois braços. Desci só um pouco no meu caminho, sem separar minha língua da pele dele por um momento. Ébano, até encontrar os primeiros vestígios de pelo pubiano, que eram bem poucos porque pelo visto Josh se depilava e só tinha um pequeno e discreto montinho na base do escuro e longo falo. Josh ficou na expectativa e eu o observei de forma brincalhona, enquanto acariciava ambas as coxas dele com minhas mãos, preparando-o para meu próximo avanço. Quando comecei a beijar a região do baixo ventre, Josh tirou o travesseiro do rosto e colocou atrás da cabeça, de modo que pudesse ver o que estava rolando. Esse era o sinal que eu estava esperando: queria que Josh visse como eu engolia aquele instrumento enorme que ele tinha de pau. Levantei as duas pernas dele, de cada lado das minhas orelhas e, passando outro travesseiro debaixo da bunda dele, ergui seus quadris. Josh me olhava espantado e com um sorriso de satisfação no rosto.
Comecei a beijar a base do pau grosso dele, provando o gosto gostoso da pele, uma mistura de sal e sabão. A maciez da pele na minha língua era embriagadora, queria mais. Virando levemente a cabeça, fechei os lábios ao redor da base daquele tronco e, quando apertei um pouco, Josh prendeu minha cabeça entre as coxas grandes dele; levei como um sinal de aprovação. Senti a rigidez dominante no membro dele e logo senti o cheiro de macho, almíscar de sexo, prazer e excitação; tudo num perfume só. Josh começou a gemer ao sentir minha língua descendo agora pelo caule do pau dele, saboreando cada veia e cada protuberância; o caminho era longo e eu não tinha pressa. O gosto de limpo e salgado me deixava tonta, era delicioso. Minhas mãos continuaram acariciando as coxas dele, eu agora estava deitada de barriga na cama e logo os carinhos foram para a bunda dele, que descansava no travesseiro.
Sem segurar o pau dele com as mãos, meu único contato com ele era através dos lábios e da língua; minhas mãos acolhiam a bunda dele como se fosse uma taça de sabor delicioso, e Josh se viu Pronto, preso entre dois fogos: de um lado, a vara dele era atacada com uma lentidão deliciosa pelos meus lábios; do outro, a bunda dele foi assediada por movimentos suaves dos meus polegares, que faziam círculos na região do cu. Josh me apressava com o quadril pra eu pegar o prêmio que ele tanto queria, mas teve que esperar mais um pouco até eu decidir ceder aos desejos dele: acelerei o ritmo e, pegando entre meus lábios a cabecinha grande e sem circuncisão, acariciei com a língua toda a borda da glande; provei então o líquido seminal que começava a jorrar, aquele gosto amargo e meio salgado inundou meus sentidos e me deixou ainda mais excitada. Josh soltou um grunhido "Motherfucker!" quando fiz isso, e levei como um elogio. Não deixei escapar nem uma gota da fonte dele; logo comecei a engolir o resto do pau escuro, enquanto o coitado do Josh parecia lutar entre a vida e a morte nos meus braços; largou o travesseiro, deixando ele ainda de apoio atrás da cabeça, e me pegou pela cabeça como eu tinha visto o David fazer; quis apressar meu ritmo, mas um par de apertões leves no priapo dele foram suficientes pra ele entender que, pelo menos pra mim, quem dava o boquete era o rei e senhor da situação.
Devagar, mas sem parar, fui engolindo até onde dava a vara dele, bufando e dando carícias por todo lado, entre os quase soluços do Josh. O corpo dele se contorcia debaixo do meu, se sentindo quase vítima das minhas putarias. Meus dedos começaram então um ataque mais firme na bunda dele, sentindo a carne macia e firme da pele. A bunda do Josh era uma delícia pro tato, então resolvi provar com outro sentido: o gosto. Peguei as pernas dele por trás dos joelhos e fiz ele apoiar os pés nos meus ombros. Essa posição, mais o travesseiro debaixo da bunda dele, fez o cu escuro ficar mais exposto do que nunca. Fiquei de joelhos na cama, dando um beijo de despedida momentâneo e temporário na vara dele. pau, pra me concentrar agora na bunda dele exposta. Josh tentou se rebelar, se apoiando um pouco nos cotovelos, mas coloquei uma mão no peito dele e a outra agarrou as bolas dele, apertando firme mas sem machucar. Ele se largou na hora, rendido às sensações provocadas pela minha língua, que já estava penetrando ele, alternando movimentos suaves e profundos, rápidos e leves pelo cu dele e abrangendo a área do períneo, entre o cu e a base da rola. Isso acabou deixando ele louco e ele se debatia como se quisesse se soltar do meu abraço. Minhas mãos se colocaram atrás dos joelhos dele e os puxaram pra frente até tocarem o peito dele; a bunda dele ficou ainda mais exposta às minhas carícias e eu aproveitei a situação, alternando entre o cu e a pau dele.
O pobre Josh não sabia como reagir, eu tava dando o boquete do século e ele tava curtindo pra caralho. Também me pareceu que ele tava descobrindo uma nova faceta da sexualidade dele, uma onde existia espaço pra se deixar querer e também se deixar levar pelo amante. E eu tava ali pra ele.
A barriga dele tremia enquanto minha boca curtia a pau dele, chupando e mamando como se não houvesse amanhã. Minhas mãos continuavam nas coxas macias e fortes dele, com os joelhos grudados no peito, forçando ele a ficar numa posição meio desconfortável mas que valeria a pena daqui a pouco. Ele soltou um suspiro de prazer enquanto minha língua encontrava um novo ângulo de ataque na glande inchada dele; um ângulo que pareceu agradar mais porque ele começou a passar a mão no meu cabelo agora de forma suave, sem me apressar e agradecendo os mimos que eu tava dando. Estiquei uma mão debaixo da cama, esperando encontrar no lugar a caixa onde guardava minhas coisas. Por sorte não tinha se mexido durante a mudança das camas e consegui pegar o potinho de gel sabor morango.
Deixei cair um jorro generoso nos meus dedos e depois espalhei primeiro na bunda dele. Josh se Agitou ao sentir o frio do gel, mas depois relaxou quando, com movimentos suaves do meu dedo indicador, fui introduzindo o gel até a primeira falange. Reclamou um pouco, mas aguentou a pressão. Pelas reações dele e o quão apertado era o cu dele, supus que era a primeira vez que alguém metia a sério no cu dele. Peguei no tronco do pau dele, mal conseguia fechar meu punho em volta, e, aproximando da minha boca, continuei acariciando a glande com a língua, dando batidinhas leves na coroa e depois fazendo círculos em volta da cabeçona. Com a outra mão, fui enfiando devagar o dedo indicador no cu dele, até chegar na segunda falange. Quando a ponta do meu dedo invasor começou a tocar o ponto P dele, a próstata, Josh quase me jogou pra trás, porque esticou as pernas, surpreso com a sensação nova; mas pra mim não bastava, mal roçava, precisava de um pouco mais de profundidade.
Continuei minhas carícias com a língua na ponta do pau dele, sem esquecer do tronco e das bolas, que pendiam grandes entre as pernas dele; me levantei um pouco pra dar mais espaço pros meus dedos e, sentindo como o cu dele apertava convulsivamente meu dedo, penetrei até a base, quase chegando nos nós dos dedos. Agora sim, tinha total acesso ao ponto P dele e aproveitei isso. Fazendo círculos no ponto com movimentos dos meus dedos, logo o deixei na minha mão. Os gritos do Josh deviam ter sido ouvidos até na recepção dos dormitórios, mas não ligamos. Logo senti que o pau do Josh começava a crescer mais, sinal de que ia gozar. Cobri rápido a ponta do falo com minha boca e comecei a chupar bem forte, enquanto com a mão que segurava o tronco apertava firme e continuava com um movimento sensual de cima pra baixo, fazendo a pele sensível esticar sobre o pau dele; com meu dedo invasor, redobrei o ataque e o resultado depois de uns minutos, foi quando ele encheu minha boca com as descargas de esperma branco, bateu no meu céu da boca e perdi a conta de quantas foram. Engoli só as duas primeiras, mas o resto escapou pelos cantos dos lábios, de tão abundantes que eram.
O peito do Josh agora estava fora de controle, tremendo e resmungando ainda o orgasmo que eu tinha provocado nele. A bunda dele tinha expulsado meu dedo de dentro, com contrações tão fortes que senti que ia quebrar. Enquanto Josh se debatia na cama, aproveitei a fraqueza dele e virei ele de bruços, ele se deixou levar. A costa sensual dele tinha tudo: força muscular combinada com a pele lisa e morena e as curvas pronunciadas que dominavam a bunda dele. Me inclinei sobre a bunda dele para beijar e provar a fundo. Apesar de ter gozado, senti que o pau dele ainda não tinha murchado de vez e estava num estado meio duro. Os restos do esperma que ele tinha me dado, compartilhei com a bunda dele em lambidas profundas e longas. Josh se acomodou totalmente de bruços e logo o pau dele começou a crescer de novo com minhas carícias. Troquei minha língua por um dedo, lubrificado com o próprio esperma dele e o gel; entrou sem problemas agora até a segunda falange em pouco tempo; um segundo dedo logo acompanhou o primeiro e me vi fodendo meu amigo moreno de forma deliberadamente lenta, tocando a próstata dele e saindo quase para recomeçar. Josh se entregou ao ataque e só conseguia ofegar a cada estocada.
"Please fuck me", ele disse por fim. Me posicionei então atrás dele. Meu peito nas costas dele; minha barriga contra a bunda dele; meu pau já totalmente molhado pelo meu próprio líquido seminal, apoiado decididamente no buraco da bunda dele; as pernas dele mal abertas e as minhas descansando nas coxas dele. A sensação de poder e sensualidade era inebriante. É um momento mágico quando você está prestes a desvirgar um exemplar delicioso de macho e ele está mais do que disposto a te aceitar, quase implorando para você fazer. Segurando um pouco a respiração, deixei entrar só a ponta do meu pau: Josh soltou um gemido gutural de rebeldia, mas aguentou. A bunda dele era tudo que você pode sonhar: carnuda, quente e bem apertadinha. Apoiei minhas mãos na cama, debaixo das axilas do Josh, não queria que ele sentisse nada além do meu pau na bunda dele.
Devagar, fui enfiando um pouco mais da vara, primeiro entrou o resto da cabeça e um pouco mais; parei por uns minutos. Josh se contorcia debaixo do meu corpo, ficava quieto bufando com a invasão e depois tomava forças de novo e pedia mais, me agarrando com as mãos pelas nádegas e puxando meu corpo para perto do dele, pedindo silenciosamente por mais. A sensação do meu pau sendo apertado pelo calor dele, aquela umidade gostosa e a contração da bunda dele no meu tronco era sensacional. Aos poucos, para não machucá-lo, meu pau foi entrando lá dentro. Gosto de ser cuidadoso com meus amantes quando eles me recebem e não apresso as coisas, vou no ritmo deles e sei me segurar o bastante para eles quererem repetir comigo.
Continuamos assim, até que senti minhas bolas encostarem na bunda dele e não dava para ir mais fundo: os 21 centímetros do meu pau estavam firmemente dentro do Josh, tomando posse pela primeira vez. Ele ficou parado e bufando, o rosto escondido entre os lençóis, como se estivesse estudando o tamanho do instrumento que acabara de estrear. Depois de um tempo, as mãos dele nas minhas nádegas pediam mais; eu me afastava um pouco só e enfiava de novo até o talo, acostumando ele ao vai e vem. Josh bufou de novo, senti a bunda dele se abrindo na minha investida, como uma flor. Sempre devagar, dando o tempo dele, fui aumentando aos poucos a distância percorrida, até que quase todo o tronco do meu pau saía da bunda dele, só a cabeça ficava lá dentro e de novo, lentamente, enfiando tudo até o fundo. Josh agora soltava uns gritos quase abafados, falando um monte de coisas. ininteligíveis pra mim.
Quando senti que ele já tinha se acostumado com a sensação, me retirei completamente, tão devagar quanto quando o penetrei. Quando me sentiu saindo de dentro dele, Josh levantou a cabeça do colchão e me procurou com o olhar; pude ver nos olhos dele a necessidade imperiosa de ser penetrado por mim. Soube então que o tinha cultivado como ele me cultivou.
Me levantei, saindo da cama, com a pica lustrosa e excitada ao máximo. Peguei mais gel do pote e passei generosamente no meu pau, até que ele ficasse todo escorregadio e brilhante. Abrindo a porta do quarto, peguei Josh e o levei até a grande mesa rústica de madeira que serve de sala de jantar na suíte. É uma mesa forte, de pernas grossas e feita pra aguentar o tranco; era nisso que eu tava confiando. Coloquei Josh de frente pra mesa, com a bunda virada pra mim e as mãos na borda. Busquei o ângulo certo pra atacar e logo encontrei a entrada do cu dele; senti ele apertar quando comecei a penetrá-lo de novo devagar e logo tive meu pau até o talo. Encontrei o ângulo perfeito pra estimular o ponto P dele com estocadas longas e lentas. Josh foi se apoiando aos poucos até ficar quase deitado na mesa, enquanto meu pau não parava de atacá-lo por trás. Senti as pernas dele quase sem apoio, prestes a ceder. Levantei primeiro um joelho dele na borda da mesa e continuei metendo agora de um jeito quase lateral. A maciez da bunda dele nas minhas mãos era fascinante, mas sentia ela firme e resistente a cada ataque das minhas cadeiras. Dando uma pausa, mas sem parar de aproveitar o interior dele, ajudei ele a subir o outro joelho na mesa, de modo que agora ele tava todo de joelhos em cima da mesa. Ele me ajudou abaixando um pouco o quadril, pra que meus movimentos tivessem mais efeito no ponto de prazer dele. Não quis tocar no pau dele em nenhum momento, mas a cada investida dava pra ouvir, estalos grandes e pesados na barriga molhada dele. As bolas dele... pendiam livremente entre suas pernas, balançando a cada golpe dos meus quadris com suas nádegas; às vezes eu sentia elas fazendo cócegas nas minhas próprias bolas e o contato ocasional era delicioso.
A nova posição me dava um acesso que antes não tinha, a bunda do Josh estava mais elevada e era fabuloso me segurar na curva das nádegas dele para montá-lo com mais força, enquanto meu pau explorava os mistérios do corpo dele. Assim que notei que ele tinha se acostumado com meu tamanho e meu peso, acelerei aos poucos o ritmo das minhas estocadas. Notei uma fina gota de suor que cruzava minha testa e rosto até cair quente sobre o corpo trêmulo do Josh, que agora tinha enterrado o rosto entre as duas mãos e cotovelos, apoiado na mesa, que rangia mas resistia de forma admirável ao nosso peso combinado.
Segurei seus muslos fortes, enquanto mudava o ângulo de penetração para massagear melhor a bunda dele. Josh agradeceu, pois senti como a bunda dele ficava dura de prazer, relaxando e se contraindo de novo de forma rítmica. A sensação no meu pau era de tirar o fôlego, tive que me agarrar nos quadris dele e diminuir o ritmo para não gozar naquela hora. Começava a sentir crescer na base das minhas bolas a chegada iminente do tão esperado orgasmo, tão desejado e tão adiado. Preferi mudar de posição para atrasar o máximo possível o momento.
Me retirei novamente do Josh, e pedi que ele se deitasse de barriga para cima na mesa, para ficar mais confortável. Me surpreendi com a dureza do pau dele, que estava agora maior do que antes, de tão excitado que eu o deixei. Ele levantou suas pernas morenas e as enlaçou ao redor dos meus ombros. Beijei a ponta dos dedos dos pés dele, enquanto me acomodava de novo entre suas pernas e enfiava até o fundo. Estocando entre seus muslos, agora tinha acesso aos mamilos do peito dele, aos braços que se estendiam para mim tocando meus ombros e aos quadris dele que resistiam a serem empalados pelo meu pau e pareciam querer, em vão, se defender com aquela arma maravilhosa que era sua rola ereta. A doce visão da sua bunda em volta da minha rola era hipnotizante: os anéis do cu dele se agarravam no meu tronco como se fosse questão de vida ou morte; relaxavam quando minha rola enfiava, engolindo tudo com facilidade, e quando eu me retirava, o cu dele dava mordidinhas involuntárias no meu pau.
Peguei ele também pelos ombros pra me apoiar e comecei meu ataque final com movimentos fortes e longos, deixando meu pau ir até a base das minhas bolas, pra sair rápido e meter de novo enquanto ele gritava pra eu dar mais e mais. A rola dele agora batia na minha barriga a cada estocada e os estalos que a gente fazia eram escandalosos; qualquer um que passasse fora do quarto poderia imaginar o que tava rolando lá dentro.
Sem parar de meter, peguei a rola dele com uma mão e comecei a bater uma punheta, coordenando os movimentos da minha mão com os do meu quadril. Uma lágrima escorria pela bochecha dele enquanto eu sentia o orgasmo crescer dentro de mim, lento mas inevitável, até que notei minha rola crescer um pouco mais e ficar ainda mais dura do que já tava, pra finalmente explodir dentro dele. Josh sentiu o primeiro batismo no cu dele, quente e abundante, e na hora gozou na minha mão; o jato dele saiu voando e quase me acertou, passou por cima do meu ombro e se perdeu no ar. A segunda gozada não foi tão forte, mas foi igualmente abundante, espalhando o resto na minha mão, enquanto o cu dele se contorcia em espasmos, numa tentativa louca de espremer até a última gota do elixir.
Desabei em cima da mesa e em cima do Josh e procurei a boca dele, ele me abraçou e, ainda com minha rola dentro dele, senti que aos poucos ela foi perdendo a força até ficar semiereta, insuficiente pra penetrar ele por completo, mas suficiente pra aproveitar aquele abraço delicioso pós-orgasmo. O pau do Josh descansava entre os nossos corpos. ventres, agora já diminuído em força e tamanho, mas ainda presente. Josh sorriu para mim, enquanto sua bunda finalmente expelia meu pau com uma forte pulsação.
— "Nunca mais vou comer nessa mesa", ele disse, quase dando uma risada, e eu o beijei de novo, provando seus lábios deliciosos.
Nós dois nos levantamos da mesa, os corpos trêmulos, e eu puxei ele para o meu quarto, queria dormir com ele. Ele se deixou levar e, deitando de lado, passou um braço em volta do meu pescoço; apoiei a cabeça entre meu travesseiro e seu braço forte; o outro braço me envolveu a cintura e ficou descansando na minha barriga lisa. Ele encostou os quadris na minha bunda e, pela dureza crescente do pau dele, senti que minha vez estava chegando enquanto eu mergulhava num sono pesado...
1 comentários - Relato Gay: 16 de Setembro na Facul (2 de 3)