Fazia mais ou menos um ano que eu morava em Veracruz Puerto, uma cidade linda no sul do México. Já tinha me acostumado com o clima extremo, calor de 40 graus e chuvas fortes e refrescantes à noite. A experiência do primeiro emprego era gratificante, embora eu ainda não tivesse amigos de verdade, então nos fins de semana eu ia, feito um bicho estranho, tomar um café tradicional na Parroquia.
Num desses sábados de solidão, ao entrar na Parroquia, encontrei um velho amigo da minha adolescência, Miguel. A gente chamava ele de Migue, de carinho, naquela época. Ele estava jantando com os pais. Me convidaram pra jantar com eles e eu aceitei de bom grado. Fazia um tempão que eu não via ele, desde o ensino médio, e ele se levantou na hora da mesa pra me dar um abraço, todo sorridente de braços abertos. Fiquei vermelho ao ver ele de bermuda, camisa de turista e sandálias de couro. A gente se abraçou no meio da Parroquia com um sentimento forte e umas palmadas nas costas. O Migue que eu lembrava do colégio era educado, comportado, sorridente e um bom companheiro, além de já ter um corpão naquela época. Mas agora, ao vê-lo, meu coração foi parar na garganta. De um garoto bonito, ele tinha se transformado num homem completo: ombros largos e cintura fina, braços de campeão e um peito bem definido que dava pra adivinhar sugestivo por baixo da camisa branca. Não consegui ver direito na hora, mas senti a pica dar um pulo só de imaginar o resto do pacote.
Ele me convidou pra sentar do lado dele, o que fiz com um certo nervosismo, porque ele tinha sido meu melhor amigo na época, meu amor platônico e objeto das minhas fantasias mais loucas desde sempre, embora a gente tivesse perdido contato há muito tempo. Lembrei que o primeiro filme pornô que vi na vida foi ao lado dele, na companhia de outro amigo. O filme era hétero, claro, e nele um garotão comia gostosão uma mulher um pouco mais velha. Migue, pra não amassar a roupa, tinha dito... ele tinha tirado a camisa e estávamos nós três na cama, mais quentes que pão saindo do forno, vendo o filme. Lembro de estar mais interessado na pica do garoto e no torso nu do Migue do que na velha.
Afastei essas lembranças da mente e me juntei à conversa gostosa. Os pais dele eram bons anfitriões e me fizeram sentir em família. A noite passou e o Migue me envolveu de novo com o charme dele; apesar do tempo, continuava sendo um bom homem e isso me encantou. Quando estávamos pagando o jantar, começou uma chuva forte que não parava. Os pais dele se despediram, pois iam ficar no Hotel Emporio, perto da Paróquia, e o Migue na hora se ofereceu pra me dar uma carona. Aceitei na mesma hora.
Corremos pro carro na chuva insistente, pulando e desviando de poças e das correntes de água que tinham se formado, e nem preciso dizer que chegamos ensopados. Rindo feito moleques, seguimos pra minha casa em Boca del Río, que não era muito longe. Eu morava na época num condomínio com piscina e à noite ela ficava iluminada, era um lugar bem agradável. Durante o trajeto, eu estava bem nervoso, embora sendo sincero, não achei que pudesse rolar nada além de um gesto gentil da parte dele, mas me animei quando cheguei em casa e convidei ele pra entrar, pra minha surpresa ele topou de boa.
Encharcados do jeito que estávamos, entramos em casa correndo, porque ainda tava chovendo a cântaros. Convidei ele pra sentar na sala e ele disse — Não, imagina? Vou deixar tudo molhado pra você. — Na hora, ele tirou a camisa de uma vez, deixando à mostra aquele torso bem trabalhado. O peito dele tinha uns pezões de homem, do tamanho de uma moeda de 10 reais, com os bicos já durinhos de frio, no meio de um par de peitorais bem definidos. O torso era forte e bem proporcionado, deu vontade de morder ele ali mesmo, no meio da sala. Acho que fiquei olhando feito bobo mais tempo do que devia, porque enquanto sorria safado, ele se abaixou pra tirar o short. e me jogou na cara enquanto dizia:
- Você não tem um secador? Assim a gente aproveita pra conversar enquanto espera a roupa secar.
- Claro - consegui responder enquanto pegava a roupa dele e ele se acomodava na sala. Uma barriga lisa e levemente definida, junto com uma bunda bem empinada e redondinha completavam o quadro. Ele ficou só de cueca box justa, branca com listras verticais pretas e vermelhas, que faziam o volume entre as pernas parecer ainda mais provocante e a bunda se marcar deliciosamente.
Que filho da puta, pensei, olha só vir na minha casa me deixar de pau duro. Decidi dar o próximo passo e aumentar a temperatura: fui até o quarto de lavar e peguei duas toalhas médias. Me despi completamente e enrolei uma das toalhas na cintura, de um jeito que cobrisse só uma perna e a outra ficasse de fora. No caminho pra sala, parei no banheiro: nada mal, pensei, com meu 1,80 m de altura, moreno, tinha um corpo bonito, bundudo e com um físico legal, sempre fui musculoso por natureza embora também seja meio preguiçoso, então nunca malhei regularmente, mas a imagem no espelho me agradou e, sorrindo, voltei pra sala.
Migue estava colocando um disco no som. A cueca dele ainda estava molhada e realmente estava deixando gotas por toda a sala. - Não fode - falei enquanto jogava a toalha pra ele. - Me dá essa cueca, cara, que você tá molhando tudo, porra -. Ele riu da ideia e, tirando a cueca de uma vez só, jogou pra mim e ficou um momento de pé, pelado, na minha frente. Foi aí que eu soube que a situação não tinha mais volta, alguma coisa teria que rolar. Nunca tinha tido a chance de ver o pau dele, então foi eletrizante ver aquele bicho pelado, mesmo que por um instante. Era um pau definitivamente acima da média, sem circuncisão, grosso na base e com uma cabeça que parecia média; porém, como estava meio excitado, não pude no momento ver o tamanho total dele. Migue então cobriu a cintura com a toalha, sem pressa, como se estivesse curtindo me fazer sofrer com aquela visão; fez isso devagar, de um jeito que eu percebi que ele tinha aparado os pelos pubianos. Fiquei feliz, porque eu também fazia isso regularmente.
Servi uma cerveja pra ele e sentamos pra conversar como se nada tivesse acontecido: dois caras pelados (mas com toalhas, claro) no meio da sala. A tensão tava no ar, uma coisa levou à outra e logo estávamos falando sobre nossa vida sexual. Ele me contou que tinha casado e se divorciado em um ano. Não deu motivos e eu também não perguntei. Enquanto conversávamos, Migue deixava a toalha na cintura abrir mais do que o normal, e um testículo, grande e com uma penugem fina de pelo, aparecia curioso na conversa. Não consegui evitar que meu olhar escorregasse pro intruso, e Migue percebeu na hora, mas não disse nada. Na verdade, ele se recostou no sofá, expondo ainda mais o pacote, mas sem revelar tudo ainda. O pau dele começou a crescer com a conversa e, aos poucos, dava pra ver que o tesão tava aumentando. Num dado momento, ele disse que o motivo de ter terminado com a esposa era porque ela não o satisfazia sexualmente. "E olha", ele falou enquanto tirava a toalha, mostrando o pau por inteiro, "que eu tenho com o quê."
O pau dele já tava meio duro, a base começava a inchar, ficando mais grossa a cada segundo, e a cabeça ainda escondida no prepúcio. "Agora ou nunca", pensei. Com o coração batendo a mil, falei: "Então vamos ver se é verdade", enquanto tirava minha toalha da cintura, mostrando meu pau circuncidado, que já tava excitado também, exibindo meu corpo nu sem vergonha, enquanto, de costas pra ele, apagava a luz da sala e abria as cortinas.
Senti os olhos do Migue percorrerem meu corpo todo, enquanto as ondas de luz azul da piscina se refletiam no teto da sala. sala. Me aproximei do Migue com um gesto de nervosismo e cumplicidade. Ele só me observava com um sorriso no rosto, aí eu soube que esse filho da puta tinha planejado tudo. Sentado como estava, com as costas quase encostadas no sofá, o corpo inteiro dele estava maravilhoso, praticamente sem pelos e com um tom de pele morena. Um exemplar de homem dos pés à cabeça. Era a primeira vez que via uma rola tão de perto e não ia deixar essa oportunidade passar. Caminhei até o sofá e enfiei minhas pernas nuas entre os joelhos do Migue, fazendo ele abri-los e me deixar apreciar aquele instrumento tão gostoso. O Migue sorria o tempo todo e meu coração não parava de bater no peito, mas eu segui em frente. Minha pica já estava no talo, com seus 21 centímetros de comprimento, não tinha vergonha de exibi-la na frente do rosto dele, que focava o olhar entre meus olhos e minha rola.
O tronco do Migue ainda não tinha se esticado completamente quando eu me ajoelhei no tapete e, segurando com as mãos, comecei a massagear aquele pedaço de carne. O contato era elétrico, meus dedos percorreram da ponta do pau até a base, passando por aquela veia enorme que atravessava aquele cacete todo; minhas mãos logo encontraram o ritmo, sentindo a rola dele encher rapidamente; o Migue me guiava, acariciando meus braços e peito enquanto meus dedos se agarravam firme na pica dele, fazendo ela crescer mais do que eu esperava. No final, calculo que o tronco dele devia ter uns 24 centímetros e pude apreciá-la em todo seu esplendor, com uma base grossa que eu não conseguia envolver entre o polegar e o indicador, e que ia afinando um pouco pra cima numa curva longa e turgente espetacular, de modo que se erguia orgulhosa contra a barriga definida do Migue. Comparei com minha própria pica circuncidada, um pouco mais curta e mais fina, e gostei que fossem diferentes. A cor da cabecinha dele, um pouco mais escura que a base do pau, dava vontade de chupar. Suculento.
O tempo todo, a gente nunca parou de se olhar nos olhos. Me inclinando um pouco, consegui sentir o cheiro de leite que a pica dele exalava. Nessa hora, um fiozinho de porra já escorria da ponta até as bolas enormes. Passei a língua nos lábios, e esse pareceu ser o sinal que o Migue tava esperando pra próxima jogada: me segurando de leve pela cabeça, ele me guiou até o pau dele. Fez isso sem força, quase naturalmente, e mesmo tendo um monte de dúvida na minha cabeça sobre o que ia rolar, me deixei levar. Abri a boca devagar, pousando meus lábios no pau dele e saboreando a cabeça do membro do meu amigo, provei o gosto salgado gostoso do corpo dele. Enquanto minha língua explorava a virilidade dele pela primeira vez, meus dedos brincaram com as dobras da pica e descobri que, se puxasse elas pra trás, a cabeça ficava toda exposta, no esplendor dela. O Migue só gemia de vez em quando, enquanto olhava gulosamente minha boca fazendo o trabalho no corpo dele, se deixando querer.
Mesmo sendo novo nessa parada de chupar pica alheia, julguei minha atuação pelos gemidos do meu amigo. Fui descobrindo o que ele curtia e o que não curtia. Ele gritava e gemia igual um louco enquanto minha boca e língua percorriam o tronco e a cabeça do meu amigo. Já tinham me chupado antes e eu conhecia bem meu corpo pra saber os pontos sensíveis da pica de um homem: em pouco tempo eu já tava dominando ele, e mesmo não engolindo ela toda porque era muito grande e grossa, eu lidava bem com a situação.
Nunca tinha decidido qual seria meu papel no sexo gay, ativo ou passivo, mas era curioso o suficiente pra não recuar, ia aproveitar ao máximo. A única coisa que me preocupava um pouco era não saber o que o Migue queria, então resolvi descobrir. Comecei a chupar o Migue devagar, deixando ele curtir a sensação da minha boca molhada acariciando a base do pau dele enquanto subia até descobrir a cabeça e chupava as dobras e as veias do pau dele sem circuncisão. Ele adorou o tratamento, porque gritava de prazer e gemia forte enquanto acariciava meu cabelo com suavidade e suas pernas se esticavam e ficavam duras de vez em quando, apoiando-se nos dedões do pé num esforço pra não gozar. Toda vez que isso acontecia, eu parava de chupar e apertava forte a base grossa do pau dele, pra atrasar a gozada, só pra recomeçar a tortura suave de novo. Continuei chupando ele desse jeito até que o corpo dele e o meu estivessem suados de tesão e do calorão de uma noite como aquela.
Consegui achar a posição certa dos meus dedos pra ordenhar um pouco mais o pau dele e extrair mais líquido que não parava de jorrar como se fosse uma fonte. Meu próprio pau nunca era tão abundante, então eu me divertia com ele ser assim. Logo minha boca ficou cheia do líquido seminal que saía do Migue, então deixei escorrer sobre o pau dele e ele se espalhou pelos ovos dele e mais pra baixo, onde começava o cu dele. Comecei então a chupar ele um pouco mais forte, só com a boca, enquanto com os dedos molhados do líquido viscoso eu acariciava as bolas dele com firmeza, porque eu adorava segurar nas minhas mãos o prazer que vem de ter um homem literalmente pelos ovos, uma mistura de poder, confiança e domínio que me arrebatou. Ele se deixou levar e abriu ainda mais as pernas pra me dar espaço de manobra. Logo em seguida, se jogou de costas no sofá completamente, me oferecendo toda a virilidade dele sem reservas.
- Vamos ver o que acontece - pensei, e enquanto continuava chupando ele, minha mão esquerda segurava os ovos grandes dele, já completamente molhados de tanta saliva e líquido seminal. Consegui ver então o objetivo das minhas ações: o cu suave rosa escuro dele no meio das nádegas fortes. Apoiei, tentativa e suavemente, a ponta do meu dedo indicador direito na entrada macia. Molhado como estava, pressionei levemente até sentir como se abria como uma flor, deixando entrar só um centímetro do meu dedo no corpo dele. Migue não se mexeu, não reclamou e, pelo contrário, mexia a bunda como se pedisse mais, mas sem dizer uma palavra sobre isso e observando, no meio das pernas dele, a manobra de sucção que continuava sem parar. Minha boca começou então a chupar o pau dele com uma voracidade tremenda, para distraí-lo do que viria. Migue sucumbiu à tentação e, levantando os pés do chão, apoiou-os nos meus ombros, ajoelhado como estava sobre o pau dele.
Sem parar de chupá-lo, introduzi então um pouco mais o meu dedo, até chegar à segunda falange, e comecei a explorar o interior do cu dele, molhado e quente. Migue gemeu e gritou tudo o que quis, mas parou de se mexer, como para se acostumar com o novo intruso. Notei o cu dele apertado, os músculos do cu dele se rebelando no começo e depois se acostumando com o intruso, para começar a ordenhá-lo em movimentos regulares de contração; não sabia se era a primeira vez dele, mas para mim era e eu curti pra caralho. Girando lentamente meu dedo, enfiei até o fundo e encontrei a próstata dele. Sabia o poder que essa glândula tem sobre o prazer do homem, pois muitas vezes me masturbava com um dedo no cu, mas dar prazer a outro homem massageando o ponto P dele era foda demais, poder dar prazer ao Migue desse jeito era incrível. Ele soltou um grunhido de homem das cavernas que me assustou um pouco, mas se deixou fazer e, quando meu dedo começou a massagear o ponto sensível, quase gozou na minha boca, mas consegui segurar, apertando com a mão esquerda a base do pau inchado dele.
Nessa altura, meu dedo indicador já era um expert na arte de comer e começou a entrar e sair lenta e ritmicamente pelo cu do meu amigo. "Ai, caralho" — Migue conseguia dizer — "não sabia que era tão gostoso..." — ele falava enquanto o corpo nu dele tremia no sofá. Enquanto chupava o pau dele, massageava as bolas e dava uma dedada de campeão no cu dele, eu observava a barriga se contraindo de tesão, com a respiração ofegante. Senti prazer em me ver capaz de levar ele a esse estado.
Fiquei uns 15 minutos com a boca cheia da pica dele, saboreando dar prazer pra esse velho amigo, enquanto com a outra mão eu tava metendo o dedo nele. Minha própria pica tava dura pra caralho e exigia atenção. Não aguentei mais e comecei a dedar ele de verdade, cada vez mais rápido, queria que ele gozasse logo e ver a cara dele enquanto se acabava. Logo tive minha recompensa, porque as pernas dele envolveram meu pescoço com força enquanto o corpo dele ficava rígido pela enésima vez; dessa vez deixei ele gozar e, depois de dar uma última chupada na pica colossal dele, comecei a bater uma pra ele e enfiar o dedo ao mesmo tempo, de forma ritmada e coordenada. Migue gritou alto e, enquanto me olhava com uma mistura de amor, prazer e confusão, apoiou os pés de novo nos meus ombros e arqueou as costas pra meu dedo ir mais fundo. Me animei e enfiei o dedo anelar junto com o indicador, esperei uns segundos por uma reclamação que nunca veio e, de uma vez, empurrei os dois até o fundo; logo ele gozou em jorros enormes de porra branca e abundante, contei 6, inundando a sala com o cheiro de almíscar. A barriga dele, o peito e parte do meu rosto estavam banhados com o líquido branco.
Aos poucos, ele foi se acalmando, recuperando o fôlego, mas pra minha surpresa a pica dele não murchou, continuou num estado de meia-excitação que deixava ela ainda mais gostosa. Tirei então meus dedos do cu dele e, com um leve "plop", eles saíram do corpo dele.
Dando gargalhadas, Migue me pegou pelos braços e me puxou pro corpo dele, pra gente se abraçar. Em vez disso, fiquei de pé na frente dele e, segurando a mão dele, levantei ele; ele mal conseguiu, porque as pernas tremiam. Peguei ele pela cintura nua e levei ele pro meu quarto. Era um quarto grande, com uma cama king size, perfeita pro que viria a seguir. Sentei ele na cama e Eu fiquei de pé na frente dele, oferecendo minha pica, meio que na marra porque não aguentava mais, precisava gozar. Peguei na cabeça dele e foi minha vez de guiá-lo até minha própria pica. Ele parecia meio relutante, mas o tesão falou mais alto e, segurando minhas nádegas, me puxou pra perto da boca dele. Minha pica entrou na boca dele e agradeci por ele retribuir o favor, porque logo me vi com o pau entre aqueles lábios carnudos.
Acho que pra não ficar pra trás, enquanto me chupava a pica, ele acariciava minhas nádegas, separando meus glúteos. Ele levou um dedo à minha boca e chupei ele pra deixar bem molhado e pronto pro que eu sabia que ia rolar inevitavelmente. Ele tirou meu dedo babado e, aos poucos, foi massageando meu cu até enfiar o dedo até o fundo. Mesmo o dedo dele sendo maior que o meu, me acomodei fácil e logo tive ele fuçando lá dentro, desejando cada vez mais fundo. Num momento, ele quis enfiar dois dedos, mas pedi pra parar porque era demais. Sem problema, ele continuou chupando como se nada; de algum jeito, ele encaixou os 21 centímetros da minha pica dentro da boca dele e, mesmo no começo sendo reservado, agora parecia adorar me fazer um boquete. Ele engolia minha pica e depois pegava só na cabeça, dando beijinhos e passando a língua no buraquinho e atrás da cabeça, no freio. Uff!, era uma delícia enquanto a língua dele viajava das minhas bolas até a ponta do tronco, pra depois engolir tudo, dar umas mamadas, cuspir e recomeçar. Peguei ele pelas orelhas enquanto começava a foder a boquinha gostosa dele e ele, por sua vez, continuava o trabalho no meu cu. Nossos olhos se encontravam e não sabíamos como reagir a essa paixão que estávamos vivendo, com amor, angústia, medo, sim, mas acima de tudo um sentimento de libertação que compartilhávamos. Diferente do que eu pensava, demorei muito pra gozar dentro dele e, pra minha surpresa, a cada jato de porra que minha pica soltava, Migue Engolia cada gota. Acho que mais do que por prazer, no começo ele se surpreendeu com o primeiro jato, mas aguentou os que vieram e até lambeu a ponta, secando todo o vestígio de porra.
Minhas pernas tremiam e eu não conseguia mais ficar em pé. Migue percebeu isso e me puxou para perto do corpo dele, nus e suados como estávamos, já não ligávamos pra mais nada. Deitamos na cama, curtindo o contato mútuo do nosso abraço, esfregando os paus um no outro, enroscando as pernas. Migue começou a beijar meu pescoço com força, como se quisesse marcar a paixão que sentia naquele momento. Subiu até minha orelha e ali eu enlouqueci. Sempre fui muito sensível nesse ponto e, quando ri, nossas bocas se encontraram. Foi estranho aquele primeiro beijo, sentir a língua dele molhada e refrescante, o contraste com a boca e a barba do meio-dia que já começava a arranhar a minha. Estranho, mas mais excitante. Me fundi com Migue num abraço de saliva e suor.
Ficamos nos beijando e explorando os corpos por um bom tempo, perdi a noção do tempo até ver meu despertador, que marcava um pouco antes da meia-noite. Migue também viu e ligou pros pais dele pra tranquilizá-los, dizendo que passaria a noite comigo, que a gente tinha bebido demais e era melhor não dirigir até a manhã seguinte. Eu gostava cada vez mais da decisão desse homem.
Levantei e convidei ele pra tomar um banho junto. Peguei na mão dele e o levei até o chuveiro. Deixei a luz meia-boca pra melhorar o clima. Abri o registro até acertar a temperatura perfeita enquanto ele não parava de me abraçar por trás, sentia o pau dele já duro de novo, inchado contra a barriga e fazendo um sulco no meio da minha bunda. Tava com medo da ideia daquele pau me comer, mas as intenções dele eram claras e eu também tava quente demais pra não dar passagem. As mãos dele agarraram meus peitos, dando beliscões leves e suaves que me acenderam. Ainda mais enquanto o pau dele encontrava um ângulo que massageava a entrada do meu cu com o comprimento e batia nas minhas bolas com a ponta, de tão grande que era. Dava pra sentir a longa curva da vara dele deslizando safadamente entre minhas nádegas, até tocar minhas bolas com a cabeça, só pra recuar até a entrada do meu cu e só brincar com ela. Migue passou o braço até meu pau e começou um vai e vem suave no ritmo das enfiadas a seco. Passei um sabonete pra ele e apoiei as palmas das mãos na parede, levantando a bunda pra dar um acesso melhor. Ele entendeu minha aceitação e começou a me ensaboar dos ombros até os pés. Num instante estávamos os dois cheios de espuma, o pau dele ainda brincando entre a racha do meu cu, mas sem ir além de me deixar a mil de tesão. Virando-me pela cintura com as mãos fortes dele, me beijou apaixonadamente enquanto as mãos continuavam presas nas minhas nádegas durinhas, amassando, separando e enfiando um dedo até o fundo. Saímos limpos e molhados do banho, ainda abraçados, eu na frente e ele atrás de mim. Não achei que tivesse jeito de escapar da enfiada que viria, então me armei de coragem pro que viria.
Deitamos na cama larga, eu de barriga pra cima e ele em cima do meu corpo, começamos a nos beijar, a boca dele percorreu rapidamente meu pescoço e começou a descer pelo meu peito até encontrar meus mamilos. Mordeu de leve no começo e depois começou a chupar, amassando cada peito entre as mãos, curtindo como se fosse uma fruta delicada. Ficou um tempão assim até decidir descer até meu umbigo e enchê-lo de beijos. Meu pau já tava inchado e na primeira chupada que ele me deu quase gozei, mas segurei e ele enfiou a cabeça na minha virilha, me segurando firme pelas coxas. Continuou chupando assim, já era quase um expert no assunto e de repente, se ergueu na cama pra pegar dois travesseiros, colocou debaixo da minha bunda pra levantá-la. Uma Assim que fiquei confortável, ele pegou minhas pernas e colocou sobre seus ombros fortes e largos. Minha bunda ficou totalmente exposta aos desejos dele, mas ele ainda se agarrou por mais um tempo no meu pau com a boca, me levando a prazeres extremos.
As mãos dele começaram a massagear minha bunda e eu soube que o momento ia começar. A boca dele se distraiu um instante do meu pau e começou a beijar minha bunda, babando e deixando tudo no ponto. Um dedo safado entrou primeiro devagar no meu cu e depois, com mais confiança, foi até o fundo, me deixando sem fôlego por um momento. Apesar de como era gostoso sentir o dedo dele brincando no meu cu, eu sabia que depois viria outro dedo grosso e não achava que ia aguentar. Estiquei a mão e, na cômoda ao lado da cama, peguei o gel que às vezes usava pra me masturbar. Abri com as duas mãos e, pegando uma porção generosa, passei na minha bunda, deixando uma sensação fria que durou pouco, porque o dedo dele entrava cada vez mais fácil. Peguei um travesseiro pra observar os movimentos dele de forma lasciva, enquanto o dedo dele me comia devagar e eu sentia meu pau duro de prazer entre os dedos da mão esquerda dele.
Um momento depois, depois de passar mais gel, um segundo dedo alcançou o primeiro. Minha bunda se revoltou um instante com a intrusão, que, embora desejada, era temida. Senti os músculos da minha bunda se fecharem forte nos dedos dele e, por um momento, pensei que ia quebrá-los de tão fortes que eram os espasmos. Me acalmei e relaxei um instante, forçando pra minha bunda relaxar, e senti ela se abrir pros dedos do Migue. Aos poucos, sem protestos da minha parte, senti os dedos dele abrirem caminho completo no meu cu, afrouxando e preparando pro que viria a seguir. A mão esquerda dele largou meu pau e eu agradeci, porque estava mais concentrado na mistura de prazer e dor na bunda e poderia ter gozado antes do desejado. Encontrei uma satisfação que não esperava no cu. me abandonar dessa forma para outro homem, me entregar completamente, sem reservas. Os dedos dele começaram a cutucar cada vez mais fundo, girando devagar e acostumando meu cu à sensação de estar sendo invadido. Aos poucos, o incômodo que eu sentia foi passando, dando lugar a um prazer ao mesmo tempo estranho e maravilhoso.
Migue ficou me dedando por mais um tempo, e quando vi a mão dele se esticar pra pegar mais gel e passar na gloriosa pica, tremi de medo pela minha vida. A partir daquele momento, Migue tinha assumido o papel de "homem" e eu me deixei levar. Não senti que ele estava me estuprando à força nem que ia me comer de forma unilateral, senti que estava entregando meu cu pra ele, mas decidi que não seria só passivo nessa relação: o cu dele também seria meu antes do fim da noite.
Tarado do jeito que eu tava, não sabia se ele comia assim a ex-mulher ou as antigas, mas não tava nem aí, naquela noite aquele homem era meu e de mais ninguém. Me pareceu que ele tinha certa prática em sexo anal porque, se afastando do meu cu, tirou os dois dedos de dentro. Me fez levantar de joelhos na cama e eu pude ver a pica dele por inteiro: ele tinha lambuzado perfeitamente da ponta até a base e ela brilhava de forma obscena coberta de gel; senti que meus medos eram infundados, esse filho da puta ia me matar com um falo daquele. Sorrindo, ele me pegou pelos ombros e me virou de bruços sobre os travesseiros, de modo que meu cu ficasse pra cima. Me deixei fazer, totalmente entregue a essa nova sensação de ser quem recebe a pica de outro. Migue se acomodou entre minhas pernas, abrindo-as um pouco com os joelhos. Senti as mãos dele acariciando meus ombros, minhas costas e minha cintura, até chegar no meu cu. Senti ele abrir meu cu com as duas mãos e em seguida a cabeçona da pica dele testando a abertura do meu ânus.
Ele começou devagar, pro meu rabo ir se acostumando. Apesar de ter tido os dois dedos dele dentro de mim, A sensação era diferente, porque a grossa pica dele começou a abrir caminho por trilhas nunca antes exploradas. Agüentei a clara sensação de dor, que pra minha surpresa não era tão grande quanto eu esperava. Acho que muitas noites brincando com meu cu tinham valido a pena, mas mesmo assim senti ele avançar devagar, porém firme. Ficamos assim por uns minutos; meus gemidos não paravam, mesmo que eu quisesse, mas o prazer era imenso. Ele não disse nada, parecia mais focado em não me machucar do que no próprio prazer, perguntando se tava tudo bem, se parava ou continuava. Só quando eu tinha 3/4 do pau dele dentro de mim, ele parou e ficou imóvel, observando minhas reações. Eu sentia meu cu queimando pra caralho, mas agüentei até a sensação passar. Aí meu cu começou a ordenhar aquele tronco enorme, espasmodicamente e sem querer, como se fosse uma boca faminta. Assim, o Migue seguiu até o fim, até eu sentir os pelos aparados dele batendo nas minhas nádegas. Minhas pernas ainda estavam nos ombros dele, e ele se apoiou na cama pra começar devagar um movimento de vai e vem que logo me enlouqueceu.
Na primeira vez que ele tirou, foi devagar até quase soltar a cabeça do meu cu, senti que uma parte de mim tava indo embora e baixei minhas pernas pra envolver a cintura dele, puxando ele pra perto. A volta do membro dele dentro de mim foi intensa, e ele começou a me comer de forma ritmada, me segurando agora pelos ombros, como se a cada estocada quisesse me mostrar que eu era dele. No começo foi suave, me fazendo aproveitar cada metida como se fosse a última. Eu sentia a vara grossa dele massageando minha próstata por completo, e a sensação de abertura do meu cu era máxima. A cada vez que ele tirava, sentia que a vida tava escapando, só pra me devolver a alma com cada empurrão da bacia dele. Acariciei os braços e o peito dele enquanto ele parecia hipnotizado pela visão da pica entrando e saindo do meu Nádegas. Sendo eu um pouco mais moreno que ele, era excitante a diferença de corpos. Sentia como os ovos dele se chocavam contra minhas nádegas a cada estocada, o que me dava uma certa cócega. Ele começou a dar empurrões mais fortes, cada vez com mais força, mas de forma controlada.
A cama rangia pra caralho, reclamando dos dois corpos que a surravam sem piedade, e com certeza nossos gemidos deviam estar sendo ouvidos pelos vizinhos, mas eu não tava nem aí. Senti como nosso prazer saiu do controle e deixei ele me comer enquanto aprendia a dar prazer com a bunda, fechando e abrindo os músculos do meu cu à vontade. Isso acendeu ele de vez, porque ele parou por um momento o ímpeto pra voltar a um ritmo mais calmo, mas incrivelmente sexy. Tirei os travesseiros debaixo da minha bunda e ele me segurou, mudando minhas pernas na cintura dele até se levantar entre meu corpo e me beijar na boca, ainda conectados pelo pauzão dele. Isso despertou em mim outros ângulos de prazer, então não consegui evitar gemer no meio do beijo quente dele, a boca dele cobrindo a minha e nossas línguas entrelaçadas. Migue entendeu que eu amava essa nova posição e abriu mais minhas pernas, me pregou na cama com os braços envolvendo minhas pernas e as mãos nos meus ombros. Ele me fez sentir que eu era a bunda dele sem dizer uma palavra, tudo nele era sensual. Me excitava ver o torso musculoso dele subindo e descendo em mim, os olhos dele que não desviavam dos meus e do meu rosto, atento a qualquer reação de prazer que mostrasse o caminho a seguir.
Comecei então a dar ritmo com a bunda, me adiantando a cada movimento dele, fechando a passagem pra ele curtir minha apertura. Migue me chamava aos gritos pelo meu nome de um jeito encantador, repetindo entre gemidos de prazer entrecortados. Senti como se o pau dele crescesse de repente pro dobro e soube que a hora tinha chegado, ele começou a me comer mais forte, sem se soltar do beijo apaixonado. As estocadas dele ficaram cada vez mais Duras, me fazendo quicar na cama, mas sem me soltar, ainda me segurando pelos ombros com força. Minha pica agora se esfregava contra a barriga lisa dele e quando, não aguentando mais, gozei copiosamente no peito dele, meu cu começou a ordenhá-lo incontrolavelmente. Migue parou de repente as investidas e gozou dentro de mim, gritando meu nome enquanto fazia isso. Senti que a pica dele ficou ainda mais grossa com a gozada e que pulsava no meu cu, juro que por um instante senti as batidas do coração dele no meu ânus. Senti a metralha quente entrar dentro de mim, deixando a marca dele pra sempre. Não me importei. A descarga dele foi em vários jatos, saciando meu cu cada vez que acontecia.
Ele ficou dentro de mim, enquanto ofegante se deixou cair no meu ombro. Envolvi ele num abraço e beijei ele de novo. Meu cu ainda pulsava com a gozada, meu ânus continuava espremendo cada gota do líquido precioso com que ele tinha me recompensado. Migue tinha se tornado o primeiro homem na minha vida e beijei ele por isso. Nossas barrigas eram uma mistura de suor e porra, mas continuamos juntos num abraço apertado. A pica dele continuou pulsando dentro de mim, relutante em abandonar seu novo lar, ainda num estado de meia-excitação gostosa, mas no final meu cu expulsou ela.
Decidi que era hora de dar uma pausa, então deixei ele na cama, imerso nos pensamentos dele sobre o que tinha acabado de acontecer, e como pude cheguei de novo no chuveiro. Sentia o cu ardendo e que o ânus ia explodir, e ri de mim mesmo porque com certeza estava andando estranho. Comecei a tomar um banho devagar, pra tirar todo traço de suor e porra, lavei perfeitamente o cu, que já se recuperava da deliciosa invasão. Migue abriu num instante a porta do banheiro, deslizando junto de mim. Parecia mudado, muito amoroso e diferente do macho dominante que tinha me comido só uns instantes atrás. O corpo dele parecia irreal na penumbra, porque não havia acesa a luz do banheiro e um clarão trêmulo entrava pela porta vindo do quarto. Ele me beijou e me lavou por completo, enxaguando minha rola perfeitamente e o cu. Me abraçou forte e o contato dos nossos ventres nus me acendeu de novo. Devo confessar que sentia o pau dormente de tanto prazer e tantas gozadas, mas mesmo assim, contra toda previsão, ele endureceu completamente num instante. Ele disse que sempre quis me comer no cu; tinha tentado com a esposa e ela nunca deixou. — Melhor pra mim — pensei com um sorriso.
— Agora é sua vez de mostrar do que é capaz, também é minha primeira vez — ele disse e, pegando na minha rola, me tirou do chuveiro. Me levou até a sala e se ajoelhou na borda do sofá, me oferecendo aquele cu generoso, todo pra mim. Observei por um instante, enquanto Migue virava pra me olhar, rebolando a raba e sorrindo. Me encantaram na hora as curvas firmes da bunda dele, que já era empinada e turgente, mas musculosa e compacta, como acho que todo cu de homem deve ser.
Acariciando as curvas e as costas dele, fui acalmando ele, pois sabia pelo que ia passar. Migue ficou meio selvagem com a expectativa de ser comido no cu pela primeira vez. Cobri ele com meu corpo, beijando a orelha e sussurrando no ouvido o que ia fazer, e ele rebolava a bunda com prazer decidido. As nádegas dele se adaptaram à intrusão da minha rola, que se enfiou entre as pernas dele pra ir parar do lado dos ovos. Isso foi bom, no começo, pra ir acostumando ele à sensação de peso. Tinha que reconhecer que ele era mais ousado que eu, pois foi ele quem, pegando na minha rola entre as pernas dele, passou gel pra deixar ela no ponto.
Quando estava bem lubrificada, ele me ofereceu o cu mais uma vez. — Faz logo — ele disse enquanto os olhos dele se encontravam com os meus num pedido. Me posicionei e, já que o cu dele já tinha aceitado antes dois dos meus dedos, pensei em tentar a sorte desde o início com minha pica, que já estava a todo vapor. Passei bastante gel no cu dele, enfiando dois dedos devagar, e ele não reclamou, só gemeu e arqueou ainda mais as costas fortes. O espetáculo de ter aquele homem sob meu domínio me deixava sem fôlego. Os ombros largos dele se destacavam contra a cintura fina, e a bunda dele no ar me acendeu de vez.
Gui a ponta do meu pau pro cu dele, deixando descansar um pouco, e depois enfiei uns centímetros, só a cabeça pra começar. Migue recuou e se jogou pra trás, pedindo mais depois de uns instantes. Comecei então a comê-lo com calma, entrando centímetro por centímetro lá dentro, sentindo o cu molhado, quente e apertado dele me recebendo. Migue gemia cada vez mais alto, e a pica dele ficava meia-bomba, balançando entre as pernas. Peguei ele pela cintura e comecei a meter de verdade, até o talo das minhas bolas. Os 21 centímetros de carne entraram em Migue, e ele levantou a cabeça. Peguei ele suavemente pelos cabelos e subi os pés no sofá, de modo que meu quadril ficasse acima do dele pra ter um ângulo melhor de ataque. Senti como se estivesse domando ele, e comecei a dar fogo devagar, tirando meu pau até quase sair e depois enfiando de novo até o fundo, e recomeçando. Migue reagia aos meus ataques com gemidos de prazer e gritos entrecortados, eu tava acertando direto no centro do prazer dele, sentia a próstata dele tremer a cada investida do meu pau. A bunda dele espremia deliciosamente cada centímetro da minha pica agora dormente, a cada metida me ordenhava que era um prazer. Continuei assim, descendo minha bunda no cu pobre dele enquanto segurava ele pelos ombros. Aí entendi o prazer que era ter um homem como Migue, domado pela força do próprio pau no cu dele, gemendo de satisfação a cada estocada. Aproveitei. das suas bundas macias o quanto eu queria.
Como estávamos no sofá, dava pra ver a piscina do condomínio, embora ninguém pudesse ver pra dentro porque a gente tava no escuro, só iluminados pela própria luz da piscina que refletia suave no teto da sala. Enquanto eu continuava com a minha metida, vimos um casal de vizinhos passando, provavelmente voltando de alguma festa. O Migue continuava gemendo que nem um louco e eu cobri a boca dele com a mão pra calar, mas foi em vão porque os gemidos dele continuavam ecoando no meio da noite, os dois riram, olhando pra minha casa e seguiram o caminho deles até a casa deles. Esse ato de exibicionismo involuntário me excitou pra caralho e comecei a meter com destreza e decisão, fazendo a bunda pobre do meu amigo soltar faísca de tão quente que a gente tava. Alcancei a pica dele com a mão, pra encontrar ela dura de novo, toda agitada contra a barriga dele. Segurei ela firme e comecei a bater uma punheta num ritmo que combinava com a minha própria pica na bunda dele. O Migue se debatia no sofá, aproximando a bunda a cada investida dos meus quadris na bunda dele.
Continuamos naquele ritmo por mais um tempo, curtindo o contato carnal; minhas bolas começaram a bater na bunda dele e a carícia era deliciosa. – Adoro suas bolas – ele sussurrou e eu ajustei o ângulo pra ele sentir ainda mais. Aumentei o ritmo da metida até achar que ia gozar dentro dele, mas me retirei de uma vez. O Migue reclamou do abandono, mas eu joguei ele no tapete fofo, colocando ele de lado esquerdo e deitando do lado dele, bem atrás; enrolei o braço nele enquanto levantava uma perna dele com a mão direita pra acessar a bunda dele e, com um empurrão, enfiei de novo. O Migue se derreteu no meu abraço enquanto eu mordiscava a orelha dele e metia de novo com força renovada. Depois de alguns minutos, a pica dele não aguentou Muito mais tempo de tortura e ele gozou quase seco, mas num fluxo evidente de prazer, porque o corpo dele se sacudiu em espasmos e o pau dele, agora preso na minha mão direita, jorrou uma porrada de esperma grosso; inacreditável a quantidade depois de ter gozado tantas vezes naquela noite. Continuei no ritmo até sentir na base do meu pau o orgasmo desejado se formando e, sem mais, plantei minha semente dentro dele, gozando, para minha surpresa, em descargas abundantes no cu dele.
Nós dois ofegamos, os corações disparados pelo prazer e pelo esforço, mas satisfeitos finalmente. Fiquei dentro dele, meu pau ainda pulsando no rabo dele, um braço em volta do pescoço dele e o outro no peito dele, como se estivesse protegendo ele do que pudesse acontecer. Não sei em que momento a gente dormiu, exaustos; também não sei quando fomos para a cama, mas acordamos por volta das 11 da manhã do dia seguinte. Um sol lindo entrava pelas persianas do quarto e, com o Migue nos meus braços, eu era feliz.
Entre beijos, abraços e beliscões, a gente tomou banho rápido e fomos buscar os pais dele para tomar café da manhã. Eles nos xingaram por ter bebido tanto, mas a gente riu junto, cúmplices e satisfeitos. Naquela tarde, eles tiveram que voltar para a cidade onde moravam, mas combinamos de nos ver na semana seguinte. Escusado dizer que foi, de novo, um encontro amigável.
Num desses sábados de solidão, ao entrar na Parroquia, encontrei um velho amigo da minha adolescência, Miguel. A gente chamava ele de Migue, de carinho, naquela época. Ele estava jantando com os pais. Me convidaram pra jantar com eles e eu aceitei de bom grado. Fazia um tempão que eu não via ele, desde o ensino médio, e ele se levantou na hora da mesa pra me dar um abraço, todo sorridente de braços abertos. Fiquei vermelho ao ver ele de bermuda, camisa de turista e sandálias de couro. A gente se abraçou no meio da Parroquia com um sentimento forte e umas palmadas nas costas. O Migue que eu lembrava do colégio era educado, comportado, sorridente e um bom companheiro, além de já ter um corpão naquela época. Mas agora, ao vê-lo, meu coração foi parar na garganta. De um garoto bonito, ele tinha se transformado num homem completo: ombros largos e cintura fina, braços de campeão e um peito bem definido que dava pra adivinhar sugestivo por baixo da camisa branca. Não consegui ver direito na hora, mas senti a pica dar um pulo só de imaginar o resto do pacote.
Ele me convidou pra sentar do lado dele, o que fiz com um certo nervosismo, porque ele tinha sido meu melhor amigo na época, meu amor platônico e objeto das minhas fantasias mais loucas desde sempre, embora a gente tivesse perdido contato há muito tempo. Lembrei que o primeiro filme pornô que vi na vida foi ao lado dele, na companhia de outro amigo. O filme era hétero, claro, e nele um garotão comia gostosão uma mulher um pouco mais velha. Migue, pra não amassar a roupa, tinha dito... ele tinha tirado a camisa e estávamos nós três na cama, mais quentes que pão saindo do forno, vendo o filme. Lembro de estar mais interessado na pica do garoto e no torso nu do Migue do que na velha.
Afastei essas lembranças da mente e me juntei à conversa gostosa. Os pais dele eram bons anfitriões e me fizeram sentir em família. A noite passou e o Migue me envolveu de novo com o charme dele; apesar do tempo, continuava sendo um bom homem e isso me encantou. Quando estávamos pagando o jantar, começou uma chuva forte que não parava. Os pais dele se despediram, pois iam ficar no Hotel Emporio, perto da Paróquia, e o Migue na hora se ofereceu pra me dar uma carona. Aceitei na mesma hora.
Corremos pro carro na chuva insistente, pulando e desviando de poças e das correntes de água que tinham se formado, e nem preciso dizer que chegamos ensopados. Rindo feito moleques, seguimos pra minha casa em Boca del Río, que não era muito longe. Eu morava na época num condomínio com piscina e à noite ela ficava iluminada, era um lugar bem agradável. Durante o trajeto, eu estava bem nervoso, embora sendo sincero, não achei que pudesse rolar nada além de um gesto gentil da parte dele, mas me animei quando cheguei em casa e convidei ele pra entrar, pra minha surpresa ele topou de boa.
Encharcados do jeito que estávamos, entramos em casa correndo, porque ainda tava chovendo a cântaros. Convidei ele pra sentar na sala e ele disse — Não, imagina? Vou deixar tudo molhado pra você. — Na hora, ele tirou a camisa de uma vez, deixando à mostra aquele torso bem trabalhado. O peito dele tinha uns pezões de homem, do tamanho de uma moeda de 10 reais, com os bicos já durinhos de frio, no meio de um par de peitorais bem definidos. O torso era forte e bem proporcionado, deu vontade de morder ele ali mesmo, no meio da sala. Acho que fiquei olhando feito bobo mais tempo do que devia, porque enquanto sorria safado, ele se abaixou pra tirar o short. e me jogou na cara enquanto dizia:
- Você não tem um secador? Assim a gente aproveita pra conversar enquanto espera a roupa secar.
- Claro - consegui responder enquanto pegava a roupa dele e ele se acomodava na sala. Uma barriga lisa e levemente definida, junto com uma bunda bem empinada e redondinha completavam o quadro. Ele ficou só de cueca box justa, branca com listras verticais pretas e vermelhas, que faziam o volume entre as pernas parecer ainda mais provocante e a bunda se marcar deliciosamente.
Que filho da puta, pensei, olha só vir na minha casa me deixar de pau duro. Decidi dar o próximo passo e aumentar a temperatura: fui até o quarto de lavar e peguei duas toalhas médias. Me despi completamente e enrolei uma das toalhas na cintura, de um jeito que cobrisse só uma perna e a outra ficasse de fora. No caminho pra sala, parei no banheiro: nada mal, pensei, com meu 1,80 m de altura, moreno, tinha um corpo bonito, bundudo e com um físico legal, sempre fui musculoso por natureza embora também seja meio preguiçoso, então nunca malhei regularmente, mas a imagem no espelho me agradou e, sorrindo, voltei pra sala.
Migue estava colocando um disco no som. A cueca dele ainda estava molhada e realmente estava deixando gotas por toda a sala. - Não fode - falei enquanto jogava a toalha pra ele. - Me dá essa cueca, cara, que você tá molhando tudo, porra -. Ele riu da ideia e, tirando a cueca de uma vez só, jogou pra mim e ficou um momento de pé, pelado, na minha frente. Foi aí que eu soube que a situação não tinha mais volta, alguma coisa teria que rolar. Nunca tinha tido a chance de ver o pau dele, então foi eletrizante ver aquele bicho pelado, mesmo que por um instante. Era um pau definitivamente acima da média, sem circuncisão, grosso na base e com uma cabeça que parecia média; porém, como estava meio excitado, não pude no momento ver o tamanho total dele. Migue então cobriu a cintura com a toalha, sem pressa, como se estivesse curtindo me fazer sofrer com aquela visão; fez isso devagar, de um jeito que eu percebi que ele tinha aparado os pelos pubianos. Fiquei feliz, porque eu também fazia isso regularmente.
Servi uma cerveja pra ele e sentamos pra conversar como se nada tivesse acontecido: dois caras pelados (mas com toalhas, claro) no meio da sala. A tensão tava no ar, uma coisa levou à outra e logo estávamos falando sobre nossa vida sexual. Ele me contou que tinha casado e se divorciado em um ano. Não deu motivos e eu também não perguntei. Enquanto conversávamos, Migue deixava a toalha na cintura abrir mais do que o normal, e um testículo, grande e com uma penugem fina de pelo, aparecia curioso na conversa. Não consegui evitar que meu olhar escorregasse pro intruso, e Migue percebeu na hora, mas não disse nada. Na verdade, ele se recostou no sofá, expondo ainda mais o pacote, mas sem revelar tudo ainda. O pau dele começou a crescer com a conversa e, aos poucos, dava pra ver que o tesão tava aumentando. Num dado momento, ele disse que o motivo de ter terminado com a esposa era porque ela não o satisfazia sexualmente. "E olha", ele falou enquanto tirava a toalha, mostrando o pau por inteiro, "que eu tenho com o quê."
O pau dele já tava meio duro, a base começava a inchar, ficando mais grossa a cada segundo, e a cabeça ainda escondida no prepúcio. "Agora ou nunca", pensei. Com o coração batendo a mil, falei: "Então vamos ver se é verdade", enquanto tirava minha toalha da cintura, mostrando meu pau circuncidado, que já tava excitado também, exibindo meu corpo nu sem vergonha, enquanto, de costas pra ele, apagava a luz da sala e abria as cortinas.
Senti os olhos do Migue percorrerem meu corpo todo, enquanto as ondas de luz azul da piscina se refletiam no teto da sala. sala. Me aproximei do Migue com um gesto de nervosismo e cumplicidade. Ele só me observava com um sorriso no rosto, aí eu soube que esse filho da puta tinha planejado tudo. Sentado como estava, com as costas quase encostadas no sofá, o corpo inteiro dele estava maravilhoso, praticamente sem pelos e com um tom de pele morena. Um exemplar de homem dos pés à cabeça. Era a primeira vez que via uma rola tão de perto e não ia deixar essa oportunidade passar. Caminhei até o sofá e enfiei minhas pernas nuas entre os joelhos do Migue, fazendo ele abri-los e me deixar apreciar aquele instrumento tão gostoso. O Migue sorria o tempo todo e meu coração não parava de bater no peito, mas eu segui em frente. Minha pica já estava no talo, com seus 21 centímetros de comprimento, não tinha vergonha de exibi-la na frente do rosto dele, que focava o olhar entre meus olhos e minha rola.
O tronco do Migue ainda não tinha se esticado completamente quando eu me ajoelhei no tapete e, segurando com as mãos, comecei a massagear aquele pedaço de carne. O contato era elétrico, meus dedos percorreram da ponta do pau até a base, passando por aquela veia enorme que atravessava aquele cacete todo; minhas mãos logo encontraram o ritmo, sentindo a rola dele encher rapidamente; o Migue me guiava, acariciando meus braços e peito enquanto meus dedos se agarravam firme na pica dele, fazendo ela crescer mais do que eu esperava. No final, calculo que o tronco dele devia ter uns 24 centímetros e pude apreciá-la em todo seu esplendor, com uma base grossa que eu não conseguia envolver entre o polegar e o indicador, e que ia afinando um pouco pra cima numa curva longa e turgente espetacular, de modo que se erguia orgulhosa contra a barriga definida do Migue. Comparei com minha própria pica circuncidada, um pouco mais curta e mais fina, e gostei que fossem diferentes. A cor da cabecinha dele, um pouco mais escura que a base do pau, dava vontade de chupar. Suculento.
O tempo todo, a gente nunca parou de se olhar nos olhos. Me inclinando um pouco, consegui sentir o cheiro de leite que a pica dele exalava. Nessa hora, um fiozinho de porra já escorria da ponta até as bolas enormes. Passei a língua nos lábios, e esse pareceu ser o sinal que o Migue tava esperando pra próxima jogada: me segurando de leve pela cabeça, ele me guiou até o pau dele. Fez isso sem força, quase naturalmente, e mesmo tendo um monte de dúvida na minha cabeça sobre o que ia rolar, me deixei levar. Abri a boca devagar, pousando meus lábios no pau dele e saboreando a cabeça do membro do meu amigo, provei o gosto salgado gostoso do corpo dele. Enquanto minha língua explorava a virilidade dele pela primeira vez, meus dedos brincaram com as dobras da pica e descobri que, se puxasse elas pra trás, a cabeça ficava toda exposta, no esplendor dela. O Migue só gemia de vez em quando, enquanto olhava gulosamente minha boca fazendo o trabalho no corpo dele, se deixando querer.
Mesmo sendo novo nessa parada de chupar pica alheia, julguei minha atuação pelos gemidos do meu amigo. Fui descobrindo o que ele curtia e o que não curtia. Ele gritava e gemia igual um louco enquanto minha boca e língua percorriam o tronco e a cabeça do meu amigo. Já tinham me chupado antes e eu conhecia bem meu corpo pra saber os pontos sensíveis da pica de um homem: em pouco tempo eu já tava dominando ele, e mesmo não engolindo ela toda porque era muito grande e grossa, eu lidava bem com a situação.
Nunca tinha decidido qual seria meu papel no sexo gay, ativo ou passivo, mas era curioso o suficiente pra não recuar, ia aproveitar ao máximo. A única coisa que me preocupava um pouco era não saber o que o Migue queria, então resolvi descobrir. Comecei a chupar o Migue devagar, deixando ele curtir a sensação da minha boca molhada acariciando a base do pau dele enquanto subia até descobrir a cabeça e chupava as dobras e as veias do pau dele sem circuncisão. Ele adorou o tratamento, porque gritava de prazer e gemia forte enquanto acariciava meu cabelo com suavidade e suas pernas se esticavam e ficavam duras de vez em quando, apoiando-se nos dedões do pé num esforço pra não gozar. Toda vez que isso acontecia, eu parava de chupar e apertava forte a base grossa do pau dele, pra atrasar a gozada, só pra recomeçar a tortura suave de novo. Continuei chupando ele desse jeito até que o corpo dele e o meu estivessem suados de tesão e do calorão de uma noite como aquela.
Consegui achar a posição certa dos meus dedos pra ordenhar um pouco mais o pau dele e extrair mais líquido que não parava de jorrar como se fosse uma fonte. Meu próprio pau nunca era tão abundante, então eu me divertia com ele ser assim. Logo minha boca ficou cheia do líquido seminal que saía do Migue, então deixei escorrer sobre o pau dele e ele se espalhou pelos ovos dele e mais pra baixo, onde começava o cu dele. Comecei então a chupar ele um pouco mais forte, só com a boca, enquanto com os dedos molhados do líquido viscoso eu acariciava as bolas dele com firmeza, porque eu adorava segurar nas minhas mãos o prazer que vem de ter um homem literalmente pelos ovos, uma mistura de poder, confiança e domínio que me arrebatou. Ele se deixou levar e abriu ainda mais as pernas pra me dar espaço de manobra. Logo em seguida, se jogou de costas no sofá completamente, me oferecendo toda a virilidade dele sem reservas.
- Vamos ver o que acontece - pensei, e enquanto continuava chupando ele, minha mão esquerda segurava os ovos grandes dele, já completamente molhados de tanta saliva e líquido seminal. Consegui ver então o objetivo das minhas ações: o cu suave rosa escuro dele no meio das nádegas fortes. Apoiei, tentativa e suavemente, a ponta do meu dedo indicador direito na entrada macia. Molhado como estava, pressionei levemente até sentir como se abria como uma flor, deixando entrar só um centímetro do meu dedo no corpo dele. Migue não se mexeu, não reclamou e, pelo contrário, mexia a bunda como se pedisse mais, mas sem dizer uma palavra sobre isso e observando, no meio das pernas dele, a manobra de sucção que continuava sem parar. Minha boca começou então a chupar o pau dele com uma voracidade tremenda, para distraí-lo do que viria. Migue sucumbiu à tentação e, levantando os pés do chão, apoiou-os nos meus ombros, ajoelhado como estava sobre o pau dele.
Sem parar de chupá-lo, introduzi então um pouco mais o meu dedo, até chegar à segunda falange, e comecei a explorar o interior do cu dele, molhado e quente. Migue gemeu e gritou tudo o que quis, mas parou de se mexer, como para se acostumar com o novo intruso. Notei o cu dele apertado, os músculos do cu dele se rebelando no começo e depois se acostumando com o intruso, para começar a ordenhá-lo em movimentos regulares de contração; não sabia se era a primeira vez dele, mas para mim era e eu curti pra caralho. Girando lentamente meu dedo, enfiei até o fundo e encontrei a próstata dele. Sabia o poder que essa glândula tem sobre o prazer do homem, pois muitas vezes me masturbava com um dedo no cu, mas dar prazer a outro homem massageando o ponto P dele era foda demais, poder dar prazer ao Migue desse jeito era incrível. Ele soltou um grunhido de homem das cavernas que me assustou um pouco, mas se deixou fazer e, quando meu dedo começou a massagear o ponto sensível, quase gozou na minha boca, mas consegui segurar, apertando com a mão esquerda a base do pau inchado dele.
Nessa altura, meu dedo indicador já era um expert na arte de comer e começou a entrar e sair lenta e ritmicamente pelo cu do meu amigo. "Ai, caralho" — Migue conseguia dizer — "não sabia que era tão gostoso..." — ele falava enquanto o corpo nu dele tremia no sofá. Enquanto chupava o pau dele, massageava as bolas e dava uma dedada de campeão no cu dele, eu observava a barriga se contraindo de tesão, com a respiração ofegante. Senti prazer em me ver capaz de levar ele a esse estado.
Fiquei uns 15 minutos com a boca cheia da pica dele, saboreando dar prazer pra esse velho amigo, enquanto com a outra mão eu tava metendo o dedo nele. Minha própria pica tava dura pra caralho e exigia atenção. Não aguentei mais e comecei a dedar ele de verdade, cada vez mais rápido, queria que ele gozasse logo e ver a cara dele enquanto se acabava. Logo tive minha recompensa, porque as pernas dele envolveram meu pescoço com força enquanto o corpo dele ficava rígido pela enésima vez; dessa vez deixei ele gozar e, depois de dar uma última chupada na pica colossal dele, comecei a bater uma pra ele e enfiar o dedo ao mesmo tempo, de forma ritmada e coordenada. Migue gritou alto e, enquanto me olhava com uma mistura de amor, prazer e confusão, apoiou os pés de novo nos meus ombros e arqueou as costas pra meu dedo ir mais fundo. Me animei e enfiei o dedo anelar junto com o indicador, esperei uns segundos por uma reclamação que nunca veio e, de uma vez, empurrei os dois até o fundo; logo ele gozou em jorros enormes de porra branca e abundante, contei 6, inundando a sala com o cheiro de almíscar. A barriga dele, o peito e parte do meu rosto estavam banhados com o líquido branco.
Aos poucos, ele foi se acalmando, recuperando o fôlego, mas pra minha surpresa a pica dele não murchou, continuou num estado de meia-excitação que deixava ela ainda mais gostosa. Tirei então meus dedos do cu dele e, com um leve "plop", eles saíram do corpo dele.
Dando gargalhadas, Migue me pegou pelos braços e me puxou pro corpo dele, pra gente se abraçar. Em vez disso, fiquei de pé na frente dele e, segurando a mão dele, levantei ele; ele mal conseguiu, porque as pernas tremiam. Peguei ele pela cintura nua e levei ele pro meu quarto. Era um quarto grande, com uma cama king size, perfeita pro que viria a seguir. Sentei ele na cama e Eu fiquei de pé na frente dele, oferecendo minha pica, meio que na marra porque não aguentava mais, precisava gozar. Peguei na cabeça dele e foi minha vez de guiá-lo até minha própria pica. Ele parecia meio relutante, mas o tesão falou mais alto e, segurando minhas nádegas, me puxou pra perto da boca dele. Minha pica entrou na boca dele e agradeci por ele retribuir o favor, porque logo me vi com o pau entre aqueles lábios carnudos.
Acho que pra não ficar pra trás, enquanto me chupava a pica, ele acariciava minhas nádegas, separando meus glúteos. Ele levou um dedo à minha boca e chupei ele pra deixar bem molhado e pronto pro que eu sabia que ia rolar inevitavelmente. Ele tirou meu dedo babado e, aos poucos, foi massageando meu cu até enfiar o dedo até o fundo. Mesmo o dedo dele sendo maior que o meu, me acomodei fácil e logo tive ele fuçando lá dentro, desejando cada vez mais fundo. Num momento, ele quis enfiar dois dedos, mas pedi pra parar porque era demais. Sem problema, ele continuou chupando como se nada; de algum jeito, ele encaixou os 21 centímetros da minha pica dentro da boca dele e, mesmo no começo sendo reservado, agora parecia adorar me fazer um boquete. Ele engolia minha pica e depois pegava só na cabeça, dando beijinhos e passando a língua no buraquinho e atrás da cabeça, no freio. Uff!, era uma delícia enquanto a língua dele viajava das minhas bolas até a ponta do tronco, pra depois engolir tudo, dar umas mamadas, cuspir e recomeçar. Peguei ele pelas orelhas enquanto começava a foder a boquinha gostosa dele e ele, por sua vez, continuava o trabalho no meu cu. Nossos olhos se encontravam e não sabíamos como reagir a essa paixão que estávamos vivendo, com amor, angústia, medo, sim, mas acima de tudo um sentimento de libertação que compartilhávamos. Diferente do que eu pensava, demorei muito pra gozar dentro dele e, pra minha surpresa, a cada jato de porra que minha pica soltava, Migue Engolia cada gota. Acho que mais do que por prazer, no começo ele se surpreendeu com o primeiro jato, mas aguentou os que vieram e até lambeu a ponta, secando todo o vestígio de porra.
Minhas pernas tremiam e eu não conseguia mais ficar em pé. Migue percebeu isso e me puxou para perto do corpo dele, nus e suados como estávamos, já não ligávamos pra mais nada. Deitamos na cama, curtindo o contato mútuo do nosso abraço, esfregando os paus um no outro, enroscando as pernas. Migue começou a beijar meu pescoço com força, como se quisesse marcar a paixão que sentia naquele momento. Subiu até minha orelha e ali eu enlouqueci. Sempre fui muito sensível nesse ponto e, quando ri, nossas bocas se encontraram. Foi estranho aquele primeiro beijo, sentir a língua dele molhada e refrescante, o contraste com a boca e a barba do meio-dia que já começava a arranhar a minha. Estranho, mas mais excitante. Me fundi com Migue num abraço de saliva e suor.
Ficamos nos beijando e explorando os corpos por um bom tempo, perdi a noção do tempo até ver meu despertador, que marcava um pouco antes da meia-noite. Migue também viu e ligou pros pais dele pra tranquilizá-los, dizendo que passaria a noite comigo, que a gente tinha bebido demais e era melhor não dirigir até a manhã seguinte. Eu gostava cada vez mais da decisão desse homem.
Levantei e convidei ele pra tomar um banho junto. Peguei na mão dele e o levei até o chuveiro. Deixei a luz meia-boca pra melhorar o clima. Abri o registro até acertar a temperatura perfeita enquanto ele não parava de me abraçar por trás, sentia o pau dele já duro de novo, inchado contra a barriga e fazendo um sulco no meio da minha bunda. Tava com medo da ideia daquele pau me comer, mas as intenções dele eram claras e eu também tava quente demais pra não dar passagem. As mãos dele agarraram meus peitos, dando beliscões leves e suaves que me acenderam. Ainda mais enquanto o pau dele encontrava um ângulo que massageava a entrada do meu cu com o comprimento e batia nas minhas bolas com a ponta, de tão grande que era. Dava pra sentir a longa curva da vara dele deslizando safadamente entre minhas nádegas, até tocar minhas bolas com a cabeça, só pra recuar até a entrada do meu cu e só brincar com ela. Migue passou o braço até meu pau e começou um vai e vem suave no ritmo das enfiadas a seco. Passei um sabonete pra ele e apoiei as palmas das mãos na parede, levantando a bunda pra dar um acesso melhor. Ele entendeu minha aceitação e começou a me ensaboar dos ombros até os pés. Num instante estávamos os dois cheios de espuma, o pau dele ainda brincando entre a racha do meu cu, mas sem ir além de me deixar a mil de tesão. Virando-me pela cintura com as mãos fortes dele, me beijou apaixonadamente enquanto as mãos continuavam presas nas minhas nádegas durinhas, amassando, separando e enfiando um dedo até o fundo. Saímos limpos e molhados do banho, ainda abraçados, eu na frente e ele atrás de mim. Não achei que tivesse jeito de escapar da enfiada que viria, então me armei de coragem pro que viria.
Deitamos na cama larga, eu de barriga pra cima e ele em cima do meu corpo, começamos a nos beijar, a boca dele percorreu rapidamente meu pescoço e começou a descer pelo meu peito até encontrar meus mamilos. Mordeu de leve no começo e depois começou a chupar, amassando cada peito entre as mãos, curtindo como se fosse uma fruta delicada. Ficou um tempão assim até decidir descer até meu umbigo e enchê-lo de beijos. Meu pau já tava inchado e na primeira chupada que ele me deu quase gozei, mas segurei e ele enfiou a cabeça na minha virilha, me segurando firme pelas coxas. Continuou chupando assim, já era quase um expert no assunto e de repente, se ergueu na cama pra pegar dois travesseiros, colocou debaixo da minha bunda pra levantá-la. Uma Assim que fiquei confortável, ele pegou minhas pernas e colocou sobre seus ombros fortes e largos. Minha bunda ficou totalmente exposta aos desejos dele, mas ele ainda se agarrou por mais um tempo no meu pau com a boca, me levando a prazeres extremos.
As mãos dele começaram a massagear minha bunda e eu soube que o momento ia começar. A boca dele se distraiu um instante do meu pau e começou a beijar minha bunda, babando e deixando tudo no ponto. Um dedo safado entrou primeiro devagar no meu cu e depois, com mais confiança, foi até o fundo, me deixando sem fôlego por um momento. Apesar de como era gostoso sentir o dedo dele brincando no meu cu, eu sabia que depois viria outro dedo grosso e não achava que ia aguentar. Estiquei a mão e, na cômoda ao lado da cama, peguei o gel que às vezes usava pra me masturbar. Abri com as duas mãos e, pegando uma porção generosa, passei na minha bunda, deixando uma sensação fria que durou pouco, porque o dedo dele entrava cada vez mais fácil. Peguei um travesseiro pra observar os movimentos dele de forma lasciva, enquanto o dedo dele me comia devagar e eu sentia meu pau duro de prazer entre os dedos da mão esquerda dele.
Um momento depois, depois de passar mais gel, um segundo dedo alcançou o primeiro. Minha bunda se revoltou um instante com a intrusão, que, embora desejada, era temida. Senti os músculos da minha bunda se fecharem forte nos dedos dele e, por um momento, pensei que ia quebrá-los de tão fortes que eram os espasmos. Me acalmei e relaxei um instante, forçando pra minha bunda relaxar, e senti ela se abrir pros dedos do Migue. Aos poucos, sem protestos da minha parte, senti os dedos dele abrirem caminho completo no meu cu, afrouxando e preparando pro que viria a seguir. A mão esquerda dele largou meu pau e eu agradeci, porque estava mais concentrado na mistura de prazer e dor na bunda e poderia ter gozado antes do desejado. Encontrei uma satisfação que não esperava no cu. me abandonar dessa forma para outro homem, me entregar completamente, sem reservas. Os dedos dele começaram a cutucar cada vez mais fundo, girando devagar e acostumando meu cu à sensação de estar sendo invadido. Aos poucos, o incômodo que eu sentia foi passando, dando lugar a um prazer ao mesmo tempo estranho e maravilhoso.
Migue ficou me dedando por mais um tempo, e quando vi a mão dele se esticar pra pegar mais gel e passar na gloriosa pica, tremi de medo pela minha vida. A partir daquele momento, Migue tinha assumido o papel de "homem" e eu me deixei levar. Não senti que ele estava me estuprando à força nem que ia me comer de forma unilateral, senti que estava entregando meu cu pra ele, mas decidi que não seria só passivo nessa relação: o cu dele também seria meu antes do fim da noite.
Tarado do jeito que eu tava, não sabia se ele comia assim a ex-mulher ou as antigas, mas não tava nem aí, naquela noite aquele homem era meu e de mais ninguém. Me pareceu que ele tinha certa prática em sexo anal porque, se afastando do meu cu, tirou os dois dedos de dentro. Me fez levantar de joelhos na cama e eu pude ver a pica dele por inteiro: ele tinha lambuzado perfeitamente da ponta até a base e ela brilhava de forma obscena coberta de gel; senti que meus medos eram infundados, esse filho da puta ia me matar com um falo daquele. Sorrindo, ele me pegou pelos ombros e me virou de bruços sobre os travesseiros, de modo que meu cu ficasse pra cima. Me deixei fazer, totalmente entregue a essa nova sensação de ser quem recebe a pica de outro. Migue se acomodou entre minhas pernas, abrindo-as um pouco com os joelhos. Senti as mãos dele acariciando meus ombros, minhas costas e minha cintura, até chegar no meu cu. Senti ele abrir meu cu com as duas mãos e em seguida a cabeçona da pica dele testando a abertura do meu ânus.
Ele começou devagar, pro meu rabo ir se acostumando. Apesar de ter tido os dois dedos dele dentro de mim, A sensação era diferente, porque a grossa pica dele começou a abrir caminho por trilhas nunca antes exploradas. Agüentei a clara sensação de dor, que pra minha surpresa não era tão grande quanto eu esperava. Acho que muitas noites brincando com meu cu tinham valido a pena, mas mesmo assim senti ele avançar devagar, porém firme. Ficamos assim por uns minutos; meus gemidos não paravam, mesmo que eu quisesse, mas o prazer era imenso. Ele não disse nada, parecia mais focado em não me machucar do que no próprio prazer, perguntando se tava tudo bem, se parava ou continuava. Só quando eu tinha 3/4 do pau dele dentro de mim, ele parou e ficou imóvel, observando minhas reações. Eu sentia meu cu queimando pra caralho, mas agüentei até a sensação passar. Aí meu cu começou a ordenhar aquele tronco enorme, espasmodicamente e sem querer, como se fosse uma boca faminta. Assim, o Migue seguiu até o fim, até eu sentir os pelos aparados dele batendo nas minhas nádegas. Minhas pernas ainda estavam nos ombros dele, e ele se apoiou na cama pra começar devagar um movimento de vai e vem que logo me enlouqueceu.
Na primeira vez que ele tirou, foi devagar até quase soltar a cabeça do meu cu, senti que uma parte de mim tava indo embora e baixei minhas pernas pra envolver a cintura dele, puxando ele pra perto. A volta do membro dele dentro de mim foi intensa, e ele começou a me comer de forma ritmada, me segurando agora pelos ombros, como se a cada estocada quisesse me mostrar que eu era dele. No começo foi suave, me fazendo aproveitar cada metida como se fosse a última. Eu sentia a vara grossa dele massageando minha próstata por completo, e a sensação de abertura do meu cu era máxima. A cada vez que ele tirava, sentia que a vida tava escapando, só pra me devolver a alma com cada empurrão da bacia dele. Acariciei os braços e o peito dele enquanto ele parecia hipnotizado pela visão da pica entrando e saindo do meu Nádegas. Sendo eu um pouco mais moreno que ele, era excitante a diferença de corpos. Sentia como os ovos dele se chocavam contra minhas nádegas a cada estocada, o que me dava uma certa cócega. Ele começou a dar empurrões mais fortes, cada vez com mais força, mas de forma controlada.
A cama rangia pra caralho, reclamando dos dois corpos que a surravam sem piedade, e com certeza nossos gemidos deviam estar sendo ouvidos pelos vizinhos, mas eu não tava nem aí. Senti como nosso prazer saiu do controle e deixei ele me comer enquanto aprendia a dar prazer com a bunda, fechando e abrindo os músculos do meu cu à vontade. Isso acendeu ele de vez, porque ele parou por um momento o ímpeto pra voltar a um ritmo mais calmo, mas incrivelmente sexy. Tirei os travesseiros debaixo da minha bunda e ele me segurou, mudando minhas pernas na cintura dele até se levantar entre meu corpo e me beijar na boca, ainda conectados pelo pauzão dele. Isso despertou em mim outros ângulos de prazer, então não consegui evitar gemer no meio do beijo quente dele, a boca dele cobrindo a minha e nossas línguas entrelaçadas. Migue entendeu que eu amava essa nova posição e abriu mais minhas pernas, me pregou na cama com os braços envolvendo minhas pernas e as mãos nos meus ombros. Ele me fez sentir que eu era a bunda dele sem dizer uma palavra, tudo nele era sensual. Me excitava ver o torso musculoso dele subindo e descendo em mim, os olhos dele que não desviavam dos meus e do meu rosto, atento a qualquer reação de prazer que mostrasse o caminho a seguir.
Comecei então a dar ritmo com a bunda, me adiantando a cada movimento dele, fechando a passagem pra ele curtir minha apertura. Migue me chamava aos gritos pelo meu nome de um jeito encantador, repetindo entre gemidos de prazer entrecortados. Senti como se o pau dele crescesse de repente pro dobro e soube que a hora tinha chegado, ele começou a me comer mais forte, sem se soltar do beijo apaixonado. As estocadas dele ficaram cada vez mais Duras, me fazendo quicar na cama, mas sem me soltar, ainda me segurando pelos ombros com força. Minha pica agora se esfregava contra a barriga lisa dele e quando, não aguentando mais, gozei copiosamente no peito dele, meu cu começou a ordenhá-lo incontrolavelmente. Migue parou de repente as investidas e gozou dentro de mim, gritando meu nome enquanto fazia isso. Senti que a pica dele ficou ainda mais grossa com a gozada e que pulsava no meu cu, juro que por um instante senti as batidas do coração dele no meu ânus. Senti a metralha quente entrar dentro de mim, deixando a marca dele pra sempre. Não me importei. A descarga dele foi em vários jatos, saciando meu cu cada vez que acontecia.
Ele ficou dentro de mim, enquanto ofegante se deixou cair no meu ombro. Envolvi ele num abraço e beijei ele de novo. Meu cu ainda pulsava com a gozada, meu ânus continuava espremendo cada gota do líquido precioso com que ele tinha me recompensado. Migue tinha se tornado o primeiro homem na minha vida e beijei ele por isso. Nossas barrigas eram uma mistura de suor e porra, mas continuamos juntos num abraço apertado. A pica dele continuou pulsando dentro de mim, relutante em abandonar seu novo lar, ainda num estado de meia-excitação gostosa, mas no final meu cu expulsou ela.
Decidi que era hora de dar uma pausa, então deixei ele na cama, imerso nos pensamentos dele sobre o que tinha acabado de acontecer, e como pude cheguei de novo no chuveiro. Sentia o cu ardendo e que o ânus ia explodir, e ri de mim mesmo porque com certeza estava andando estranho. Comecei a tomar um banho devagar, pra tirar todo traço de suor e porra, lavei perfeitamente o cu, que já se recuperava da deliciosa invasão. Migue abriu num instante a porta do banheiro, deslizando junto de mim. Parecia mudado, muito amoroso e diferente do macho dominante que tinha me comido só uns instantes atrás. O corpo dele parecia irreal na penumbra, porque não havia acesa a luz do banheiro e um clarão trêmulo entrava pela porta vindo do quarto. Ele me beijou e me lavou por completo, enxaguando minha rola perfeitamente e o cu. Me abraçou forte e o contato dos nossos ventres nus me acendeu de novo. Devo confessar que sentia o pau dormente de tanto prazer e tantas gozadas, mas mesmo assim, contra toda previsão, ele endureceu completamente num instante. Ele disse que sempre quis me comer no cu; tinha tentado com a esposa e ela nunca deixou. — Melhor pra mim — pensei com um sorriso.
— Agora é sua vez de mostrar do que é capaz, também é minha primeira vez — ele disse e, pegando na minha rola, me tirou do chuveiro. Me levou até a sala e se ajoelhou na borda do sofá, me oferecendo aquele cu generoso, todo pra mim. Observei por um instante, enquanto Migue virava pra me olhar, rebolando a raba e sorrindo. Me encantaram na hora as curvas firmes da bunda dele, que já era empinada e turgente, mas musculosa e compacta, como acho que todo cu de homem deve ser.
Acariciando as curvas e as costas dele, fui acalmando ele, pois sabia pelo que ia passar. Migue ficou meio selvagem com a expectativa de ser comido no cu pela primeira vez. Cobri ele com meu corpo, beijando a orelha e sussurrando no ouvido o que ia fazer, e ele rebolava a bunda com prazer decidido. As nádegas dele se adaptaram à intrusão da minha rola, que se enfiou entre as pernas dele pra ir parar do lado dos ovos. Isso foi bom, no começo, pra ir acostumando ele à sensação de peso. Tinha que reconhecer que ele era mais ousado que eu, pois foi ele quem, pegando na minha rola entre as pernas dele, passou gel pra deixar ela no ponto.
Quando estava bem lubrificada, ele me ofereceu o cu mais uma vez. — Faz logo — ele disse enquanto os olhos dele se encontravam com os meus num pedido. Me posicionei e, já que o cu dele já tinha aceitado antes dois dos meus dedos, pensei em tentar a sorte desde o início com minha pica, que já estava a todo vapor. Passei bastante gel no cu dele, enfiando dois dedos devagar, e ele não reclamou, só gemeu e arqueou ainda mais as costas fortes. O espetáculo de ter aquele homem sob meu domínio me deixava sem fôlego. Os ombros largos dele se destacavam contra a cintura fina, e a bunda dele no ar me acendeu de vez.
Gui a ponta do meu pau pro cu dele, deixando descansar um pouco, e depois enfiei uns centímetros, só a cabeça pra começar. Migue recuou e se jogou pra trás, pedindo mais depois de uns instantes. Comecei então a comê-lo com calma, entrando centímetro por centímetro lá dentro, sentindo o cu molhado, quente e apertado dele me recebendo. Migue gemia cada vez mais alto, e a pica dele ficava meia-bomba, balançando entre as pernas. Peguei ele pela cintura e comecei a meter de verdade, até o talo das minhas bolas. Os 21 centímetros de carne entraram em Migue, e ele levantou a cabeça. Peguei ele suavemente pelos cabelos e subi os pés no sofá, de modo que meu quadril ficasse acima do dele pra ter um ângulo melhor de ataque. Senti como se estivesse domando ele, e comecei a dar fogo devagar, tirando meu pau até quase sair e depois enfiando de novo até o fundo, e recomeçando. Migue reagia aos meus ataques com gemidos de prazer e gritos entrecortados, eu tava acertando direto no centro do prazer dele, sentia a próstata dele tremer a cada investida do meu pau. A bunda dele espremia deliciosamente cada centímetro da minha pica agora dormente, a cada metida me ordenhava que era um prazer. Continuei assim, descendo minha bunda no cu pobre dele enquanto segurava ele pelos ombros. Aí entendi o prazer que era ter um homem como Migue, domado pela força do próprio pau no cu dele, gemendo de satisfação a cada estocada. Aproveitei. das suas bundas macias o quanto eu queria.
Como estávamos no sofá, dava pra ver a piscina do condomínio, embora ninguém pudesse ver pra dentro porque a gente tava no escuro, só iluminados pela própria luz da piscina que refletia suave no teto da sala. Enquanto eu continuava com a minha metida, vimos um casal de vizinhos passando, provavelmente voltando de alguma festa. O Migue continuava gemendo que nem um louco e eu cobri a boca dele com a mão pra calar, mas foi em vão porque os gemidos dele continuavam ecoando no meio da noite, os dois riram, olhando pra minha casa e seguiram o caminho deles até a casa deles. Esse ato de exibicionismo involuntário me excitou pra caralho e comecei a meter com destreza e decisão, fazendo a bunda pobre do meu amigo soltar faísca de tão quente que a gente tava. Alcancei a pica dele com a mão, pra encontrar ela dura de novo, toda agitada contra a barriga dele. Segurei ela firme e comecei a bater uma punheta num ritmo que combinava com a minha própria pica na bunda dele. O Migue se debatia no sofá, aproximando a bunda a cada investida dos meus quadris na bunda dele.
Continuamos naquele ritmo por mais um tempo, curtindo o contato carnal; minhas bolas começaram a bater na bunda dele e a carícia era deliciosa. – Adoro suas bolas – ele sussurrou e eu ajustei o ângulo pra ele sentir ainda mais. Aumentei o ritmo da metida até achar que ia gozar dentro dele, mas me retirei de uma vez. O Migue reclamou do abandono, mas eu joguei ele no tapete fofo, colocando ele de lado esquerdo e deitando do lado dele, bem atrás; enrolei o braço nele enquanto levantava uma perna dele com a mão direita pra acessar a bunda dele e, com um empurrão, enfiei de novo. O Migue se derreteu no meu abraço enquanto eu mordiscava a orelha dele e metia de novo com força renovada. Depois de alguns minutos, a pica dele não aguentou Muito mais tempo de tortura e ele gozou quase seco, mas num fluxo evidente de prazer, porque o corpo dele se sacudiu em espasmos e o pau dele, agora preso na minha mão direita, jorrou uma porrada de esperma grosso; inacreditável a quantidade depois de ter gozado tantas vezes naquela noite. Continuei no ritmo até sentir na base do meu pau o orgasmo desejado se formando e, sem mais, plantei minha semente dentro dele, gozando, para minha surpresa, em descargas abundantes no cu dele.
Nós dois ofegamos, os corações disparados pelo prazer e pelo esforço, mas satisfeitos finalmente. Fiquei dentro dele, meu pau ainda pulsando no rabo dele, um braço em volta do pescoço dele e o outro no peito dele, como se estivesse protegendo ele do que pudesse acontecer. Não sei em que momento a gente dormiu, exaustos; também não sei quando fomos para a cama, mas acordamos por volta das 11 da manhã do dia seguinte. Um sol lindo entrava pelas persianas do quarto e, com o Migue nos meus braços, eu era feliz.
Entre beijos, abraços e beliscões, a gente tomou banho rápido e fomos buscar os pais dele para tomar café da manhã. Eles nos xingaram por ter bebido tanto, mas a gente riu junto, cúmplices e satisfeitos. Naquela tarde, eles tiveram que voltar para a cidade onde moravam, mas combinamos de nos ver na semana seguinte. Escusado dizer que foi, de novo, um encontro amigável.
19 comentários - Conto gay: Noite de chuva em Veracruz
😉 🤤 🤤
Un relato excelente!
Lo leí de un tirón y acabé apenas tocarme.
Gracias por compartir 🙌